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Oito meses depois do início de uma disputa familiar pela posse de um terreno localizado numa das zonas nobres da cidade de Chibuto, em Gaza, o conflito ganha um novo capítulo. Enquanto o processo segue nos Tribunal Judicial de Chibuto,  um homem de 70 anos de idade mandou destruir as  casas erguidas no espaço, deixando  oito sobrinhos  sem abrigo.

Os familiares acusam o tio de ter vendido o terreno sem o conhecimento dos demais herdeiros. Segundo contam, a alegada venda terá sido feita de forma secreta, numa altura em que ainda existia uma contestação familiar sobre o direito de posse da área.

“Foi uma situação inesperada. Apareceram homens e começaram a destruir as nossas casas. Nós não recebemos nenhuma informação sobre uma decisão que determinasse a nossa saída”, relata um dos sobrinhos afectados.

Os oito familiares dizem ocupar o espaço há vários anos e afirmam que nunca foram formalmente informados sobre uma decisão judicial que autorizasse a retirada ou a demolição das habitações.

“Se existe uma decisão do tribunal, nós queremos conhecer. O nosso problema é a forma como tudo aconteceu. Não fomos ouvidos e de repente perdemos as nossas casas”, explica outro familiar.

Segundo os afectados, o caso está a correr no Tribunal Judicial do 

Distrito de Chibuto, mas alegam que nunca foram chamados para acompanhar a tramitação do processo ou conhecer oficialmente uma decisão favorável a uma das partes.

A tensão aumentou quando homens chegaram ao terreno e destruíram as construções existentes. Os moradores afirmam que a acção terá sido realizada em nome do alegado novo proprietário do espaço, que entretanto já se encontra no local.

Para os sobrinhos, a demolição representa uma tentativa de retirar-lhes um direito que consideram legítimo sobre o terreno.

“Não estamos contra a justiça, mas a lei deve ser respeitada. Não se pode retirar pessoas das suas casas sem uma comunicação clara”, lamenta um dos afectados.

O Município de Chibuto confirma estar a par do conflito, mas afirma desconhecer as circunstâncias que levaram à destruição das casas.

O vereador do Município de Chibuto, Jacinto Macondzo, diz que a edilidade acompanha o caso, mas garante que não esteve envolvida na demolição das habitações.

“Temos conhecimento desta disputa, mas a destruição das casas não foi uma acção do município. Estamos a acompanhar a situação para perceber exactamente o que aconteceu”, afirma Jacinto Macondzo.

O vereador explica que a intervenção poderá estar relacionada com uma decisão judicial, mas defende que qualquer acção deve obedecer aos procedimentos legais.

“Enquanto o processo estiver em disputa e não houver um esclarecimento definitivo das autoridades competentes, o município vai manter o processo administrativo suspenso”, esclarece.

“O País”  tentou, durante uma semana, ouvir o homem de 70 anos apontado pelos familiares como responsável pela venda do terreno, mas até ao fecho desta reportagem não foi possível obter uma reacção.Entretanto, o alegado novo proprietário do espaço já se encontra no local, enquanto os oito sobrinhos afectados continuam a exigir esclarecimentos sobre a forma como perderam as habitações.

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Está detido mais um indivíduo  por falsificar a nova série do Metical em Chimoio, na província de Manica. Apesar de ostentar um passaporte nacional, o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) diz que o acusado é tanzaniano.

Em menos de um mês após sua introdução, a 16 de junho passado, já contam-se dois casos de falsificação do “novo” Metical na província de Manica.

Segundo o (SERNIC), à semelhança do primeiro caso, o detido foi também encontrado com  três notas de mil meticais falsas e outras do Malawi, Sri Lanka e Zimbabwe.

Igualmente, o porta-voz da Direcção Provincial de Investigação Criminal, em Manica, Paulo Candeeiro disse que também foi confiscado o material usado para a falsificação de notas da moeda nacional.

Apesar do passaporte identificá-lo como cidadão nacional, o SERNIC diz que o detido é tanzaniano.

O detido nega o envolvimento no crime de falsificação de moeda.

O SERNIC também deteve um indivíduo de quarenta e quatro anos, na posse de um quilograma de canábis sativa e o mesmo assume que é um negócio que faz há um ano.

José Manteigas é, desde ontem, o novo presidente da mesa do Conselho Nacional do maior partido da oposição no país. Segundo o anúncio da Renamo, Manteigas deixou o cargo de porta-voz para Marcial Macome.

No âmbito da preparação para as eleições de 09 de Outubro próximo, através das redes sociais, o partido Renamo decidiu fazer mudanças “estratégicas” no seu quadro directivo.

A Renamo, segundo o comunicado, “celebra a nomeação de novos quadros para cargos estratégicos, visando impulsionar a caminhada rumo à vitória nas eleições de Outubro.”

Neste contexto, o presidente da Renamo, Ossufo Momade, empossou também Geraldo Alexandre Carvalho para o cargo de chefe de Departamento Nacional de Mobilização do partido e Ezequiel Molde Gusse como chefe nacional do Departamento de Formação e Estudos Estratégicos.

Com o mesmo propósito, foram igualmente reconduzidos outros membros para os seus antigos postos. “A recondução de outros quadros em posições-chave reforça a continuidade e estabilidade necessárias para alcançar os objectivos do partido” e, sob a liderança do presidente Ossufo Momade, A Renamo “reafirma o seu compromisso com a renovação e o fortalecimento interno, visando conquistar o apoio do povo moçambicano”, lê-se.

Estas mudanças ocorrem numa altura em que a liderança de Ossufo Momade tem sido questionada e criticada até por membros seniores do partido.

Desportivo de Nacala e Ferroviário de Lichinga protagonizam um dos embates de destaque da fase regional da Taça de Moçambique, segundo ditou o sorteio realizado, esta quarta-feira, na sede da FMF. Os jogos, das três fases do país, disputam-se entre 20 e 21 de Julho próximo.

Ainda com jogos da fase provincial por se realizarem, na província e cidade de Maputo, a Federação Moçambicana de Futebol avançou com o sorteio da fase regional da competição.

Uma fase que será de eliminatória única para centro e sul, e duas eliminatórias para a região norte, para o apuramento das equipas que passam à fase nacional, ou seja, aos quartos-de-final.

Assim, para a zona sul, o detentor do troféu, a Black Bulls, mede forças com o vencedor da eliminatória, entre Liga Desportiva de Maputo e o Maxaquene, ainda por se realizar. O Costa do Sol defronta as Águias Especiais de Gaza e a Associação Desportiva de Vilankulo joga com o Estrela Vermelha de Maputo.

Já o Ferroviário de Maputo, que milita no Moçambola, e que é lanterna vermelha, vai ter pela frente o representante da província de Maputo, cuja final ainda não está definida, esperando-se pelo adversário do Brera Tchumene FC, que sairá do embate entre Desportivo da Matola e o Galaxy SS.

Para esta zona, os vencedores das quatro partidas qualificam-se aos quartos-de-final, ou seja, a fase nacional.

Para a zona centro, onde apuram-se três equipas, não há, também, nenhum jogo entre equipas do Moçambola, sendo que a União Desportiva de Songo, finalista vencido da última edição, cruza caminho da Liga Desportiva de Sofala, e o Ferroviário da Beira terá o Chingale de Tete como adversário.

No único embate entre equipas da segunda divisão, o Textáfrica de Chimoio mede forças com o Matchedje de Mocuba.

No norte, é onde haverá o jogo de destaque entre equipas do campeonato nacional, nomeadamente, o Desportivo de Nacala e o Ferroviário de Lichinga. Já o Ferroviário de Nampula, outra equipa do Moçambola, defronta o Desportivo de Pemba, do escalão secundário.

Nesta zona, haverá uma primeira eliminatória, em que os vencedores jogarão entre si para se encontrar o representante zonal, uma vez que apenas uma equipa se vai para os quartos-de-final.

Os jogos da fase regional terão lugar entre os dias 20 e 21 de Julho corrente, sendo que a final four, nomeadamente, as meias-finais e a final, disputam-se em Novembro, em Nampula.

Organizadores esperam que prova seja melhor que a do ano passado
A Taça de Moçambique é organizada pela Federação Moçambicana de Futebol, em parceria com ZAP Moçambique, pelo segundo ano consecutivo. As duas instituições esperam que a prova deste ano seja ainda mais emocionante e melhor que a do ano passado.

Para Macial Junaya, representante da ZAP, esta é mais uma oportunidade de apoiar a prova e “como sempre, queremos dar visibilidade a este grande evento que vai se realizar, pois é uma exigência muito alta para os atletas, para a organização, tendo em conta que vamos levar esta competição não só as pessoas que vão assistir aos jogos nos campos, mas também queremos levar este conteúdo para televisão, para expandir o máximo possível”.

Macial deu ainda a grande novidade da realização da fase final da competição na província de Nampula.
Já o presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Feizal Sidat, começou por dizer que esta é uma competição importante, na medida em que qualifica um dos representantes do país para as competições africanas.

“Por isso procuramos parceiros para minimizar os custos dos clubes que disputam a prova, tendo em conta as deslocações, e dar mais espectáculo ao público”, disse Sidat.

O chefe da Casa do Futebol disse ainda que do financiamento dado pelo patrocinador “o maior bolo vai para os clubes”, será para garantir a questão da logística durante os jogos.
Relativamente a premiação, Sidat reconheceu que os 500 mil meticais oferecidos estão longe do ideal, mas “vamos tentar namorar o parceiro para que nos próximos anos possamos incrementar o prémio”.

Ficou a promessa de que, no próximo ano, a fase final regressa a zona sul, depois de, no ano passado, ter sido no centro, e, neste, ser no norte do país.

Clubes querem empenhar-se para vencer a prova
Relativamente a competição em si, os clubes dizem estar a prepara-se para vencer a competição, e prometem muito espectáculo nas quatro linhas.

Para o representante da Black Bulls, Dino Dulá, a ambição é revalidar o troféu, para além de conquistar todas provas nesta época. “Foi gratificante vencer a Taça de Moçambique ano passado, pois era o troféu que mais esperávamos. Estamos para a trabalhar para conquistar a taça e queremos representar bem o país nas afrotaças”, disse.

Já Mano-Mano, do Costa do Sol, também assegura o desejo de conquistar a prova. “A Taça é uma prova que queremos vencer e estamos focados e preparados para tal. Não será fácil, mas vamos fazer de tudo para no final festejarmos com os nossos adeptos”, disse Mano-Mano.

Apesar de não estar a passar por um bom momento a esta altura, o Ferroviário de Maputo não perde a fé de conquistar a prova. “Vamos encarar esta prova com muita cautela para podermos chegar à final e conquistar a Taça”, disse Isidro Amade, do Ferroviário de Maputo.

O representante do Ferroviário da Beira também quer recuperar o título que foge das suas vitrinas, há mais de seis anos. “Está ao nosso alcance eliminarmos o Chingale de Tete. Não será fácil, mas vamos procurar chegar a final e vencer a prova”, disse.

Quem se quer estrear a vencer é o Desportivo de Nacala, que quer aproveitar o facto da fase final decorrer em Nampula para festejar em casa. “Vamos fazer de tudo para vencermos esta prova na nossa província”, disse o representante dos “canarinhos” de Nacala, que terão pela frente o Ferroviário de Lichinga na fase regional.

SORTEIO DA FASE REGIONAL DA TAÇA DE MOÇAMBIQUE
FASE REGIONAL SUL
Ferroviário de Maputo vs Rep. Província de Maputo
LD. Maputo vs Maxaquene vs Black Bulls
Costa do Sol vs Águias Especiais de Gaza
Estrela Vermelha Maputo vs AD Vilankulo

FASE REGIONAL CENTRO
Liga Desportiva Sofala vs UD Songo
Ferroviário da Beira vs Chingale de Tete
Textáfrica de Chimoio vs Matchedje de Mocuba

FASE REGIONAL NORTE
Desportivo de Nacala vs Ferroviário de Lichinga
Desportivo de Pemba vs Ferroviário de Nampula

Estugarda, Heilbronn, Berlin (Alemanha), Grosseto, Napoles (Itália), Gutemburgo (Suécia) e Lisboa (Portugal) são as cidades pelas quais o cantor e guitarrista Dino Miranda vai passar numa digressão de verão pela Europa, nos próximos três meses.

Acompanhado por Fabrice (baixo suiço), Mateus (baterista brasileiro), Raphelipo (percussionista alemão), Franz (teclista húngaro), David Back (teclista suéco), Stefan Bergman (baixo suéco), Cláudia (violinista italiana), Danielle (guitarrista flamenco italiano), Mamadou (baterista e percussionista senegalês) e Celso Paco (baterista moçambicano), a digressão de Dino Miranda surge com o objectivo de o autor afirmar a sua marca no mercado europeu e no mundo. Assim, Dino Miranda leva à Europa temas dos seus dois álbuns discográficos, designadamente “Moya wa kaya” e “Xiluva”.

O convite para a digressão de Dino Miranda nos quatro países europeus surgiu na sequência da sua participação no Africa Festival, em Estugarda, associado ao convite da Associação Moçambicana Bazaruto, para as celebrações do Dia da Independência de Moçambique na Alemanha.

Às 17 horas desta quinta-feira, no Instituto Superior de Formação, Investigação e Ciência (ISFIC), na Cidade de Maputo, será lançado o livro de Helder Martins, “Crónicas dum insubmisso – volume II”.

Segundo o comunicado de imprensa da Alcance Editores, que chancela o livro, no segundo volume Helder Martins continua a sua introspecção sobre o seu percurso de vida e sobre aquilo que foi escrevendo, ao longo do tempo. Assim, no livro incluem-se textos acumulados, guardados numa gaveta ou num ficheiro digital, publicados uns, outros comunicados a audiências diversas, nas mais diversas instituições, entrevistas concedidas a jornalistas e a candidatos a graus académicos, discursos em ocasiões solenes e que são agora recuperados.

Ainda no segundo volume, grande destaque é dado ao que se passou nos primeiros anos após a Independência Nacional, por vezes com incursões a acontecimentos mais recentes. “Neste período, tive grandes responsabilidades político-administrativas e organizacionais e a minha insubmissão, que me persegue ainda hoje, manifestou-se de forma diferente. Foi necessário ‘escangalhar o Aparelho de Estado colonial’ e, dessa forma, se manifestou a minha insubmissão”, afirma o autor, citado no comunicado de imprensa da Alcance Editores. “Também, no período da minha vida coberta neste Volume II, o meu espírito rebelde e insubmisso levou-me a saber avaliar os ventos da História e a saber posicionar-me no lado correcto da mesma. Continuei a dizer e escrever, nos momentos certos, verdades, por vezes difíceis de serem aceites. Por tudo isto, acho que posso reafirmar, que os jovens de hoje podem encontrar, nestas «Crónicas dum Insubmisso – Volume II», alguma fonte de inspiração, para procurarem as soluções dos problemas da actualidade.

Helder Martins considera que cresceu e viveu em momentos conturbados da História do Mundo e do nosso país, e que sempre fez o possível, por tentar dar a sua modesta contribuição, à tentativa de solução dos problemas encontrados. O autor julga que não fez nada de especial, pois só cumpriu um dever de cidadania. Ainda assim, gostava que os jovens de hoje, a começar pelos seus netos, fizessem o mesmo, isto é, dessem a sua contribuição empenhada, na tentativa de solução dos problemas da actualidade, que são vários.

Na terça-feira, um homem do Colorado, nos Estados Unidos, foi condenado a 60 anos de prisão por iniciar um incêndio em uma casa que resultou na morte de cinco pessoas de uma grande família senegalesa. Kevin Bui foi o último dos três adolescentes acusados ​​no incêndio de 5 de agosto de 2020 a ser sentenciado.

Segundo relatam as autoridades, Kevin Bui foi vítima de roubo enquanto tentava comprar uma arma de fogo, erroneamente acreditou que havia localizado seu iPhone roubado numa residência e planejou meticulosamente sua vingança. Entretanto, não verificou se a sua pista era realmente certa.

Umas das advogadas de Bui, Rachel Lanzen, disse que o seu cliente não foi que iniciou o incêndio, mas foram os membros mais jovens do trio que o teriam feito. Todavia, essas alegações foram refutadas pelas autoridades policiais, pois Bui admitiu ter iniciado o incêndio.

Durante o periodo em que o crime ocorreu, o jovem auxiliava a sua irmã mais velha, Tanya Bui, na distribuição de narcóticos, conforme registos do tribunal federal. A operação da irmã foi inadvertidamente descoberta quando a polícia revistou a residência da família, no subúrbio de Denver como parte do inquérito sobre incêndio.

No ano passado, Dillon Siebert, que tinha 14 anos quando o incêndio ocorreu, recebeu uma sentença de três anos em detenção juvenil e uma sentença de sete anos em um programa prisional estadual para jovens. Gavin Seymour, de 19 anos, foi sentenciado a 40 anos de prisão em março após admitir uma acusação de assassinato em segundo grau.

 

O Presidente da República diz que continua a haver ataques esporádicos de terroristas em Cabo Delgado, movidos pelo roubo de comida. Filipe Nyusi falava, esta terça-feira, na Tanzânia, após um encontro com a sua homóloga.

De visita à Tanzânia, o Presidente da República manteve encontro, esta terça-feira, com a sua homóloga. À saída, Filipe Nyusi falou à imprensa, tendo destacado os avanços de Mocambique no combate ao terrorismo.

“Temos que fazer muito mais, aliás, a visão da senhora Presidente, de nos convidar para a feira de amanhã (3), vem desta sequência de que alguma coisa temos que fazer muito mais para as nossas economias. Nós temos tudo, como tenho dito em Moçambique, temos tudo para dar certo. Temos recursos na terra e, mesmo para a energia, temos rios, para a agricultura também, temos recursos no mar, temos capital humano, que é bastante trabalhador, então o que falta é colocarmos todos estes recursos a serviço da população, porque a riqueza não explorada, não transformada, sobretudo nos nossos países, não se transformam em riquezas, porque não beneficiam a ninguém”, disse Nyusi.

O chefe de Estado agradeceu o apoio da Tanzânia, em várias frentes, durante os anos de trabalho mútuo, e manifestou a necessidade de reforço da cooperação económica entre as nações vizinhas.

“Não há nenhuma vila nas mãos dos terroristas ou extremistas violentos, nem nas povoações. Os terroristas não têm bases fixas agora. São nómadas, andam de um lado para o outro. É verdade que continuam a fazer ataques esporádicos, por um lado, para mostrar que existem, segundo, para a sua sustentabilidade. Vão para roubar comida nas bancas das populações, mas, mesmo assim, têm estado a receber respostas à altura, dadas pela SAMIM, Forças de Defesa e Segurança de Moçambique e por outros países que, connosco, têm estado a cooperar, neste caso concreto o Ruanda, que está ainda está lá”, explicou.
E, a cooperação entre Moçambique e Tanzânia pode alargar-se ao transporte aéreo.

“A Presidente (da Tanzânia) diz que está a estudar a possibilidade de ver se podem voar para Moçambique e assim haverá complementaridade com as Linhas Aéreas de Moçambique, que voam para aqui, e haver mais fluxo”.

Nyusi cumpriu, esta terça-feira, o segundo dos quatro dias de visita à Tanzânia.

Caiu o pano, domingo, da  edição 2024 do Rok Cup, prova que tinha como objectivo apurar  pilotos para o Mundial de Karting, a realizar-se em Outubro, na Itália.
Numa prova bem disputada, Moçambique teve a proeza de apurar três pilotos, nomeadamente, André Bettencourt Jr, Kayo Cêra e Rúben do Vale.
Os pilotos do Automóvel e Touring Clube de Moçambique (ATCM), membro da FIA, venceram a forte concorrência de  sul-africanos na categoria “Mini Rok”, “OK-J” e “OK-N”.

Na categoria Mini Rok, Moçambique esteve representado por sete pilotos nacionais na grelha de partida.

O destaque vai para o talentoso piloto André Bettencourt Jr., que assegurou o apuramento para o Mundial de Karting na Itália de forma irrepreensível.  Andrezinho, como é tratado carinhosamente nas corridas, travou duas  batalhas muito renhidas com seus adversários directos, tendo apresentado a melhor estratégia em pista.

Nas duas corridas disputadas no sábado e no domingo, no kartódromo de ATCM, a “catedral” do desporto motorizado,  Moçambique colocou-se em vantagem logo no arranque  com Eduardo Campos a  vencer  a Manga 1, assim como  André Bettencourt a  assumir o pelotão da frente mesmo diante da forte pressão dos seus adversários.

Na classificação geral dos Mini Max, André Bettencourt conquistou o pódio, enquanto Santiago Frade terminou as duas corridas em 2.º lugar. Já Eduardo Campos ficou em  3.º lugar.

Na categoria “OK-J”, o piloto Internacional moçambicano Kayo Cêra não teve tarefa fácil para conquistar a competição. Na disputa directa com o piloto sul-africano, Ethan Lenon, campeão  da RoK,  Kayo Cêra venceu a 1.ª corrida e o seu adversário esteve melhor na  2ª corrida.

Este cenário fez com que os dois pilotos ficassem empatados nos pontos, mas Kayo Cêra levou a melhor no desempate pelo 1.º lugar, conquistando as seis Mangas e carimbando o passaporte para o Mundial da modalidade.

Na categoria “OK-N”, o piloto internacional moçambicano Rúben do Vale teve uma prestação incrível nas duas corridas, superando a forte concorrência de Carmo Novela Jr,  Lagson Leão e Faadil Dali.

No “Rok Cup”,  Rúben do Vale mostrou muita garra, determinação e consistência em pista e  assegurou a presença na fase final do Mundial com mérito.

Na corrida dos Bambinos, inserida no programa “RoK CUP”,  disputada no sábado, o piloto Daniel Resende foi o grande vencedor das três Mangas. Por sua vez, Teresa Bettencourt conquistou o 2.º lugar  e Daniel Mascarenhas terminou as três Mangas em 3º lugar na geral.

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