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A Primeira-Dama da República defende que o investimento nas mulheres e raparigas constitui um requisito indispensável para garantir um futuro sustentável em África, defendendo que o continente deve reforçar a sua resiliência face às alterações climáticas, aos conflitos e às crises humanitárias. Gueta Chapo expressou a  posição nesta quinta-feira, em Luanda, Angola, durante o lançamento da campanha “Reforçar Resiliência para Mulheres e Raparigas: Clima, Conflitos e Futuros Sustentáveis”, no âmbito da sua participação na Gala de Angariação de Fundos da Organização das Primeiras-Damas Africanas para o Desenvolvimento (OAFLAD).

Na ocasião, Gueta Chapo afirmou que a iniciativa representa mais do que um compromisso institucional, considerando-a um pacto com o futuro do continente. Segundo a Primeira-Dama, as mulheres e raparigas continuam a suportar os efeitos mais severos das alterações climáticas, dos conflitos armados, das deslocações forçadas e da pobreza, pelo que devem ser colocadas no centro das políticas de desenvolvimento e da tomada de decisões.

A esposa do Chefe do Estado sublinhou que as mulheres africanas não devem ser encaradas apenas como vítimas das crises, mas como protagonistas da transformação social e económica, destacando o seu contributo para a segurança alimentar, a criação de riqueza, a educação, a saúde e a promoção da paz. Defendeu, por isso, o reforço do investimento nas suas capacidades e liderança, sustentando que não haverá desenvolvimento sustentável enquanto persistirem as desigualdades no acesso às oportunidades e aos espaços de decisão.

Durante a intervenção, Gueta Chapo evocou ainda a realidade moçambicana, marcada pelos impactos dos ciclones, cheias, secas e do terrorismo em Cabo Delgado e em alguns distritos da província de Nampula. Referiu que, perante estas adversidades, as mulheres moçambicanas têm demonstrado uma extraordinária capacidade de resiliência, realidade que, segundo afirmou, se repete em vários países africanos.

A Primeira-Dama destacou igualmente o programa ProMulher, lançado pelo Presidente da República, Daniel Chapo, como exemplo de uma política pública orientada para a promoção da autonomia económica das mulheres através do acesso ao financiamento. Acrescentou que o investimento na educação, na inovação, na agricultura resiliente e na inclusão financeira é determinante para o progresso das comunidades e do continente.

No fim, apelou para que a campanha continental se traduza em políticas inclusivas, investimentos consistentes e acções concretas em benefício das mulheres e raparigas, defendendo que o futuro de África dependerá sobretudo da capacidade dos seus países de investir naquele que considera o seu maior recurso estratégico: as mulheres.

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O presidente da Comissão Nacional de Eleições, Dom Carlos Matsinhe, assume que a falta de dinheiro está a prejudicar a materialização do processo eleitoral em Moçambique. Matsinhe revelou que os fornecedores de bens aos órgãos eleitorais já não aceitam prestar serviços sem o pagamento das dívidas existentes.

Esta revelação é feita a menos de cinco meses para a realização das eleições gerais e provinciais no país, dando mesmo a conhecer que nem tudo está como devia estar.

De acordo com o presidente da Comissão Nacional de Eleições, os órgãos eleitorais devem a muitos fornecedores de serviços.

Matsinhe não revelou quanto está em dívida, mas diz que a falta de liquidação das mesmas fez com que  as empresas decidissem fechar as portas aos órgãos eleitorais.

Com as portas fechadas, os órgãos de administração eleitoral ficam sem recursos para trabalhar.

Carlos Matsinhe está em visita de trabalho à província de Inhambane, sendo que já trabalhou nos distritos de Zavala e Inharrime.

Cerca de mil famílias no distrito de Guijá, em Gaza, Sul do país, enfrentam insegurança alimentar devido aos impactos do fenómeno climático El Niño, disse o administrador local.

“São famílias vulneráveis compostas por idosos, crianças órfãs e pessoas com deficiência que se ressentem do défice de alimentos”, avançou Jaime Mugabe, citado, esta terça-feira, pelo órgão público Rádio Moçambique (RM).

Segundo o administrador, a insegurança é resultante do “fracasso” na presente época agrícola, por conta do fenómeno climático El Niño.

Como resposta, o Instituto Nacional de Acção Social (INAS) realiza campanhas de distribuição de alimentos às famílias afectadas.

“Os beneficiários vão receber uma cesta básica composta por arroz, farinha de milho, feijão, óleo de cozinha e sal, por um período de três meses”, explicou.

No final de Setembro, o Presidente da República, Filipe Nyusi, apelou à preparação da população e das entidades para os previsíveis efeitos do fenómeno El Niño no país nos meses seguintes, com previsões de chuvas acima do normal e focos de seca.

Moçambique é considerado um dos países mais severamente afectados pelas alterações climáticas globais, enfrentando ciclicamente cheias e ciclones tropicais durante a época chuvosa, que decorre entre Outubro e Abril.

O El Niño é uma alteração da dinâmica atmosférica causada por um aumento da temperatura oceânica. Este fenómeno meteorológico está também a provocar chuvas torrenciais na África Oriental, que já causaram centenas de mortos no Quénia, Burundi, Tanzânia, Somália e Etiópia.

Populares vandalizaram, na segunda-feira, o posto policial e o edifício da sede da localidade de Maciana, no Município de Manhiça, na Província de Maputo. Há registo de 14 detidos no seio da população e alguns feridos.

A noite da última segunda-feira foi de autêntica agitação no Município de Manhiça, precisamente na localidade de Maciana. A confusão começou, segundo relatos, quando um agente da Polícia da República de Moçambique (PRM) afecto à subunidade policial local abandonou o seu posto para consumir bebidas alcoólicas na companhia de seu amigo civil. Depois da jornada de consumo de bebidas alcoólicas, o agente da PRM e  seu amigo iniciaram patrulhas ilegais.

Nessa incursão, interpelam um cidadão pela madrugada, ordenando que o mesmo parasse, tendo este recusado e ido embora temendo pela sua vida. Posto isso, ligou aos seus familiares para informar sobre a situação e seguiu ao encontro da pessoa interpelada pelo agente da PRM e seu amigo.

E, quando o agente se  apercebeu  da presença da comunidade,  fugiu  para a esquadra junto com o seu “comparsa”.

A população marchou até à esquadra, onde exigiu a libertação do agente e seu amigo para que fosse feita a justiça pelas próprias mãos. Perante a recusa dos agentes da PRM daquele posto,  a população,  já enfurecida, partiu para a violência. Como consequência da sua acção, o posto policial e o edifício onde funciona a sede da localidade de Maciana e  a viatura da PRM foram incendiados.

O chefe do Departamento de Relações Públicas no comando provincial da PRM em Maputo, Rodrigues Chabana, diz ter sido constituída uma comissão de inquérito para apurar as causas do incidente.

Quanto ao agente da PRM que abandonou o posto e foi consumir bebidas alcoólicas, este poderá ser responsabilizado. A fonte disse, ainda, que há 14 pessoas detidas suspeitas de serem os “cabecilhas” da agitação.

Neste momento, a sede da localidade, assim como o posto policial de Maciana estão encerrados e inoperacionais.

Entretanto, a vida voltou à normalidade, mas ainda reina um ambiente de medo no seio da população perante a presença expressiva de agentes da PRM.

Num passado recente, sete pessoas, incluindo três agentes da polícia, foram enterradas vivas por populares em Manhiça, acusados de roubo de gado.

As vítimas foram, na ocasião, torturadas pela população e enterradas vivas, acusadas de pertencer a um grupo que rouba gado na Província de Maputo.

A Polícia da República de Moçambique  destacou, na altura, uma equipa para investigar o caso, mas três dos seus agentes também foram amarrados, torturados e enterrados vivos pela população.

árias pessoas se instalaram no posto policial local, reivindicando a libertação de alguns membros da comunidade que foram detidos após os dois episódios. A polícia moçambicana foi obrigada a reforçar o seu contingente policial.

Seis pessoas perderam a vida e outras 16 ficaram feridas, em resultado de um acidente de viação ocorrido na segunda-feira, no Posto Administrativo de Namina, distrito de Mecuburi, em Nampula.

O acidente, do tipo choque entre duas viaturas, envolveu um minibus de transporte de passageiros que fazia o trajecto posto administrativo de Namina/distrito de Rapale, tendo chocado violentamente contra um camião estacionado.

O excesso de velocidade por parte do condutor do minibus, que transportava, na altura, vinte passageiros, o mau estacionamento e a falta de sinalização do camião são apontados como causas do acidente.

David Abílio, uma das vítimas do sinistro e que escapou da morte, estava na viatura de transporte semicolectivo de passageiros que embateu contra um camião de carga que se encontrava estacionado na berma da estrada, resultando na morte imediata de seis pessoas. Conta que foi tudo de repente e, depois do embate, viu corpos estatelados e entrou em pânico.

David Abílio é secundado por Isaque Sabonete, que lamenta a perda de vidas humanas no sinistro.

O Hospital Central de Nampula (HCN) confirma a entrada de 16 pacientes, alguns em estado grave e outros ligeiro, bem como os seis óbitos.

Após o sinistro, o motorista do “semicolectivo” pôs-se em fuga. A Polícia da República de Moçambique foi chamada a intervir.

A PRM apela ao cumprimento das regras básicas de trânsito, sobretudo no que concerne ao excesso de velocidade.

Cada uma das escolas privadas situadas em Marracuene tem um prazo de 30 dias para pagar 50 mil Meticais ao Conselho Municipal. O valor é referente à taxa de actividades económicas naquela autarquia.

O recém-criado Município de Marracuene, na Província de Maputo, notificou todas as escolas privadas sobre a nova medida imposta pela edilidade.

A instituição estima que haja pelo menos 50 escolas privadas a operar naquela autarquia.

Cada um desses estabelecimentos de ensino privado tem um prazo de um mês para pagar 50 mil Meticais, correspondentes à taxa de actividades económicas.

Shafee Sidat, presidente do Município de Marracuene, explicou que toda a actividade económica com um fim lucrativo tem de pagar uma taxa. “As instituições privadas de ensino, para além de pagar os seus impostos, se estão numa área municipal, têm de pagar uma taxa que foi aprovada pela nossa Assembleia Municipal”, disse Shafee Sidat, presidente do Conselho Municipal de Marracuene.

O assunto inquieta-os, mas, mesmo assim, os directores de algumas escolas visitadas pela reportagem d’O País não quiseram dar a cara.

O certo, segundo explicaram, é que estão indignados, o valor é exorbitante e nenhuma escola visada tem capacidade de suportar.

No entanto, o edil disse que não basta apenas dizer que o valor a pagar é alto. É preciso provar.

‘’Quem entende que a taxa é alta pode aproximar-se ao Município para analisar. Outra medida é que nós temos um protocolo com a Autoridade Tributária, no qual serão feitas algumas auditorias a este tipo de negócio”, avançou.

Contudo, a Vereação para Área da Educação, Juventude, Desporto e Cultura pondera analisar caso a caso.

Em casos de incumprimento da medida, a edilidade de Marracuene garante que o passo a seguir será a cobrança coerciva.

A Bélgica e a Ucrânia assinam um acordo bilateral de segurança, que inclui o envio de 30 caças F-16 para a Ucrânia e um pacote de ajuda de cerca de 977 milhões de euros.

O acordo foi assinado durante a visita do Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, à Bruxelas, onde se encontrou com o primeiro-ministro belga, Alexander de Croo.

De acordo com a agência Reuters, que cita a ministra dos Negócios Estrangeiros da Bélgica, Hadja Lahbib, o envio dos 30 caças vai acontecer faseadamente, até 2028, com a primeira entrega a ser feita já este ano.

A visita de Zelensky à Bélgica acontece no mesmo dia em que o Presidente ucraniano viaja para Portugal, onde se vai encontrar com o primeiro-ministro Luís Montenegro e o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

Em Portugal, deverá também assinar um acordo de cooperação bilateral para 10 anos.

 

O Ferroviário de Maputo continua de mal a pior no Moçambola 2024 e bateu o pior recorde de pontos num arranque da prova, ao somar apenas um ponto em 18 possíveis. É, pela primeira vez na história, lanterna vermelha, ao cabo de seis jornadas. Os adeptos solidarizam-se com a equipa técnica e acusam a direcção de não ajudar.

É o pior arranque dos últimos tempos. O Ferroviário de Maputo somou, esta segunda-feira, a sua quinta derrota no Moçambola 2024, ao perder com a Associação Desportiva de Vilankulo, por uma bola sem resposta, em sua casa.

Betinho abriu o marcador logo aos 10 minutos do jogo, iniciando m,ais um sofrimento para os “vata xanisseka” este ano. É que foi complicado para o Ferroviário de Maputo, que não conseguiu chegar ao tento de empate na primeira parte, mesmo dispondo de algumas oportunidades para tal.

Ja segunda metade da partida, os “locomotivas” até tentaram dar ar da sua graça, com Shaquile, à meia distância, a descobrir um buraco, mas o seu remate passou ao lado. Minutos depois foi a vez de Neymar tentar a sorte, porém sem sucesso. E tantas outras oportunidades disperdiçadas.

A Associação Desportiva de Vilankulo foi calculista e só não dilatou o marcador porque os seus avançados foram perdulários.

Nas hostes dos adeptos já não há paciência para mais. Os adeptos apontam os culpados pela época desastrosa e para eles a direcção é que não ajuda no alcance dos objectivos. O facto é que já são cinco derrotas e apenas um empate.

Sérgio Boris continua com a corda no pescoço e a semana vai ditar o futuro. Entretanto, o técnico português diz quer a única forma de sair destes resultados negativos é marcar todas oportunidades que se cria e vencer os jogos.

Próxima semana vai a Tchumene defrontar a Black Bulls, num mais um martírio para os adeptos do Ferroviário de Maputo, lanterna vermelha do Moçambola 2024.

Dos moçambicanos na diáspora, destaque para Reinildo Mandava, que este fim-de-semana, na última jornada da LaLiga, marcou o golo que garantiu o quarto lugar da prova e o apuramento para a fase de grupos da Liga dos Campeões. Já David Malembane deixou o pássaro voar na Arménia e terminou em segundo lugar, a dois pontos do campeão.

Reinildo Mandava, foi decisivo na vitória do Atlético Madrid diante da Real Sociedad, por 2-0, em jogo da última jornada da LaLiga. O  internacional moçambicano marcou, aos 84 minutos, o segundo golo dos madrilenos, numa jogada em que foi assistido por Álvaro Morata. Este foi o segundo golo de Reinildo na prova.

Os “colchoneros” adiantaram-se no marcador à  passagem do minuto  oito, com um golo de Samuel Lino. Com esta vitória, a equipa de Reinildo Mandava terminou em quarto lugar na LaLiga com setenta pontos, enquanto  a Real Sociedad ocupou a sexta posição com 51.

Ainda na Espanha, mas com a decisão tomada já há muito, Bruno Langa despediu-se da LaLiga a titular na vitória da sua equipa, o Almería, diante do Cádiz, por 6-1. Langa jogou os 90 minutos e agora espera pela decisão do seu futuro nos próximos dias.

Se Bruno Langa despediu-se com vitória na liga principal, o mesmo não se pode dizer de Clésio Baúque, que no derradeiro jogo da sua equipa, o Gabala, na primeira liga do Azerbaijão, viu-se derrotado pelo Sumqayit por uma bola sem resposta.

Foi uma despedida inglória para o jogador moçambicano, que ainda não sabe se continua na equipa azeri na próxima temporada, na segunda liga.

Já David Malembane não conseguiu a almejada conquista do título da Arménia, ao permitir a reviravolta nas três últimas jornadas do Pyunik, que acabou por sagrar-se campeão.

Sem jogar na última jornada, a turma de David Malembane venceu o West Arménia por 3-1 e terminou na segunda posição, com 80 pontos, menos dois que o campeão arménio.

Quem foi campeão no país onde joga é Geny Catamo, que ainda assim não conseguiu a dobradinha. Com Geny Catamo a titular, o Sporting perdeu com o FC Porto por 2-1, na final da Taça de Portugal.

Os “leões” ainda adiantaram-se no marcador, aos vinte minutos, por intermédio do defesa  Jeremiah Juste. Mas, no  minuto 25,  num lance aparentemente controlado, Geny Catamo cortou mal a bola e isolou  Evanilson, que não falhou na cara de Diogo Pinto.

Já no período do prolongamento, Taremi marcou o golo da vitória na conversão do castigo máximo. O FC Porto venceu a Taça de Portugal pela  vigésima vez.

Já em campeonatos africanos, quem também foi titular neste fim-de-semana, foi Manuel Kambala, no Polokwana City da África do Sul. O moçambicano ajudou a sua equipa a vencer o TS Galaxy à tangente, resultado que coloca a equipa na oitava posição, no final da prova.

Já Edmilson Dove não foi a tempo de ajudar a sua equipa, o Kaiser Chiefs, uma vez que esteve castigado e não foi opção na sua equipa. O Chiefs acabou derrotado pelo Cape Town Spurs, equipa que desceu de divisão. A equipa de Edmilson Dove termina a prova na 10ª posição da prova.

Já na Tanzania, Luís Miquissone e Amadou entraram a substituir nos jogos da 29ª e penúltima jornada da Liga Kuu Bara. Miquissone ainda ajudou a equipa, o Simba, a vencer o KMC FC à tangente, enquanto Amadou não evitou a derrota da sua equipa, o Ihefu FC, por 0-2 diante do Dodoma FC.

O Simba é, actualmente terceiro classificado, com 66 pontos, os mesmos do Azam, segundo, e lutam pelo apuramento à Liga dos Campeões Africanos, na última jornada, enquanto o Ihefu é 10º, com 33 pontos, mas ainda sem a manutenção garantida.

Um grupo de malfeitores arrombou três estabelecimentos comerciais, localizados na avenida Josina Machel na Baixa da cidade de Maputo e apropriaram-se de vários bens. O crime aconteceu durante a madrugada e as camerâs de vigilância registaram toda a acção criminosa em todas as lojas.

A semana laboral não começou da melhor forma para os proprietários de alguns estabelecimentos comerciais da cidade capital. É que na manhã desta segunda-feira, supreenderam-se ao encontrar suas lojas vandalizadas.

Em quase todos os estabelecimentos, os malfeitores teriam se apoderado de alguns bens como dinheiro, material elétrico e vestuário. A situação acontece depois de uma tentativa frustrada dos ladrões há dois meses.

“Esta é a segunda vez a presenciarmos algo igual, a primeira foi em março, alguns vandalizadores teriam tentado sem sucesso abrir a porta de uma loja aqui ao lado, mas o alarme disparou e colocaram-se em fuga,” conta France Novela, um funcionário de uma das lojas vandalizadas.

A polícia da República de Moçambique e o Serviço Nacional de Investigação Criminal estiveram no local nas primeiras horas do dia.

Apesar do medo, os propriétarios acreditam que as câmeras instaladas vão ajudar no esclarecimento dos crimes.

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