O Irão descarta qualquer possibilidade de negociações com os Estados Unidos da América e garante que vai continuar a responder militarmente aos ataques.
O posicionamento das autoridades iranianas surge após alegadamente os Estados Unidos da América terem interrompido as negociações anteriores com acções militares e insistem que, neste momento, a prioridade é a autodefesa.
Como consequência, o Irão diz que não existem motivos para retomar o diálogo com Washington e nega que Teerão tenha pedido um cessar-fogo.
Do lado israelita, o governo considera que o regime iraniano já está enfraquecido, mas avisa que a ofensiva está longe de terminar e admite que a guerra possa prolongar-se por várias semanas, para eliminar aquilo que descreve como ameaças existenciais vindas de Teerão.
O conflito está também a alastrar a outros países da região. A Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos afirmam ter interceptado dezenas de drones e mísseis nas últimas horas.
Israel rejeita a possibilidade de negociações com o Líbano para travar a violência na fronteira, e afirma que qualquer avanço rumo à paz depende de Beirute impedir novos ataques do Hezbollah contra território israelita.

