Muitos transportadores de passageiros continuam a não respeitar a lotação máxima exigida no âmbito do Estado de Emergência. E há também cidadãos que ainda não cumprem as medidas de prevenção contra a COVID-19.
Estamos ainda em época de COVID-19, onde se exige a observância e cumprimento rigoroso das medidas de prevenção contra a pandemia.
O distanciamento social, uso obrigatório de máscaras, a lavagem constante das mãos com água, sabão ou cinza, não permanência em locais com aglomeração populacional são algumas das medidas a serem observadas.
Porém, no dia-a-dia, nota-se nas ruas da capital do país, a tendência para o relaxamento no cumprimento das medidas de prevenção contra o Coronavírus.
Esse é só um exemplo. As filas para apanhar o transporte de passageiros são longas. Enquanto esperam pela chegada do autocarro, as pessoas sentam-se apertadas e quando é a vez de entrar no transporte, instala-se confusão e ignoram-se quase todas as medidas de prevenção contra a pandemia COVID-19. E nem todos usam máscaras.
O país já atingiu a fasquia de 100 casos positivos para a COVID-19 e segue com mais 30 dias de Estado de Emergência e apela-se às pessoas a ficarem em casa e saírem em caso de necessidade extrema.
Pelas ruas e avenidas da capital é possível notar a permanência de muitas pessoas a circularem, umas com máscaras e outras sem nada.
