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Residências terão gás canalizado a partir de 2019 em Maputo

O presidente do Conselho de Administração da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), Omar Mithá, disse que, a partir de 2019, algumas famílias na capital moçambicana terão o gás natural canalizado, através da rede de distribuição desta instituição, escreve a AIM.

Segundo disse, os projectos são antigos, mas as dificuldades económicas constituíram um entrave para a sua concretização. Mithá disse ainda que outro problema tem que ver com o facto das várias reservas existentes na bacia do Rovuma estarem em fase de desenvolvimento.

O gasoduto, que resulta de uma parceria entre a ENH e a empresa sul-coreana Kogas, num investimento de 38,2 milhões de dólares, liga a cidade da Matola e a Central Térmica de Maputo, com uma extensão de 12 quilómetros e dispõem de um anel de cerca de 60 quilómetros para servir três distritos.

O projecto consumiu um total de seis milhões de gigajoules de gás, dos quais 5,8 milhões foram gastos pela Electricidade de Moçambique (EDM) para a produção de energia eléctrica e distribuição na cidade de Maputo destinando-se o remanescente à indústria, hospitais, comércio, transporte e consumo doméstico.
 

 

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