O País – A verdade como notícia

Uma mulher é acusada de matar o marido, com ajuda do seu amante, e enterrrar o corpo no quintal da casa do suposto amante.  O crime ocorreu no bairro de Tchumene dois, na Matola. 

Segundo relatos, tudo terá acontecido durante a noite de sábado. Moradores da zona afirmam ter ouvido gritos e pedidos de socorro vindos da residência, mas pensaram se tratar de mais uma discussão doméstica.

Movimentações suspeitas no quintal chamaram a atenção. Pouco tempo depois, o corpo do homem foi encontrado enterrado atrás da  residência do suposto amante.

A mulher  foi  detida e está sob custódia,o suposto amante continua foragido, enquanto decorrem investigações para esclarecer as circunstâncias e a motivação do crime.

O bebé de cinco meses que havia sido roubado no bairro Boquisso, no Município da Matola, já regressou ao convívio familiar. A criança foi encontrada abandonada no quintal de uma residência próxima da casa da mãe, dois dias após o desaparecimento que mobilizou vizinhos, membros da igreja e a Polícia da República de Moçambique (PRM).

O reaparecimento do menor ocorreu no início da noite de sábado, por volta das 20 horas, quando Neyde, mãe da criança, recebia em casa a visita de membros da sua congregação, que se deslocaram ao local para prestar apoio espiritual e emocional.

Segundo relatou, momentos depois de terminarem uma oração, ouviu um choro que lhe pareceu familiar. “Estávamos a orar e, quando as pessoas começaram a despedir-se, ouvi um choro de bebé. Disse à minha cunhada que estava a ouvir o choro do Iyan. Ela também disse que ouvia. Uma senhora comentou que devia ser o bebé da casa ao lado, mas eu sentia que era o meu filho”, contou, visivelmente emocionada.

Pouco depois, uma vizinha surgiu a gritar, trazendo a criança nos braços. “Ela vinha a correr e a chamar por mim. Quando vi, disse logo: é meu filho, é meu filho”, recordou Neyde, ainda em lágrimas.

Para a família, o sucedido foi interpretado como um verdadeiro milagre. No domingo, a prioridade foi deslocar-se à igreja para agradecer pelo regresso da criança. “Foram dias de muito sofrimento. Desde quinta-feira até sábado, eu não sabia onde estava o meu filho. Mas graças a Deus ele voltou e está bem”, afirmou.

A mãe garantiu que, quando recebeu o bebé, este aparentava estar em boas condições físicas. “Verifiquei se estava bem, tentei trocar a roupa. Ele estava limpo, alimentado. Quem esteve com ele cuidou bem”, acrescentou, numa mistura de alívio e inquietação.

Apesar do desfecho feliz, Neyde diz que permanece com perguntas sem resposta, sobretudo enquanto o autor do crime continua por identificar. “Gostaria de encontrar a pessoa e perguntar por que fez isso comigo. Foi um sofrimento enorme”, desabafou.

A mãe acusa ainda a polícia de negligência no tratamento do caso. Segundo contou, durante as diligências, foi alvo de suspeitas e pressão psicológica. “Fizeram-me muitas perguntas e depois disseram que eu não estava preocupada. Um dos agentes insinuou que eu tinha vendido a criança e ameaçou prender-me. Disseram que a minha família podia ir para casa, mas eu ficaria detida. Eu estava muito mal”, denunciou.

Os vizinhos relatam que o bebé foi encontrado no quintal da sua residência, sem que tenham percebido qualquer movimentação suspeita.

Filomena, uma das moradoras, explicou que ouviu o choro por volta das 19h30. “Pensei que fosse o meu sobrinho, mas ele estava a dormir. Saí para o quintal e vi a criança ali. Foi uma emoção muito grande. Peguei nela e chamámos pela mãe”, contou.

A mãe de Filomena confirmou que não houve sinais de arrombamento ou de presença estranha no local. “Estávamos dentro de casa, um dos netos estava a dormir. Ouvimos o choro, mas não vimos ninguém entrar. Não sabemos como a criança foi ali deixada”, disse.

A proximidade entre as residências levanta dúvidas sobre a facilidade com que o autor do crime terá circulado na zona sem ser notado. Segundo os moradores, há um beco que liga as casas, mas ninguém conseguiu identificar qualquer suspeito.

A igreja desempenhou um papel central no apoio à família durante os dias de angústia. O pastor da congregação afirmou que nunca perdeu a esperança no regresso seguro da criança. “A comunidade esteve unida desde o primeiro momento. Todos partilharam informação, oraram e prestaram apoio. Hoje estamos felizes porque a criança voltou ao nosso meio”, declarou.

O caso gerou forte comoção no bairro Boquisso e reabre o debate sobre a segurança de crianças e a actuação das autoridades em situações semelhantes. A Polícia da República de Moçambique, na Matola, informou que irá pronunciar-se oportunamente sobre o andamento das investigações.

Entretanto, a família procura retomar a normalidade possível, marcada por alívio, mas também por um sentimento de vulnerabilidade que ainda persiste.

18 famílias, pouco mais de 33 pessoas, continuam em centro de acomodação na Cidade de Maputo, numa altura em que muitas outras já regressaram às suas casas. Algumas dessas pessoas vivem no local há três anos e pedem reassentamento.

Oferta Salomão passou algumas semanas acomodada na Escola Primária de Guachene, distrito municipal Katembe, na Cidade de Maputo, e há três semanas foi forçada a voltar à sua casa.

No regresso, Oferta encontrou a casa ainda com sinais de alagamento, electrodomésticos danificados, o chão ainda húmido e temia pela saúde dos seus dois filhos menores.

A casa de Zulmira Muianga também ainda tinha água quando teve de voltar.

Há três anos que os moradores do bairro Guachene vivem entre as suas casas e centros de acomodação. Quando chove, o risco de doenças hídricas também aumenta.

Enquanto uns regressam, há quem, há três anos, não usa o caminho para a sua casa, porque ainda está constantemente alagada.

Numa escolinha, 18 famílias improvisam quartos. São mais de 33 famílias residentes na zona baixa do bairro Hulene B, que não têm como voltar às suas casas, porque ainda estão inundadas.

As vítimas pedem reassentamento em áreas seguras.

A Primeira-Dama da República, Gueta  Chapo, visitou este sábado o centro de acomodação instalado na Escola Secundária  de Mazivila, no distrito de Chókwè, província de Gaza. A deslocação teve como objectivo a  prestação de assistência humanitária às populações afectadas pelas cheias e inundações  naquela região. Durante a visita, Gueta Chapo anunciou que pernoitaria no local, partilhando  as mesmas condições logísticas e alimentares dos desalojados. 

O distrito de Chókwè é uma das zonas que regista maiores danos decorrentes das recentes  intempéries. No centro de acolhimento, a Primeira-Dama reconheceu o trabalho das  organizações envolvidas e justificou a presença das famílias no local devido à subida do nível  das águas. 

“Quero agradecer as mulheres todas e os homens organizados que estão aqui à  nossa espera. Queremos agradecer também a direção da INGD [instituto Nacional de Gestão  e Risco de Desastres], da Cruz Vermelha e de todos que estão a apoiar, o governo também,  porque 

todos estão a trabalhar para o bem-estar da nossa população”, afirmou.

Relativamente à sua permanência no centro, Gueta Chapo detalhou que a estrutura de apoio  para a sua comitiva foi montada no recinto escolar. 

“E nós começamos hoje a nossa visita à  província de Gaza. A nossa tenda já está montada mesmo aqui, onde passaremos a noite.  Vamos comer a mesma refeição que vocês também irão comer. Também iremos dormir nas  esteiras. Iremos beber a mesma água que vocês estiveram a beber”, declarou, sublinhando  que “ninguém deixou a sua casa por sua livre e espontânea vontade. Deixaram porque a água  invadiu a sua casa”. 

A assistência prestada pelo Gabinete da Primeira-Dama e pelo Governo inclui a coordenação  com parceiros internacionais para garantir o fornecimento de bens essenciais. “Então tanto o  governo como a sociedade e nós como Gabinete temos a missão de apoiar os nossos irmãos.  Os nossos parceiros também estão a apoiar muito para os nossos irmãos continuarem a ter  comida, continuar a ter água”, explicou a governante. 

No domínio sanitário, foi confirmada a articulação com as autoridades de saúde para  assegurar a assistência médica no centro. Segundo Gueta Chapo, “o Ministério da Saúde  também está a trabalhar muito para garantir que neste centro tenhamos medicamentos”. A  Primeira-Dama informou ainda que foram levados produtos para reforçar o armazém  logístico daquela unidade de acolhimento em Gaza. 

A intervenção incluiu a distribuição de kits específicos para as mulheres, compostos por  capulanas e pensos higiénicos, estando prevista a chegada de mais material. “No kit nós  temos capulana, temos penso. Também estamos à espera de receber baldes. Estamos a  trabalhar para termos muitas mantas para conseguirmos distribuir às nossas mulheres”,  referiu, apelando à manutenção da organização e higiene pessoal entre as beneficiárias. 

A nível operacional, a Primeira-Dama indicou que a sua equipa e voluntários participarão nas  tarefas diárias do centro, como a confecção e distribuição de alimentos. “Vamos ajudar na  cozinha. Vamos ajudar a servir às crianças. Também temos nossos amigos voluntários, que  estarão aqui a nos ajudar. E brevemente também teremos barbeiros”, anunciou durante a sua  locução aos presentes. 

As últimas chuvas agravaram a erosão de solos em vários bairros periféricos da Cidade de Maputo. Onde há anos havia ruas, algumas delas tendem a desaparecer e outras já são valas. No bairro Laulane, por exemplo, há residências onde os proprietários já não têm como levar viaturas para casa.

O que antes era uma rua plana, actualmente parece uma fenda que leva às profundezas da terra. A força da água abriu buracos profundos no bairro Albasine, arrastando terra e pedras para algures. Segundo Eufrásia Gabriel, moradora do bairro, Laulane, a “rua da padaria” antes do início do problema de erosão, “era uma zona muito bonita” e todos usavam a via para chegar às suas casas”

Agora, as casas estão suspensas em relação à superfície da rua e os moradores receiam o desabamento a qualquer momento, principalmente porque as fundações de algumas delas já estão expostas. Os proprietários recorrem ao entulho e pneus para tentar atrasar o avanço do desgaste de solos e, assim, prevenir um eventual incidente.

“Estamos a tentar pôr pedra com pneu para travar a água e não invadir a casa, o muro porque o muro estava quase para cair”, disse Carlitos Manhiça, outro morador entrevistado pela nossa reportagem

Os moradores da rua de padaria, em Laulane, se submetem a um exercício titânico para levar as suas viaturas para os quintais. Para entrar ou sair de casa, é preciso descer e escalar degraus. Não poucas vezes, os moradores desistem e deixam as viaturas na rua. 

“Temos que deixar nossos carros nos parques ou então na estrada” disse Leonel Maundze

As ruas transformaram-se em autênticas ravinas, algumas com profundidade considerável. Os moradores dizem que o problema não é novo, mas este ano agravou-se, devido à intensidade das últimas chuvas, e apontam, também, outras causas humanas associadas.

Sem intervenção estruturante, as soluções improvisadas pouco surtem efeito e a força da natureza vence sempre. A ausência de valas de drenagem facilita o avanço da erosão, segundo os moradores, que contam que só podem fazer o que está ao seu alcance.

Laulane, Albasine, Ferroviário e Polana Caniço são um exemplo da situação crítica imposta pela erosão dos solos na Cidade de Maputo. Cada vez que chove, quem vive nesses bairros receia sempre que o perigo está à espreita e casas podem desaparecer.

 

Os preços dos produtos mais procurados nos mercados formais e informais da cidade da Beira, na província de Sofala, já se estabilizaram, depois de terem triplicado, na sequência dos cortes registados ao longo da Estrada Nacional Número Um (EN1), devido às inundações.  

Durante três semanas os munícipes da Beira enfrentaram inúmeras dificuldades para poderem adquirir alguns produtos oriundos da capital do país e da África do Sul, dada a sua escassez, na sequência dos cortes registados em alguns troços da EN1.

O facto condicionou  o transporte de produtos oriundos da África do Sul, como batatas, tomate, cebola e carnes de boi e porco.

Com a normalização da circulação, a movimentação dos camiões  regressou à normalidade, segundo os vendedores.  A batata reno era um dos produtos mais procurados.

Tatiana Chimoio, por exemplo, esteve no mercado de Maquinino para adquirir batata e cebola e está satisfeita com a redução dos preços. 

Joana Mangame confirmou igualmente que já existe disponibilidade dos produtos e que os preços baixaram.

Um bebé de apenas cinco meses foi roubado em sua residência, no bairro Boquisso, em Maputo, depois de a mãe ter sido enganada por uma desconhecida, que simulou procurar um suposto ladrão. A família e a comunidade fizeram suas próprias buscas, mas sem sucesso e acusam a polícia de inoperância.

É o choro de uma mãe visivelmente abalada e sem respostas sobre o paradeiro do seu bebé de apenas cinco meses, numa noite que virou um cenário de novela. 

O pequeno Lyan de Araújo foi roubado em circunstâncias que fazem Neyde, que vivia só com o filho, acreditar que já era monitorada. 

Vamos à noite dos factos, na última quinta-feira. Neyde conta que a suspeita aproximou-se da sua casa alegando que procurava um suposto ladrão que, segundos antes, teria tentado arrombar a porta da sua casa.

O medo instalou-se. Assustada, Neyde decidiu procurar refúgio em casa da sua pastora. Foi nesse momento que a jovem ofereceu ajuda, dispôs-se a segurar o bebé enquanto a mãe levava alguns pertences para fora da residência.

Tempo suficiente para que Neyde não encontrasse mais a suspeita, a quem confiou o seu bebé. Numa rua escura e sem saída, os gritos de socorro ecoaram pela noite. 

Hoje, em choque, implora para que devolvam o seu filho. Madrugada dentro, a família comunicou o caso à Polícia,  que, segundo conta a tia, não se deslocou de imediato ao local do suposto sequestro. 

Sem esperar, amigas, vizinhos e familiares organizaram buscas por conta própria. 

Com fotos do pequeno Lyan, bateram de porta em porta, percorreram estabelecimentos comerciais, procuraram pistas em vários pontos da zona.

A mobilização estendeu-se até ao fim da tarde desta sexta-feira, perante a alegada ausência da polícia no processo inicial de busca.

Por volta das 16 horas desta sexta-feira, a mãe da vítima recebeu uma chamada da Polícia a perguntar se já havia alguma “novidade” sobre o bebé, chamada que foi captada pela STV. 

A nossa equipa de reportagem deslocou-se à décima primeira esquadra de Boquisso. Sem gravar entrevista, o chefe das operações assegurou que há um trabalho em curso para esclarecer o caso.

Enquanto isso, uma mãe aguarda, sem dormir, sem respostas e sem o seu filho nos braços, refugiando-se em orações.

O Presidente da República, Daniel  Chapo, orientou as Forças Armadas de  Defesa de Moçambique (FADM) a assumirem o combate ao terrorismo  como missão estratégica central, advertindo que Moçambique não  alcançará a independência económica sem paz e segurança  duradouras. 

Falando na cidade de Chimoio, província de Manica, por ocasião da  cerimónia de Abertura do Ano Operacional Militar 2026, o Chefe do  Estado sublinhou que o país enfrenta ameaças contemporâneas  “híbridas, assimétricas, transnacionais e tecnologicamente  sofisticadas”, exigindo Forças Armadas bem preparadas, modernas,  moralmente firmes e estrategicamente orientadas.

Daniel Chapo frisou que o actual ciclo governativo tem como  missão central a implantação dos alicerces da independência  económica, alertando, porém, que “não vamos alcançar  independência económica sem uma defesa robusta e sem paz”,  considerando a paz e a segurança condições essenciais para o  desenvolvimento nacional. 

Neste contexto, Chapo orientou o Ministério da Defesa  Nacional e o Estado-Maior-General das FADM a colocarem o  combate ao terrorismo no topo das prioridades estratégicas, para  impedir que esta ameaça comprometa “a materialização do grande  sonho da Nação Moçambicana, que é o alcance da independência  económica”. 

O Chefe do Estado advertiu igualmente que nenhuma outra dimensão  da segurança nacional deve ser negligenciada, defendendo uma  actuação assente numa “visão integrada, planeamento rigoroso e  execução disciplinada”, com definição, estratificação e priorização  clara das ameaças contra o Estado moçambicano. 

Dirigindo-se aos militares, o Comandante-Chefe afirmou que a actual  geração tem a responsabilidade histórica de consolidar a defesa da  pátria e lutar pela independência económica, sublinhando que hoje  “lutar pela pátria passa por expulsar os terroristas da nossa terra”,  combater o crime organizado e transnacional e proteger infra-estruturas críticas, corredores logísticos, recursos naturais estratégicos e  o Canal de Moçambique. 

Ademais, reiterou que a defesa nacional “não é um custo, pelo  contrário, é um investimento estratégico no futuro da Nação  moçambicana”, defendendo Forças Armadas bem treinadas, com  superioridade operacional, logística sustentável, interoperabilidade de  comunicações e forte capacidade aérea, marítima e terrestre. 

O estadista moçambicano apelou para que as FADM continuem a ser  “escola de disciplina”, “forja do patriotismo”, exemplo de unidade  nacional e guardiãs dos direitos humanos, lembrando que o uniforme  militar é “marca de responsabilidade moral perante o povo  moçambicano”.

A Organização dos Trabalhadores Moçambicanos apela às partes envolvidas nas negociações sobre o anúncio do encerramento da Mozal para que evitem engrossar ainda mais a estatística de desempregados no país. A organização pondera levar o assunto à arbitragem laboral internacional, em caso de haver medidas que prejudiquem os trabalhadores.

A Mozal anunciou o desligamento completo das máquinas em Moçambique para em Março próximo. Já o Governo garante haver negociações em curso, para salvaguardar o interesse das partes envolvidas. 

Sobre o assunto, a Organização dos Trabalhadores Moçambicanos alerta sobre o impacto negativo na economia, em caso de uma eventual má gestão porque  “pode expor a fragilidade estrutural do nosso modelo econômico, onde há uma nítida dependência de megaprojetos, com escassa integração nacional, ausência de cadeia de valor doméstico e política industrial que confunde incentivos fiscais com o desenvolvimento sustentável”. Alertou  Damião Ezequias Simango, Secretário Geral organização

A efetivar-se o encerramento da empresa, a OTM exige que se salvaguarde direitos adquiridos dos trabalhadores.

“Tanto os trabalhadores da Mozal quanto das empresas subsidiárias não podem deixar de ser protagonistas de produção da riqueza com os direitos adquiridos para integrar estatística de desemprego estrutural acrescido”.

Simango falou no primeiro encontro do Conselho Consultivo de Trabalho, que reuniu trabalhadores, empregadores e o Governo. Na ocasião, a OTM mostrou-se preocupada com o silêncio do governo em relação à sindicalização dos trabalhadores da Função Pública e prometeu assumir “dianteira da luta” dos funcionários do Estado e sendo necessário “levar esta luta à distância de arbitragem internacionais para ver salvaguardados os direitos dos funcionários públicos” Concluiu. 

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