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Os vendedores do Mercado Grossista do Zimpeto alertam para a escassez de verduras e legumes nos próximos dias, devido às chuvas que caíram na África do Sul nos meses de Novembro e Dezembro, que danificaram as plantações. Por agora, os vendedores dizem que o movimento do comércio está fraco.

Depois das festas, o Mercado Grossista do Zimpeto, na Cidade de Maputo, regista um movimento relativamente baixo. Os vendedores falam de uma época festiva pouco lucrativa.

Não foi como nos anos anteriores. Para o final do ano de 2025, os produtos não tiveram muita procura como nos outros anos, mas este ano temos expectativa de que as coisas vão correr muito bem”, esmeram-se os vendedores ao sétimo dia do ano com movimento de compra relativamente baixo, porém sem deterioração dos produtos.

Os trabalhadores dizem que os preços reduziram significativamente. “Como estamos a sair da quadra festiva, as pessoas ainda não retomaram as suas actividades, então as vendas ainda não são positivas”, disse Victor Adolfo, vendedor de alho naquele mercado. Por outro lado, Horácio Mabunda, que vende cebola, fala de um movimento de venda que caiu desde o início do ano. “O mercado está vazio, e a mercadoria ainda não entrou conforme. Estamos sem produto, por isso não podemos reclamar dos clientes. O produto também não existe”, confessou.

Já os vendedores de legumes e verduras alertam que, devido às chuvas que caíram nos últimos meses na África do Sul, o produto pode escassear nos próximos dias. “Agora não vendemos bem, porque temos muitos produtos que não tínhamos em Dezembro, mas com a chuva que caiu na África do Sul, nos próximos dias não haverá cenoura, repolho e feijão verde”, avisou Alexandre.

No Mercado Grossista do Zimpeto, continuam a chegar batatas, tomate e cebola, provenientes de Chokwe, Boane e África do Sul.

Os Serviços de Saúde da Cidade de Maputo dizem que se sentiram desrespeitados e desprestigiados com a forma como o deputado da Assembleia da República pelo partido PODEMOS, Ivandro Massingue, abordou a direcção do Centro de Saúde de Zimpeto numa visita-relâmpago de fiscalização parlamentar.

Os Serviços de Saúde da Cidade de Maputo convocaram a imprensa nesta quarta-feira para falar dos detalhes da visita-relâmpago de Ivandro Massingue, que teve momentos de tensão entre o representante da AR e a direcção do Centro de Saúde de Zimpeto.

A instituição repudia o comportamento do deputado, que, no seu entender, foi inadequado, sobretudo pelo facto de o mesmo não ter anunciado antes a sua visita àquela unidade sanitária.

“Estamos tristes, porque nos sentimos agredidos, nos sentimos desrespeitados e, sobretudo, desprezados. Nós temos o hospital como local sagrado. É aqui onde as pessoas nascem e é aqui onde as pessoas dão o seu último suspiro. Presenciar uma arruaça daquelas numa unidade sanitária, em nome da fiscalização, não achamos que foi correcto. Os procedimentos também não foram correctos. Clarificar que nós não negamos fiscalizações, não temos nada a esconder. Temos as portas abertas para que isto aconteça. Hoje é no Centro de Saúde de Zimpeto, amanhã pode ser em outro sítio. Nós exigimos apenas que questões destas não se repitam”, explica Paloma Maripila, directora dos Serviços de Saúde da Cidade de Maputo.

Os Serviços de Saúde justificaram a atitude do seu técnico como resultado da pressão a que os profissionais de saúde daquela unidade sanitária alegam estar sujeitos todos os dias.

“Os profissionais de saúde desta unidade sanitária trabalham em condições de extrema pressão. Os nossos colegas observam doentes, têm uma média de 700 doentes por dia. Esta unidade sanitária não atende só pacientes da Cidade de Maputo, atende também pacientes da Província de Maputo. Outros vêm por via de guia de transferência, então é muita pressão. E nós aqui estamos para trabalhar, não mandamos ninguém embora”, afirma.

Acrescenta ainda que “se fizerem uma análise profissional de saúde versus demanda, vão perceber que os profissionais de saúde desta unidade sanitária trabalham sob extrema pressão, e é preciso respeitar isso, porque fazem aquilo que é possível dentro daquilo que é possível”, anota, justificando ainda que, “quando chegam aqui, já temos a nossa pressão de trabalho e somos desrespeitados, quer dizer, até uma pessoa normal acaba saindo daquilo que é o seu normal, e acontecem coisas que possivelmente devem-se evitar”,  justificou.

A directora dos Serviços de Saúde da cidade, Paloma Maripila, manifestou disponibilidade das suas instituições para receber qualquer tipo de fiscalização ou inspecção, desde que se obedeça ao plasmado na legislação.

O Presidente da República, Daniel  Chapo, afirmou hoje, em Maputo, que Moçambique perdeu  “um grande homem” e “um patriota por excelência” com o  falecimento de Alfredo Maria de São Berard Cepeda Gamito,  destacando o seu papel determinante na edificação do Estado, na  consolidação da democracia e na promoção do diálogo nacional  inclusivo. 

Falando à imprensa, à margem das exéquias de Alfredo Gamito, o  Chefe do Estado sublinhou que o antigo governante assumiu  responsabilidades de elevado relevo desde os primeiros anos da 

independência, tendo servido o país em diferentes funções na  administração pública e no aparelho do Estado. 

“O país perdeu um grande homem. O Doutor Alfredo Gamito é um  patriota por excelência, assumiu as primeiras funções no Estado  moçambicano, ao nível da administração pública, como Secretário  do Estado do Caju, como Vice-Ministro da Agricultura, mas o nível mais  alto que atingiu ao nível do Estado foi, sem margem de dúvidas, como  Ministro da Administração Estatal”, declarou. 

Segundo o Presidente, foi nesse período que Alfredo  Gamito imprimiu uma dinâmica decisiva à função pública, com  especial enfoque nas reformas estruturais do Estado, num momento  crucial da história política e administrativa do país. 

“O país implantou as primeiras autarquias em Moçambique para que  houvesse, portanto, as primeiras eleições autárquicas de 1998 ao nível  do país e, com o seu conhecimento reconhecido ao nível da região,  também participou na implantação do sistema de descentralização  em Angola”, recordou. 

O Chefe do Estado destacou ainda o contributo de Alfredo Gamito  enquanto deputado da Assembleia da República, considerando-o  “um dos melhores deputados que este país teve”, pela bancada da  FRELIMO, com um papel relevante na liderança de várias comissões  parlamentares. 

“Foi o adjunto da comissão para a elaboração da primeira Lei Eleitoral  e, com os seus conhecimentos, foi contribuindo bastante para a  consolidação da democracia em Moçambique”, acrescentou.

Para o Presidente da República, a presença do Estado nas exéquias  representa um reconhecimento público do valor humano, político e  institucional de Alfredo Gamito, cujo percurso se pautou pela  integridade, responsabilidade e competência no exercício de funções  atribuídas por sucessivos Chefes de Estado. 

“Por isso, perdemos aqui um grande quadro, um grande patriota e  achamos que era extremamente importante marcar a nossa presença  e homenagear, em nome do povo moçambicano, este grande  homem”, afirmou, sublinhando que a sua acção se estendeu desde o  mandato do primeiro Presidente de Moçambique independente,  Samora Moisés Machel, até à sua reforma por limite de idade. 

O estadista moçambicano enfatizou que, apesar da perda  irreparável, o mais relevante para as gerações mais jovens é a  preservação do legado deixado por Alfredo Gamito, sobretudo no  que respeita à promoção do diálogo, das reformas do Estado, do  multipartidarismo, do respeito pelos direitos humanos e da  consolidação do Estado de Direito Democrático. 

“E ele foi uma das pessoas que sempre defenderam o diálogo e,  sendo uma pessoa que defendeu o diálogo, a melhor forma de  homenagearmos o Doutor Alfredo Gamito é continuarmos com o  diálogo nacional inclusivo, com a participação de todos os  moçambicanos”, concluiu o Presidente da República, reafirmando  que este caminho visa, em última instância, a melhoria das condições  de vida do povo moçambicano.

Vendedores do mercado Canongola, na Cidade de Tete, exercem suas atividades em condições precárias de saneamento, com bancas instaladas em meio a águas paradas e mau cheiro. A situação ocorre numa altura em que as autoridades sanitárias da província registam um cumulativo de 810 casos de cólera, dos quais 370 resultaram em internamentos e 13 em morte.

No mercado do Canongola, os vendedores enfrentam diariamente condições precárias de saneamento, expondo-se a sérios riscos de saúde pública na luta pelo sustento das suas famílias. O local apresenta bancas e produtos comercializados em meio a águas paradas, acompanhadas de mau cheiro, cenário que preocupa comerciantes e clientes. 

Os vendedores apelam à intervenção urgente das autoridades, com vista a minimizar a situação e garantir melhores condições de saneamento no mercado.

Esta situação verifica-se numa altura em que as autoridades sanitárias da província de Tete contabilizam um número cumulativo de 810 casos de cólera, dos quais 370 foram internados e 13 resultaram em morte.

Contactamos o serviço municipal de saneamento de Tete, através do responsável do gabinete de comunicação e imagem, o mesmo disse que a instituição prefere não se pronunciar sobre o assunto.

Decorre nesta quarta-feira, na Cidade de Maputo, o funeral do antigo ministro da Administração Estatal, Alfredo Gamito. O antigo Presidente da República, Armando Guebuza, e a Primeira-Ministra, Benvinda Levi, dizem que Moçambique perdeu um grande homem, patriota e de obras consistentes. 

“Vamos deixa-lo, mas todos nós estamos cientes de que ele deixou uma grande obra para este país e para nós todos”, disse o antigo Presidente da República, Armando Guebuza, destacando o contributo do finado para o futuro do país. 

Já a primeira-ministra, Benvinda Levi, lamentou a morte de Alfredo Gamito, destacando que o país perdeu um grande homem. “Acima de tudo, dizer que se foi um grande homem, uma pessoa íntegra, uma pessoa comprometida com o Estado, uma pessoa que deu o melhor de si por Moçambique”, disse.

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prevê a ocorrência de chuvas fortes, acompanhadas de trovoadas e ventos com rajadas locais, nas províncias de Nampula, Cabo Delgado,Niassa, Zambézia, Sofala e Manica.  

Serão afectados, na província de Nampula, os distritos de Meconta, Erati, Murrupula, Rapale, Muecate, Mecuburi e cidade de Nampula; Os distritos Mecufi, Chiúre, Namuno, Montepuez, Metuge, Quissanga, Ibo, Meluco, Macomia, Muidumbe, Mocímboa da Praia, Mueda, Nangade, Palma e cidade de Pemba, na província de Cabo Delgado. 

Na província de Niassa serão afectados Niassa, a chuva far-se-á sentir em todos os distritos. Já na Zambézia serão afectados os distritos de Gilé, Mocuba, Lugela, Gurué, Alto-Molócuè, Namacura, Nicuadala, Derre, Mopeia, Inhassunge, Chinde, Luabo e cidade de Quelimane. Em Sofala, serão afectados os distritos de Marromeu, Cheringoma, Caia, Maríngue, Muanza, Dondo, Buzi, Chibabava, Nhamatanda, Gorongosa e cidade da Beira. Finalmente em Manica, a chuva vai afectar os distritos de Machaze, Mossurize, Sussundenga, Macate, Gondola e cidade de Chimoio.

Face ao mau tempo, o INAM apela à tomada de medidas de precaução e segurança.

Utentes denunciam cobranças ilícitas para obtenção de passaporte, na Direção Provincial de Migração, na província de Gaza. São valores que, de acordo com os queixosos, chegam a 1500 Meticais. No entanto, as autoridades migratórias dizem desconhecer o assunto e desafiam as vítimas a denunciar os casos.

O passaporte é um documento essencial para milhares de moçambicanos, que vivem, trabalham e estudam fora do país, em particular na República sul-africana, mas, ter este documento, por estes dias, na Direcção Provincial de Migração em Gaza tornou-se um pesadelo, segundo dizem os utentes.

“Chegamos por volta das 5 horas, mas ainda não conseguimos entrar nas instalações. As pessoas estão a enfrentar dificuldades para tramitar os seus passaportes. Pediram-me 8 mil meticais para acelerar o meu processo, mas não tenho esse valor”, reclamou Silvestre António, utente. 

Mais de mil pessoas debaixo do sol intenso e duas vias principais bloqueadas. Trata-se de pessoas que até as 3 horas da manhã já se encontrava no local, mas, até por volta das 12 horas, continuava na incerteza, aliás, nas paredes ou no chão, buscando conforto em meio a agitação instalada. 

“O calor é intenso, e para ter acesso ao formulário são 50 meticais, o preenchimento são mais 50 meticais, o que totaliza 100 meticais”, reclamou outra utente.

Julário, de 36 anos de idade, residente no distrito de Chibuto,  chegou ao local à madrugada para tramitar documento de viagem, mas está condenado a permanecer na fila, porque, segundo conta, não tinha como pagar os mil meticais, supostamente, exigidos pelos funcionários da migração, para acelerar o seu processo

Há extorsões, eu trago apenas  2400 meticais. Cobram mil meticais.

“Pessoas que chegam atrasados, mas seguem em frente. E nada podemos fazer”, reclamou Julário.  

Há mais utentes que se queixam de cobranças ilícitas no processo de tramitação do passaporte urgentes, valores que chegam a 1500 meticais.

“Cobraram-me 2800 de passaporte e mais 1500 meticais. Entreguei debaixo do formulário, consegui vê-lo e posso o reconhecer. Paguei o valor, mas não consegui ter o passaporte”, contou um outro utente. 

Confrontado em torno dos alegados casos de corrupção, a Direção da Migração em Gaza disse desconhecer o assunto. Abeldo Nhanombe, porta-voz do Serviço de Migração,  desafia as vítimas a denunciarem e apresentar provas em torno das acusações 

Por conta da morosidade, utentes chegam a esperar mais de 6 horas para tramitar os passaportes.

 

O Presidente da República, Daniel Chapo, escolheu um cenário discreto e profundamente simbólico para assinalar o seu 49.º aniversário: o Infantário Provincial de Inhambane. Longe do protocolo, das formalidades de Estado e dos holofotes que habitualmente acompanham um Chefe de Estado, Chapo optou por um ambiente simples, marcado por afeto e humanidade. Foi ali, entre crianças que vivem longe das suas famílias, que passou o dia, transformando uma data pessoal numa mensagem pública de solidariedade e proximidade.

O Presidente percorreu calmamente as instalações do infantário, conversou com as cuidadoras, ouviu relatos do dia a dia da instituição e, sobretudo, esteve com as crianças. Sentou-se ao lado delas, sorriu, abraçou, brincou e falou com simplicidade, sem barreiras. Ao lado da esposa, reforçou a mensagem central que quis deixar: o mundo, e Moçambique em particular, precisa de mais amor, mais solidariedade e mais cuidado humano entre as pessoas. Não era um discurso formal, mas um apelo simples, feito num lugar onde a ausência familiar ganha rosto e nome.

Durante a visita, Daniel Chapo recordou a história de uma criança que vive no infantário desde bebé. A mãe tinha tentado interromper a gravidez, mas a criança sobreviveu e foi resgatada ainda em estado frágil. Hoje cresce ali, saudável, protegida e acompanhada. O Presidente falou também de outro caso: um menino cuja mãe sofre de doença mental e que, por isso, encontrou no infantário um refúgio seguro. São histórias duras, mas que mostram, como referiu, a importância de garantir proteção às crianças em situação de abandono ou risco.

E, neste dia, as tradições inverteram-se. Normalmente são os aniversariantes que recebem presentes; desta vez foi o Presidente quem decidiu oferecer. Levou donativos para apoiar as necessidades do infantário e fez questão de partilhar a refeição com as crianças. “As bênçãos vêm mais de dar do que de receber”, sublinhou, explicando simbolicamente o gesto. Mais do que um ato pontual, foi uma forma de lembrar que a solidariedade começa no gesto simples: partilhar.

Mas a escolha do local teve também um significado pessoal. Durante oito anos, enquanto governador de Inhambane, Daniel Chapo habituou-se a celebrar ali o seu aniversário. O infantário tornou-se, ao longo desse período, um espaço de ligação emocional. Agora, já como Presidente da República, voltou. Reencontrou crianças que já conhecia, reviu rostos familiares entre as cuidadoras e recuperou um ritual que atravessa o tempo e as funções que ocupa. Não foi, portanto, um gesto novo — foi a continuidade de uma relação construída ao longo dos anos.

As crianças responderam com aquilo que lhes é natural: curiosidade, timidez e alguns sorrisos espontâneos. Para muitas delas, que vivem ali porque a vida lhes retirou cedo a proteção familiar, a presença do Chefe de Estado é um sinal de que não estão esquecidas. Há um valor simbólico em ver o mais alto representante do país sentar-se ao seu lado, escutá-las e partilhar momentos de leveza.

A visita de Daniel Chapo acontece num contexto em que a proteção da infância continua a ser um dos grandes desafios do país. Muitos menores vivem em situação de vulnerabilidade social, abandono ou precariedade. As instituições que os acolhem fazem parte da rede de proteção, mas nem sempre dispõem de todos os recursos de que precisam. Ao escolher passar ali o seu aniversário, o Presidente reforçou a visibilidade dessa realidade, lembrando que a resposta passa também por reforço de solidariedade social.

Não houve discursos longos, nem cerimónias formais. O encontro fez-se de gestos, de proximidade e de partilha. Ao despedir-se, o Presidente voltou a insistir na mesma mensagem: Moçambique precisa de mais amor entre as pessoas, de mais união e de mais compaixão. Só assim — afirmou — será possível construir uma sociedade mais justa e solidária.

Aos 49 anos, Daniel Chapo marcou o dia não com uma celebração privada, mas com um gesto público de afecto social. Um aniversário transformado em sinal político — não pela grandiosidade, mas pela simplicidade. E talvez tenha sido essa simplicidade que deu força ao gesto.

O edil de Quelimane, Manuel de Araújo, demitiu esta segunda-feira todos os membros do seu governo municipal, composto por 12 vereadores, 21 directores e outros quadros, incluindo o Chefe do Gabinete do Presidente. As cessações em massa ocorrem numa altura em que a edilidade está há 6 meses sem pagar salários. 

É uma situação que tem levado muitos funcionários do Conselho Municipal de Quelimane a visitarem a vitrina da edilidade, desde as primeiras horas desta terça-feira, para verem de perto os despachos das cessações de funções em massa.

Não há muitas informações das motivações que levaram o edil Manuel de Araújo a tomar tal decisão. Mas o facto é que ocorre numa altura em que o município de Quelimane vive uma profunda crise de gestão salarial de há mais de 6 meses, numa dívida que ronda os 72 milhões de meticais para mais de 900 funcionários. 

O ambiente é neste momento de incerteza por parte dos funcionários que não quiseram prestar declarações à nossa equipa de reportagem, para reagirem ao que está a suceder.

O facto curioso é que em menos de 24 horas das cessações, já foram nomeados o novo Chefe de Gabinete e o novo Vereador das Finanças.

Outro problema que Manuel de Araújo está a enfrentar tem que ver com a segunda fase das ciclovias, cujo processo corre termos na Procuradoria Provincial e no Tribunal Administrativo.

Sucede que há contratos celebrados para construção e no entanto há uma decisão para demolição da obra sem se definir quem custeará as consequências. 

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