
Os elefantes (in)visíveis de Mia Couto*
É curioso como às vezes a memória da morte vive muito mais tempo do que a memória da vida por ela roubada. in O deus

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Gostava, antes, de fazer uma declaração de interesse: sou advogado e professor da Faculdade de Direito da UEM (sem regime de exclusividade), ou seja, para
“a literatura, tal como a concebemos, distingue-se pelo investimento na linguagem e não pelo conteúdo por mais nobre que o julguemos.” Lembro-me desta frase em
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