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O País – A verdade como notícia

PR recebe embaixador da República do Congo no fim da missão diplomática no país 

O Presidente da República,  Daniel Chapo, recebeu hoje, em Maputo, o  Embaixador da República do Congo em Moçambique, Constant Serge Bounda, que apresentou cumprimentos de despedida no  fim da sua missão diplomática no país, numa ocasião marcada  pelo reforço das relações de cooperação entre os dois Estados e  pela preparação

O Presidente da República, Filipe Nyusi, visitou a Reserva do Niassa na passada sexta-feira para de perto conhecer e monitorar o progresso e a efectividade das iniciativas que o Governo tomou, para controlar a onda de caça furtiva que dizimou milhares de elefantes nesta Reserva, que alberga a maior população de elefantes no país.

Durante a visita, o Presidente realçou a importância da Reserva, que é uma das últimas e maiores áreas de vida selvagem em África.

Na sessão, o Presidente da República encorajou ao Governo local a continuar com o relacionamento saudável com a Reserva, por forma a minimizar os conflitos decorrentes da gestão dos recursos naturais. Nyusi falou da importância do reconhecimento do papel da comunidade local como o maior guardião da conservação da biodiversidade e dos recursos naturais.

Nesta deslocação à Reserva do Niassa, o Presidente da República fez-se acompanhar pelo Ministro da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural, Celso Correia.

O Governo de Moçambique e Angola querem transformar as suas boas relações em actos concretos, de caracter comercial. O desejo foi manifestado pelo chefe da diplomacia dos dois países, no final das conversações mantidas na sexta-feira, em Maputo.

O ministro angolano das Relações Exteriores, Manuel Augusto está de visita a Moçambique. Durante horas manteve conversações com o seu homólogo moçambicano, José Pacheco. No final disse que o seu país quer actos concretos na cooperação com Moçambique, incluindo o incremento das trocas comerciais.

Manuel Augusto disse também que o seu país gostou das eleições autárquicas moçambicanas e pretendia colher experiências para as eleições municipais que estão em preparação no seu país.

Por seu turno, José Pacheco disse que Moçambique pretende aprender com a experiência angolana na exploração de hidrocarbonetos e ver cada vez mais empresários angolanos a fazer negócios com moçambicanos.

Uma das áreas já identificadas para as trocas comerciais é do açúcar, que os dois governantes acreditam que a produção nacional pode suprir o défice deste produto que Angola regista.

 

O ministro angolano das Relações Exteriores, Manuel Augusto diz que o povo daquele país poderia estar num nível de vida muito melhor do que se encontra hoje, se não fosse a corrupção que grassa o país a todos os níveis.

Por isso, Manuel Augusto garante que o combate a este mal vai continuar, apesar de parecer uma guerra no seio da família do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA).

O titular da pasta fez estas declarações na última sexta-feira, em Maputo, no final do encontro que manteve com o seu homólogo moçambicano, José Pacheco.

 

A Frelimo em Nampula esteve reunida para avaliação e balanço dos factores que contribuíram para a derrota do partido nos municípios de Nampula, Ilha de Moçambique, Nacala Porto, Angoche e Malema nas últimas eleições autárquicas.

Tomás Salomão, chefe da Brigada Central de Assistência a Província de Nampula reconhece ter existido comportamentos errados no seio dos membros, o que contribuiu para o partido ficar apenas com duas autarquias.

Para Tomás Salomão este é o momento de se levantar, arregaçar as mangas e olhar  para os próximos  desafios.

Antes das últimas eleições, a Frelimo geria  seis  municípios com a excepção da cidade de Nampula.

 

Presidente do Botswana, Makgweetsi Masisi terminou esta sexta-feira a sua visita de Estado ao país, tendo escalado a província de Gaza e Maputo, onde conheceu de perto empreendimentos económicos e diz ter ficado bastante impressionado com o que viu.

O terceiro e último dia de visita de Estado de Makgweetsi Masisi a Moçambique iniciou com uma viagem à Vila da Macia, na província de Gaza, onde foi visitar a fábrica de processamento da castanha de cajú. E porque os residentes locais foram recebe-lo, agradeceu a recepção. “Só quero dizer obrigado por terem vindo nos ver. E é um prazer ver muita gente alegre”.

Depois escalou os diversos compartimentos da fábrica, desde o armazém da castanha em bruto, Passando pelo descasque, embalagem entre outros sectores.

No final partiu para a Praia do Bilene. Apesar da chuva que teimava em cair visitou uma das melhores instâncias turísticas desta praia, tendo percorrido alguns dos seus cantos e no final mostrou-se bastante impressionado. “É muito bom, estamos mesmo impressionados com esta vinda a Gaza, e esperamos dizer isso ao governo e vamos planear para algumas pessoas virem aqui. E as instalações que o gerente nos mostrou são verdadeiramente de classe mundial. Ficamos impressionados e vamos planear para voltar”.

Disse ainda que há condições para apresentar Moçambique e Botswana como destinos turísticos únicos nos mercados internacionais. “Nós temos a vida selvagem para mostrar, as paisagens e as pessoas podem vir aqui relaxar na água, com vista ao mar e comer mariscos, e eu queria muito mais”.

Já de regresso à capital do país, arranjou tempo para passar pelo matadouro industrial instalado na Manhiça. Aqui também percorreu seus compartimentos e apesar da larga experiência do seu país nesta indústria ficou satisfeito com o que viu. “Foi muito boa experiência e o mais importante é que têm custos muito baixos em Moçambique para engordar o que habitualmente é um pouco caro”.

Esta sexta-feira, o Chefe de Estado tswana terminou a visita de três dias e regressou a Gaberone, onde segunda-feira vai fazer o seu primeiro discurso sobre o Estado da Nação. E a visita a Moçambique vai constar do informe, segundo garantiu.

 

O Presidente do Botswana, Mogkweetsi Masisi, diz que os moçambicanos devem se concentrar em questões de desenvolvimento social e económico do país. O Estadista tswana diz que seu país está interessado em trabalhar com o povo e governo de Moçambique.

No segundo dia da visita de Estado à Moçambique, o Presidente do Botswana foi à Praça dos Heróis Moçambicanos. Acompanhado pelo ministro moçambicano da Agricultura e Segurança Alimentar, o Estadista do Botswana foi recebido pelo edil de Maputo e pela governadora da Cidade. Depois de prestar homenagem aos heróis moçambicanos, Mogkweetsi Masisi acompanhou alguns momentos culturais.

Foco e atenção! É por estas palavras que o presidente tswana defende que os moçambicanos devem se guiar.

“O povo de Moçambique deve manter-se focado e esforçar para a questão de desenvolvimento. Há muitas oportunidades, há muitos recursos em Moçambique. Há muita boa vontade em volta dos moçambicanos, incluindo vindo do Bostswana. Nós queremos trabalhar muito próximos do povo e governo moçambicano para galvanizar a vida das pessoas dos dois países”, disse Masisi.

A visita de Estado de três dias do Presidente do Botswana termina esta sexta-feira.

O ensino básico obrigatório poderá ser estendido até nona classe com a aprovação, da revisão da Lei sobre o Sistema Nacional de Educação, aprovado nesta quinta-feira na generalidade, por consenso das três bancadas do Parlamento.

Além da extensão das classes para o ensino básico, isto é, até nona, o ensino primário passará a ser de primeira a sexta classe e com apenas um professor para cada classe e o secundário passa a ser de sétima a 12ª classe. Estas mexidas acontecem em um momento em que a Lei não é revista desde 1992.

 Coube a Conceita Sortane, ministra da Educação e Desenvolvimento Humano apresentar a proposta aos deputados e justificar as mexidas.

Entretanto, apesar dos consensos na aprovação da revisão da Lei, as bancadas do MDM e da Renamo defendem mexidas mais profundas no sistema de Educação. Esta revisão deverá ainda ir a discussão na especialidade, de modo que seja aprovada em definitivo.

Contudo, ainda esta quinta-feira, o Parlamento apreciou a proposta de Lei sobre o regime Jurídico das Fundações, apreciação que não teve o devido debate, tendo sido interrompido para data ainda a agendar, devido a outras agendas do Parlamento.

 

No seguimento da visita de Estado que termina esta sexta-feira, o Presidente do Botswana, Makgweetsi Masisi foi hoje depositar uma coroa de flores na Praça dos Heróis Moçambicanos. No final falou à imprensa tendo destacado que o seu país está apostado em trabalhar lado a lado com Moçambique na melhoria de condições de vida das populações dos dois países, aproveitando as vantagens económicas de que cada um dispõe.

Makgweetsi Masisi aproveitou a ocasião para deixar ficar algumas das recomendações que deixa ao país “o povo moçambicano deve manter-se focado e concentrado nas questões de desenvolvimento, há muitas oportunidades, há muitos recursos em Moçambique, há muita boa vontade em volta dos moçambicanos, incluindo vindo de Botswana. Nós queremos trabalhar muito próximos do povo e do governo moçambicano para galvanizar a vida das pessoas dos dois países”. Recorde-se que os dois países acordaram desenvolver projectos em conjunto no sector de energia e infra-estrutura ferro-portuários, tendo criado um grupo de trabalho que deverá estruturar e calendarizar a implementação desses projectos, com destaque para o Porto de águas profundas de Techobanine e uma linha férrea a ligar o porto ao Botswana passando por Swazilândia e África do Sul.

Ainda hoje, o Chefe de Estado tswana foi fazer uma visita de cortesia à Assembleia da República, tendo sido recebido pela Presidente do parlamento, Verónica Macamo e os três chefes das Bancadas Parlamentares. E porque trata-se de uma visita de Estado, Masisi foi recebido com honras militares.

Durante o encontro o Presidente tswana e os parlamentares moçambicanos trocaram experiências sobre o funcionamento dos parlamentos dos dois países, até porque o governante se fazia acompanhar por alguns deputados do seu país, parte dos quais dos partidos da Oposição. Masisi falou ainda das relações entre os dois países que duram desde o tempo da luta de libertação nacional em que jovens moçambicanos usavam Botswana como caminho para chegar a Tanzânia onde se juntaram aos guerrilheiros que combatiam o colonialismo português.

O governante Tswana disse por outro lado que ficou bastante impressionado com a composição do parlamento moçambicano, que para além de ter representado três formações políticas diferentes, ser composto em quase 40% por mulheres, é liderado por uma mulher e as duas maiores bancadas têm também mulheres à cabeça. “Têm uma grande percentagem de representação das mulheres no parlamento e podemos aprender alguma coisa de vocês, porque o número de mulheres no nosso parlamento é muito baixo. Na segunda-feira vou fazer o meu discurso sobre o Estado da Nação e vou certamente falar da experiência que pude colher nesta minha visita aqui a Moçambique”, disse Makgweetsi Masisi.

Por outro lado, pediu ao parlamento para não esquecer os elefantes que seu país ofereceu a Moçambique para ajudar a elevar o potencial turístico do país, “no trabalho que fazem aqui no parlamento, por favor disponibilizem espaço para eles (os elefantes), protecção para eles e orçamento para eles. Porque ajudam a melhorar a qualidade de vida da população de Moçambique, porque o vosso potencial turístico vai aumentar e estaremos muito satisfeitos por poder vos ensinar a proteger-lhes”, disse o governante. Moçambique deverá iniciar a translocação desses animais dentro em breve segundo o Governo moçambicano, sendo que o primeiro logo vai ser enviado ao Parque Nacional de Zinave. A demora para buscar-se os elefantes prende-se com a criação de condições de segurança para evitar que os mesmos fossem vítimas de caçadores furtivos que dizimaram milhares de elefantes em várias áreas de conservação nos últimos anos em Moçambique.

Esta sexta-feira o Presidente do Botswana termina visita ao país, mas antes deverá escalar uma fábrica de processamento da castanha de cajú, no distrito da Macia,0 Província de Gaza.

 

Os chefes das diplomacias de Moçambique e Botswana assinaram acordos de cooperação, nesta quarta-feira em Maputo, na área de Serviços Aéreos, no sector de Artes e Cultura, e explicaram o sentido da cooperação entre os dois países, a destacar a venda de 70 MW de energia eléctrica ao Botswana imediatamente.

Os acordos acontecem no contexto da visita de Estado, de três dias, do Presidente do Botswana,  Mokgweetsi Masisi  a Moçambique. É a segunda vez que Masisi está no país em seis meses e é a primeira visita de Estado que realiza a um país africano desde que foi indicado Presidente do Botswana em Abril passado.

Os dois países pretendem ainda reactivar o projecto do Porto de Águas Profundas de Techobanine na Província de Maputo e uma Linha Férrea a ligar os dois países. De igual modo, almejam incrementar o comércio, já com produtos identificados.

Por outro lado, Botswana está à espera que Moçambique vá buscar 500 elefantes que ofereceu na última visita de Mokgweetsi Masisi ao país. Daquele universo de animais, o primeiro grupo dos paquidermes deve ser transferido para o Parque de Zinave.

Esta visita foi antecedida por uma delegação de mais de 50 oficiais do Estado tswana que, com a sua contraparte moçambicana, discutiram cooperação nos sectores de agricultura, recursos minerais, infra-estruturas, energia, turismo, comércio, defesa e segurança.

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