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A situação da cólera no distrito de Caia, na província de Sofala, continua a preocupar as autoridades sanitárias, apesar de se registar uma tendência gradual de redução de casos graves, segundo o Ministério da Saúde.

O surto eclodiu no dia 10 do mês passado e, até ao momento, foram registados cumulativamente 239 casos e um óbito. Actualmente, 12 pacientes encontram-se internados nas unidades sanitárias do distrito.

Entre domingo e segunda-feira foram notificados 11 novos casos da doença, nenhum deles em estado grave, ao contrário do que se verificava nas primeiras semanas do surto. Deste número, cinco pacientes receberam alta após tratamento e seis permanecem internados.

Apesar desta evolução considerada positiva, as autoridades de saúde alertam que a situação ainda é preocupante, “tendo em conta que estamos com uma média de seis a dez casos entrados por dia. De forma geral, no cumulativo, temos cerca de 239 casos”. 

Por ser um importante corredor ferroviário e rodoviário que liga as províncias de Sofala, Tete e Zambézia, o distrito de Caia reforçou as medidas de vigilância sanitária para evitar a propagação da doença. 

Entre as acções implementadas pelas autoridades sanitárias estão a instalação de pontos de lavagem das mãos, desinfecção em locais estratégicos e reforço do controlo nas principais portas de entrada.

E actividades comunitárias também estão a decorrer, desde o seguimento de casos e seus contactos, bem como o trabalho a nível das fontes de água, bem como monitoria das fontes de água para reduzir o risco de transmissão da doença.

Dados cumulativos apontam 239 casos de cólera e um óbito no distrito de Caia.

A Primeira-Ministra diz que a pobreza não vai reduzir no país, enquanto não houver transformação do sistema agro-alimentar. Por sua  vez, Graça Machel defende que a mulher deve fazer parte da cadeia formal de produção.    

As mulheres constituem a espinha dorsal da actividade agrícola em Moçambique e representam a maior parte da força de trabalho neste sector. 

Por esta razão, a Primeira-Ministra, Benvinda Levi, considera ser essencial garantir que as mulheres tenham acesso ao financiamento e à tecnologia, como forma de, também, reduzir a pobreza. 

“Ao falarmos da agricultura como tema central deste evento devemos reconhecer uma realidade incontornável. Não haverá redução sustentável da pobreza nesses ambientes sem a transformação profunda do sistema agroalimentar. Tal passa por reconhecer o papel essencial da mulher e da rapariga no setor agrário Como governo, a nossa prioridade é transformar a produção em rendimento e o rendimento em bem-estar para as famílias. É neste quesito que a centralidade das mulheres se torna incontornável pois são elas que constituem uma parte significativa da força de trabalho no setor agrícola”. 

Levi explicou que a mulher está envolvida em várias etapas da cadeia produtiva desde a preparação da terra, a produção, a colheita, a conservação, o processamento e a comercialização, por isso “quando as mulheres têm acesso à terra, tecnologia, financiamento, mercados e conhecimento os ganhos produzem-se não apenas em maior produção mas sobretudo em melhores condições de vida para as suas famílias e maior resiliência para as comunidades”, por esta razão, reforçar a participação e a autonomia das mulheres no sistema agroalimentar não é, para a governante, apenas uma questão de justiça social é também uma condição essencial para acelerar o desenvolvimento econômico das comunidades e do país. 

“Colocar as mulheres no centro da transformação econômica, especialmente nos setores onde a sua participação é determinante, como é o caso da agricultura, deve caminhar em paralelo com a garantia dos seus direitos e da sua segurança. Quando falamos de zero pobreza e zero violência para todas as mulheres e raparigas não estamos simplesmente a propagar um slogan, estamos sim a reafirmar um princípio moral que é simultaneamente uma condição essencial para o desenvolvimento”. Levi falava nesta segunda-feira, na Cidade de Maputo, num evento que tinha como tema o papel das mulheres no agro-negócio, organizado por ocasião do Dia Internacional da Mulher, assinalado no domingo. 

Por sua vez, a activista Graça Machel destacou a necessidade de maior eficiência no acesso à terra, para o desenvolvimento do agro-negócio. 

“Que passemos de enumerar, enumerar as dificuldades, isto para dizer o quê? No próximo ano, nós não queremos ainda falar, dizer, dificuldade é acesso à terra, há de continuar, mas temos que dizer, tantas mulheres já têm o duats, a terra lhes pertence, tantas mulheres já passaram por cursos de formação, tantas mulheres ultrapassaram a burocracia de que nós estamos a falar, quer dizer, não podemos continuar com reuniões em que nós nos lamentamos, lamentamos, lamentamos, primeiro exigir, as meninas têm que exigir”, explicou a fundadora da Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade.   

No evento, foi lançada uma estratégia que, entre outros aspectos, visa reduzir barreiras institucionais e facilitar o acesso aos mercados para as mulheres. 

“O nosso interesse com este plano estratégico é escalar os negócios liderados por mulheres. Se temos uma microprodutora, o nosso interesse é que essa produtora chegue a ser uma grande produtora e que também atinja não só o mercado local, mas também os mercados de exportação”.

A cerimónia contou com a participação de representantes de instituições públicas, privadas e membros do Governo.

O Presidente da República, Daniel Chapo, enviou uma mensagem de Felicitação ao recém-empossado Presidente de Portugal, António José Seguro, pela eleição e pela tomada de posse. 

Através de uma mensagem publicada na sua página do Facebook, Daniel Chapo desejou êxitos no exercício “desta elevada missão” e reafirmou o compromisso de continuar a fortalecer os laços históricos de amizade e cooperação entre Moçambique e Portugal. 

António José Seguro tomou posse hoje como Presidente de Portugal, numa sessão solene na Assembleia da República, na qual prestou juramento sobre a Constituição.

Um enfermeiro do Hospital Provincial de Tete está detido, acusado de manter uma clínica clandestina na sua residência, onde prestava atendimentos de saúde sem autorização das autoridades. Segundo o Serviço Nacional de Investigação Criminal, a actividade decorria desde 2019.

Segundo o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), o indiciado prestava diversos tipos de atendimentos médicos na sua residência, tratando várias doenças sem a devida autorização das autoridades sanitárias. De acordo com as investigações, a actividade vinha sendo praticada desde 2019.

O indiciado, que afirma ser licenciado em Gestão Ambiental e mestre em Saúde Pública, reconheceu a prática do crime de que é acusado. Contudo, alegou que realizava os atendimentos com o objectivo de ajudar pessoas que procuravam assistência de saúde.

Entretanto, o inspector-chefe do Serviço Provincial de Saúde de Tete confirmou tratar-se de um funcionário do sector, mas condenou a prática, sublinhando que os atendimentos de saúde ao domicílio ou em espaços não autorizados violam as normas estabelecidas pelas autoridades de saúde. 

O inspector acrescentou ainda que, durante a operação, não foram encontrados na posse do enfermeiro quaisquer fármacos pertencentes ao Sistema Nacional de Saúde.

Este é o primeiro caso do género despoletado pelo SERNIC, desde o início do presente ano.

Quatro cidadãos estrangeiros de nacionalidade brasileira e maliana foram detidos pelas autoridades de migração da cidade de Maputo por falsificação de documentos. 

Segundo o porta-voz da Direcção Provincial de Migração da Cidade de Maputo, Felizardo Jamaca, os dois foram surpreendidos, no âmbito dos trabalhos operativos de fiscalização, na posse de documentos de Autorização de Residência Permanente e Prorrogação de Visto de Trabalho falsos. 

Os mesmos explicam que tiveram acesso aos documentos através de intermediários, que, segundo Jamaca, não têm nenhuma ligação com as autoridades migratórias da capital do país. Ainda na cidade de Maputo, foram detidos dois cidadão de nacionalidades nigeriana e congolesa, em situação ilegal no país. 

 

O Governo moçambicano ainda não tem um valor final definido para o pacote de reconstrução das infraestruturas destruídas pelas cheias e inundações que atingiram o país no início do ano e provocaram mais de 230 mortes.

A informação foi avançada pelo ministro da Planificação e Desenvolvimento, Salimo Valá, que explicou que o Executivo continua a realizar avaliações detalhadas dos danos causados pelas intempéries.

Segundo o governante, as autoridades estão a trabalhar com parceiros internacionais na elaboração de um plano global de reconstrução pós-cheias e ciclones, mas os dados ainda não estão totalmente consolidados.

De acordo com Valá, as equipas técnicas continuam no terreno a avaliar os prejuízos em vários sectores, incluindo agricultura, comércio, indústria, infraestruturas rodoviárias e serviços públicos.

As análises também abrangem os impactos em sistemas de abastecimento de água, escolas, unidades sanitárias e bens das famílias afectadas.

“Estamos ainda a fazer o apuramento com rigor. Em momento oportuno o Governo irá apresentar o balanço global e o custo total da reconstrução”, afirmou Valá.

O plano em elaboração deverá incluir cinco pilares prioritários, entre os quais: recuperação e assistência às populações afectadas, alojamento temporário e alimentação para famílias deslocadas, reabilitação de estradas e pontes, recuperação de infraestruturas sociais como escolas e unidades de saúde e restauração dos sistemas de abastecimento de água e outras infraestruturas essenciais.

Questionado sobre alegadas divergências entre o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial no apoio económico ao país, o ministro afirmou que não há motivos para alarme.

Segundo Valá, o Governo continua a trabalhar com o FMI em questões relacionadas com a gestão da dívida e outras exigências macroeconómicas, esperando alcançar um desfecho positivo nas negociações.

Em relação ao Banco Mundial, o governante explicou que a cooperação continua, com novos pacotes de financiamento voltados principalmente para projectos de desenvolvimento.

O ministro falava na cidade de Maputo, à margem do lançamento de um projecto de reconstrução da província de Cabo Delgado, financiado pelo Banco Africano de Desenvolvimento.

Um novo projecto avaliado em 27,8 milhões de dólares foi lançado na última sexta-feira na cidade de Maputo com o objectivo de acelerar a reconstrução e promover o desenvolvimento económico na província de Cabo Delgado, afectada pela violência armada desde 2017.

A iniciativa será implementada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento em parceria com o Governo moçambicano, enquanto a execução ficará a cargo da Agência de Desenvolvimento Integrado do Norte.

O projecto foi concebido como uma iniciativa integrada e territorialmente sensível, estruturada em quatro eixos principais.

O primeiro prevê investimentos em infraestruturas sociais e económicas de proximidade, incluindo a reabilitação de escolas, mercados e outras estruturas comunitárias, com recurso a programas de mão de obra intensiva.

O segundo eixo aposta no desenvolvimento de competências e apoio ao empreendedorismo, com especial enfoque nos jovens e nas mulheres.

Já a terceira componente está centrada na dinamização do sector privado local, através do apoio a micro, pequenas e médias empresas, fortalecimento de cadeias de valor e melhoria do acesso aos mercados.

No total, o projecto prevê a reabilitação de cerca de 150 infraestruturas sociais e económicas, além da criação de aproximadamente 24 mil empregos.

Estima-se ainda que cerca de 50 mil pessoas possam beneficiar directamente da iniciativa.

Entre as acções previstas está também a formação profissional de mais de duas mil pessoas, bem como a recuperação de milhares de postos de trabalho nas comunidades afectadas pelo conflito.

O projecto inclui ainda a criação de um investimento destinado a coordenar iniciativas de desenvolvimento no norte do país e atrair investimentos privados que contribuam para a estabilidade e construção da paz na região.

Segundo os promotores, a ideia é garantir que o investimento económico também tenha impacto social positivo, criando oportunidades para os jovens e fortalecendo a confiança das comunidades.

O sector privado, representado pela Confederação das Associações Económicas de Moçambique, manifestou disponibilidade para colaborar com o Governo e parceiros de desenvolvimento na implementação do projecto.

A organização defende que o investimento privado pode desempenhar um papel fundamental na geração de emprego e na integração de Moçambique em cadeias de valor regionais e globais.

Nesta primeira fase, o projecto deverá abranger os distritos de Palma e Ancuabe, considerados estratégicos para o processo de recuperação económica e social da província.

As autoridades garantem que continuarão a trabalhar com parceiros nacionais e internacionais para assegurar que a iniciativa contribua para transformar Cabo Delgado num símbolo de paz sustentável e desenvolvimento económico.

Seis meses depois de a edilidade de Maputo ter flexibilizado as regras para o exercício do comércio informal nos arredores do Mercado de Xiquelene, vendedores voltaram a ocupar passeios e outros espaços considerados impróprios, contrariando as orientações municipais e reacendendo o debate sobre a organização da actividade na capital do país.

Em Agosto do ano passado, depois de uma operação de retirada que gerou tensão entre as autoridades municipais e os vendedores, o Conselho Municipal da Cidade de Maputo recuou da decisão de interdição total do comércio informal nos passeios das avenidas que cruzam a Praça dos Trabalhadores. 

A medida tinha como objectivo libertar os passeios e melhorar a circulação de peões e viaturas numa das zonas mais movimentadas da cidade.

Após negociações com os comerciantes, a edilidade acabou por flexibilizar a decisão e permitiu que os vendedores continuassem a exercer as suas actividades nas imediações do mercado, mas apenas a partir das 16 horas. A solução foi apresentada como uma forma de equilibrar a necessidade de organizar o espaço público com a realidade de milhares de famílias que dependem do comércio informal para garantir o sustento diário.

Contudo, seis meses depois do entendimento alcançado entre o município e os vendedores, a realidade no terreno revela que o comércio informal voltou a ocupar os passeios em praticamente qualquer momento do dia.

Uma ronda feita nas imediações do Mercado de Xiquelene pela equipa de reportagem do “O País” mostra vendedores instalados desde o início da tarde, e em alguns casos ainda mais cedo, ocupando espaços destinados à circulação de peões.

Na Avenida Guerra Popular, no entroncamento com a Avenida 24 de Julho, um dos pontos onde a polícia municipal já foi interventiva no passado para impedir a ocupação dos passeios, os vendedores informais voltaram a instalar-se.

Alguns comerciantes reconhecem que os locais não são apropriados, mas afirmam que a necessidade de garantir rendimento diário os obriga a regressar aos pontos mais movimentados.

Segundo o vendedor,  Ambrósio Zibia, muitas vezes os vendedores aguardam apenas a saída das equipas de fiscalização para iniciar a actividade e reconhecem o perigo naquele local. “Até eles saírem, assim que saírem, é a hora que nós estamos a começar a trabalhar, sabemos que é muito perigoso, mas não temos muitas opções, é pelo rendimento, se nos tirarem, vamos levar nossas coisas e sair”.

O comerciante, Samuel explicou a dinâmica que ocorre no local, “o município proibiu aqui, porque nós começamos a vender às 13, às vezes às 14, não aceita para nós começar a vender logo de manhã, tirar nós daqui, não ficar pessoas aqui.”

A Polícia Municipal reconhece que, apesar de se tratar de uma actividade considerada ilegal quando exercida em locais impróprios, o comércio informal constitui uma fonte importante de sobrevivência para muitas famílias.

De acordo com a corporação, a realidade socioeconómica do país faz com que milhares de pessoas dependam desta actividade para garantir o sustento diário. “Muito mais mesmo para alguma renda, que está mesmo de sobrevivência, subsistência, várias famílias sobrevivem através do trabalho informal, este é um facto que temos que reconhecer e também reconhecemos a existência, sim, de vendedores de uma forma recorrente a ocuparem lugares impróprios para esta actividade que é, na verdade, de subsistência”, afirma o porta-voz da Polícia Municipal, Naftal Lay.

Apesar disso, as autoridades defendem que a actividade deve ocorrer dentro de regras que permitam manter a organização da cidade e garantir a circulação segura de peões.“Ela tem que ocorrer, ela tem que ser feita de uma forma ordeira”, aponta Lay. 

A edilidade assegura que não recuou do plano de reorganização do comércio informal na capital do país. Segundo o município, foram indicados espaços onde os vendedores poderiam exercer temporariamente as suas actividades enquanto decorre um processo mais amplo de reorganização.

“Os vendedores foram indicados onde pudessem exercer alguma actividade de uma forma temporária enquanto a reorganização de grande vulto ainda esteja a ocorrer.”

Mesmo com estas alternativas, muitos comerciantes continuam a preferir os locais de maior movimento, como os passeios próximos ao Mercado de Xiquelene e às principais avenidas da zona, onde acreditam ter mais possibilidades de venda.

Para lidar com o problema e encontrar soluções mais estruturais, a Polícia Municipal anunciou a criação de um Grupo Multissetorial de Mercados e Mobilidade, que deverá estudar mecanismos de reorganização do comércio informal sem criar embaraços à circulação de pessoas e viaturas nas principais vias da cidade.

Enquanto isso, no terreno, o cenário mantém-se praticamente inalterado, vendedores ocupam novamente os passeios nas imediações do Mercado de Xiquelene, evidenciando os desafios enfrentados pelas autoridades municipais para conciliar a organização urbana com a sobrevivência de milhares de famílias que dependem da economia informal em Maputo.

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) alerta para a continuação de chuvas moderadas a localmente fortes em vários distritos das províncias de Gaza, Inhambane, Manica e Sofala, podendo ser acompanhadas de trovoadas e rajadas de vento.

De acordo com o comunicado da instituição, prevê-se a ocorrência de precipitação entre 30 e 50 milímetros em 24 horas, podendo atingir valores superiores a 50 milímetros em algumas zonas, situação que poderá provocar condições meteorológicas adversas.

Na província de Gaza, o alerta abrange os distritos de Chicualacuala, Massangena, Mapai, Chigubo, Mabalane, Massingir, Guijá, Chibuto, Chókwè, Limpopo, Bilene, Mandlakazi e Chongoene, além da cidade de Xai‑Xai.

Na província de Inhambane, a previsão inclui os distritos de Zavala, Inharrime, Jangamo, Homoíne, Morrumbene, Panda, Funhalouro, Massinga, Govuro, Vilankulo e Mabote, bem como as cidades de Inhambane e Maxixe.

Já na província de Manica, o aviso aplica-se aos distritos de Bárue, Gondola, Macate, Manica, Mossurize, Machaze, Macossa, Sussundenga e Vanduzi, incluindo ainda a cidade de Chimoio.

Na província de Sofala, o fenómeno deverá afetar os distritos de Búzi, Caia, Chemba, Cheringoma, Chibabava, Dondo, Gorongosa, Machanga, Marromeu, Muanza e Nhamatanda, assim como a cidade da Beira.

O INAM indica ainda que no restante território nacional poderá ocorrer precipitação fraca a moderada, por vezes acompanhada de trovoadas.

Face à situação, o instituto recomenda a adoção de medidas de precaução e segurança, alertando a população para os riscos associados a chuvas intensas, descargas atmosféricas e ventos fortes.

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