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O País – A verdade como notícia

PR recebe embaixador da República do Congo no fim da missão diplomática no país 

O Presidente da República,  Daniel Chapo, recebeu hoje, em Maputo, o  Embaixador da República do Congo em Moçambique, Constant Serge Bounda, que apresentou cumprimentos de despedida no  fim da sua missão diplomática no país, numa ocasião marcada  pelo reforço das relações de cooperação entre os dois Estados e  pela preparação

A Frelimo em Lichinga dividiu-se em várias parcelas, tendo o chefe da brigada central para assistência a Niassa visitado o régulo Assumane e o brigadeiro Bernardo Moisés Goy Goy, ambos dos bairros tidos como bastião da oposição. Na ocasião, para além de pedir votos destas duas figuras e receber o seu apoio, Carlos Agostinho do Rosário viu 75 membros do Movimento Democrático de Moçambique juntarem-se ao partido do batuque e da maçaroca, engrossando as fileiras deste partido.

Do outro lado da cidade, o cabeça-de-lista da Frelimo, Luís Jumo, escalava o seu bairro de origem, onde disse conhecer as dificuldades do bairro onde cresceu e prometeu construir diversas infra-estruturas e dar segurança aos populares locais.

Já a Renamo e o Movimento Democrático de Moçambique privilegiaram o contacto interpessoal nos mercados locais.

A Renamo, no mercado central, prometeu mais água e energia eléctrica.

Por seu turno, o Movimento Democrático de Moçambique foi a Chiuaula prometer a requalificação e saneamento de meio.

Para os próximos cinco dias, os partidos concorrentes em Lichinga vão privilegiar o contacto interpessoal como forma de convencer os eleitores a votarem nos seus manifestos.
 

“Maputo, Vamos Limpar” continua a ser a tónica dominante da Renamo no périplo pelos bairros da capital do país para o pedido de votos.

Esta terça-feira não foi diferente, a "Perdiz" esteve a trabalhar no bairro de Laulane, um dos bairros mais movimentado na cidade de Maputo, de casa em casa o cabeça-de-lista, Herminio Morais, acompanhado pelo porta-voz da campanha eleitoral, Venâncio Mondlane, pediam aos potenciais eleitores para votarem no partido no próximo dia 10 de Outubro.

Para além de melhorar a corrente eléctrica, o alargamento das ruas e a segurança na via pública são prioridades da Renamo.

A Renamo promete apostar também em áreas sociais e de forma concreta resolver problemas que afligem a juventude, questões culturais, desportivas, saúde, educação e protecção social.

“Queremos recuperar e expandir as infra-estruturas municipais através da implementação de um projecto “1000 tabelas”, para além disso, vamos construir um pavilhão multiuso para modalidades desportivas que já deram orgulho na arena internacional como salto à corda, artes marciais, xadrez, basquetebol, canoagem e natação”, disse Venâncio Mondlane, porta-voz da campanha eleitoral da Renamo na Cidade de Maputo.

Num outro desenvolvimento, a Renamo diz que vai construir uma galeria de arte multifuncional para estimular as artes e letras, bem como criar um fundo municipal para cultura e desporto.

Já o cabeça-de-lista, Hermínio Morais, revelou ao jornal “O País” que para reduzir o índice de desemprego na capital moçambicana, a Perdiz já tem um novo modelo de formação profissional para jovens através da criação de uma escola, empresa municipal e espera que com esse projecto, Maputo se transforme na maior incubadora de negócios de Moçambique.

A finalizar, o partido Renamo prometeu ainda criar uma biblioteca multimédia em cada distrito municipal e irá apostar também na educação cívico-moral para os jovens em parceria com as organizações da sociedade civil em matérias de HIV-SIDA, educação política, cidadania, primeiros socorros e empreendedorismo.

Amanhã, membros e simpatizantes da Renamo continuarão a escalar os bairros da cidade de Maputo, através de contacto interpessoal a pedir votos aos eleitores da maior cidade do país.

 

Pelo segundo dia consecutivo, a cabeça-de-lista da Frelimo na cidade da Beira, escalou o bairro da Munhava para fazer a campanha eleitoral. Augusta Maita trabalhou no Mercado local que tal como os outros na cidade, apresenta-se em péssimas condições de saneamento, com águas negras a escorrerem um pouco por todo o lado.

A candidata foi confrontada pelos vendedores e utentes em relação aos vários problemas do mercado e do bairro em si. Tendo, na ocasião, se comprometido em reorganizar o mercado e criar um clima acolhedor para os vendedores e os utentes e fazer com que toda gente pratique a sua actividade comercial no interior do mercado e não na estrada tal como acontece actualmente.

Um jovem que se apresentou como professor formado mas que há dois anos que não consegue se empregar, queixou-se do facto de muitos jovens que residem na Munhava encontrarem-se na mesma situação que sua porque há discriminação de quem nasceu ou vive na Munhava por considerar-se aquele como um bairro onde residem pessoas confusas, marginais e criminosas, daí que os empregadores quase sempre rejeitam qualquer candidato proveniente daquela zona, o que faz com que muitos jovens por desespero acabem por enveredar pelo consumo de bebidas alcoólicas. A candidata da Frelimo apresentou-se como exemplo de quem nasceu na Munhava e nem por isso foi discriminada, apresentou, na altura, o Reitor da Universidade do Zambeze, Nobre Santos, também natural daquele bairro para a seguir encorajar os jovens a não se deixarem derrotar por esses estigmas.

Por outro lado, prometeu que vai criar oportunidades de emprego e formações técnico-profissionais para que os jovens daquele bairro possam ter algumas habilidades que lhes permitam desenvolverem seus próprios negócios e empregarem outros jovens. Citou o exemplo da Mafalala em Maputo que hoje é uma atracção turística. Diz que quer fazer o mesmo da Munhava, passando, por isso, pela sua requalificação e criação de centros desportivos e culturais de referência e colocar aquele bairro no roteiro do turismo na Beira.

Mas para que tudo isso se torne realidade, Augusta Maíta pediu a todos com quem interagiu naquele ponto para votar no partido Frelimo no dia 10 de Outubro e pediu ainda que mobilizem outras pessoas a procederem do mesmo jeito.

 

 

A Frelimo em Lichinga dividiu-se em várias parcelas,esta terça-feira tendo o chefe da brigada central para assistência ao Niassa visitado o régulo Assumane e o brigadeiro Bernardo Moisés Goy Goy, ambos dos bairros tidos como bastião da oposição. O chefe da brigada central, no encontro com o régulo Assumane e o brigadeiro Goy Goy, pediu para que estas duas figuras mobilizassem as suas populações para aderirem ao voto no dia 10 de Outubro e diminuir o número de abstenções que se verificam nos últimos tempos. Ademais, Carlos Agostinho do Rosário, pediu as duas figuras para depositarem o seu voto no partdo Frelimo, como forma de continuar a garantir o desenvolvimento da província. Uma das estratégias usadas por Carlos Agostinho do Rosário foi perguntar se as pessoas podiam experimentar a morte ou não, numa clara alusão ao facto de não apostar naqueles que querem experimentar o poder. E teve garantia do régulo e do brigadeiro de apoio ao partido Frelimo.

Na ocasião, para além de pedir votos destas duas figuras e receber o seu apoio, Carlos Agostinho do Rosário viu 75 membros do Movimento Democrático de Moçambique juntarem-se ao partido do batuque e da massaroca, engrossando as fileiras deste partido e prometendo ajudar na vitória, nas eleições de 10 de Outobro próximo.

Do outro lado da cidade, o cabeça de lista da Frelimo, Luís Jumo, escalava o seu bairro de origem, Mitava, onde disse conhecer as dificuldades do bairro em que nasceu e cresceu e prometeu construir diversas infra-estruturas, tais como uma ponte que liga os bairros, melhorar o centro de saúde e dar segurança aos populares locais, numa altura em que a criminalidade graça os bairros.

 

A Frelimo, em Lichinga, pediu o voto de confiança junto dos antigos combatentes, num encontro que teve lugar esta manhã.

O pedido foi feito pelo Primeiro Ministro, Carlos Agostinho do Rosário, que se encontra em Lichinga para dar assistência a aquela brigada.  

“A Frelimo chama-vos para mais um combate, para sairmos vitoriosos no dia 10 de Outubro”, disse Do Rosário apelando aos combatentes para se fazerem as mesas de voto para votar na Frelimo.

O chefe da brigada central em Lichinga disse ainda que os combatentes têm a responsabilidade de explicar o que é o esforço de desenvolver o país.

“Alguns estão vulneráveis a promessas, pois, não conheceram o esforço da guerra, a libertação do país, nem a atitude da Renamo na guerra que acabou”, afirmou o PM.

A candidata da Frelimo para Presidente do Conselho Autárquico da cidade da Beira trabalhou hoje no bairro da Munhava-Matope. Acompanhada por membros e simpatizantes do seu partido Maíta percorreu várias ruas do bairro, entrou em várias casas e abordou vendedores do mercado central da Manhuva, para além de interagir com transeuntes com que se encontrava nas ruas.

Alguns dos potenciais eleitores abordados pela cabeça-de-lista não perderam a ocasião para exigir que as promessas eleitorais devem ser cumpridos na íntegra se ela for eleita.

Um dos residentes mostrou sua indignação pelo deficiente saneamento do meio em todo aquele bairro e pelo facto de não existir mecanismos para escoamento da água sempre que chove. Segundo o mesma a situação piorou de há um ano a esta parte devido à construção de armazéns e unidades industriais naquela zona sem que as obras contemplassem os sistema de drenagem das águas e hoje diz que suas residências até são invadidas por cobras e outro tipo de animais indesejáveis.

“Quando chove aqui é escandaloso, alguém trouxe carrada dele de entulho ali para nos atrapalhar, hoje, sinceramente” disse o residente visivelmente agastado. Como resposta a candidata da Frelimo disse “Não podemos reclamar só por reclamar. Reclamar sem ir manifestar essa sua reclamação no boletim de voto, vai continuar a reclamar. Se já recenseou vai resolver esse assunto no dia de votos”.

A candidata prometeu que caso seja eleita irá resolver os principais problemas que afectam os residentes da cidade da Beira até porque segundo ela o Governo Central, liderado pela Frelimo, tem estado a investir no melhoramento das condições de vida dos munícipes da Beira mas precisa ser dado voto de confiança pelos eleitores para continuar de forma directa a trabalhar pelo desenvolvimento da Beira e por isso apelou a atenção dos residentes daquela cidade para não continuar a votar de forma errada “esta festa da capulana e de camisetas é só esta semana, depois de terminar a semana e depois que os resultados vierem a tona o que fica é a realidade dos beirenses. Queremos apelar aos munícipes beirenses que votem com consciência e não com esta festa baseado no que se é dado ou se é prometido hoje, nós tivemos 15 anos de uma governação e achamos que foi tempo suficiente para hoje verificamos efectivamente o que foi feito e o que pode ser feito” disse.

No sétimo dia da campanha eleitoral, a Renamo na cidade de Maputo, escalou o bairro que cresce a olhos vistos à mesma proporção dos problemas sociais, o bairro de Magoanine.

O cabeça-de-lista da perdiz, Herminio Morais e os membros do seu partido para além de colarem panfletos nos muros e postes, intercetavam todo eleitor que por ali passava prometendo melhorar as vias de acesso, saneamento do meio e até electrificar todo o bairro.

“Aqui há problemas muito sérios de ordenamento territorial, por isso nós como Renamo queremos resolver. Quando há incêndios registam muitas dificultadas para o corpo de bombeiros chegar as vossas casas, não é? Em situação de infelicidade é praticamente impossível o carro da funerária chegar na casa onde está o corpo? Nós queremos também resolver os problemas de iluminação pública, para que tudo isso aconteça é preciso votar no partido Renamo, no dia 10 de Outubro”, falou Herminio Morais.

Morais prometeu também, aos cidadãos, atribuição de DUATs aos ¾ da população que vive na larga área do município sem estrutura.

“Vamos simplificar o processo de legalização bem como do licenciamento para construção de residências. Interessa-nos também promover a acessibilidade nos bairros, para isso contamos com participação activa dos munícipes”, disse cabeça-de-lista da Renamo.

Num outro desenvolvimento a fonte disse ser do interesse do seu partido e para o bem dos munícipes recuperar o maior número possível de terrenos para infraestruturas e serviços públicos.

Lembre-se que no domingo a Renamo esteve a trabalhar no mercado “Xiquelene” e pediu votos aos eleitores. O porta-voz da campanha, Venâncio Mondlane prometeu, a criação do estatuto dos vendedores informais e melhorar as condições de trabalho naquele mercado.

 

O cabeça-de-lista da Renamo na cidade da Beira, Manuel Bissopo, voltou a fazer campanha eleitoral esta segunda-feira no populoso posto administrativo de Inhamizua, concretamente no bairro de Matadouro. 

Bissopo voltou a ver a sua campanha eleitoral reforçada com a presença do deputado do Movimento Democrático de Moçambique, Geraldo Carvalho. Para além de Carvalho, quem também reforçou a campanha da Renamo na Beira é Boris Gada Cassicussa, antigo guerrilheiro da Renamo, e que já foi presidente da Assembleia Municipal da Beira, no primeiro mandato de Daviz Simango, actual edil da Beira, quando foi eleito pela Renamo.

Sempre acompanhado pelos seus membros, Manuel Bissopo, voltou a priorizar contactos interpessoais com os munícipes residentes naquela área, ouvindo as suas preocupações para depois fazer promessas eleitorais, que se resumiram basicamente na melhoria de qualidade de vida dos munícipes.

"Aqui no Matadouro vivemos de perto as dificuldades que vocês têm para consumirem água potável. Os poços onde catam a água são precários e por culpa disso o risco de contraírem doenças de origem hídrica é muito grade. No governo da Renamo, iremos aprimorar a relação com o FIPAG para que juntos possamos melhorar o fornecimento de água", garantiu Bissopo.

A Renamo prometeu igualmente que irá baixar as taxas municipais. "Assim, os empresários terão mais lucros e por conseguinte terão maior capacidade para criação de empregos e os jovens poderão trabalhar e melhorar as suas condições de vida", acrescentou Bissopo, para de seguida fazer uma avaliação positiva dos primeiros sete dias da campanha eleitoral.

"Fazemos uma avaliação positiva porque em todos os 26 bairros por onde passamos, sentimos um calor humano bastante acolhedor e com promessas que irão depositar os votos na Renamo. Agora o maior desafio passa por minha pessoa, na qualidade de futuro presidente do Conselho Municipal da Beira, fazer cumprir as promessas eleitorais e os pedidos dos eleitores".

 

Munhava-Matope, um dos bairros mais populosos, mais pobres, mais perigosos e com sérios problemas de saneamento foi o local escolhido por Daviz Simango, esta segunda-feira, para pedir votos no sétimo dia da campanha eleitoral.

Na zona caracterizada por assentamentos informais e desordenados, o cabeça-de-lista do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) Daviz Simango, percorreu ruas alagadas e no fim falou dos seus projectos para a zona, se os eleitores depositarem os seus votos no MDM. “Ainda há foco de as comunidades estarem a deitar lixo nas valas de drenagem. Queremos, por isso, trabalhar estruturalmente, fazendo o reordenamento desta área. A ideia é avançar com os aterros em áreas já identificadas e transformar o bairro, no futuro, em área de desenvolvimento industrial”, diz Daviz Simango, justificando porquê: “o bairro está muito ligado aos interesses portuários e é preciso transformar esta toda área em zona industrial. Há um mapeamento que nós fizemos, há igualmente um projecto de ordenamento que está connosco. O importante agora é mobilizar recursos e colocar essas pessoas em melhores zonas”.

Aliás, Simango apontou como exemplo de que a situação não pode prevalecer como se encontra a escola primária do bairro, está em estado avançado de degradação, devido a vulnerabilidade da zona as inundações, mas também pelo facto de não ter cobertura. “É preciso melhorar o ensino. A escola não está sob nossa jurisdição mas não podemos permitir que as crianças estudem naquelas condições. Só vamos atacar a escola logo no princípio se não avançarmos com o reordenamento”, assegurou.

Durante a interação com os eleitores um jovem empreendedor na área de serralharia confrontou o actual edil da Beira pelo facto de o projecto de construção de uma estrada para ligar a linha férrea até a estação de tratamento de águas residuais não ter passado da fase de lançamento da primeira pedra. Simango deu mão à palmatória.

“Fomos infelizes. Nós já tínhamos mobilizado a volta de 450 mil euros na altura e a nossa intenção era fazer uma estrada transitável para os nossos camiões de lixo. No entanto, na mesma altura arrancou o processo de aterros de dragagem para o terminal de dragagem de carvão e os nossos consultores de engenharia disseram que poderíamos arrancar com a obra mas a estrada não iria durar muito tempo, porque os camiões que iam passar poderiam danificar a estrada num instante”, explicou.

Além do bairro da Munhava-Matope, o Movimento Democrático de Moçambique escalou ainda ontem os bairros da Muxatazina e Nhangau.

 

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