Há risco de aumento de insegurança alimentar no país, devido às últimas inundações e aos prováveis impactos da ocorrência de ciclones tropicais. A Primeira-Ministra, Benvinda-Levi, exige acções urgentes de massificação de educação nutricional.
As últimas inundações registadas no país causaram, além da perda de vidas humanas e destruição de infra-estruturas, consequências consideradas severas na produção agrícola.
Se antes disso, a insegurança alimentar já constituía uma preocupação, prevê-se que a mesma se agrave, com a perda de culturas agrícolas diversas e de gado.
Até no ano passado, dados divulgados pelo Governo apontavam que a insegurança alimentar afectava mais de dois milhões de pessoas, número que a Primeira-Ministra, Benvida Levi, acredita que poderá aumentar se não forem tomadas medidas urgentes.
Benvinda Levi falava, nesta sexta-feira, na abertura da sétima sessão ordinária do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional.
No encontro, além da apreciação do relatório de actividades de 2025, foi aprovada a realização da Primeira Conferência Nacional sobre Segurança Alimentar e Nutricional para o mês de Agosto.

