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Primeira-Dama destaca experiência chinesa para reforço da produção de arroz em Moçambique 

A Primeira-Dama da República, Gueta Chapo, destacou, na cidade de Changsha,  na província chinesa de Hunan, o potencial de Moçambique para  reforçar a produção de arroz, sublinhando que a experiência chinesa  no desenvolvimento de variedades híbridas pode contribuir para  melhorar a segurança alimentar no país. 

Falando durante uma visita ao Centro de Investigação de Arroz  Híbrido de Hunan, considerado uma referência mundial na  investigação e produção deste cereal, Gueta Chapo salientou a importância da transferência de conhecimento e tecnologia para  impulsionar a produtividade agrícola moçambicana. 

“Em Moçambique, nós produzimos arroz, não em grandes quantidades  como produzem na China, mas com esta experiência nós também  podemos melhorar a nossa forma de produção. Produz-se mais arroz  na província de Sofala, na Zambézia também e um pouco de Niassa e  Inhambane”, afirmou. 

A Primeira-Dama evidenciou que o contacto directo com centros de  excelência como o de Hunan permite identificar soluções práticas  para aumentar os níveis de produção e responder aos desafios da  fome, sobretudo em países em desenvolvimento. 

O Centro de Investigação de Arroz Híbrido de Hunan é reconhecido  internacionalmente pelo desenvolvimento de variedades de arroz de  alto rendimento, desempenhando um papel central nos esforços  globais para o aumento da produção alimentar e combate à  insegurança alimentar. 

A visita da Primeira-Dama insere-se no conjunto de actividades  paralelas à Visita de Estado que o Presidente da República, Daniel  Francisco Chapo, efectua à República Popular da China, a convite do  seu homólogo, Xi Jinping, com vista ao reforço da cooperação  bilateral. 

Ainda no mesmo dia, Gueta Chapo visitou a Universidade  Feminina de Hunan, uma instituição pública dedicada à formação  superior de mulheres, que oferece cursos em áreas como Ciências  Sociais, Economia e Gestão, Educação, Direito e Engenharia e  Tecnologia.

A deslocação à universidade permitiu conhecer experiências no  domínio da educação feminina e do empoderamento das mulheres,  áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento inclusivo e  sustentável de Moçambique.

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