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Especialistas em gestão de riscos da SADC participam, em Nacala, na simulação de resposta a ciclones e cheias com o objetivo de testar a eficácia regional para fazer face a emergência de grande magnitude.

O exercício de simulação, que visa testar os mecanismos regionais de alerta, coordenação e resposta a emergências de maior impacto é levado a cabo pelo Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres, na cidade de Nacala, província de Nampula.  

A presidente do INGD, Luísa Meque, destacou a oportunidade de o País poder colher a experiência de especialistas da região da SADC na resposta a situações de emergência.

O director-geral do Instituto Nacional de Meteorologia, Adérito Aramuge, falou dos desafios da instituição na garantia da eficácia da previsão climática e do investimento do Governo no sector.

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O porta-voz da mídia do grupo extremista Hezbollah, Mohammad Afif, foi morto este domingo, num bombardeamento a Beirute, capital do Líbano. Segundo a agência de notícias britânica, Reuters, nem Hezbollah nem Israel confirmaram a informação.

Foi no ataque a uma das zonas que abriga muitos deslocados em Beirute, que o chefe da classe media do grupo hezbollah perdeu a vida e outras três pessoas ficaram feridas. Apesar de não haver confirmação de nenhuma das partes, a Reuters cita duas fontes de segurança libanesas e a Agência de Notícias Francesa AFP cita uma fonte não autorizada.

Sem mencionar nomes, o ministério de Saúde libanês referiu-se a quatro vítimas do ataque que eram do bairro de Ras al-Nabaa, entre as quais um morto.

Afif foi um conselheiro de media de longa data de Hassan Nasrallah, número 1 do grupo extremista, morto também, em ataque aéreo israelense em setembro. Afif gerenciou o canal de televisão “Al-Manar” do Hezbollah por vários anos antes de assumir o cargo de chefe do escritório de relações com a mídia do grupo apoiado pelo Irão.

Nas suas últimas aparições na imprensa, após o ataque mais mortal a Beirute desde o início da guerra entre Israel e Hezbollah, fez ameaças a Israel e disse que “viram muito pouco” do grupo desde o início da guerra e, na sua última declaração pública, a 11 de novembro, disse que o Hezbollah tinha armas e suprimentos suficientes para lutar uma “guerra longa”.

Não houve ordem de evacuação prévia ao bombardeio para a área atingida neste domingo. Antes da maioria dos ataques realizados pelo exército israelense em Beirute, um porta-voz militar publicou avisos para residentes das áreas visadas deixarem o local e se distanciar no mínimo por 500 metros.

Desde o início da guerra contra o Hezbollah, por volta de setembro, Israel realiza uma operação terrestre no sul do Líbano e ataques aéreos diários a alvos do grupo extremista libanês, principalmente à capital Beirute, onde estaria o armazém de armas do grupo. 

Israel já matou outras autoridades da alta cúpula do Hezbollah em bombardeios na cidade de Beirute, incluindo o número 1 do grupo, Hassan Nasrallah, e seu possível sucessor, Hashem Safieddine, que era seu primo.

Ataques aéreos israelitas fizeram, hoje, 20 mortos e dezenas de feridos na Faixa de Gaza. Segundo a Defesa Civil palestiniana estão entre as vítimas quatro mulheres e três crianças.

Este domingo, Israel protagonizou mais uma ofensiva aérea brutal, com recurso a mísseis, a leste de Rafah, na Faixa de Gaza.

O mais mortífero aconteceu  numa casa, no campo de refugiados de al-Bureij, no centro de Gaza, onde foram mortas 10 pessoas, conforme o porta-voz da Defesa Civil, Mahmoud Bassal, citado pela AFP.

No oeste do campo de Nusseirat, quatro outras pessoas, “três mulheres e uma criança” foram também mortas, referiu.

Num outro, numa casa de campo, foram registadas 10 pessoas feridas e uma morta. 

Cinco outras pessoas foram mortas e 11 ficaram feridas por um míssil lançado por um drone, na mesma região.

A guerra na faixa de Gaza foi desencadeada por um ataque surpresa lançado em 07 de outubro de 2023 pelo movimento islamita palestiniano Hamas.

Este ataque causou a morte de 1.206 pessoas do lado israelita, na sua maioria civis, segundo uma contagem da AFP baseada em números oficiais e incluindo os reféns que morreram ou foram mortos em cativeiro na Faixa de Gaza.

Cerca de 43.800 palestinos foram mortos na campanha militar de retaliação de Israel na Faixa de Gaza, a maioria dos quais civis, segundo dados do Ministério da Saúde do governo do Hamas para Gaza, considerados fiáveis pela ONU.

Algumas refugiadas sudanesas dizem que foram exploradas sexualmente para ter acesso mais fácil à assistência, emprego e até promessas de receber dinheiro. 

Essa exploração sexual é um crime na nação saheliana.

“Viemos para o Chade e a comida que nos deram não era suficiente, então dormi com um homem e dei à luz a esta criança. Tive quatro filhos (do casamento), este é o quinto filho. Tive que fazer isso, porque eles não nos dão o suficiente para comer”, relatou uma das mulheres refugiadas ao African News. 

A mãe de 27 anos embalou seu último filho, que ela disse ser filho de um trabalhador humanitário que lhe prometeu dinheiro em troca de sexo. As mulheres que falaram com a AP pediram anonimato, por temerem retaliação dos homens que, segundo elas, as exploravam.

As mulheres e meninas entrevistadas no campo de Adre, perto da fronteira com o Sudão, afirmaram que os homens que as exploravam incluíam trabalhadores humanitários e forças de segurança locais.

Uma refugiada de 19 anos disse que viu muitos de seus familiares serem mortos na sua frente antes de fugir. Ela chegou com sua mãe no campo de Aboutengue.

“No acampamento, as condições de vida eram difíceis para nós, então fui trabalhar no comércio sexual com a intenção de cobrir nossas despesas domésticas”, contou. Ela também deu à luz uma criança depois de se envolver em trabalho sexual. “Agora, lamento o que aconteceu”, acrescentou. 

Ali Mahamat Sebey, prefeito da área, disse que as alegações contra as forças de segurança são falsas.

“O facto de a assistência não ser suficiente para elas, pode ser um motivo para buscarem sexo de sobrevivência”, disse o prefeito. 

A Agência da ONU para Refugiados disse que os campos de deslocados têm “espaços seguros”, onde as mulheres podem reunir-se, além de uma linha directa gratuita e caixas de feedback para denunciar abusos anonimamente.

No entanto, o uso das caixas poderia chamar a atenção de algumas mulheres, o que era um medo delas, muitas nem sabiam que elas existiam.

As cidades de Maputo e Matola foram, na noite de ontem, tomadas por sons de apitos, panelas e outros utensílios domésticos. A intenção era protestar contra os resultados eleitorais.

Já se tinha visto um cenário igual, semana passada, sobretudo no centro da capital do país. Entretanto, na noite desta sexta-feira, os protestos aos resultados eleitorais, recorrendo ao som de panelas e outros utensílios domésticos, alastraram-se pelas cidades de Maputo e Matola, incluindo as zonas suburbanas. 

Os protestos começaram por volta das 21 horas e prolongaram-se por mais de uma hora, ao ritmo de cânticos e, diga-se, “pancadas” às panelas. 

No centro da Cidade de Maputo, por exemplo, os protestos faziam-se ouvir a partir das casas, mas, também, houve quem preferiu sair à rua. Em algumas artérias da capital, o trânsito ficou condicionado.

 

Trata-se de uma importante infraestrutura que liga Quelimane ao resto dos distritos da província da Zambézia, tendo tido o lançamento da primeira pedra para a  reabilitação e ampliação da Estrada Quelimane-Namacurra, num troço de 70 quilómetros, no segundo semestre de 2020. Em Março do ano seguinte iniciaram as obras, com previsão de término para 2023. 

Depois seguiriam oito anos para o processo de manutenção com o mesmo empreiteiro. Os prazos de término dos trabalhos não foram cumpridos, devido a vários factores, com destaque para os ciclones Ana, Gombe e Freddy, que assolaram a província de forma sucessiva. 

De acordo com Almiro Rudias, “o perfil inicial da largura do referido troço, sobretudo ao nível da zona urbana, vai baixar de 17,4 para 12,4 metros”.  Para Rudias a  alteração do projecto inicial deve-se a exiguidade de fundos cujo financiamento é do Banco Mundial. Por isso, o número de 425 infra-estruturas, que seriam abrangidas pela demolição e respectiva compensação, não será nos moldes previstos há cinco anos,  na concepção do projecto. 

População e automobilistas que utilizam o troço mostram-se otimistas em relação à execução das obras. Querem qualidade nas obras e sinalização. No entanto, dos perto dos cinco mil km da rede classificada, apenas 1 250 é que estão em condições, ao nível da província da Zambézia. 

Lixo, águas estagnadas e  mau cheiro  “afugentam clientes” no maior mercado de Gaza. Vendedores do Mercado Limpopo exigem do  Município acções concretas para pôr fim ao martírio a que estão sujeitos, sempre que chove.

As chuvas que caíram nos últimos dias  agudizaram o drama dos vendedores  do Mercado  Limpopo em Xai-Xai.

Partilhamos espaço com lixo e sapos. No meio do mercado formou-se um rio, mas o município nada faz perante a situação”, disse um dos vendedores. Lixo e águas estagnadas a exalar mau cheiro.

Outro vendedor  diz, que são obrigados a contratar serviços particulares para recolha do lixo”.

Com as valas de drenagem de águas fluviais danificadas, há mais de 4 anos, sempre que chove  o cenário se repete. Produtos frescos  disputam espaço com águas estagnadas. Munícipes consideram  um  atentado à saúde pública.

“A nossa saúde corre risco, não temos contentor, não temos sanitário para necessidades menores” , avançou.

Debaixo da chuva e do sol,  homens e mulheres batalham pelo “pão”. A vendedora Ana Chichava, por exemplo, diz estar a somar   prejuízos desde que as águas invadiram o mercado. Uma inquietação  que é compartilhada por outros vendedores.

“Não conseguimos capturar clientes desde que  as águas pararam no meio do mercado, não temos soluções” , lamentou a vendeira.

Os vendedores garantem pagamento das  taxas  diárias de 25 meticais e mensais que chegam a 750 meticais. Exigem do  Município acções concretas para pôr fim ao martírio a que estão sujeitos, sempre que chove. 

“Só sabem cobrar taxas, trabalho que é bom, não vemos nada. Estamos cansados e exigimos que o município faça o seu trabalho”, reclamou uma vendedeira. 

O município da cidade de  Xai-Xai reconhece o problema e promete soluções até a próxima quarta-feira.”O vereador Benaias Cofe avançou que em breve serão concluídas as obras de  limpeza das valas de drenagem de águas fluviais danificadas”.

O maior mercado da província, construído no contexto das  cheias de 2000, movimenta diariamente mais de 5000 meticais.

 

A selecção nacional de futebol perdeu a possibilidade de se qualificar ao CAN de Marrocos de forma antecipada, ao perder em casa diante do Mali por uma bola sem resposta. Os Mambas deixaram a decisão da qualificação para terça-feira, em Bissau, quando defrontarem a selecção local, para a última jornada.

Chiquinho Conde prometeu e cumpriu, ao montar uma selecção tradicional, no sistema habitual de 1x4x2x3x1, com os jogadores que tem sido titulares nos últimos jogos, com a inclusão de Mexer e Guima.

O jogo até começou com um agradecimento dos Mambas aos adeptos que estiveram nas bancadas do ENZ, depois de uma semana atípica e de incertezas que caracterizou o jogo. E por que não era fácil para Moçambique, Mali foi para cima do combinado nacional, criando a primeira situação de perigo num livre directo, bem defendido por Ernan.
A Mamba acordou do susto e também foi para frente ameaçar. Em três tentativas na mesma jogada, a bola não encontrou melhor caminho para a baliza depois de tentativas de remates de Ratifo, Geny e Clésio.

Nada que deixasse os malianos preocupados, que sem estremecer, foram para frente e numa jogada individual de Doumbia, marcaram, num remate rasteiro, sem hipóteses para Ernan, aos 18 minutos.
A reacção venenosa dos Mambas chegou em dose dupla. Primeiro aos 28 minutos, com Geny a rematar para defesa apertada do guarda-redes maliano, e minuto depois, com Bruno Langa a rematar forte, mas por cima.

Em jogada de contra ataque conduzida por Bruno Langa, Ratifo não consegui dar melhor seguimento e teve oposição de um contrário.

O intervalo chegou com a vantagem tangencial do Mali.

Na segunda parte os Mambas entraram transfigurados, apesar do poderio do Mali. Guima teve tudo para empatar o jogo, mas o guarda-redes maliano negou o golo.

Depois foi Bruno Langa, em dose dupla, primeiro numa jogava individual, a falhar por poucos centímetros, e depois servido por Guima, a rematar por cima.

Era o melhor momento dos Mambas.

Aliás, os Mambas estiveram bem melhores na segunda parte e só não tiveram sorte de marcar um golo.

Nas bancadas ainda se festejou quando Eswatini marcou diante da Guiné-Bissau, afinal era o resultado que colocava os Mambas na fase final do CAN. Mau gáudio que Eswatini tenha falhado uma grande penalidade que daria toda tranquilidade, e os guineenses acabaram por empatar a partida.
Aos Mambas cabia apenas marcar um golo, empatar a partida e carimbar o passaporte para Marrocos. Nem Geny Catamo, nem Bruno Langa e nem mesmo Elias Macamo conseguiram enganar o guarda-redes do Mali.

O jogo marcou a estreia absoluta de Chamito nos Mambas, que teve alguns minutos insuficientes para mostrar sua veia goleadora.

Terminou o jogo com vitória do Mali, que garante a qualificação ao CAN, enquanto os Mambas deixam a decisão da qualificação para terça-feira, diante da Guiné-Bissau, em Bissau. Um empate garante a qualificação, enquanto a derrota ainda faz o combinado nacional fazer as contas, para saber se apanha avião para Marrocos ou não, em Dezembro de 2025.

Os senegaleses vão a votos, este domingo, em eleições legislativas antecipadas, num cenário de forte polarização que opõe o actual Presidente, Bassirou Diomaye Faye, e o primeiro-ministro, Ousmane Sonko, ao anterior chefe de Estado, Macky Sall.

De acordo com o Notícias ao Minuto, em jogo estão os 165 lugares da Assembleia Nacional para um mandato de cinco anos, ao qual concorrem 41 partidos e coligações. As eleições foram antecipadas porque Bassirou Diomaye Faye dissolveu o parlamento em 12 de Setembro passado, invocando dificuldades de colaboração com a assembleia liderada pela oposição.

O Notícias ao Minuto avança que as anteriores eleições legislativas realizaram-se em Julho de 2022 e, de acordo com a Constituição senegalesa, os chefes de Estado podem dissolver a Assembleia Nacional após dois anos da eleição do parlamento, um prazo que foi atingido em 12 de Setembro.

“Na base da dissolução do parlamento está a tentativa do Presidente e do primeiro-ministro alcançarem uma maioria parlamentar que permita ao partido Patriotas do Trabalho, da Ética e da Fraternidade (Pastef), liderado por Sonko e que esteve na base da eleição de Diomaye Faye, por em prática profundas reformas na governação, na justiça e nas instituições legislativas”, lê-se na nota de imprensa.

Na anterior Assembleia Nacional, avança ainda a fonte, o Pastef tinha apenas 23 lugares e o objectivo é executar uma verdadeira transformação política no país, mantendo a dinâmica de mudança que levou Diomaye Faye a derrotar logo na primeira volta Amadou Ba, o candidato escolhido por Macky Sall, que estava impossibilitado pela Constituição de concorrer a um terceiro mandato.

“A polarização no Senegal coloca o Pastef contra a coligação da oposição Takku Wallu Senegal (Defender o Senegal, em wolof), uma aliança entre a Aliança para a República (APR), de Macky Sall, e o Partido Democrático Senegalês (PDS), fundado pelo seu antecessor na chefia do Estado, Abdoulaye Wade. As outras formações concorrentes com possibilidade de se intrometerem na luta política são a coligação Jàmm Ak Jariñ (Paz e Prosperidade), liderado pelo antigo primeiro-ministro Amadou Ba, e a coligação Samm Sa Kaddu (Manter a palavra), liderada por Barthélémy Dias, presidente da Câmara de Dacar”, lê-se no Notícias ao Minuto.

A Khuzula expande actividades da Incubadora de Negócios Culturais e Criativos, a X-Hub, no âmbito do projecto Advers arts, subvencionado pela embaixada dos Estados Unidos da América em Moçambique e que está a ser implementado na província de Cabo Delgado, com principal incidência na casa Provincial de Cultura e no Distrito de Metuge.

Como forma de expandir actividades da X-Hub, a Khuzula encontra-se a implementar acções de apetrechamento de salas de formação em iniciação artística, onde serão leccionadas disciplinas como dança, artes visuais e música e um estúdio de gravação de conteúdos áudios visuais, com particular enfase na produção de músicas, podcasts, radionovelas e voz offs, audiobooks.

O projecto implementado pela Khuzula inclui igualmente uma académia móvel que levará sessões formativas às comunidades do Distrito de Metuge, local que acolhe deslocados do terrorismo.

Nos aspectos atinentes aos programas de incubação, a Khuzula, por intermédio da X- Academy, iniciativa da X-Hub, desenvolveu módulos de iniciação artísticas destinadas às disciplinas de dança, artes visuais e música, onde experts na matéria participaram com intuito de tornar as formações realística para as comunidades locais, garantindo, deste modo, uma implementação acessível e eficaz em Pemba.

Com a expansão da X-Hub para Cabo Delgado, perspectiva-se a criação de um segmento que facilitará a solidificação de mercados e negócios da indústria criativa, direccionados aos criativos da província para que conheçam e alcance nos nichos de negócios.

Como segmento de suporte, a X-Hub almeja potencializar a indústria com a produção de conteúdos audiovisuais para efeitos de distribuição em diversas plataformas nacionais e internacionais de streaming, criação de lojas virtuais de venda de artes visuais, edição e publicação de obras literárias e prestação de assessoria empresarial e artística.

Estão previstas diversas iniciativas no âmbito do projecto Advers Arts, subvencionado pela Embaixada dos Estados Unidos da América e implementado pela Khuzula, sessões de terapia artística, workshops de expressão criativa, formações em iniciação artistica, realização de espectáculos culturais e exposições de arte.

A implementação deste projeto de caráter social, cultural e de apoio psicológico tem duração de 18 meses. A Khuzula está comprometida em garantir que o projeto atenda às necessidades culturais específicas das comunidades e que haja um envolvimento activo dos membros locais em todas as etapas do processo para que assim se promova o crescimento da economia criativa na província e na região.

A Khuzula é uma empresa vocacionada em produção de eventos, desenvolvimento e agenciamento de artistas, edição de obras literárias, comunicação e consultoria em projectos criativos. No leque das iniciativas que a Khuzula tem levado a cabo, destaca-se a instalação da primeira incubadora de Negócios culturais e criativos- XHUB, a produção do Festival Azgo, por sinal o maior festival internacional de artes que é realizado na cidade e província de Maputo, anualmente, e no âmbito da décima edição, foram criados dois murais onde um homenageia os icónicos músicos nacionais fixado nos pilares do viaduto Alcântara Santos e o segundo resulta de uma residência artística sobre a cidade de Maputo, que juntou cerca de 7 artistas plásticos nacionais e inaugurado a 10 de Novembro de 2023, no âmbito das festividades do dia da cidade das acácias.

Numa outra perspectiva, a Khuzula dedica-se no pleno desenvolvimento das artes e seu negócio inclusivo associado aos seus fazedores como uma ferramenta para criar um impacto positivo nas suas vidas. Através de projectos inovadores e parcerias estratégicas, a Khuzula busca fortalecer as comunidades e promover o bem-estar da criatividade nacional.

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