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A Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) reafirmou hoje o seu firme compromisso com a unidade nacional, a paz e o desenvolvimento do país, por ocasião das celebrações do 3 de Fevereiro, Dia dos Heróis Moçambicanos, data que evoca a memória dos protagonistas da luta de libertação nacional.

Numa mensagem alusiva à efeméride, o partido no poder prestou uma sentida homenagem a Eduardo Chivambo Mondlane, fundador da FRELIMO e arquitecto da Unidade Nacional, bem como a todos os homens e mulheres que sacrificaram as suas vidas em prol da independência, soberania e liberdade de Moçambique.

A FRELIMO destaca que os Heróis Moçambicanos legaram ao país não apenas a independência política, mas também valores fundamentais como o patriotismo, a coragem, a solidariedade, a responsabilidade colectiva e a unidade na diversidade, princípios que continuam a orientar a construção do Estado moçambicano.

As comemorações deste ano ganham um significado especial por coincidirem com o início de uma nova etapa da consolidação democrática nacional, sob a liderança do Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, o quinto Chefe de Estado de Moçambique e o primeiro nascido no período pós-Independência. Segundo a FRELIMO, este facto simboliza a continuidade geracional da luta e a maturidade da Nação moçambicana.

No ano em que o país celebra os 50 anos da Independência Nacional, o partido sublinha que a libertação plena passa pela conquista da independência económica e social, apelando a todos os cidadãos a participarem activamente no desenvolvimento nacional, através do trabalho, da participação cívica e da defesa da paz.

A mensagem realça ainda que a unidade nacional continua a ser a maior força estratégica do país, sobretudo num contexto de desafios internos e globais, defendendo que apenas em harmonia e paz será possível consolidar uma nação próspera, soberana e socialmente justa.

No mesmo comunicado, a FRELIMO manifesta solidariedade para com as famílias afectadas pelas cheias, inundações e outras intempéries que assolam várias regiões do país, encorajando a sociedade moçambicana a prestar apoio material e moral às vítimas.

O partido enaltece igualmente o papel do Governo, liderado pelo Presidente Daniel Francisco Chapo, pelo acompanhamento e assistência às populações afectadas, reiterando a importância de uma governação próxima, solidária e empática.

Inspirada pelo legado dos Heróis Moçambicanos, a FRELIMO renova o compromisso de continuar a promover a paz, o diálogo, o combate à pobreza e a defesa da dignidade humana, rumo à construção de um Moçambique cada vez mais forte, desenvolvido e respeitado no concerto das nações.

O Governo está a reforçar a implementação da agenda de transformação digital como parte de um esforço mais amplo de reorganização da prestação de serviços públicos, com foco na simplificação de processos administrativos, na integração institucional e na melhoria da relação entre o Estado, os cidadãos e as empresas.

O Ministério das Comunicações e Transformação Digital realiza, nos dias 11 e 12 de Fevereiro, em Maputo, a Conferência Nacional sobre Transformação Digital. O encontro junta instituições públicas, sector privado, academia e parceiros de desenvolvimento para discutir prioridades técnicas, instrumentos de execução e modelos de cooperação no domínio da governação digital.

A estratégia em curso assenta numa arquitectura composta por cinco pilares considerados determinantes para a digitalização do Estado: a certificação digital, que assegura assinaturas electrónicas com validade jurídica; um sistema nacional de interoperabilidade, concebido para permitir a comunicação entre plataformas públicas e privadas; a identidade digital, que viabiliza a autenticação remota dos cidadãos; uma plataforma única de pagamentos, orientada para facilitar o acesso a serviços públicos e privados; e o reforço das infra-estruturas digitais, incluindo centros de dados e soluções de cloud.

Segundo o ministro das Comunicações e Transformação Digital, Américo Muchanga, a transformação digital deve ser entendida como um processo transversal que impacta a forma como os serviços são planeados, geridos e disponibilizados. O governante sublinha que o objectivo passa por garantir que os cidadãos possam aceder aos serviços do Estado de forma simples, segura e eficiente, reduzindo deslocações e tempos de espera.

A consolidação desta agenda insere-se num quadro político mais amplo de modernização do Estado, alinhado com a orientação definida pelo Presidente da República, Daniel Chapo, que, no discurso de tomada de posse, defendeu um Estado mais funcional, transparente e centrado no cidadão, destacando a tecnologia como um dos instrumentos para melhorar a governação e a prestação de serviços públicos.

A conferência surge, assim, como um momento de coordenação técnica e estratégica, destinado a alinhar os diferentes actores envolvidos na execução da agenda digital, incluindo matérias como interoperabilidade de sistemas, governação electrónica, utilização de dados, segurança digital e capacitação institucional.

Num contexto de crescente exigência em relação à eficácia e previsibilidade da acção governativa, a transformação digital coloca desafios que vão além da tecnologia, exigindo articulação institucional, qualificação de recursos humanos e cooperação entre o sector público e privado. A forma como estes factores forem integrados será determinante para que a digitalização se traduza em melhorias concretas na prestação dos serviços públicos.

O porta-voz do Tribunal Supremo diz que o Decreto do governo deve prevalecer contra o Diploma Ministerial sobre os novos mecanismos de importação de cereais.

Já a ordem dos advogados entende que os argumentos que o Estado usa para centralizar a importação do arroz e trigo não têm fundamentos legais e há questões mais importantes com as quais poderia se preocupar.

A centralização do processo de importação de cereais ao Instituto de Cereais de Moçambique continua na ordem do dia. À margem da abertura do ano judicial, Pedro Nhatitima, porta-voz do Tribunal Supremo comentou a aparente contrariedade entre os decretos do Conselho de Ministros e o diploma ministerial do Ministério da Economia sobre a matéria. Nhatitima entende que um diploma ministerial sempre que entrar em contrariedade com um decreto, não prevalece.

“Na hierarquia das normas, o diploma não deve contrariar o decreto. Se há uma contrariedade entre o decreto e o diploma, o que deve prevalecer é o decreto”, concluiu Nhatitima, argumentando que independentemente da data em que um e outro documento for aprovado, o decreto prevalece. 

Para a Ordem dos Advogados, os argumentos de controle cambial e de subfacturação que o governo usa para fundamentar a centralização, atropelam direitos fundamentais e sufocam as iniciativas privadas.

Para Carlos Martins, “o Estado pode e deve regular o mercado, mas não pode sufocar ou anular a iniciativa privada sob o argumento genérico de soberania”, disse.

Martins prosseguiu no seu discurso oficial de abertura do Ano Judicial acusando o Governo de usar a Soberania para fins não muito claros. Soberania não é um “coringa” que justifica qualquer intervenção do Estado.

“Com este centralismo económico, corremos o risco de cair num clientelismo, em que um grupo captura as oportunidades e impede outros actores de emergirem, através da livre iniciativa, gerando, por esta via, um sentimento de exclusão empresarial”, concluiu apelando que se corrija o “erro grave”.

A Federação Moçambicana de Futebol ainda não anunciou o seleccionador nacional, depois do fim do contrato de Chiquinho Conde no comando técnico dos Mambas. Entretanto, bastidores revelam que Chiquinho Conde pode suceder a si mesmo na “cadeira dos sonhos” dos Mambas.

Já lá vão dois dias que os Mambas estão sem um timoneiro, depois do término do contrato, a 31 de Janeiro, que ligava Chiquinho Conde e a Federação Moçambicana de Futebol.

Ainda assim, a questão da sucessão do seleccionador nacional continua na ordem do dia, tendo em conta os vários encontros havidos com agenda centrada no timoneiro dos Mambas.

Na semana passada, para além do encontro do executivo da Federação Moçambicana de Futebol, que avaliou a prestação dos Mambas no Campeonato Africano das Nações de Marrocos e anúncio da caducidade do contrato de Chiquinho Conde, houve outro entre a Federação Moçambicana de Futebol e o Ministério da Juventude e Desporto, com Caifadine Manasse à procura de se inteirar do estágio do dossier.

Mas há mais: o Presidente da República, Daniel Chapo, já tinha deixado uma sugestão do que deve acontecer com os líderes dos Mambas, aquando da recepção de parte da delegação que esteve em Marrocos. Na ocasião, Chapo alertava para o facto de a história feita pelo combinado nacional numa fase final do CAN ter sido graças a moçambicanos, tanto dentro do campo como no banco técnico, sugerindo que não houvesse mudanças.

É com estas e outras justificações que nos últimos dias correm informações segundo as quais Chiquinho Conde está próximo de ser confirmado como seleccionador nacional, para um novo ciclo e com novos desafios.

Segundo escreve o jornal Desafio desta segunda-feira, citando fontes próximas ao processo de selecção do seleccionador nacional, Chiquinho está mais próximo de ser anunciado como o Conde dos Mambas para os próximos anos, dependendo da prestação nas competições que se seguem.

O mais próximo desafio e meta que o seleccionador nacional terá é qualificar os Mambas para o Campeonato Africano das Nações de 2027, prova que terá lugar no Quénia, Tanzânia e Uganda. Após essa qualificação, ao seleccionador nacional será imposto o desafio de qualificação para o CAN 2029 e para o Mundial 2030, dois apuramentos que se disputarão em simultâneo.

Outrossim, para além da “pressão” que a Federação Moçambicana de Futebol pode estar a sofrer após encontro com estruturas governativas, a renovação de Chiquinho Conde está ligada à pressão dos resultados alcançados até ao momento pelo moçambicano que assumiu o comando técnico dos Mambas em 2021, substituindo Horácio Gonçalves.

É que os resultados alcançados por Chiquinho Conde não tinham sido antes alcançados por nenhum outro seleccionador, nomeadamente a qualificação a dois CAN consecutivos (2023 e 2025), um CHAN (2022), primeira vitória numa fase final do CAN, primeira qualificação para os oitavos-de-final do CAN (2025), primeira vitória num CHAN e primeira qualificação para os oitavos-de-final do CHAN (2022).

Ademais, os resultados, em termos numéricos, favorecem Chiquinho Conde no período da sua liderança, onde em 57 jogos, entre oficiais e amigáveis, conseguiu 19 vitórias, 22 derrotas e 16 empates, sendo que os dois últimos anos foram mais de resultados positivos do que negativos.

Para já, o tempo dirá por quanto tempo haverá vacância na selecção nacional, tendo em conta que a selecção nacional não tem jogos agendados para o mês de Março, na próxima Data-FIFA.

A Abertura do Ano Judicial de 2026 decorreu sob o lema “Promoção e Protecção Integral dos Direitos da Criança: Um Compromisso do Sistema Judicial”, num momento marcado por reflexões profundas sobre o papel da justiça na defesa das crianças e no fortalecimento do Estado de Direito em Moçambique.

Na ocasião, o Procurador-Geral da República, Américo Letela, afirmou que o lema “não constitui uma simples proclamação simbólica, mas sim um apelo profundo e responsável à acção concertada de todos os actores do sistema de administração da justiça e da sociedade em geral”, sublinhando que a criança é “um dos segmentos mais sensíveis e vulneráveis da nossa sociedade”.

Letela recordou que a Constituição da República consagra a protecção especial da criança e que este imperativo é reforçado por instrumentos internacionais ratificados por Moçambique, como a Convenção sobre os Direitos da Criança e a Carta Africana dos Direitos e Bem-Estar da Criança. Contudo, reconheceu que “não obstante os avanços normativos alcançados, persistem desafios estruturais e preocupantes”, apontando a violência, o abuso sexual, o tráfico de crianças, as uniões prematuras e a situação das crianças em conflito com a lei.

O Bastonário da Ordem dos Advogados, Carlos Martins, defendeu que o compromisso assumido pelo sistema judicial “não deve ser apenas uma declaração de intenções, mas uma chamada de atenção à nossa consciência colectiva”, apelando à coragem institucional para corrigir distorções legais e políticas. Entre as propostas, destacou a necessidade de rever a maioridade civil, defendendo que se deve “repensar a maioridade civil em Moçambique, de 21 para 18 anos”, para harmonização com a legislação interna e convenções internacionais.

Martins alertou ainda para riscos à liberdade de expressão, defendendo que “a liberdade de expressão e o direito à manifestação não carecem de regulamentação, por serem constitucionalmente consagrados”, e criticou medidas económicas que, no seu entender, “atropelam direitos fundamentais, nomeadamente os princípios constitucionais da livre iniciativa privada”.

Por seu turno, o Presidente do Tribunal Supremo, Adelino Muchanga, chamou a atenção para o impacto das cheias e inundações sobre as crianças, lembrando que estas crises “expõem-nas à perda do lar, à interrupção do percurso escolar e à insegurança alimentar”. Anunciou, neste contexto, o lançamento da campanha solidária “Porque é de Justiça Ajudar”, destinada a apoiar as populações afectadas.

Muchanga destacou igualmente que os tribunais são “verdadeiros centros de construção da cidadania” e justificou a escolha do lema por constatar que “a situação de vulnerabilidade das nossas crianças demanda uma abordagem séria, urgente e inadiável”. Sublinhou que as crianças comparecem diariamente perante os tribunais como vítimas, testemunhas ou em conflito com a lei, defendendo uma justiça que “escuta a criança, preserva a sua intimidade e garante decisões fundamentadas e humanizadas”.

A cerimónia marcou, assim, o arranque de um Ano Judicial que coloca a criança no centro das leis, políticas e decisões judiciais, como expressão do compromisso do sistema judicial com a dignidade humana e a maturidade democrática do Estado.

Menos de 24 horas após a ligação sul, centro e norte do país, através da Estrada Nacional 220, Chissano-Chongoene, na província de Gaza, houve um agravamento da tarifa de transporte para 850 meticais. O facto revoltou os passageiros que pretendiam chegar a Maputo. Enquanto isso, a EN1 continua intransitável na zona de Nguluzane, em Xai-Xai.

A Ligação Sul e o resto do país já é uma realidade na sequência da reposição de um total de 9 pontos arrastados pela fúria das águas numa extensão de 38 quilómetros, na estrada N220 em Chibuto, na província de Gaza.

Entre Chissano-Chibuto e Chongoene, o fluxo de viaturas, que levam pessoas que carregam o sentimento de alívio, continua intenso nesta segunda-feira. No entanto, ainda há muitas pessoas na fila de espera, que, entre várias reclamações, denunciaram que sair de Chibuto a Maputo ficou 350 meticais mais caro em menos de 24 horas.

Os transportadores, que operam na rota Chibuto-Maputo, justificam que valores foram agravados devido a custos operacionais, por conta da precariedade da Estrada Nacional Número Um (EN1). 

Jeremias Mazoio, Delegado da Administração Nacional de Estrada,  admite que a situação é crítica devido à velocidade da água, que condiciona a mobilidade na baixa de Xai-Xai, em particular Nguluzane. No entanto,  não avança novas datas para conclusão dos trabalhos.

Mais 120 camiões com carga pesada diversa continuam retidos em Gaza, enquanto o troço entre Chicumbane e cidade de Xai-Xai não permite circulação.

  

Empresas e organizações da sociedade civil em Sofala  mobilizam recursos para apoiar as vítimas das cheias, que afectamo país. O apoio é direccionado ao distrito de Búzi, enquanto cornelder e Rotary Club anunciam apoio em insumos para aliviar o sofrimento das vítimas no país.

Num momento em que milhares de famílias enfrentam a perda de bens e de meios de subsistência devido às inundações, o sector privado e organizações sociais em Sofala juntam esforços para responder às necessidades mais urgentes das populações afectadas.

A iniciativa solidária visa garantir apoio imediato, sobretudo em áreas como alimentação, abrigo e assistência básica às famílias deslocadas pelas cheias. No mesmo sentido, a Cornelder de Moçambique anunciou um apoio concreto para aliviar o sofrimento das comunidades afectadas.

Em Sofala, o distrito do Búzi continua a ser uma das zonas mais críticas, onde famílias viram-se obrigadas a abandonar suas zonas de origem, deixando para trás habitações, bens e culturas agrícolas, além das infraestruturas públicas e privadas, que foram destruídas.

O governador da província, Lourenço Bulha, garantiu que o governo provincial vai continuar a envidar esforços para apoiar as famílias, apesar de já estarem a abandonar os centros de acolhimento.

As autoridades apelam à continuidade da solidariedade, numa altura em que os efeitos das cheias continuam a agravar a vulnerabilidade das comunidades afectadas.

O Bastonário da Ordem dos Advogados, Carlos Nogueira Martins, defende a necessidade de reformas profundas e corajosas no sistema de justiça, capazes de enfrentar, sem receios, as fragilidades existentes num Estado de Direito, que considera cada vez mais polarizado.

Intervindo nesta segunda-feira, na cidade de Maputo, durante a abertura do Ano Judicial 2026, cerimónia que contou com a presença do Presidente da República, o Bastonário sublinhou que o país precisa avançar para reformas assentes na transparência, na independência e na centralidade do cidadão.

“Temos de mexer no que não está bom, sem medo, num Estado de Direito cada vez mais polarizado. Temos de evitar promoções e reformas sem transparência”, advertiu, acrescentando que Moçambique não pode continuar a apostar num modelo que privilegia procedimentos em detrimento das pessoas. 

“Não podemos continuar a ter uma reforma que se preocupa mais com processos do que com pessoas. Há muita conversa e pouca acção”, criticou.

O Bastonário mostrou-se igualmente crítico em relação ao Conselho Constitucional, considerando que o órgão “está a fazer política nas linhas do direito ao não declarar inconstitucional o desempenho simultâneo de funções do Presidente da República e de dirigente de um partido político”, situação que, segundo disse, levantam sérias preocupações quanto à separação de poderes.

No domínio da valorização dos profissionais da justiça, Carlos Nogueira Martins defendeu um novo modelo de definição salarial. “A fixação do salário do judiciário deve ser descentralizada e não proveniente do Executivo”, declarou, apontando os atrasos processuais e as actuais condições de trabalho como factores que contribuem para a “desmotivação no seio dos magistrados”.

Ainda no plano institucional, o Bastonário considerou importante alargar o leque de intervenções na cerimónia de abertura do Ano Judicial, defendendo que “o Presidente do Tribunal Administrativo também deve discursar”, como forma de reforçar o equilíbrio e a representatividade entre os órgãos da justiça.

O Presidente do Partido ANAMOLA, Venâncio Mondlane, visitou, este sábado, as vítimas das inundações nos bairros de Malhampsene, Nkobe, Infulene e Lingamo, no município da Matola, onde ofereceu produtos alimentares, material escolar, insumos agrícolas e material de construção, para além do lançamento de iniciativas de ajuda mútua.

Em uma onda solidária, os membros do partido visitaram residências, campos agrícolas e centros de ensino, para contacto directo com as vítimas das inundações na província de Maputo.

“Trouxemos alguma coisa para ajudar. Dentro do nosso projecto, que já apresentamos, que é de ajudar a reconstruir Moçambique, estamos como partido e trouxemos chapas, cimento, areia, blocos, ferros, rede, plásticos, que é para ajudar na reabilitação da casa”, disse Venâncio Mondlane.

Para além de donativos, o partido apresentou alguns projectos, como é o caso da iniciativa de reconstrução de Moçambique, lançada em Infulene, referindo que não é do ANAMOLA e nem do Governo, mas sim do povo. “Por isso quem vai reconstruir Moçambique é o povo. Então, quando vires o teu vizinho com a casa degradada, não reclame, mas vai lá ajudar”, exortou o Presidente do ANAMOLA.

Outro projecto apresentado em Malhampsene, na esteira de ajuda às vítimas das inundações, é o apoio aos necessitados de material escolar e de condições básicas para o ensino.

Segundo Venâncio Mondlane, o apoio não deve ser directo para a criança necessitada, mas sim deve ser via pais e encarregados de educação.

“Nós moçambicanos temos boas terras, boa chuva e boas condições para alimentar África do Sul, Malawi, Zâmbia, Tanzânia, e ainda irmos para outros países”, por isso o ANAMOLA fez também a entrega de material de uso agrícola aos pequenos agricultores do vale do Infulene.

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