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O País – A verdade como notícia

Os três partidos politicos concorrentes ao município de Lichinga, a Frelimo, Renamo e Movimento Democrático de Moçambique, privilegiaram a campanha porta-a-porta pelos bairros da cidade neste domingo. Mas a Frelimo ainda manteve encontro com empresários para pedir não só voto de confiança, mas também apoio financeiro para garantir melhor campanha.

Renamo promete apoio ao desporto

A Renamo, percorreu alguns bairros da cidade de Lichinga durante o final de semana, onde foi fazendo promessas do que pretende fazer caso venha a dirigir os destinos do município. Para a Renamo, a questão da recolha do lixo é fundamental, para além de garantir melhor assistência aos doentes nos hospitais. Para o cabeça-de-lista da Renamo, Saíde Fidel, a prioridade será o combate a criminalidade; aos vendedores, Fidel prometeu criar melhores condições para os vendedores.

MDM garante transporte gratuito para questões de saúde

O Movimento Democrático de Moçambique, que privilegiou contacto interpessoal, reiterou a promessa de transporte gratuito para questões de saúde. Para Iassine Abílio, não se justifica que não haja um transporte do hospital para doentes, e promete que caso vença, vai levar o transporte às populações de forma gratuita.

Iassine Abílio, cabeça-de-lista do Movimento Democrático de Moçambique, também prometeu requalificar os bairros periféricos e dar melhores condições de habitabilidade aos munícipes e levar o transporte aos locais mais distantes.

Frelimo angaria um milhão de meticais em uma hora

Neste domingo, a Frelimo preferiu escalar um bairro maioritariamente da oposição, mas mesmo assim o cabeça-de-lista não teve problemas para realizar a sua actividade de caça ao voto. Luís Jumo prometeu, na ocasião, construir mais salas de aulas e estradas para o bairro Chiulugo.

Mas antes, no sábado, o partido do batuque e da Maçaroca promoveu um jantar onde pediu apoio e voto de confiança dos empresários de Lichinga para continuar a dirigir os destinos do município. Foi o próprio cabeça-de-lista do partido que fez o pedido, garantindo uma govrnação participativa.

Mas coube ao membro da comissão política e chefe da brigada central para assistencia a Niassa, Carlos Agostinho do Rosário, apresentar as promessas para o próximo mandato, caso a Frelimo vença no escrutinio  de 10 de Outubro. Do Rosário falou do desenvolvimento não só de Lichinga, mas de todo o país, sob liderança do seu partido.

Os agentes económicos de Lichinga deram o seu aval ao partido e ao seu cabeça-de-lista e como forma de mostrar seu apoio ofereceram diverso material, entre alimentício, combustivel e um valor monetário de quase um milhão de meticais.

Para próxima segunda-feira, os partidos políticos vão continuar a manter contacto interpessoal com os munícipes, para pedir o voto de confiança no dia 10 de Outubro.

 

 

O Bairro da Manga-Mungossura foi o escolhido pelo Cabeça-de-lista do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) para celebrar no último sábado, o quinto dia da campanha eleitoral paras as eleições autárquicas de 10 de Outubro. Em comício popular após quatro dias de campanha porta-a-porta e contacto interpessoal com os eleitores, Daviz Simango falou dos seus projectos de governação para os próximos cinco anos caso seja, mais uma vez, confiado a direcção daquela autarquia.

“Queremos continuar a proteger a nossa costa, e agora, se vocês confiarem no MDM vamos começar pela praia nova porque já temos dinheiro para começar com esse projecto”, adiantou. Aliás, a par da protecção costeira, Simango afirmou que a capital da província de Sofala, por ser uma zona pantanosa, precisa de aterros. “Estamos a trabalhar para começar os aterros, mas vamos criar primeiro uma cidade dentro da actual cidade, na Maranza, com 25 mil casas para a nossa população” prometeu Simango, adiantando que a prioridade é garantir a construção do aterro, rede de abastecimento de água, rede de esgoto, de energia e um sistema de drenagem para que a população possa viver sem inundações”.

Mas num contexto em que a edilidade ainda não está a explorar em pleno a sua capacidade de tributação e, por outro lado, o país atravessa um período de crise, Daviz explicou de onde virá o dinheiro para a concretização desses projectos. Pelos seus 15 anos de experiência na governação da autarquia, Simango diz que “conheço a Beira como a palma da minha vida”, por isso sabe muito bem onde vai buscar dinheiro para o financiamento.

“Nós temos capacidade de mobilizar recursos. Temos capacidade de falar com pessoas para trazerem dinheiro para investir na nossa cidade da Beira. E vamos continuar a fazer isso para que a Beira possa continuar a mudar”, fechou Simango, avançando que já está em curso a construção de 100 casas que deverão ser entregues aos jovens, como a faixa etária com maiores necessidades de obtenção de casa própria.

Neste  domingo, o partido reservou o dia para fazer o balanço dos primeiros seis dias de campanha eleitoral e programar as actividades que continuam a partir desta segunda-feira.

O cabeça-de-lista da Renamo, Manuel Bissopo, esteve neste domingo, o sexto dia da campanha eleitoral, no posto administrativo de Nhangau, a cerca de 30 quilómetros da cidade da Beira uma zona cuja maioria dos residentes dedica-se a pesca para a sua sobrevivência. Bissopo dialogou com os pescadores e deixou ficar promessas no âmbito da conquista de votos.

“O governo da Renamo vai criar condições para que haja aqui um mercado do peixe para que o produto seja bem conservado e que haja interesse das pessoas em vir aqui”, prometeu.

Os pescadores depois de ouvirem calmamente as promessas de Bissopo, uns reagiram fazendo mais pedidos e outros deixaram não deixaram nenhuma promessa.

Mesmo assim Bissopo garantiu que caso vença as eleições ira melhorar as condições de vida desta comunidade.

O jurista e político português, Jorge Bacelar Goveia diz que Moçambique não pode achar que aceitar ajuda internacional para combater os ataques em Cabo Delgado é uma desonra nacional. Para o professor catedrático, os Estados e Organizações Internacionais precisam reagir a globalização do crime e da insegurança.
 
Jurista, político e académico Jorge Bacelar Goveia foi orador do 5º Congresso Internacional de Criminalista, organizado pelo ISCTAC na cidade da Beira.

O professor catedrático da Universidade Nova de Lisboa falou sobre o Direito Penal e a Globalização apontando a insegurança pelo terrorismo e outros crimes como um dos maiores desafios dos Estados e do mundo.

E sobre Moçambique, concretamente em Cabo Delgado, entende que o maior interesse deve ser prevenir mais ataques e para tal não pode haver orgulho.

Uma das formas de encarar na visão de Goveia para também para apostar no trabalho dos serviços de inteligência.

Lembre-se que recentemente, a União Europeia manifestou disponibilidade em apoiar as autoridades nacionais, de coordenada, no combate aos ataques em Cabo Delgado.

 

No seguimento do quinto dia da campanha eleitoral os partidos políticos em Chimoio escalaram ruas, casas e mercados onde interpelavam eleitores no sentido de pedir voto.

O governador de Manica tirou proveito do Sábado para acompanhar o candidato do seu partido no processo de caça ao voto.

Depois de exibir uns passos de dança, Manuel Alberto dirigindo-se aos vendedores do mercado da Cher, disse que o partido Frelimo é cumpridor de manifestos eleitorais.

Já a Renamo que este Sábado fez uma passeata pelas artérias de Chimoio, contou com o reforço do deputado Saimon Macuiana. Este diz que caso o partido vença, vai introduzir uma governação inclusiva na autarquia de Chimoio.

Por seu turno, o MDM escalou os bairros Chinfura e 7 de Setembro. A promessa do cabeça-de-lista incidiu-se na requalificação urbana caso vença o sufrágio de 10 de Outubro.

Ambiente ordeiro e tranquilo continua a caracterizar a convivência dos partidos políticos na cidade de Chimoio.

O quinto dia da campanha do partido Frelimo na cidade da Beira foi reforçado pelo seu Secretário-geral, Roque Silva que fez campanha porta-a-porta pelos bairros suburbanos deixando garantias de que as eleições Autárquicas vão decorrer num clima de paz.

Roque Silva chegou na manhã deste sábado à cidade da Beira. Foi recebido na sede distrital da Frelimo entre cânticos dos membros e simpatizantes, aos quais orientou-os a transmitir a mensagem de paz durante a campanha eleitoral.

Durante a campanha porta-a-porta, O Secretário-geral da Frelimo escalou o bairro de Nhamudiua nos arredores da cidade da Beira, onde percorreu pelos becos ao lado da cabeça-de-lista do seu partido, Augusta Maita, e foi desaguar no bairro de Chipangara. Pelo caminho interceptou simpatizantes do MDM, tendo os convencido a se juntarem à Frelimo.

Alguns ministros que integram a brigada Central também estiveram a tentar conquistar votos para a Frelimo, juntando-se à campanha, como é o caso de Carlos Mesquita.

Durante seu comício, Roque Silva elogiou população da Beira pelo civismo na campanha.

 

Menos de 72 horas depois do baleamento de um militante da Renamo e da vandalização do seu material de campanha cuja responsabilidade o partido imputa aos membros da Frelimo, os camaradas em Tete convidaram a imprensa este sábado para reagir ao caso.

A Frelimo nega qualquer envolvimento dos seus militantes da destruição do material de campanha do seu adversário mas admite que um dos seus militantes, com licença de posse de arma, disparou contra membro da Renamo em legítima defesa porque estava ser agredido.

“Quem comete vandalismo é quem invade a esquadra, que é a Renamo, com mais de 10 pessoas. Não estando alguém para proteger o nosso quadro, que estava a ser espancado….e em legítima defesa, usou a arma porque estava a ser agredido por mais de 10 homens da Renamo, dentro da esquadra, sem protecção”, disse Domingos Macajo, porta-voz da Frelimo em Tete.

A Frelimo acrescenta que as tentativas de obstrução da sua campanha pela Renamo estendem-se a outros municípios da província de Tete.

O militante da Renamo, que foi baleado na tarde da quinta-feira, ainda está internado no Hospital Provincial da Cidade de Tete. A Polícia ainda não pronunciou-se sobre o caso.

 

 

Os três principais partidos do país, nomeadamente Frelimo, Renamo e MDM, na autarquia da Matola, saíram às ruas para conquistar o eleitorado e pedir votos para o próximo dia 10 de Outubro.

A campanha da Frelimo foi dominada por acções de educação cívica eleitoral, num dia em que a brigada do partido contou com a presença do chefe da brigada central do partido, Eduardo Mulémbwè. O partido fez também passeatas pelas ruas da Matola e manteve encontro com agentes económicos.

Já a Renamo e MDM prometem uma nova imagem à autarquia da Matola e melhores condições de vida aos munícipes

Na Estrada Nacional Número 4, concretamente no bairro de Mahlampswene, o trânsito ficou condicionado por quase meia hora devido à recepção da brigada da Renamo liderada pelo cabeça-de-lista, António Muchanga.

Uma Matola melhor foi das promessas feitas por Muchanga quando, porta-a-porta, foi pedindo voto nos bairros Sikwama e Tsalala.

Já o MDM e o seu cabeça-de-lista, Silvério Ronguane, também privilegiaram contacto interpessoal e campanha porta-a-porta. Vias de acesso, rede eléctrica, água potável, transporte e uma governação transparente, foram as principais promessas deixadas por Ronguane.

No quinto dia da campanha, os três partidos consideram que o trabalho decorre a bom ritmo e que o cenário transmite muita confiança.

 

Renamo denuncia perseguições e actos de violência contra seus membros supostamente protagonizadas pelos filiados do partido Frelimo.

A denúncia foi apresentada esta sexta-feira, em Maputo, pelo mandatário da Renamo, André Magibire.

André Magibire vai ainda mais longe e diz que neste momento está em curso tentativas de falsificação de boletins de voto. “Tenho também informações de um esquema que visa inutilizar votos a favor do meu partido no dia 10 de Outubro”, disse.

As denúncias surgem quatro dias depois do arranque da campanha eleitoral nas 53 autarquias do país.  

Apesar de se queixar de actos de violência, a Renamo diz que não vai retaliar e promete continuar a fazer a sua campanha de forma serena.

 

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