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Uma mulher foi baleada pela polícia e um adolescente, atropelado durante tumultos registados no sábado, no posto administrativo de Anchilo, distrito de Nampula, onde mais de mil  mulheres destruíram a sede local da Frelimo e colocaram barricadas na EN1, em protesto contra a falta de entrega de capulanas prometidas pela Primeira-Dama da República para as celebrações do 7 de Abril.

O sábado, 4 de Abril de 2026, ficará marcado na memória dos residentes de Anchilo, em Nampula. Milhares de mulheres saíram às ruas e interromperam a circulação na EN1, exigindo as capulanas prometidas pela Primeira-Dama para o Dia da Mulher Moçambicana.

Durante os protestos, a sede local da Frelimo foi vandalizada e vários bens e documentos foram destruídos. No meio da confusão, uma mulher foi atingida a tiro pela polícia e um adolescente acabou atropelado.

O chefe do posto administrativo de Anchilo, Gelito Daniel, disse desconhecer as razões dos tumultos e explicou que, no momento dos acontecimentos, se encontrava na sede provincial da OMM para levantar as capulanas.

Entretanto, a secretária do comité de zona da Frelimo em Anchilo afirma que, para além da destruição da infra-estrutura, vários documentos importantes foram destruídos. A responsável suspeita que os actos possam ter sido motivados por interesses políticos.

O episódio está a ser condenado por alguns residentes de Anchilo, que consideram ter havido falhas de comunicação entre as estruturas locais e a população. Esta não é a primeira vez que infra-estruturas públicas e partidárias em Anchilo são alvo de vandalismo.

A três dias da celebração do Dia da Mulher Moçambicana, 7 de Abril, cresce a procura por capulanas nos principais centros comerciais da cidade de Maputo. Houve lojas lotadas e longas filas, neste sábado, de mulheres determinadas a garantir o traje para a data. Há quem vá à loja às quatro da madrugada para marcar a fila.

A poucos dias do 7 de Abril, neste sábado, as lojas transformaram-se em pontos de encontro, onde cores, ansiedade e tradição se cruzavam. Mulheres jovens e adultas formaram longas filas, determinadas a garantir a capulana, num movimento que vai muito além da simples compra de um tecido.

Na Baixa da capital do país, o cenário é de enchentes e persistência. Há quem tenha esperado mais de cinco horas para ser atendida, mas ninguém arredou pé.

Para muitas mulheres, até mesmo com bebés no colo, o relógio deixa de importar. O essencial é sair com a capulana nas mãos, pronta para vestir o espírito de união que marca a celebração.

Com o sorriso a sobrepor-se ao cansaço e expectativa em alta, as mulheres explicam que o gesto carrega um significado profundo.  É igualmente uma homenagem à luta e à entrega de Josina Machel, símbolo da força e emancipação feminina em Moçambique.

Do lado dos comerciantes, o ritmo é intenso e animador, houve um aumento significativo da procura em relação aos anos anteriores e garantem esforços para responder à elevada demanda.

No meio da correria, instala-se também um sentimento colectivo de celebração, pois mais do que vestir uma capulana, as mulheres preparam-se para firmar a sua história.

O Presidente do Ruanda, Paul Kagame, diz que as empresas multinacionais que operam na província de Cabo Delgado deveriam encontrar uma forma de pagar pela segurança necessária naquele ponto do país. O estadista acusa ainda os EUA de favoritismo à República Democrática do Congo. 

As declarações foram dadas durante uma entrevista do Chefe de Estado ruandês à agência de notícias Jeune Afrique News, divulgada nesta sexta-feira, na qual abordou também assuntos de actualidade política e segurança regional, incluindo o conflito no leste da República Democrática do Congo. 

Quando questionado sobre a retirada ou não das tropas ruandesas na província de Cabo Delgado, Kagame respondeu que a presença das tropas não dependem da União Europeia. 

“A nossa presença lá [em Cabo Delgado] nem sequer depende da União Europeia, que contribuiu com uma fracção do que realmente gastámos. Vinte milhões de dólares? Sim, 20 milhões de dólares, mas gastámos cerca de quatro ou cinco vezes mais para manter uma força policial que tem cerca de 5 mil homens, para além da força policial em geral”, respondeu.

Sobre a necessidade de garantia de segurança no norte de Moçambique, Paul Kagame defende que “as empresas que operam na região, como a Total, a ExxonMobil, e o Governo de Moçambique, cujos activos são estes, deveriam encontrar uma forma de pagar pela segurança necessária. Comparando este montante [20 milhões de dólares da União Europeia] com o volume de investimento, é ínfimo. Portanto, a questão é: precisam ou não de segurança? Se precisam, que paguem por ela. Se não precisam disso, porquê estaríamos nós lá? No dia seguinte, devíamos fazer as malas e ir embora”.

Na  mesma ocasião, o Chefe de Estado do Ruanda acusou os Estados Unidos da América de actos de favoritismo à República Democrática do Congo, após a imposição de sanções a Kigali. 

“Sanções ou ameaças de todo o tipo, literalmente meros insultos a serem lançados contra o Ruanda, como se tivéssemos feito algo para além de nos defendermos e garantir que nenhuma ameaça atravessasse a fronteira para o Ruanda, vinda de qualquer lugar, e isto particularmente do Congo Oriental. É como se estivessem a culpar a vítima e a elogiar o agressor. Portanto, o mais fácil é culpar o Ruanda e manter todas as penalizações e tudo o resto sobre o Ruanda, porque é mais fácil”.

Falando sobre o acordo de Washington, Paul Kagame disse que a parte ruandesa cumpriu com as suas obrigações, ao contrário da República Democrática do Congo, que, segundo ele, cumpre parcialmente ou ignora quase tudo.

 

A Primeira-Dama da República, Gueta Chapo, felicitou Vanessa Macia pela conquista da medalha de prata na  Liga Juvenil de Karaté 2026, realizada em Harare. 

Na sua mensagem, a Primeira-Dama destaca o significado do  feito alcançado, sublinhando que a atleta escreveu uma página  inédita na história do karaté moçambicano ao tornar-se a  primeira nacional a atingir uma final da Youth League da World  Karate Federation em solo africano.

“Dirijo as minhas mais calorosas felicitações à jovem Vanessa  Macia pela brilhante conquista da medalha de prata na  Liga Juvenil de Karaté 2026, realizada em Harare, um dos mais  prestigiados eventos mundiais da modalidade para jovens  atletas”, afirma. 

A mensagem enfatiza que o desempenho da atleta, além de representar uma vitória individual, é também um motivo  de orgulho para todo o País, evidenciando o talento e a  capacidade competitiva da juventude moçambicana em  arenas internacionais. 

“O facto de se ter tornado a primeira atleta moçambicana a  alcançar uma final da Youth League da World Karate Federation  em África constitui um marco histórico e uma clara  demonstração do valor e da determinação da nossa juventude”,  sublinha. 

A Primeira-Dama assinala ainda o facto de o resultado  alcançado ter permitido à atleta integrar o ranking oficial  internacional da modalidade, num contexto altamente  competitivo que reuniu mais de 200 atletas provenientes de  cerca de 34 países. 

“A sua entrada no ranking internacional reforça o reconhecimento do seu talento e a qualidade do  trabalho que vem sendo desenvolvido no karaté nacional”,  acrescenta. 

Gueta Chapo encoraja a atleta a prosseguir  com dedicação e disciplina, destacando o papel do desporto  na formação de valores e na promoção de exemplos positivos  para a juventude. 

“Que esta conquista seja apenas o início de uma trajectória  ainda mais promissora, continuando a inspirar outros jovens  moçambicanos a acreditarem nas suas capacidades e a  representarem com dignidade o nosso País”, conclui.

Os terminais interprovinciais e internacionais da cidade de Maputo registam um fluxo reduzido de passageiros nesta Páscoa. O cenário está associado ao receio de viajar devido às interrupções frequentes na EN1, devido às inundações e as longas filas na fronteira de Ressano Garcia, factores que já começam a impactar as receitas dos transportadores.

Habitualmente marcados por enchentes e intensa circulação de pessoas que deixam a capital em direcção às suas zonas de origem, os terminais apresentam agora um ambiente calmo, com poucos passageiros e longos períodos de espera. 

Nos terminais de transporte, motoristas e operadores descrevem um cenário difícil, longe das expectativas para um período que, em anos anteriores, garantia ganhos significativos. O transportador, Eugénio Abílio, relata a fraca procura desde as primeiras horas do dia. “Não há movimento nenhum. Eu cheguei aqui às 5h30… estou a seguir os carros, vou a Xai-Xai, mas o primeiro carro ainda não saiu para essa hora. Nem parece ser o Good Friday… não estamos a ter passageiros. Nem as chapas de Inhambane estão aqui retidas, por falta de passageiros. É quebra para nós, de verdade”, afirma, sublinhando que algumas viaturas são obrigadas a sair com menos de metade da sua capacidade, o que compromete seriamente a rentabilidade das viagens.

A preocupação estende-se também aos representantes do sector, que apontam a insegurança nas estradas como um dos principais factores para o afastamento dos passageiros. Raul Estevão, representante dos transportadores da Junta, explica que a situação actual está ligada a episódios recentes que afectaram a circulação. “As pessoas estão a temer essa situação, porque cada vez mais há receio de interrupções. Tem que se arranjar as estradas, porque é por onde as pessoas fazem as suas deslocações”, defende. O responsável acrescenta que muitos utentes optaram por alternativas ou simplesmente desistiram de viajar, receando ficar retidos por longos períodos, sobretudo em zonas críticas como Xai-Xai.

Do lado dos passageiros e transportadores que fazem ligações internacionais, os relatos confirmam as dificuldades, sobretudo na travessia da fronteira. Pedro Sitoe, transportador, conta que a experiência recente foi marcada por horas de espera. “Levei muito tempo na fronteira. Cheguei às duas e meia e só saí às sete e trinta. O congestionamento é mesmo do lado sul-africano para entrar em Moçambique”, explica, acrescentando que, apesar de algumas medidas de alívio, como a criação de vias alternativas, o processo continua lento. A situação é confirmada também por passageiros como Jaime Oliveira, que descreve uma viagem marcada por atrasos e incertezas. “Está difícil… pode-se levar muito tempo para chegar. Até agora muitas pessoas ainda estão lá. Atrás está péssimo”, relata, referindo-se às condições enfrentadas ao longo do percurso.

Até ao fecho desta reportagem, às 12 horas desta sexta-feira, o fluxo mantinha-se reduzido, com a saída e entrada de menos de 15 transportes de passageiros, entre autocarros e mini-buses. Na Junta, apenas um autocarro havia partido com destino à Beira, enquanto outras viaturas seguiam, de forma intermitente, para diferentes pontos do país e para a África do Sul. Raul Estevão reforça que o contraste com anos anteriores é evidente. “Nos anos com movimento, poderiam ter saído mais de vinte ou trinta carros pequenos, e dois ou três grandes. Mas hoje, das sete até às dez, só entraram quatro viaturas. Normalmente, há muitos carros a entrar da África do Sul, mas agora não temos passageiros do lado”, explica.

No terminal da Baixa, apesar de algumas partidas registadas ao longo da manhã, o silêncio substitui o habitual movimento intenso da Páscoa.

Apesar das dificuldades, prevalece ainda a esperança de uma recuperação gradual do movimento nos próximos dias, à medida que se aproxima o auge das celebrações festivas.

A Primeira Dama da República visitou, ontem, pela primeira vez, o mercado Estrela na cidade de Maputo. 

Gueta Chapo interagiu com os jovens vendedores de um dos maiores mercados informais do país, inteirando-se das suas condições de trabalho. Gueta Chapo manteve contacto directo com diversos jovens que desenvolvem actividades comerciais no local, tendo escutado as suas preocupações, desafios e

expectativas em relação ao futuro dos seus negócios.

A visita da esposa do Presidente da República visa reforçar o apoio ao empreendedorismo juvenil como via de inclusão económica.

O Mercado Estrela é um importante espaço de sobrevivência económica para numerosos jovens e famílias de baixa renda, funcionando como um centro dinâmico de comércio informal e geração de rendimentos.

O ministro da Planificação e Desenvolvimento, Salim Valá, lançou esta quinta-feira a sua mais recente obra literária intitulada Repensar o Desenvolvimento Económico e o Papel do Estado. O livro propõe um olhar sobre os dilemas, desafios e tendências do crescimento económico do país. O evento teve lugar no campus da Universidade Pedagógica de Maputo e contou com a presença do Presidente da República de Moçambique.

Entre capítulos e páginas, Salim Valá relança um desafio: repensar o desenvolvimento económico e o papel do Estado. O maior palco não poderia ser outro senão o auditório Paulo Guedes, da Universidade Pedagógica de Maputo, para acolher o lançamento da oitava obra de um governante, que despiu o poder para questionar e propor caminhos. Coube ao prefaciador da obra quebrar o gelo e, num ambiente que contou com a presença do Presidente da República, sintetizar em poucas palavras o pensamento desenvolvido por Vala ao longo de mais de 300 páginas.

“Prova-nos que este livro é um acto de arrojo intelectual, porque pensar é também expor-se e ele expõe-se de forma muito natural. Também recorda o autor uma cultura de dependência alimentada por ajuda externa e pela expectativa de riqueza fácil, baseada nos recursos naturais, que limitaram, de alguma forma, o dinamismo interno.” Seguiram-se as apresentações.

Entre humor e reflexão, João Pereira destacou ideias, desafios e propostas para o desenvolvimento económico do país. “Para Vala, repensar hoje a relação entre o Estado e a economia significa aceitar que o Estado é parte da solução e não apenas um mal necessário. Não se trata, para Vala, de ter um Estado que seja simplesmente fazedor de boas e compreensivas políticas de estratégia económica, mas de um Estado que tenha competência técnica”, explicou o académico.

Repensar o Desenvolvimento Económico e o Papel do Estado, de Salim Valá, propõe um olhar sobre dilemas, desafios e tendências. Para o economista Ibraimo Mussagy, a obra convida à reflexão sobre um crescimento que não se esgota nos indicadores do PIB.

“O desejado não gravita somente na quantificação do PIB, produto interno bruto; gravita em torno de questões tais como crescer para quê, crescer como, quais os determinantes e crescer para quem”, salientou.

Feitas as apresentações, coube ao autor revelar as motivações que deram origem à obra, destacando seis lentes que orientaram a sua análise e visão sobre o desenvolvimento.

“O crescimento sem diversificação, sem inclusão e sem transformação estrutural não leva ao desenvolvimento, mas pode conduzir à ilusão estatística. Esta é a primeira nervosidade. A segunda é que, sem capacidade institucional, sem um Estado forte, empreendedor e meritocrático, qualquer estratégia de desenvolvimento pode ficar apenas no papel”, explicou o autor.

Presente no evento e atento às intervenções, o Chefe de Estado também comentou o pensamento de Vala, antes de elogiar a obra e o seu contributo para o debate sobre o desenvolvimento.

“É um livro que traz uma contribuição extremamente importante para o nosso processo de desenvolvimento e, sobretudo, porque o professor Salim Valá faz questão de estabelecer uma grande diferença entre o crescimento e o desenvolvimento, mostrando de forma clara e inequívoca ao longo do livro que, durante os nossos 50 anos de independência, fomos registando alguns sinais de crescimento, mas aquilo em que nos devemos concentrar é, sem dúvidas, o desenvolvimento”, frisou o estadista.

Numa tarde marcada pela convergência de ideias e personalidades em torno do desenvolvimento, a música e a sessão de autógrafos encerraram o evento.

O Presidente da República, Daniel Chapo, endereçou uma mensagem à  comunidade cristã moçambicana por ocasião da celebração  da Sexta-Feira Santa, assinalando a importância espiritual e os  valores universais que a data representa. 

Na sua mensagem, o Chefe de Estado destaca que a Sexta-Feira  Santa evoca a crucificação e morte de Jesus Cristo, constituindo  um momento central da fé cristã e de profunda reflexão no  âmbito da Semana Santa. 

“A Sexta-Feira Santa convida-nos à reflexão sobre os valores do  sacrifício, do amor ao próximo, do perdão, da fraternidade e da 

solidariedade, que devem continuar a orientar a nossa conduta  individual e colectiva”, refere o Chefe de Estado, dirigindo-se aos  fiéis. 

Num outro momento da sua mensagem, o Presidente da  República sublinha a importância do tempo quaresmal como  período de preparação espiritual. 

“Caras irmãs, caros irmãos,  depois de terem percorrido o tempo quaresmal, como um tempo  favorável e dias de salvação, tempo de graça, de silêncio  interior, de reconciliação, de conversão sincera e de retorno ao  coração de Deus, que o Senhor vos conceda a graça de trilhar o  caminho do Calvário, guiados pelo objectivo pastoral”. 

A mensagem presidencial sublinha ainda que “estes valores são  fundamentais para o fortalecimento da coesão social, da paz e  da convivência harmoniosa entre todos os moçambicanos”. 

O Presidente Daniel Francisco Chapo reconhece o papel das  igrejas na promoção da paz, da reconciliação e da assistência  social às comunidades, referindo que estas continuam a  desempenhar um papel relevante na construção de uma  sociedade mais justa, solidária e inclusiva. 

Na sua mensagem, o Chefe de Estado apela igualmente à união  e ao reforço da esperança, encorajando os cidadãos a  manterem-se firmes perante os desafios do país. “Que esta data  nos inspire a renovar o nosso compromisso com a unidade  nacional e com a edificação de um Moçambique cada vez mais  próspero e em paz”. 

O Presidente da República conclui desejando que a celebração  da Sexta-Feira Santa decorra num ambiente de reflexão,  solidariedade e fraternidade entre todos os moçambicanos.

Cerca de 2,6 quilómetros de estradas começam a ser reabilitados a partir desta quinta-feira, na cidade de Nampula, numa iniciativa que visa melhorar a mobilidade urbana e as condições de circulação rodoviária.

As obras incidem sobre a Avenida 25 de Setembro, uma das principais vias da cidade, e estão avaliadas em mais de 150 milhões de meticais, financiados pelo orçamento municipal.

Apesar de a estrada ser da responsabilidade da Administração Nacional de Estradas (ANE), o município decidiu avançar com a intervenção, alegando a necessidade urgente de melhorar o estado da via.

O edil de Nampula, Luís Giquira, justificou a medida como sendo essencial para responder às preocupações dos munícipes e garantir melhores condições de transitabilidade.

Entretanto, a iniciativa é recebida com expectativas, mas também com reservas por parte dos residentes, que exigem maior qualidade na execução das obras.

“Queremos que, desta vez, o trabalho seja bem feito, porque muitas estradas que foram reabilitadas anteriormente não duraram”, referiram alguns munícipes.

Para além da Avenida 25 de Setembro, os cidadãos apontam a via que dá acesso ao bairro de Muahivire como uma das mais degradadas da cidade, questionando os critérios utilizados na selecção das estradas a beneficiar de intervenções.

“Existem outras vias em estado crítico, como a de Muahivire, que também precisam urgentemente de reabilitação”, acrescentaram.

Com esta empreitada, as autoridades municipais esperam melhorar a fluidez do tráfego e reduzir os constrangimentos enfrentados diariamente pelos automobilistas e peões, numa das cidades mais movimentadas do Norte do país.

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