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Mali nega libertação de jihadistas em troca de favores

O exército do Mali negou, nesta segunda-feira, que tivesse libertado cerca de 200 suspeitos de serem jihadistas em meados de Março para garantir o fim dos ataques a comboios de combustível que estão a paralisar a economia da Nação.

Fontes de segurança e políticas citadas pela imprensa internacional tinham inicialmente reportado a libertação de mais de 100 jihadistas, e posteriormente houve confirmação de que cerca de 200 tinham sido libertados.

Estas declarações, segundo o exército do Mali, têm como objectivo manchar a imagem do pais e minar a confiança entre o povo e as suas instituições, e particularmente entre o povo maliano e as suas forças de defesa e segurança.

Desde Setembro, jihadistas do Grupo de Apoio ao Islão e aos Muçulmanos, um grupo filiado da Al-Qaeda, têm atacado comboios de camiões-tanque. 

Apesar de vários meses de calma, os habitantes de Bamako enfrentaram uma escassez de gasóleo no início de Março, com o combustível a ser prioritariamente destinado ao sector energético.

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