A PRM abriu um processo-crime contra Venâncio Mondlane e o PODEMOS, acusados de incitar à violência que culminou com o saque e incêndio ao posto policial de Chalaua, em Nampula.
A informação foi revelada, esta segunda-feira, pelo porta-voz do Comando-Geral da PRM, Orlando Mudumane, que afirma que as acções de Mondlane e PODEMOS mudaram, de certa maneira, a tranquilidade no país.
Aliado a isto, o Comando-Geral da PRM exige que o candidato presidencial e o seu partido devolvam a arma do tipo AK-47, supostamente arrancada das mãos de agentes no distrito de Chalauala na tarde de domingo.
Durante a incursão, um agente perdeu a vida e 21 agentes ficaram feridos.
O Comando-Geral da PRM diz estar preocupado com a onda de perseguição contra agentes da polícia por parte da comunidade.