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O País – A verdade como notícia

A tempestade tropical severa “Chido” volta a enfraquecer, passando, agora, para tempestade tropical moderada. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), o epicentro da tempestade, até as 8 horas de hoje, estava localizado em Malawi, mas se prevê que, nas próximas horas, atinja  a província de Tete, entre os distritos de Doa e Moatize, com ventos de 70 quilómetros por hora e rajadas de até 100 quilómetros por hora.  

Depois de ter baixado de ciclone, para tempestade tropical severa, “Chido” volta, mais uma vez a enfraquecer, para tempestade tropical moderada.  Julio Langa, meteorologista no INAM, explicou que o atrito com a terra pode enfraquecer a magnitude da tempestade. 

Esses sistemas, quando entram no continente, devido ao atrito com a terra, eles enfraquecem, ou seja, a sua magnitude reduz (…) Depois de ter entrado como ciclone tropical, ontem, ele passou para o estágio de tempestade tropical severa. Continuando a sua entrada para o território moçambicano, ele atinge a província do Niassa, enfraquecendo ainda mais, tornando-se numa tempestade tropical moderada. Os ventos já são, cerca de 90 a 100 quilómetros por hora, e vai descarregando chuva abundante na zona do Niassa”, explicou o meteorologista.

Para as próximas horas, o INAM prevê que “esse sistema, com ventos que sopram com rajada até cerca de 90 a 100 km por hora, atravesse toda a província de Tete, dando chuva  abundante a alguns distritos daquela província, parte do ocidente da Zambézia, Manica e alguns distritos como Caia”. 

O INAM recomenda que as pessoas tomem medidas de precaução. 

O Centro de Saúde de Nametil, onde se localizava o Centro de Tratamento de Doenças Diarreicas e Cólera, está encerrado, porque os profissionais de saúde abandonaram a unidade sanitária depois da vandalização da última sexta-feira. Os cinco doentes que ainda estavam internados tiveram de deixar o centro e regressar às suas residências. O Presidente da República lamenta o sucedido e mostra-se preocupado com o possível alastramento da doença.

O Centro de Tratamento de Doenças Diarreicas e Cólera que tinha sido criado no Centro de Saúde de Nametil, em Mogovolas, na província de Nampula, foi vandalizado na tarde da última sexta-feira, por malfeitores que, aparentemente, estavam trajados de fardamento das Forças de Defesa e Segurança.

De acordo com Sérgio Gravício, um dos residentes do distrito de Nametil, houve mortes durante a invasão. “Eles vieram anteontem (referindo-se a sexta-feira), à noite, mataram uma pessoa e levaram dinheiro. Agora, pelo que eu ouvi, os malfeitores tinham usado farda de polícias. Depois, quando amanheceu, a população se reuniu para levar o corpo para o comando. Chegado lá, ao comando, disseram que era para virmos deixar o corpo aqui mesmo, porque foi baleado.”

Gravício disse estranhar o facto de ter sido uma morte com arma de fogo, até porque, “pelo que nós sabemos, os bandidos daqui não costumam ter armas”.

Nada mais sobrou Centro de Tratamento de Doenças Diarréicas e Cólera. Os médicos que davam suporte em termos de meios e atendimento aos pacientes também saíram do local. No momento da vandalização, havia seis pacientes internados.

O administrador de Mogovolas, Emmanuel Impissa, confirmou que o Centro de Tratamento de Doenças Diarréicas e Cólera foi construído com apoio dos médicos sem fronteira, que era para isolar os doentes de cólera das outras enfermidades. “Então, é aqui onde funcionava. Mas, mercê da desinformação, alegando que os profissionais de saúde estão a distribuir cólera, acabou por se criar esta situação. Isto sofreu três tentativas de vandalização e ontem (referindo-se a sexta-feira), infelizmente, foi de vez, porque a população veio para aqui e vandalizou este Centro de Tratamento de Cólera”, disse.

A maior preocupação das autoridades locais prende-se com os doentes, “porque já se estava a controlar o surto”. É que estavam internados seis doentes e tiveram de ser dispensados para as suas casas. “Não sabemos como vão tratar as suas roupas, não sabemos como vão tratar os seus utensílios e onde vão tratar. Então, a nossa preocupação neste momento é que se pode dar o caso de que percamos o controlo desta doença e, ela se alastrar, não só pelo distrito, mas, por causa do medo que se criou, pode ser que um e outro tenha saído do distrito para a cidade de Nampula ou para Angoche ou para qualquer outro ponto da nossa província, à procura de refúgio, e aí vem o receio de perdermos o controlo desta doença”, revela Emmanuel Impissa. 

O administrador de Mogovolas esclareceu ainda que a doença estava a ser controlada, tanto que, desde que se abriu o Centro de Tratamento de Cólera, houve apenas quatro óbitos, sendo que os restantes 17 foram ao nível da comunidade, “mesmo por causa dos mitos que iam surgindo, porque há vezes que nós preferimos procurar vias alternativas, como o curandeiro, e só depois, numa fase muito tardia, é que pensamos em ir ao hospital, e as pessoas não chegavam aqui”, concluiu.

Para além do Centro de Tratamento de Cólera, foi vandalizado o bloco operatório. Sem esses serviços a funcionar, é a própria comunidade que vai ressentir-se da falta desses serviços, tal como disse Quisito Armando, também residente em Nametil, que revela que “desde que esse projecto de Médicos Sem Fronteiras chegou aqui, a população começou a dizer que nós não queremos esses Médicos sem Fronteiras, devem afastar. Por isso mesmo, o hospital não foi mexido”.

Devido à situação vivida na sexta-feira, os profissionais de saúde abandonaram por completo a unidade sanitária, que era, no caso, de referência ao nível do distrito de Mogovolas. Trata-se de uma unidade sanitária que atende muitos pacientes, sobretudo de malária. Não estando nenhum paciente internado, não se calcula o que pode estar a acontecer nas comunidades.

 

Filipe Nyusi lamenta destruição do Centro de Saúde de Nametil

O Presidente da República, Filipe Nyusi, diz ser esquisito o que está a acontecer em Mogovolas, numa altura em que as autoridades sanitárias fazem todo o esforço no sentido de controlar e colmatar cólera.

“Recordo que, em 2016 tive de convocar uma reunião específica de todos os directores provinciais de saúde e o médico-chefe de Maputo, para discutirmos o porquê de a cólera estar a aumentar. Eles disseram o que estava a ocorrer. Fizemos um programa forte, aquele programa que ainda tem de continuar, que é Água para a Vida. Porque o grande culpado da cólera era a água consumida, mais a sujidade, etc. Mas mesmo assim, dirigimos actividades paralelas, e foi isso que nos ajudou bastante a reduzir. Nós tínhamos grandes quantidades de pessoas infectadas com cólera, mas a mortalidade tinha reduzido bastante”, disse Nyusi.

O Chefe do Estado moçambicano fez uma radiografia do que acontece na província de Nampula, em particular no distrito de Mogovolas, tendo dito que “o distrito de Mogovolas é o único do país com surto de cólera activo. Notificou os primeiros casos de cólera no dia 17 de Outubro de 2024. Desde a declaração do surto até ao presente momento, dia 13, quando fiz a avaliação, foram registados 294 casos em Mogovolas, com 21 óbitos. É muito! Em cada 294 doentes, morreram 21”.

Dos 21 óbitos, 17 foram ao nível das comunidades, segundo confirmou o Presidente da República, que frisou que a culpa é da forma como as pessoas encaram a doença, e não da doença em si. “O que significa que, neste momento, a taxa de letalidade geral é de 7,1%, que é bastante alta. E nas últimas 24 horas, isto é, do dia 12 para 13, foram notificados 11 casos novos. Mas tiveram alta 7 e esses 11 estiveram internados no centro de tratamento de cólera, lá em Mogovolas”, explicou Filipe Nyusi.

Sobre as mortes que aconteceram no Centro de Saúde de Namitil, com possível envolvimento de agentes da lei e ordem, Filipe Nyusi diz que o distrito de Mogovolas esteve, em algum momento, envolvido numa situação de jovens recrutados para as fileiras do terrorismo, e isso pode ter contribído para que aparecessem pessoas armadas e com uniforme policial.

As principais bacias hidrográficas da região Norte de Moçambique, nas províncias de Nampula, Cabo Delgado e Niassa, poderão registar uma subida significativa dos seus níveis hidrométricos e aumento de escoamento, em consequência da precipitação provocada pela passagem do ciclone tropical Chido.

De acordo com o boletim hidrológico da Administração Regional de Águas do Norte, (ARA-NORTE), emitido neste domingo, há necessidade de as comunidades observarem as pertinentes medidas de precaução e evitarem a travessia dos cursos de água, segundo escreve a Agência de Informação de Moçambique.

Das seis principais albufeiras da região, duas delas, nomeadamente as de Nacala e Mugica, na província de Nampula, apresentam níveis de enchimento na ordem dos 87,2 e 65,8 por cento, respectivamente, revela o comunicado da ARA-NORTE.

Mas não só. A mesma nota dá conta de que a albufeira da barragem de Chipembe, na província de Cabo Delgado, tem um enchimento na ordem de 50,6 por cento, as de Locumue e Mitucue, ambas na província de Niassa, de 40 e 35,6 por cento, e a de Nampula, na capital provincial com o mesmo nome, situa-se em 30,2 por cento.

A ARA-Norte explica, porém, que estas informações estão em constante actualização, uma vez que a chuva continua a cair de forma intermitente um pouco por toda a região.

Os cultos religiosos voltaram a ser realizados em horário normal, este domingo, uma semana depois dos protestos pós-eleitorais.

Foi um domingo de reencontros. Os crentes juntaram-se para celebrar a missa num contexto normal, cenário que não acontecia antes do fim da “fase 4×4” dos protestos pós-eleitorais.

As igrejas registaram um número considerável de crentes.

“Voltámos a ter a igreja cheia, como tem sido em dias normais. Esse facto não acontecia devido aos protestos pós-eleitorais. Podemos afirmar que foi um domingo muito diferente, pois os crentes estiveram na igreja para orar por todos os mocambicanos”, anota Filipe Tivane.

Os crentes relatam que passaram por dias difíceis por conta da actua situação que o país atravessa.

“Para chegarmos até hoje foi pela graça do Senhor. Nós, todos, tínhamos de ficar em casa por medo dos manifestantes. Ainda assim, não parámos de orar. O nosso compromisso com Deus é maior”, explica Dinis Machava, destacando que essa abertura traz uma nova esperança para os crentes que anseiam por dias melhores.

O mesmo sentimento é partilhado por Paulina Cabral, crente da Igreja Presbiteriana, que espera que tudo volte à normalidade, de modo a que os cultos sejam realizados normalmente.

“Foi um culto muito interessante, pois serviu como uma oportunidade para nos reencontrarmos depois de uma semana de muitas incertezas no país”, anota.

Esperaram muito por este momento e marcaram presença no primeiro culto após as restrições. Por conta dos protestos, a Igreja Anglicana foi obrigada a cancelar a missa no domingo passado.

“O culto foi abençoado. Havia muita alegria no povo de Deus por receber esse alimento espiritual. A igreja tem de estar aberta, razão pela qual continuamos esperançosos em relação ao que poderá suceder nos próximos dias. A nossa expectativa é que tudo volte à normalidade”, diz Bernardo Macucule, padre da Igreja Anglicana.

 

CRENTES REITERAM APELOS À PAZ

Os cultos de domingo foram marcados, mais uma vez, por apelos à paz como condição para a prosperidade.

“Rogamos a Deus para que traga definitivamente a possibilidade de podermos livremente cantar, adorar, de dizermos o nome de Jesus e também orarmos por Moçambique e pelo seu povo.”

Ana Rita Sithole apela a todos os moçambicanos para que abandonem tudo aquilo que constitui um motivo de divisão e abraçarem tudo aquilo que une.

Já em caso do anúncio de novas medidas, as igrejas garantem que vão recorrer a outros meios para a realização dos cultos.

“Havendo uma mudança do ambiente, temos mecanismos apropriados para informar aos crentes com antecedência sobre as medidas alternativas para que os cultos continuem a ser realizados”, garante Jorge Chacate.

Dezenas de infraestruturas ficaram parcial e totalmente destruídas, depois da passagem do Ciclone Chido, na Província de Cabo Delgado. Os ventos que atingiram os 200 km por hora destruíram tectos, derrubaram árvores e postes de energia elétrica, deixando parte da província sem energia e água. 

É Chido a passar e a arrastar tudo o que está na sua frente na Província de Cabo Delgado. 

E não era para menos, seus ventos atingiram mais de 200km por hora. O distrito de Mecufi, a norte da província, foi a porta de entrada do Ciclone CHIDO que fez estragos. Aliás, imagens mostram uma cidade de Pemba, capital de Cabo Delgado, com destruição cujos prejuízos são difíceis de calcular.

Metuge e Ancuabe são outros dois distritos que também sofreram com a passagem do ciclone Chido.

As zonas costeiras foram as mais afectadas. Em Pemba, bairros como Paquitequete e Expansão estão com várias infraestruturas destruídas, desde públicas e privadas. 

O vento era tão forte que dezenas de casas ficaram destruídas  e tantas outras perderam o tecto, deixando algumas famílias ao relento. 

Árvores caíram completamente e outras tiveram seus ramos arrancados obstruindo assim, as vias. A destruição chegou em todo o lado da cidade e chegou até ao hangar no Aeroporto de Pemba. 

A capital de Cabo Delgado ficou sem energia e água porque centenas de postes de energia foram derrubados. 

No distrito de Ancuabe, as Escolas Primária de Nannona e Secundária de Mariri perderam seus tectos. 

As famílias tentam, agora, repor o que foi levado pelos ventos fortes e minimizar o impacto da tempestade.

O impacto do ciclone Chido nas províncias de Cabo Delgado, Nampula, Niassa e Tete poderá provocar inundações urbanas, deslizamentos e deslizamentos de terras. 

Apesar de ter baixado de ciclone para tempestade tropical severa, o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) alerta as populações para que continuem a observar todas as medidas de segurança. 

O distrito de Mecúfi, em Cabo Delgado, foi a porta de entrada do ciclone Chido nas primeiras horas de ontem (domingo). Cacracterizado por ventos fortes de até 200 quilómetros por hora e chuvas, o fenómeno que se previa que tivesse o mesmo impacto que os ciclones Idai e Kenneth, poderá continuar a abrandar gradualmente. 

“Espera-se muita chuva nos distritos da zona sul da província de Cabo Delgado e a sul de Nampula. O mesmo poderá acontecer em Niassa, uma das províncias que também será afectada pelo ciclone”, explicou Pedro Mutumane. 

Segundo o INAM, o fenómeno poderá ainda escalar a província central de Tete, mas antes passará por Malawi. 

“Depois de Malawi o ciclone voltará para a província de Tete de onde sairá para o Zimbabwe. Em toda essa trajectória ele vai deixar muita chuva acima de 250 milímetros nos distritos que estão perto de onde o fenómeno passara”, anota Mutumane.

Neste momento o maior problema são as consequências dos ventos fortes, no entanto, o fenomeno poderá ter outros impactos. 

“Segundo as nossas tabelas, quando passa um sistema desses esperamos inundações urbanas, deslizamento de terras e até tectos de casas poderão ser destruídos”, explicou, sublinhando que é por essa razão que as autoridades recomendaram às populações para observarem as medidas de segurança. 

O Chido é o terceiro dos 12 ciclones previstos para a presente época ciclónica no Canal de Moçambique. A época vai  até Abril do próximo ano. 

 

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) diz que o ciclone Chido baixou da categoria de ciclone para tempestade tropical severa. No entanto, prevê a continuação de chuvas e ventos fortes, que se vão fazer sentir nas províncias de Niassa e Tete.

O distrito de Mecúfi, em Cabo Delgado, foi a porta de entrada do ciclone Chido nas primeiras horas deste domingo. Caracterizado por ventos fortes e chuvas, o ciclone, que se previa que tivesse o mesmo impacto que os ciclones Idai e Kenneth, deixou rastos de destruição.

Na província de Nampula, o Ciclone Chido teve como porta de entrada o distrito de Memba, baixando, de seguida a magnitude para tempestade tropical severa.

Neste momento, o maior problema são as consequências dos ventos fortes, no entanto, o fenómeno poderá ter outros impactos. 

Chido é o terceiro dos 12 ciclones previstos para a presente época ciclónica, no Canal de Moçambique. A época vai  até Abril do próximo ano.

Um incêndio de grande proporção deflagrou, na tarde deste sábado, uma área de processamento do carvão mineral, pertencente à empresa Vulcan Moçambique na Mina de Moatize em Tete. O incêndio foi provocado por queda de faíscas de um eletrodo sobre um produto químico, durante os trabalhos de soldagem, segundo um comunicado da Vulcan.

O incêndio iniciou numa área denominada Usina 2, onde é processado o carvão e logo se alastrou, visto que, na mesma área havia materiais químicos de alta combustão. O trabalho inicial dos bombeiros internos foi isolar o fogo na área já atingida, de modo a evitar que se propagasse ainda mais.

A equipa conseguiu controlar o incêndio, sem necessariamente solicitar os serviços de emergência do SENSAP.

A empresa Vulcan Moçambique já reagiu em torno do incidente através de um comunicado e esclarece.

“A Vulcan reconhece que, na tarde de sábado, 14 de Dezembro, foi registado um incêndio, numa das áreas operacionais, durante a realização de trabalhos de soldagem. O incidente foi provocado pela queda acidental de faíscas sobre um produto químico. Graças a rápida intervenção das nossas equipas de emergência, o fogo foi prontamente controlado, sem registo de feridos ou danos materiais”, lê-se no comunicado da Vulcan Moçambique. 

Os prejuízos do incêndio ainda não foram apurados.

Duas pessoas morreram e outras quatro ficaram feridas, após serem baleadas, durante um enterro, que aconteceu na tarde de ontem, em Ressano Garcia, na província de Maputo. Os dados foram confirmados pelo sector da saúde, na província.

Era para ser mais um enterro, na verdade as pessoas no local, davam o último adeus a um blogueiro de Ressano Garcia, conhecido por “Mano Shotas”, quando, de repente, e sem explicação abria-se fogo contra a população no interior do cemitério. 

Ali começou uma grande agitação, as pessoas corriam para se tentar proteger, mas houve quem não conseguiu e foi alvejado 

No meio dos disparos, além de gás lacrimogéneo, houve balas reais disparadas contra a população. 

A direcção provincial de saúde, sem gravar entrevista, fala da entrada de dois óbitos no centro de saúde de Ressano Garcia, quatro feridos graves transferidos para o hospital provincial da Matola. Mas o número de vítimas pode ser maior. 

A situação causou alvoroço e agitação em Ressano Garcia. 

O Jornal O País entrou em contacto com a polícia na província de Maputo, que  remeteu a equipa ao Comando-Geral da PRM. O comando-geral, por sua vez, remeteu de volta ao comando provincial.

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