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O Município de Montepuez suspendeu o transporte público de passageiros, devido à crise de combustíveis que afecta a segunda maior cidade de Cabo Delgado. Os autocarros de transporte público de passageiros de Montepuez pararam de circular há quase uma semana. O edil de Montepuez, Cecílio Chabane, reconhece o problema e explica que a edilidade tem estado a trabalhar para garantir que haja combustível nos próximos dias.

Além de criar transtornos na mobilidade da população, a paralisação dos autocarros em Montepuez provocou uma onda de desinformação sobre as reais causas do problema. Nesse sentido, a edilidade apela à calma dos munícipes.

Para minimizar o sofrimento da população, o município de Montepuez retomou, temporariamente, o transporte público de passageiros enquanto aguarda o fim da crise de combustíveis.

Montepuez recebeu, neste ano, cinco autocarros, dois dos quais circulam no centro da cidade, enquanto outros dois fazem a rota Balama-Namuno, numa extensão de sessenta quilómetros.

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A Black Bulls defronta, no domingo, o Al-Masry do Egipto, em partida da segunda jornada do grupo D da fase de grupos da Taça CAF, também conhecida como Taça Nelson Mandela. O jogo está marcado para as 21h00, devido à situação política que se vive no país.

Hora de mudança e de mostrar a grandeza interna fora de portas para a Black Bulls. Depois de conquistar o título nacional, o Moçambola 2024, chegou a hora de mostrar essa grandeza nas provas africanas.

O desaire na estreia em fases de grupos diante do Zamalek fica para a história, e agora é a vez de receber as afrotaças em casa. O Al-Masry é o adversário que se segue, com a Black Bulls a aumentar as suas ambições de fazer melhor que na primeira jornada.

Com jogo marcado para este domingo, os “touros” afinam os seus chifres para derrubarem os egípcios e alcançarem a sua primeira vitória de sempre na fase de grupos de uma competição africana e que pode catapultar para o jogo seguinte, diante de um outro gigante africano, o Enyimba da Nigéria.

Já a contar com toda a máquina humana disponível, depois da reintegração do guarda-redes Ernan e do avançado Victor, que estiveram a braços com lesões que os impossibilitaram de defrontar o Zamalek, em Cairo, Hélder Duarte já tem como montar uma equipa bastante forte e competitiva para este jogo.

Uma das preocupações que o técnico tinha em relação à situação dos jogadores já se concretizou, com a saída de Melque para a União Desportiva de Songo, e, neste momento, começa a ficar mais tranquilo, pois não há sinais de mais saídas no clube.

Assim, Hélder Duarte trabalha na equipa a ser montada no domingo, priorizando os aspectos defensivos e ofensivos, mas com um grande trabalho a ser feito ao nível do meio-campo, que aparece como o sector-chave para as manobras da equipa, quer ofensivas, quer defensivas.

Claro está que o “onze” dos “touros” não vai fugir daquilo que tem sido o habitual nesta temporada, em que Ernan vai merecer a titularidade, com um trio defensivo composto por Nené, Martinho Thauzene e Chamboco, a serem reforçados em acções defensivas por Danilo e Fidel, nas laterais.

No meio-campo um tridente venenoso, com Rume mais recuado, Stephen e Kadre mais ofensivos e a darem apoio a Hammed e Chamito, mais adiantado, num sistema de 1x3x5x2 em acções ofensivas, e 1x5x3x2 em missões defensivas.

Por estas alturas, a equipa de Hélder Duarte afina a máquina no palco de jogos, o Estádio Nacional do Zimpeto, mesmo para melhor reconhecimento do relvado, um pouco diferente do relvado da Arena Lalgy, ainda que ambos sejam naturais.

Assim, os “touros” realizaram duas sessões de treinos no Estádio Nacional do Zimpeto, nomeadamente esta quarta e quinta-feira, devendo realizar mais um, esta sexta-feira, sempre à mesma hora, 19h00, ficando a noite de sábado reservada para o treino oficial e de adaptação do Al-Masry, à hora do jogo, 21h00.

 

Jogo às 21h00 por conta das manifestações

Incomum em jogos de futebol no nosso país, a Black Bull vai receber o Al-Masry no domingo, no Estádio Nacional do Zimpeto, às 21h00, um horário não habitual, porquanto nenhum jogo do Moçambola foi disputado à luz artificial nos últimos três anos. Os jogos da selecção nacional de futebol, os Mambas, têm sido às 18h00.

Este novo horário prende-se com questões de segurança, dada a prevalência das manifestações pós-eleitorais na capital do país e na Matola, em particular.

O facto é que, jogando no horário inicial, 15h00, nesta fase das manifestações convocadas por Venâncio Mondlane para reivindicar os resultados das eleições de 9 de Outubro passado, haveria muitas dificuldades para os clubes e os adeptos chegarem ao local do jogo devido à paralisação de viaturas.

A confirmação do novo horário do jogo da Black Bulls diante do Al-Masry foi feita pelo director-desportivo da colectividade, Dino Dulá, e visa dar oportunidade aos moçambicanos de se deslocarem ao Zimpeto para acompanharem de perto as peripécias desta partida de grande importância para os “touros”.

Sabe-se, porém, que o Egipto procurou informações sobre a situação pós-eleitoral que se vive no país, através da sua embaixada em Maputo, o que mostra a preocupação que tem em relação à possibilidade de  realização ou não do jogo.

Caso as condições não permitam ou os egípcios se sintam ameaçados e sem condições de jogar, a CAF poderá anular o jogo e atribuir derrota aos “touros”, para além da multa correspondente e outras sanções, tendo em conta que no domingo há outro jogo, no mesmo palco, diante do Enyimba da Nigéria.

Numa aliança inusitada entre a esquerda e a extrema-direita, foi aprovada, esta quarta-feira, a moção de censura ao Governo francês que o conduziu à queda. Assim, o país europeu enfrenta novamente um cenário de crise política, aliado ao risco de uma grave crise financeira.

Com a queda do executivo, o Presidente francês, Emmanuel Macron, terá de nomear um novo primeiro-ministro, já que não pode convocar novas eleições antes de Julho de 2025, uma vez que dissolveu a Assembleia Nacional em Junho deste ano, segundo o SIC Notícias.

Para a fonte, Emmanuel Macron poderá decidir reconduzir Michel Barnier, que está disposto a fazer concessões para apaziguar a Assembleia Nacional, mas com uma situação de polarização em três grandes campos – esquerda, centro-direita e extrema-direita – o risco de uma nova moção de censura é muito elevado.

“O Presidente pode também demitir-se. No entanto, embora nos últimos dias se tenham multiplicado os apelos à sua saída, Macron afastou a hipótese, garantindo que nunca pensou em deixar o Eliseu antes do final do seu mandato, em 2027”, escreve o SIC Notícias.

A moção de censura ao Governo francês foi anunciada depois de ter sido apresentado o orçamento da Segurança Social para 2025, que o chefe do Executivo francês decidiu adoptar sem votação parlamentar.

A decisão do primeiro-ministro Michel Barnier foi tomada após vários dias de negociações com a extrema-direita de Le Pen, a quem fez várias concessões, mas que não convenceu totalmente.

Barnier cedeu em três das quatro “linhas vermelhas” traçadas pela líder da extrema-direita: eliminou um imposto sobre a electricidade, cortou a ajuda médica aos imigrantes ilegais e manteve os subsídios a vários medicamentos.

No entanto, recusou aplicar a última imposição – o adiamento do aumento das pensões por meio ano para contrariar a inflação.

Nessa altura, Barnier já tinha tomado a decisão de avançar sem votação parlamentar, mesmo que isso colocasse o seu Governo à mercê de uma moção de censura.

 

O presidente dos EUA, Joe Biden, em sua visita à África subsaariana, prometeu, na quarta-feira, outros US$ 600 milhões, para um projecto de corredor ferroviário intercontinental. Biden  disse, aos líderes regionais, que “África foi deixada para trás por muito tempo. Mas não mais. A África é o futuro.”

Biden aproveitou o terceiro e último dia de sua visita a Angola, para apresentar a ferrovia do Corredor do Lobito, onde os EUA e aliados estão a investir para reformar 800 milhas (1.300 quilómetros) de linhas ferroviárias na Zâmbia, Congo e Angola.

O projecto tem como objectivo avançar a presença dos EUA em uma região rica em cobalto, cobre e outros minerais críticos, usados ​​em baterias para veículos elétricos, dispositivos eletrónicos e tecnologias de energia limpa. Até o final da década, a linha ferroviária poderá percorrer um longo caminho para ligar as costas oeste e leste da África Austral.

“É uma virada de jogo”, disse Biden, e citou o efeito transformador da construção da ferrovia transcontinental nos Estados Unidos. Cargas que antes levavam 45 dias para chegar aos Estados Unidos, geralmente, envolvendo caminhões para a África do Sul, agora vão levar menos de 45 horas, disse ele. Ele também previu que o projecto poderia transformar a região de importadora de alimentos para exportadora.

No total, Biden disse que os EUA investiram US$ 4 bilhões ao longo do corredor do Lobito.

Ele foi acompanhado pelos presidentes de Angola, Congo e Zâmbia. O presidente do Congo, Felix Tshisekedi, disse que o projeto poderia criar dezenas de milhões de empregos em seu país, dizendo que ele “mudará a trajetória de nossa região para sempre”.

Biden disse que o Corredor do Lobito constitui o maior investimento dos EUA em um projeto ferroviário fora do país.

Os EUA estão promovendo a actualização da Lobito Atlantic Railway, como um catalisador que espera que desencadeie uma nova era de investimento do sector privado ocidental nesta parte da África. O corredor também atraiu financiamento da União Europeia, do Grupo dos Sete principais países industrializados, de um consórcio privado liderado pelo Ocidente e de bancos africanos.

A Casa Branca de Biden diz que os republicanos no Congresso apoiaram esforços anteriores para promover os interesses comerciais africanos, por meio de investimentos direcionados e que tais iniciativas atraíram Trump e seus principais conselheiros no passado.

 

Em Shenzhen, no Sul da China, pelo menos 13 trabalhadores foram dados como desaparecidos, depois de o solo ter cedido subitamente sob um troço da linha Shenzhen-Jiangmen, quarta-feira à noite, indicou, em comunicado, o Gabinete de Gestão de Emergências do Distrito de Bao’an.

De acordo com o Notícias ao Minuto, até ao momento não foram encontradas vítimas, mas as buscas continuam.

As autoridades também retiraram os residentes das zonas circundantes, acrescentou, na mesma nota. Foi iniciada uma investigação para determinar a causa da derrocada.

Fotografias e vídeos partilhados nas redes sociais mostram uma grande cavidade no solo, rodeada de materiais de construção derrubados.

As principais auto-estradas perto do local foram fechadas esta manhã (hora local), para facilitar as operações de resgate, disseram as autoridades locais.

A construção do troço que liga Shenzhen a Jiangmen, na província de Guangdong, arrancou em 2022.

O desmoronamento do solo nos estaleiros de construção ocorre quando o terreno já não consegue suportar o peso das estruturas e acontece frequentemente em zonas densamente povoadas, em terrenos frágeis ou durante projectos de grande escala.

A instabilidade geológica, as técnicas de escavação inadequadas ou o incumprimento das normas de segurança são as principais causas.

Os acidentes industriais são frequentes na China, nomeadamente devido à regulamentação pouco clara e a protocolos de segurança muitas vezes pouco rigorosos.

 

No próximo sábado, o parlamento da Coreia do Sul vai votar uma moção de destituição do Presidente Yoon Suk-yeol, noticiou, esta quarta-feira, a agência de notícias pública sul-coreana Yonhap.

A polícia sul-coreana anunciou a abertura de um inquérito por “rebelião” contra Yoon, na sequência da imposição da lei marcial no país, suspensa horas mais tarde. “O caso está em curso”, declarou o chefe de investigações da polícia, Woo Kong-suu, aos deputados, pode-se ler no Notícias ao Minuto.

O secretariado para a imprensa do chefe de Estado da Coreia do Sul indicou que Yoon não fará qualquer declaração pública durante o dia de hoje.

A última intervenção pública de Yoon ocorreu ao início da manhã de quarta-feira, quando suspendeu a lei marcial.

Na terça-feira à noite, Yoon comunicou ao país a imposição da lei marcial para “erradicar as forças a favor da Coreia do Norte e proteger a ordem constitucional” das actividades “anti-estatais”, tendo acusado o principal bloco da oposição, o Partido Democrático (PD).

Poucas horas depois, o Presidente suspendeu a lei marcial, depois de a Assembleia Nacional ter revogado a decisão, numa sessão plenária extraordinária convocada numa altura em que milhares protestavam nas ruas de Seul.

Na quarta-feira, seis partidos da oposição na Coreia do Sul apresentaram uma moção para a destituição de Yoon.

O PD e cinco outros partidos iniciaram assim o processo parlamentar que poderá levar ao afastamento do Presidente sul-coreano, cujo Partido do Poder Popular (PPD) governa em minoria.

O chefe da bancada parlamentar do PPD garantiu já que todos os 108 deputados do partido vão rejeitar a moção apresentada pela oposição para destituir o chefe de Estado, le-se no Notícias ao Minuto. 

 

Às 17 horas desta quinta-feira, na Livraria Fundza, Cidade da Beira, o Padre Timothée Bationo Mafr vai lançar o seu livro “O caminho da liderança e do triunfo na vida”.

O livro, de 73 páginas, é composto por quatro secções, que, inspiradas nos pensamentos do escritor Robin Sharma e na história de vida do próprio autor, mostram os caminhos que levam o ser humano a tornar-se um bom líder e a triunfar em sua vida. 

“O presente livro é fruto de leitura constante de livros deste grande mentor americano e frutos de êxitos por nós conquistados”, afirma Pe. Timothée Bationo Mafr.

Na sua produção, “o texto foi trabalhado de tal forma que o autor se encontra facilitado, tanto na leitura e na apreensão dos conteúdos, bem como na descontracção activa que o próprio texto sugere, ao alternar a matéria com as histórias, parte delas adquiridas com base nas narrações de Gilson Souza ”, explica o autor.

“‘O caminho da liderança e do triunfo na vida alterna ensinamentos com histórias que ajudam o leitor a visualizar a forma pela qual as nossas decisões e atitudes influenciam no rumo das nossas vidas”, avança a nota de imprensa da Editorial Fundza, que chancela o livro.

Timothée Bationo, sacerdote dos Missionários de África, nasceu em 1971, em Burkina Faso.

Formado em Filosofia e Teologia, fez o Noviciado na Zâmbia e estágio pastoral em Moçambique, onde foi ordenado em 2004. Exerceu funções como Superior dos Missionários de África, Vigário Episcopal e co-fundador do Mojocas. Actualmente, dirige o Centro de Formação de Nazaré, dedicando-se à formação espiritual, catequese e promoção vocacional, contribuindo significativamente para as comunidades que serve.

 

Professores de cinco escolas em Gaza suspenderam a realização dos exames finais, esta quarta-feira, em protesto a falta de pagamento de horas extraordinárias.

Os exames finais da 10ª e 12ª classes arrancaram na segunda-feira a escala nacional e tudo apontava para um processo sem sobressaltos na província de Gaza.

Entretanto, o cenário mudou esta quarta-feira, professores de pelo menos cinco escolas secundárias, nos distritos de Chibuto, Mandlakazi e Limpopo interromperam os exames.

“Devido a resistência do Governo em pagar as horas extras, referentes aos anos de 2022, 2023 e 2024, determinamos, a partir de hoje, pela paralisação total das actividades de controlo dos exames” disse um professor.

 

“Sem regularização do valor em dívida não há espaço para diálogo. Esperamos pelos nossos alunos na segunda chamada”, concluíram os professores.

Os professores das escolas secundárias de Chibuto, Chimundo, Licilo e Chigivitane, por exemplo, recusaram-se a entrar nas salas de exame. “É a única forma de pressão, após sucessivas inverdades e promessas do Governo”.

Empunhando dísticos, entoavam, no recinto escolar, cânticos de protesto. Em causa está o não pagamento de horas extraordinárias dos anos 2022, 2023 e 2024.

“É o nosso grito de socorro: dinheiro na conta, professores nas salas”, finalizaram.

Foi uma manhã e tarde agitadas, pois alunos abandonaram os exames nas carteiras e juntaram-se aos professores.

Nas demais escolas secundárias da província de Gaza, houve realização de exames. Na escola Secundária de Chókwe, por exemplo, todos professores estiveram na escola para controlar os exames.

“Desde às primeiras horas não registamos nenhum sobressalto. Professores e alunos fazem-se às salas e o processo decorre normalmente”, garantiu, o diretor da escola.

Em Gaza, cerca de 45 mil alunos da 10ª e 12ª classes realizam exames finais.

As “locomotivas” de Maputo estão em Dakar, em busca de resgatar o título conquistado no Cairo, em 2019, quando derrotaram, na final, o InterClube de Luanda por 91-90, que tinha vencido na final de Maputo, em 2018. Para esta Liga Africana de Basquetebol feminino de Dakar, as bicampeãs nacionais contam com os préstimos de duas jogadoras estrangeiras, nomeadamente a norte-americana Destiny Pitts e a maliana Kone Kamba.

A formação feminina do Ferroviário de Maputo partiu para Dakar, Senegal, onde vai disputar a fase final da Liga Africana de Basquetebol. Na qualidade de campeã nacional de basquetebol, a equipa vai a Dakar com perspectiva de fazer melhor que a última participação, em Maputo, em 2022, quando terminaram na terceira posição, numa prova ganha pelo Sporting Alexandria do Egipto.

Na última edição da Liga Africana de Basquetebol, realizada no ano passado, em Alexandria, e conquistada pelo Sporting do Egipto, o país não esteve representado por nenhuma equipa.

Para esta competição africana, o Ferroviário de Maputo vai na sua máxima força, contando com as atletas que já faziam parte do plantel, com destaque para Ingvild Mucauro e Anabela Cossa, as mais destacadas.

Para esta empreitada africana, o Ferroviário de Maputo conta ainda com os préstimos de dois reforços vindos do estrangeiro, nomeadamente a norte-americana Destiny Pitts e a maliana Kone Kamba.

Destiny Pitts nasceu em Detroit, Estados Unidos da América, a 9 de Julho de 1999, e foi formada pela Texas AM University, em Minnesota, tendo passagens por clubes do Egipto, México e Estados Unidos da América. Antes de se juntar ao Ferroviário de Maputo, representou a Jaguares UAM Managua da liga feminina de Nicaragua.

Já a maliana Kone Kamba tem 22 anos de idade (nasceu a 20 de Outubro de 2002) e joga profissionalmente há cinco anos. Já representou clubes malianos e estrangeiros, buscando, agora, mostrar-se para outros voos.

As “locomotivas” de Maputo, bicampeãs nacionais (2024 e 2025) e vencedoras da competição africana em 2018 e 2019, buscam o terceiro título. No entanto, a equipa não poderá contar com Odélia Mafanela, uma das jogadoras mais experientes, devido a uma lesão.

A fase final da Liga Africana de Basquetebol, que decorrerá de 6 a 15 de Dezembro, em Dakar, Senegal, vai contar com a participação de 12 equipas de diferentes zonas da FIBA-África, nomeadamente o Sporting Clube de Alexandria, do Egipto, actual campeão, Al Ahly Sporting Club do Egipto, ARP Women BBC e REG Women BBC, ambos do Ruanda, ASB Makomeno e CNSS, ambos da RD Congo, FAP Women dos Camarões, Ferroviário de Maputo, Friend’s Basketball Association da Costa do Marfim, Mountain of Fire and Miracles e Customs Basketball Club, ambos da Nigéria, e ASC Ville de Dakar do Senegal, a anfitriã da competição.

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