O Presidente da República, Daniel Chapo, felicitou o pugilista moçambicano Tiago Muxanga pela conquista do título africano da International Boxing Organization (IBO), alcançado em Essex, Inglaterra, considerando o feito um motivo de orgulho nacional e uma demonstração do talento moçambicano no panorama desportivo internacional.
Numa mensagem de felicitação, o Chefe do Estado endereçou, em nome do Governo, do povo moçambicano e em nome pessoal, as suas felicitações ao atleta, enaltecendo o mérito, a dedicação e o brilhantismo demonstrados ao longo da sua carreira.
Segundo Daniel Chapo, a vitória de Tiago Muxanga demonstra que a disciplina, o trabalho e a determinação são factores essenciais para alcançar grandes conquistas, acrescentando que o pugilista honra a Bandeira Nacional e contribui para o reforço do prestígio de Moçambique no desporto africano e internacional.
O Presidente da República considera igualmente que o atleta constitui uma referência para a juventude moçambicana, por inspirar os jovens a acreditarem que é possível transformar sonhos em realidade através do empenho e da perseverança.
Na mensagem, Daniel Chapo renovou os parabéns ao pugilista e formulou votos de contínuos sucessos ao serviço do desporto nacional, incentivando-o a prosseguir na conquista de novos títulos que dignifiquem Moçambique.
A Primeira-Ministra, Benvinda Levi, defende a importância de uma parceria entre a igreja Católica e o continente africano, nas áreas da Educação, saúde e outras áreas sociais.
“Acho que se a Igreja Católica continuar a dar este apoio, e concerto que continuará, Moçambique tem muito a ganhar. Porque, qualquer país só se desenvolve se tiver uma área de educação muito forte. E a educação que é prestada pelas escolas, universidades católicas, é uma educação com um nível reconhecido a nível mundial” afirmou a governante, durante o balanço da sua participação na cerimónia de investidura do Papa Leão XIV.
Benvinda Levi manifestou o desejo que as relações entre o Papa e o país fossem mais próximas, mas advertiu que “Teríamos que esperar um pouco para ver qual será a posição a assumir. Nós gostaríamos, claro, que tivesse uma relação muito mais próxima, mas preferimos ser cautelosos. O Papa não se pronunciou a esse respeito”.
A Primeira-ministra avançou ainda que o Presidente português manifestou o seu interesse em participar da comemoração do seu 50º aniversário de independência de Moçambique.
A Associação Back Bulls é a única equipa que teve um arranque vitorioso entre os últimos três clubes campeões do Moçambola das últimas três edições da prova. A União Desportiva do Songo, campeão em 2022, iniciou com empate e o Ferroviário da Beira, vencedor de 2023, perdeu contra os “touros”.
Depois de muitas incertezas o Moçambola, principal escalão do futebol moçambicano, arrancou no último sábado. A abertura oficial da prova foi apadrinhada pelas formações da Associação Black Bulls e Ferroviário da Beira, curiosamente os últimos dois campeões da prova com o mesmo treinador, Hélder Duarte.
Os “touros” acabaram por registar um arranque com vitória por uma bola sem resposta. Em quatro anos na prova, ou seja de 2021 a esta parte, a Black Bulls apenas somou uma derrota na primeira jornada, em 2022 diante da União Desportiva do Songo, por uma bola sem resposta.
Entre os últimos três campeões do Moçambola de 2022, 23 e 24, está a União Desportiva do Songo, que ergueu o troféu em 2022. Na presente edição, os “hidroeléctricos” não foram além de um empate diante do Ferroviário de Nacala a duas bolas.
Eis a tabela de resultados da primeira jornada do Moçambola.
Donald Trump fala, hoje, com Putin e Zelensky sobre a guerra russo-ucraniana. O presidente norte-americano revelou nas redes sociais.
Depois de ter falhado a promessa de ir à Turquia, na semana passada, Donald Trump promete agora falar com Putin e Zelinsky por telefone. A guerra na Ucrânia é o assunto principal.
Numa publicação nas redes sociais, Trump disse que começará por falar com Vladimir Putin, Presidente russo, e, de seguida, falará com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e com vários membros da NATO.
“Espero que seja um dia produtivo, que haja um cessar-fogo e que esta guerra tão violenta, uma guerra que nunca deveria ter acontecido, termine”, escreveu em suas redes sociais.
Nas negociações de sexta-feira, na Turquia, a Rússia e a Ucrânia concordaram trocar, ainda sem datas, mil prisioneiros de ambos lados.
Sobre um cessar-fogo definitivo, o Kremlin disse, no sábado, que vai entregar uma lista à Ucrânia de condições para o fim da guerra e que alguns acordos poderiam ajudar para um encontro entre Putin e Zelensky.
O Presidente da República, Daniel Chapo, recebeu esta Segunda-feira, em Maputo, o embaixador da República de Angola, José João Manuel, que apresentou cumprimentos de despedida por ocasião do término da sua missão diplomática em Moçambique. A audiência marcou o encerramento de um ciclo de cinco anos de representação angolana.
Em declarações à imprensa após o encontro, o embaixador manifestou satisfação pelo percurso realizado e agradeceu o apoio recebido das autoridades moçambicanas. “Eu estive aqui cerca de cinco anos a trabalhar. Tive o apoio total do Governo de Moçambique e das instituições moçambicanas. Isto, com certeza, facilitou muito o meu trabalho aqui e permitiu que nós trabalhássemos para o contínuo reforço das relações de amizade e de cooperação bilateral entre Angola e Moçambique”, afirmou.
Segundo José João Manuel, o período do seu mandato foi marcado não apenas pelo reforço, mas também pela ampliação das relações bilaterais. “Durante esses cinco anos, Angola e Moçambique puderam não só reforçar as suas relações, como também puderam ampliar essas mesmas relações”, disse, acrescentando que oito acordos foram assinados nesse intervalo, três dos quais durante a recente visita do Presidente Daniel Chapo a Angola.
O diplomata destacou que essa dinâmica reflecte o compromisso político existente entre os dois países e apontou para a vitalidade das relações. “Pode-se ver que as relações entre os dois países são excelentes, e até certo ponto dinâmicas”, afirmou.
Contudo, o embaixador reconheceu que o domínio económico ainda representa um desafio comum. “Entendemos que Angola e Moçambique têm os mesmos desafios, desafios da diversificação da economia. E neste preciso momento o que se pretende é dar um outro dinamismo à cooperação económica e das trocas comerciais”.
José João Manuel manifestou expectativa de que os entendimentos alcançados durante a visita do Chefe do Estado moçambicano a Angola resultem num impulso concreto a esse nível. “Esta visita do
Presidente Chapo, com certeza, vai permitir que isto venha a acontecer num curto espaço de tempo”, disse.
Num balanço pessoal e emotivo da sua estadia, o embaixador sublinhou o acolhimento de que foi alvo em Moçambique. “Neste momento de saída, de fim de missão, não podia deixar de agradecer o Governo de Moçambique e o povo moçambicano, que me acolheram com muita simpatia, com muita amizade. Eu senti-me em casa”.
O sentimento de proximidade, segundo referiu, resulta da afinidade histórica e cultural que une os dois povos. “Em Moçambique sempre me senti em casa, não tanto por ser bem acolhido, mas por tudo que representa Moçambique para Angola e Angola para Moçambique: há uma amizade histórica, há uma amizade muito forte que nos une, para além de que Angola e Moçambique têm quase os mesmos hábitos e costumes”.
“Portanto, senti-me perfeitamente em casa e saio daqui muito satisfeito. Muito obrigado, povo moçambicano”, concluiu o diplomata.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Organização Mundial da Saúde (OMS), actuando lado a lado e com o apoio da GAVI, procederam a entrega, esta semana de 2,3 milhões de doses de vacinas contra a cólera ao Ministério da Saúde (MISAU), para reforçar os esforços de protecção das crianças com idade superior a um ano e suas famílias em áreas de alto risco em Moçambique.
Segundo a nota publicada pelo UNICEF, o novo lote de vacinas será utilizado nas campanhas de imunização nos distritos mais afectados nas províncias de Nampula e Zambézia de 17 à 21 do mês de Maio 2025.
Desde que o actual surto começou em Outubro de 2024, Moçambique registou mais de 3,600 casos de cólera com 57 óbitos declarados, 45 dos quais na comunidade, reportados pelo MISAU.
O novo lote de vacinas será utilizado nas campanhas de imunização nos distritos mais afectados nas províncias de Nampula e Zambézia de 17 à 21 do mês de Maio 2025.
Além das vacinas, o UNICEF também tem apoiado activamente na divulgação de mensagens de conscientização às comunidades sobre sintomas e métodos de prevenção, com destaque para as práticas de higiene. A organização também tem apoiado a reabilitação dos sistemas de tratamento de água e a distribuição de produtos para purificação da água, contribuindo assim para redução do risco de propagação do surto.
Por sua vez, a OMS tem prestado apoio técnico ao MISAU na coordenação e implementação das campanhas de vacinação, na capacitação de profissionais de saúde, na monitoria da cobertura vacinal, na vigilância de eventos adversos pós-vacinação e na supervisão das actividades no terreno.
Adicionalmente, a OMS tem apoiado o sistema nacional de vigilância na detecção precoce e tratamento atempado de casos, bem como na análise diária e semanal de dados epidemiológicos, permitindo avaliar as tendências do surto e orientar as intervenções de resposta e controlo de forma eficaz.
O Presidente da República, Daniel Chapo, recebe hoje, no Gabinete da Presidência da República, a Presidente da República da Namíbia, Ndemupelila Netumbo Nandi-Ndaitwah, que efectua uma Visita de Trabalho ao país.
Esta deslocação ocorre na sequência da visita realizada por Daniel Chapo à República da Namíbia, em Março, por ocasião da cerimónia de investidura do Presidente Netumbo Nandi-Ndaitwah. A visita do estadista moçambicano coincidiu com as celebrações do 35º aniversário da independência namibiana.
Durante o encontro, os dois Chefes de Estado irão abordar assuntos de interesse comum, no quadro do reforço e aprofundamento das históricas relações de amizade, solidariedade e cooperação bilateral entre Moçambique e Namíbia.
A Aliança Democrática venceu as eleições e conseguiu reforçar a percentagem de votos e o número de deputados no Parlamento. Luís Montenegro mantém-se como Primeiro-ministro. PS e Chega empatam em deputados.
A aproximação do partido de André Ventura levou Pedro Nuno Santos a apresentar a demissão da liderança do PS. O Livre subiu à quinta força política, enquanto o Bloco de Esquerda foi superado pela CDU. Há ainda um novo partido com representação parlamentar: o Juntos Pelo Povo.
Com 32,10% dos votos e 86 deputados, a Aliança Democrática conquistou a vitória nas legislativas deste domingo. A este resultado juntam-se os 0,62 por cento (três mandatos) da AD na Madeira, que nessa região inclui o Partido Popular Monárquico (PPM).
“O povo quer este Governo e não quer outro. O povo quer este primeiro-ministro e não quer outro”, destacou. “Espera-se sentido de Estado, sentido de responsabilidade, respeito pelas pessoas e espírito de convivência na diversidade mas também de convergência e salvaguarda do interesse nacional”.
Questionado pelos jornalistas sobre as condições de governabilidade, o líder social-democrata afiançou: “Não me parece que haja outra solução de Governo que não aquela que dimana da vontade livre, democrática e convicta do povo português”.
Luís Montenegro foi ainda questionado sobre o caso Spinumviva, sublinhando que a “razão objectiva” que conduziu às eleições “foi a rejeição de uma moção de confiança” na Assembleia da República.
Após esta eleição, “a moção de confiança que o povo endereçou hoje ao Governo é suficiente para que todos assumam as respectivas responsabilidades”, assinalou Montenegro, exigindo ainda “maturidade” das forças políticas.
O Papa Leão XIV recebeu, hoje, visivelmente emocionado, o pálio e o anel do pescador, símbolos do poder papal, durante a missa de início do seu pontificado, celebrada na Praça de São Pedro, no Vaticano, diante de inúmeras autoridades e milhares de fiéis.
O novo pontífice comoveu-se ao receber o anel das mãos do cardeal filipino Luis Antonio Tagle.
“Hoje, sucedes ao Beato Apóstolo Pedro”, proclamou o cardeal, em latim, antes de colocar o anel na mão do novo Papa.
Leão XIV contemplou sua mão por alguns instantes, quase contendo as lágrimas, enquanto era aplaudido pela multidão reunida na praça.
Antes do anel, o Papa recebeu o pálio — uma estola de lã branca que simboliza o peso do “rebanho” sobre os ombros do pastor —, decorado com seis cruzes de seda preta e preso com três agulhas que representam os pregos da Cruz.
Após uma oração, o cardeal entregou o anel do pescador em ouro, cujo selo traz a imagem de São Pedro com as chaves e a rede do pescador. No interior, está gravada a inscrição “Leão XIV” (em latim) e o brasão papal do novo Papa.
Com a entrega desses dois símbolos, considera-se oficialmente inaugurado o pontificado de Robert Prevost, eleito em 8 de maio no conclave que se seguiu à morte de Francisco.
Após receber os símbolos, o Papa Leão XIV recebeu a promessa de obediência de 12 pessoas, representando toda a Igreja Católica.
O rito foi reformulado nos últimos anos e agora inclui, além de cardeais, representantes diversos da Igreja.
Entre os cardeais que prestaram obediência estavam Francis Leo, do Canadá (América do Norte), Jaime Spengler, do Brasil (América do Sul), e John Ribat, de Papua Nova Guiné (Oceania).
O grupo também incluiu o bispo de Callao, no Peru, o venezuelano Arturo Sosa, superior dos jesuítas, e duas jovens.
A cerimónia de obediência é parte do ritual do início do pontificado, que teve início com uma oração junto ao túmulo de São Pedro, no interior da Basílica do Vaticano.
Milhares de pessoas consideradas ilegais de Ruanda foram expulsas pelo M23 da principal cidade de Goma, no sábado.
Também foram apresentadas milhares de mulheres e crianças, supostamente familiares das pessoas expulsas. Segundo testemunhas, elas foram transportadas em camiões e seus documentos, emitidos pelas autoridades congolesas, foram queimados. O grupo alegou que os documentos eram falsos.
Segundo o Africannews, a maioria das famílias é da região de Karenga, localizada em Kivu do Norte, que estava sob o controle das Forças Democráticas para a Libertação de Ruanda (FDLR).
Tanto Kigali quanto o M23 acusam o governo do Congo de apoiar as FDLR, que também cometeu inúmeras atrocidades na região.
Cerca de 360 pessoas foram repatriadas no sábado para Ruanda, de acordo com Eujin Byun, porta-voz do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR).

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