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O País – A verdade como notícia

Seis irmãos foram detidos, acusados de assassinar a sua irmã por alegado envolvimento em actos de feitiçaria, na cidade da Beira, em Sofala. Populares amotinaram-se em frente à esquadra, para exigir uma justiça célere e contundente contra os seis irmãos.  Entre os detidos está uma curandeira  

Os seis irmãos, ora detidos na quarta esquadra no bairro da Munhava, na cidade da Beira, terão torturado a própria  irmã, depois de a amarrar, para que ela confessasse o seu envolvimento em supostos actos  de feitiçaria contra os familiares.

 A vítima  era a mais velha de todos, e em vida respondia pelo nome de Helena Chutale, tinha 43 anos.

A filha assistiu o acto cruel dos tios contra a mãe, e conta o drama que viveu perante os familiares, com ajuda de um curandeiro. O crime ocorreu na manhã do sábado passado. 

Quando a tortura ocorria, o marido da vitima estava ausente e a filha conta que tentou  sair de casa para pedir socorro mais foi impedido pelos tios.

A tortura só parou quando a vítima parou de gritar e o seu corpo ficou inerte. Afinal ela tinha desmaiado.

A criança, com ajuda de alguns vizinhos, mobilizou transporte para levar a mãe para o hospital, mas passou antes por esta esquadra.

Os actores do crime deviam ser ouvidos pela polícia na manhã  deste domingo, mas não se apresentaram na esquadra. Nesta segunda-feira, a Polícia  recorreu aos seus meios coercivos para dar seguimento à queixa e todos os indiciados foram detidos. 

Quando os vizinhos da vítima se aperceberam da detenção, amotinaram-se na esquadra onde exigiam a libertação dos supostos criminosos para fazerem justiça pelas próprias mãos. Valeu a pronta intervenção da Polícia com actos e palavras persuasivas, para que os populares abandonassem a esquadra.

A Polícia garantiu pronunciar-se sobre o caso oportunamente. 

 

Mais 16 pessoas foram diagnosticadas com Mpox na província do Niassa. O total de infecções no país é de 65 pacientes.  A informação tornada pública no domingo consta do boletim epidemiológico da Direcção Nacional de Saúde.

Os 16 novos casos do Mpox em Niassa, foram registados em seis distritos, nomeadamente: Lichinga, com seis casos; Lago, com quatro casos; Marrupa, com dois casos igual número em Majune. Os distritos Maúa e Cuamba registaram um caso cada.  

Os primeiros casos de Mpox em Moçambique foram registados em Julho passado. Neste momento, o país tem um cumulativo de 65 pessoas infectadas, das quais 60 no Niassa, e as restantes cinco distribuem-se pelas províncias de Maputo e Manica

A doença é altamente contagiosa, o que exige maior cuidado e redobramento das medidas de prevenção avançadas pelas autoridades da Saúde. 

As obras de pavimentação da Avenida Dom Alexandre, em Marracuene, continuam paralisadas, há mais de um ano, uma situação que eleva a preocupação dos utentes da via. O INGD, principal responsável pela implementação do projecto financiado pelo Banco Africano de Desenvolvimento,  recusou-se a prestar esclarecimentos sobre a situação, durante uma semana de contactos com a   nossa equipa de reportagem. O edil de Marracuene diz que está desapontado e apela por respostas rápidas.

Há um ano e quatro meses que a Avenida Dom Alexandre, no distrito de Marracuene, vive de promessas que nunca saíram do papel. O troço de cerca de 10 quilómetros, que deveria ligar Mahotas à vila autárquica, continua em estado de degradação, com buracos, poças e desvios improvisados que tornam a vida dos munícipes cada vez mais difícil, sobretudo no tempo de chuva. 

O projecto de pavimentação da via, avaliado em cerca de seis milhões de dólares, integra um fundo mais amplo de apoio do Banco Africano de Desenvolvimento, estimado em quarenta e sete milhões de dólares, destinado a iniciativas de resiliência climática e melhoria de infraestruturas. No entanto, a execução da obra permanece paralisada devido a sucessivos falhanços processuais e à falta de entendimento entre o financiador e o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres, que deveria ser o responsável direto pela implementação.

Os problemas começaram logo no concurso para a contratação do fiscal independente, condição imposta pelo BAD para o desembolso dos fundos. O concurso foi cancelado porque a proposta vencedora ultrapassa em muito o valor de referência definido pelo banco. Enquanto a empresa concorrente apresentou uma proposta de cerca de 864 mil dólares, o BAD estabelecia como aceitável um teto próximo de 294 mil dólares. O desfasamento levou ao cancelamento do processo e ao consequente bloqueio do projecto. Desde então, relatórios técnicos e propostas de ajustamento foram trocados entre o INGD e o BAD, mas sem consenso. O estaleiro do empreiteiro chegou a ser montado no local, mas foi posteriormente abandonado, com todas as máquinas removidas, deixando atrás de si apenas mais frustração para a população.

O silêncio do INGD agrava a situação. Durante uma semana inteira, o jornal O País tentou, sem sucesso, obter esclarecimentos junto da instituição, que se recusou a falar sobre o assunto, alegando apenas tratar-se de um processo em curso. Em várias outras ocasiões, o INGD limitou-se a justificar os atrasos com a complexidade da contratação do fiscal, mas nunca apresentou um ponto de situação claro à sociedade, alimentando a percepção de falta de transparência e de descoordenação institucional.

Essa postura tem sido criticada por moradores e pelo próprio edil de Marracuene, Shafee Sidat, que diz sentir-se envergonhado pela paralisação das obras. O autarca garante ter solicitado explicações ao BAD e ao INGD, mas sem sucesso, admitindo que poderá escalar o assunto ao primeiro-ministro e ao Presidente da República caso o impasse se mantenha. 

“Está uma vergonha. Continuo a dizer que para mim aquele processo é um processo que me deixa muito triste e transtornado. Disseram que faltava fiscal, eu pessoalmente falei com o ministro na altura e ofereceu-se um fiscal. Depois disseram que queriam concurso, fizeram concurso e já há fiscal. Agora o que é que lhes falta mesmo?”, questionou Sidat, claramente revoltado.

Enquanto as instituições trocam responsabilidades, é a população que paga a conta. Os moradores relatam que, em dias de chuva, a estrada se transforma num martírio, impossibilitando o transporte público de circular e obrigando famílias a fazer longas caminhadas. Chapas deixam de passar, carros particulares atolam-se e pequenos negócios perdem clientela.

“Eles sempre prometem que vão executar as obras, mas até agora estamos à espera, não há nada. Aqui quando chove é um martírio. Temos que desenhar caminhos para sair de casa. Tanto no transporte pessoal quanto no público, os chapas não circulam”, desabafou um residente. Outro acrescenta: “É complicado aparecerem, fazerem promessas e não concretizaram. Esta estrada é um polo de desenvolvimento. Há muito investimento aqui, mas sem acesso não há nada. O que exigimos é transparência”.

Os problemas viários de Marracuene, no entanto, não se limitam à Avenida Dom Alexandre. Outras estradas estratégicas estão igualmente degradadas e sem solução à vista. A ligação entre a FAO e Ricatla, fundamental para a circulação de pessoas e mercadorias, está em pedaços e o município prometeu lançar em breve o concurso público para selecionar o empreiteiro responsável pela sua reabilitação.O edil garantiu que o processo estaria concluído em duas a três semanas, mas até ao momento nada de concreto foi avançado.

Já em Mali–Santa Isabel, outra zona de difícil acesso, os moradores queixam-se de dias penosos e de uma estrada praticamente intransitável. Sidat afirmou que já foi encontrado o empreiteiro para a execução das obras e que o processo foi submetido ao Tribunal Administrativo e à Procuradoria Provincial, mas, mais uma vez, a promessa ainda não saiu do papel.

A realidade mostra que a fraca coordenação entre financiadores internacionais e instituições nacionais está a penalizar diretamente os cidadãos, que continuam sem respostas claras. Os fundos existem, os projectos estão no papel, mas os entraves burocráticos, as divergências sobre concursos e a ausência de comunicação transparente tornam as promessas num exercício de frustração coletiva. A população de Marracuene exige prazos concretos e responsabilização das instituições envolvidas, sob pena de a Avenida Dom Alexandre e outras vias do distrito permanecerem como símbolos do fracasso administrativo e da falta de compromisso com o desenvolvimento local.

Papa Leão XIV apelou, ontem, a uma oração pela paz, ao expressar a sua proximidade à Ucrânia e ao povo de Cabo Delgado, em Moçambique, territórios que “sofrem com  guerra” e  violência.

“Na passada sexta-feira, 22 de Agosto, acompanhámos com a nossa oração e jejum os nossos irmãos e irmãs que sofrem com a guerra”, recordou o chefe da Igreja Católica, após a oração do Angelus de domingo no Vaticano, citado pela agência Europa Press.

O Papa lembrou ainda o povo de Cabo Delgado, “vítima de uma situação de insegurança e violência que continua a provocar mortes horríveis”, disse.

“Apelo-vos para que não se esqueçam destes nossos irmãos e irmãs, convido-vos a rezar por eles e expresso a esperança de que os esforços dos líderes do país consigam restaurar a segurança e a paz naquele território”, enfatizou.

Leão XIV disse que se unia aos “irmãos e irmãs ucranianos que, com uma iniciativa espiritual e uma oração mundial pela Ucrânia, pedem ao Senhor que conceda a paz ao seu país martirizado”.

A Ucrânia celebrou ontem o Dia da Independência, em memória da histórica sessão extraordinária do Parlamento Ucraniano de 24 de Agosto de 1991, que levou à declaração imediata de independência da União Soviética, então cercada por uma tentativa de golpe que falhou.

O país celebra a sua independência numa altura de difíceis negociações de paz mediadas pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, que se encontrou na semana passada com o seu homólogo russo, Vladimir Putin, numa cimeira no estado norte-americano do Alasca, sem qualquer progresso concreto.

O Governo diz que é sua prioridade que as populações de Palma sejam enquadradas no projecto Mozambique LNG e em outros projectos de desenvolvimento. O Porta-voz do Governo, Inocêncio Impissa, garante haver treinamento para que os nativos sejam enquadrados.

Entre as injustiças denunciadas pela população de Palma, está a exclusão da população do projecto Mozambique LNG.

As queixas são do conhecimento do Governo, que reagiu, através do porta-voz Inocêncio Impissa.

Inocêncio Impissa diz que, em parte, a exclusão dos nativos pode dever-se à falta de formação, entretanto, já há programas de treinamento em curso, para garantir o enquadramento da mão de obra local.

 

A população de Palma, em Cabo Delgado, denuncia injustiças, quebras de acordos e tentativa de isolamento da península de Afungi e pedem um encontro com o Presidente da República e os donos da Total Energies, a multinacional francesa líder do projecto Mozambique LNG, para resolver todos problemas relacionados com a exploração de gás na área 1 da bacia do Rovuma, antes da retoma do projecto suspenso em 2021, devido aos ataques terroristas.

Quase todas as empresas subcontratadas pelo projecto Mozambique LNG, incluindo os trabalhadores que estavam na Vila de Palma, estão a ser transferidos para a península de Afungi onde as medidas de segurança foram reforçadas e as portas estão parcialmente fechadas.

“Hoje, Afungi parece um outro país. Não é Moçambique, é um outro país. Se for por causa da segurança, todos merecemos segurança. Agora, se há problemas, é melhor que o Governo venha dizer-nos que estamos numa insegurança e vamos todos ficar ali onde há segurança”, disse Siraje Anli, Residente de Palma.

Além do isolamento de Afungi, a população de Palma denuncia incumprimento de acordos e promessas feitas no passado e pede respeito e justiça na exploração de gás na área 1 da bacia do Rovuma.

“Ocupou machambas de pessoas onde já passaram máquinas, onde havia acordo com as comunidades, mas depois virou e começou a revogação de todos acordos e as pessoas que deviam receber dois a três milhões de Meticais, agora está a dar 250 mil Meticais”, disse um residente.

“Todos os pescadores de Palma foram recenseados e alguns foram pagos, mas o maior número foi dito para esperar. Agora, faça as contas de 2015 até hoje, quantos anos passam”, disse Ibraimo Majaca, Residente de Palma.

Alguns problemas são antigos e a lista é longa e complexa, mas a maior preocupação da população de Palma, é o isolamento de Afungi, uma decisão considerada de traição, especialmente para quem esperava ficar rico ou pelo menos sair da pobreza com a exploração do gás
“O administrador vive aqui (na vila). A secretária permanente vive aqui. A UIR (Unidade de Intervenção Rápida) está aqui. Os militares também estão aqui. Eles estão fechados lá para ficar em paz e nós, como ficamos? Quem somos?”, questiona Somai Sumail, Residente de Palma.

Quase todas pessoas estão afectadas pelo isolamento de Afungi, mas a situação é considerada de crítica para os empreendedores e empresários de Palma que investiram muito dinheiro a contar com o gás.

Devido à crise provocada pelo isolamento de Palma, alguns investidores estão a vender quase tudo que tinham, e os poucos que ainda estão a resistir poderão abandonar o distrito nos próximos dias caso a península de Afungi continue parcialmente isolada.

Depois de perder muito dinheiro a contar com o gás, população, comerciantes e empresários baseados em Palma se uniram para tentar resolver o problema localmente, mas como há muito tempo, não conseguem ter uma solução local, agora pedem a presença do Presidente da República e dos donos da TotalEnergies, a multinacional francesa líder do projecto Mozambique LNG.

“E, o Governo está a distanciar-se e diz que não sabe que Palma não está seguro, muito menos que a Total está a mobilizar todas empresas que estavam aqui na vila, obrigatoriamente para irem para o acampamento, em Afungi, para eles trabalhar de forma fechada”, disse Siraje Anli, Residente de Palma.

“Estamos a pedir, muito, que Chapo venha aqui em Palma. Chapo deve vir a Palma. E, queremos o próprio dono da Total e não o adjunto, ou seja quem for. Queremos aqui o dono desta empresa Total”, disse outro residente.

O Projecto Mozambique LNG foi suspenso depois do ataque a vila de Palma registado no dia 24 de Março de 2021 e até hoje, ainda não foi anunciada oficialmente a retoma do projecto de exploração de gás na área 1 da bacia do Rovuma, que está avaliado em mais de vinte mil milhões de dólares norte americano.

Está condicionada a mobilidade de pessoas e bens em pelo menos alguns bairros fora da zona cimento na cidade de Tete, devido à degradação acentuada das vias. Os utentes clamam pela manutenção.

A falta de manutenção rotineira de algumas vias nos bairros fora da zona cimento, está a acentuar a sua degradação na cidade de Tete. O cenário é mais notável nos bairros Chimadzi, Samora Machel, Chingodzi e Mateus Sansao Muthemba. 

No interior do bairro Chimadzi, por exemplo, as ruas estão cheias de covas, cenário agravado pela falta de iluminação pública, o que torna ainda a situação mais complicada para quem tem de conduzir por aquele bairro.

A situação é igualmente dramática no interior dos bairros Chingodzi e Samora Machel. Os munícipes dizem que no tempo chuvoso há dificuldades de circulação porque é muito complicado identificar onde tem ou não buracos e explicam que muitas vezes são obrigados a fazer  manobras  impressionantes  para contornar as “feridas” das vias .

Para além do mau estado, algumas vias deixaram de ser usadas por causa da erosão dos solos e  estão igualmente a ser bloqueadas por alguns moradores que não hesitam em  deitar o lixo no chão. Sem gravar entrevista, os moradores alegam falta de contentores e acusam o município de estar apenas a focar-se nas vias principais.

 

Parte dos professores demitidos no distrito de Vilankulo, em Inhambane, recorreu ao Tribunal Administrativo para tentar anular a decisão do governo local. Alegam irregularidades na instauração do processo disciplinar, que, segundo afirmam, jogam a seu favor e podem levar à reversão da medida.

Depois de serem notificados em Julho passado, pelas autoridades distritais sobre a sua demissão, parte dos professores afastados do Estado em Vilankulo por alegadamente serem na Renamo, decidiu recorrer ao Tribunal Administrativo de Inhambane. Alegam irregularidades no processo que, segundo defendem, podem conduzir à anulação das decisões.

No recurso, os professores contestam ainda os fundamentos da decisão, argumentando que não se pode imputar faltas a quem nunca chegou a assumir funções.

De acordo com documentos a que tivemos acesso, o processo disciplinar contra os professores foi instaurado a 13 de Janeiro de 2025 e encerrado 122 dias depois, a 15 de Maio do mesmo ano.

 

Pelo menos 29 pessoas morreram e outras 208 mil foram afectadas, em Julho, pelos ataques terroristas na província de Cabo Delgado.  Os dados constam do relatório das Nações Unidas, sobre a situação mensal do extremismo naquela província.

No mês passado, a situação de segurança em Cabo Delgado permaneceu altamente volátil, conclui o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários que faz a analise mensal do terrorismo na província.

Segundo o relatório, em Julho, os ataques terroristas que  tiveram maior incidência nos distritos de  Chiúre, Macomia, Ancuabe e Muidumbe, resultaram na morte de pelo menos 29 pessoas.

O documento aponta que houve também 69 sequestros, com pedidos de resgate entre 10.000 a 300 mil Meticais.

“O número de incidentes registados aumentou de 72 em Junho para 82 em Julho. Uma mudança significativa, também, foi observada na distribuição geográfica da violência, que se expandiu para o sul, para Ancuabe, Chiúre (Cabo Delgado) e Eráti (Nampula)”, adianta a fonte.

Com a situação, estima-se que 208.122 civis tenham sido afectados e  56.215 pessoas tenham-se deslocado e instalado em dois novos acampamentos em Macomia-Sede, somando-se agora, seis, os acampamentos para deslocados internos, naquele ponto.

A agência da ONU avança ainda que os conflitos entre os Grupos Nacionais de Apoio e as Forças de Defesa e Segurança, incluindo a força local, intensificaram-se em Chiúre, no litoral de Macomia e em Muidumbe.

“No dia 29 de Julho, antes de deixar a aldeia de Pangane (Mucojo), os grupos armados colocaram bandeiras do Estado Islâmico nas entradas da aldeia. No dia 12 de Julho, atacaram e saquearam uma ‘minivan’ de passageiros e um camião de carga perto de Xitaxi (Muidumbe). Pelo menos nove incidentes semelhantes foram relatados durante o mês.”

Em resposta às “crescentes ameaças”, a polícia retomou as escoltas armadas entre a sede de Macomia e a localidade de Oasse, em Mocímboa da Praia, para garantir o acesso humanitário, contudo, “atrasos administrativos” continuam a dificultar as operações humanitárias, acrescentou o Escritório das Nações Unidas.

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