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O País – A verdade como notícia

Foram detidas 13 pessoas, na Catalunha Nordeste, no âmbito de uma operação internacional contra o branqueamento de capitais relacionados com a Camorra – máfia napolitana –, anunciou, hoje, o Ministério Público espanhol.

Os detidos na cidade de Barcelona e noutras localidades da província espanhola são na sua maioria de nacionalidade italiana, e outros são de origem espanhola, venezuelana, chilena e colombiana.

Os crimes de organizações criminosas, branqueamento de capitais e tráfico de drogas, cocaína e haxixe, em vários países europeus, são as acusações que recaem sobre os detidos.

Foram no total 15 buscas realizadas em Barcelona, além de duas buscas na Itália e seis na Alemanha, tendo sido apreendida documentação física e em ficheiros.

Além dos documentos, foram confiscados activos relacionados com o tráfico de drogas e branqueamento de capitais no valor de cinco milhões de euros.

As autoridades judiciais trabalham há três meses na investigação desta organização dedicada ao branqueamento de capital do narcotráfico, através de empresas do sector da restauração, compra e venda de veículos e jóias

Ainda no âmbito da busca, foram aprendidas 520 quilogramas de cocaína e mais de 450 quilogramas de haxixe e marijuana.

 

Veio ao público, ontem, um conjunto de regras que proíbe os funcionários públicos de pôr roupas coloridas, apertadas, que salientam o decote, saias acima de joelhos, unhas longas e cabelos pintados. Segundo o Ministério de Serviços Públicos, os funcionários que se recusarem a cumprir, vão sofrer processos disciplinares. Estas regras foram elaboradas depois de entidades governamentais terem verificado que os funcionários públicos vestiam-se de maneira inapropriada.  

Para muitos cidadãos de Uganda, um país conservador, o maior problema não são as regras, mas as condições financeiras para implementação deste código, assim como o facto de os trabalhadores não terem sido envolvidos na tomada de decisão.
“As mulheres são mal pagas. Estas ordens farão com que as mulheres receiem ir aos postos de trabalho e perder emprego, pois não têm dinheiro para comprar um novo vestuário e mudar o penteado”, afirmou Agnes Kunihira, representante do Sindicato no Parlamento.

Por sua vez, os homens, na função pública, devem usar calças não apertadas, casaco, gravata e sapatos formais.

 

O míssil lançado, hoje, pelo regime norte-coreano atingiu uma altitude superior a 2.500 quilómetros, informou o Ministério da Defesa japonês, citado pela agência France Press. O objectivo do lançamento é ameaçar os Estados Unidos com armas nucleares.

"Estima-se que o míssil atingiu uma altitude superior a 2.500 quilómetros, seguiu durante 40 minutos e caiu no mar do japão, na zona económica exclusiva do arquipélago, a 90 quilómetros de distância do ponto de partida", disse o Ministério de Defesa do Japão, em comunicado.

O lançamento do míssil foi realizado cerca das 09:40 na Coreia do Norte (2:40 em Maputo). A partir da província norte-coreana de Pyongyang Norte, segundo informação avançada pelo comando conjunto das forças armadas sul-coreanas, citado pelas agências internacionais.

O ensaio histórico de um míssil Hwasong-14 foi supervisionado pelo presidente norte-coreano Kim Jong-Un, anunciou uma apresentadora na televisão pública norte-coreana. Um analista de armas considerou que o míssil pode ser suficientemente poderoso para chegar ao Alasca, nos Estados Unidos.

O presidente norte-americano, Donald Trump, já reagiu no Twitter, questionando se o líder norte-coreano "não tem nada melhor para fazer na vida?".

Trump instou ainda a China a endurecer a posição em relação à Coreia do Norte.

Uma colisão entre um autocarro e um camião causou a morte de 18 pessoas em Machadodorp, na África do Sul, informou hoje o serviço de emergência médica local, citada por Notícias ao Minuto.

A empresa de paramédicos ER24 diz que o acidente aconteceu na terça-feira nos arredores da cidade de Machadodorp, na província de Mpumalanga, a leste de Joanesburgo.

Algumas das vítimas ficaram presas debaixo do autocarro e outras foram encontradas por baixo dos destroços.

As autoridades estão a investigar a causa deste acidente, e, até agora, não se sabe se houve moçambicanos feridos ou mortos.

 

Donald Trump volta a incendiar as redes sociais com uma publicação que se pode considerar desrespeitosa, de acordo do Notícias ao Minuto. Os alvos do Presidente dos Estados Unidos da América foram, uma vez mais, os apresentadores do programa ‘Morning Joe’, transmitido no canal norte-americano NBC.

Tudo começou na última quinta-feira quando Donald Trump apelidou Joe Scarborough de “psicopata” e Mika Brzezinski de “louca” depois de, explicou, ter visto o programa no qual os apresentadores falavam de si de forma não positiva.

Apesar das críticas que lhe foram tecidas na sequência deste tweet, o Presidente norte-americano voltou a atacar os dois profissionais da área da comunicação social.

Numa nova publicação feita este sábado no Twitter, Trump chamou Joe Scarborough de “louco” e Mika Brzezinski de “burra como uma pedra”, informa Notícias ao Minuto.

“O louco do Joe Scarborough e a burra como uma pedra da Mika Brzezinski não são más pessoas, mas o programa deles de fraca audiência é dominado pelos seus patrões da NBC. É pena”, escreveu o responsável máximo pelo destino dos Estados Unidos da América.

 

A Câmara dos Deputados notificou oficialmente o presidente brasileiro, Michel Temer,sobre a denúncia do procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, por crime de corrupção passiva, escreve o Globo. O documento chegou, ontem à Câmara e foi lido em plenário. A entrega da denúncia na Câmara dos Deputados por um funcionário do Supremo dá, assim, início à tramitação do processo.

“Com vontade livre e consciente, o presidente da República, Michel Miguel Elias Temer Lulia, recebeu para si em razão de sua função, em comunhão de ações, unidades e desígnios e por intermédio de Rodrigo Santos da Rocha Loures, vantagem indevida de cerca de R$ 500 mil”, leu a deputada Mariana Carvalho, PSDB – RO, segunda-secretária da Câmara.

A denúncia seguiu para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Na CCJ, o processo vai ganhar um relator. Michel Temer terá até dez sessões da Câmara para apresentar a defesa e serão mais cinco sessões para entrega, discussão e votação do parecer. Depois dessa votação, o caso vai para o Plenário da Câmara.

A estratégia do governo é concluir o processo na Câmara, se possível, antes do dia 18 de Julho, quando começa o recesso parlamentar. Para isso, Temer quer rapidez e deve entregar a defesa na segunda-feira (3) ou na terça-feira (4).

A oposição vai insistir por um debate mais amplo. Quer, inclusive, ouvir na CCJ o procurador-geral da República.

Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, disse que não haverá atropelos: “Nós queremos que os prazos aqui sejam garantidos, que a Constituição seja preservada, como sempre, respeitando a Constituição, o regimento da casa, para que a gente tenha esse processo resolvido dentro da regra do jogo o mais rápido possível e que a gente volte à nossa agenda”.

A primeira reunião da Comissão de Constituição e Justiça para tratar da denúncia contra Temer está marcada para a terça-feira (4). Até lá, o presidente da CCJ, Rodrigo Pacheco, deve escolher o relator do caso. Apesar de ser do mesmo partido do presidente, Pacheco disse que vai escolher um deputado isento, sem ligações com Temer.

O cardeal australiano, ??George Pell??, secretário da Economia do Estado do ?Vatican??o foi formalmente acusado de crimes de abuso sexual de menores por um tribunal de Melbourne, no estado de Victoria, na Austrália, escreve a Euronews.

Como responsável das finanças da Santa Sede, George Pell, de 76 anos, é considerado o número três da hierarquia da Igreja Católica, depois do Papa.

Segundo um comunicado da diocese de Sidney, o cardeal Pell deverá voltar ao país “tão depressa quanto possível”, de forma a poder “limpar o seu nome”.

A polícia do Estado australiano de Victoria acusou o cardeal de alegados ?“?crimes de abusos sexuais de menores?”.

??George Pell?? tem de comparecer perante o ??tribunal? de Melbourne, Austrália, no próximo dia 18 de Julho.

?Entretanto, o dirigente da secretaria de Economia do Vaticano rejeita as acusações e diz que vai comparecer perante a justiça, por ser “inocente” nas acusações de pedofilia.

Greg Burke, porta-voz do Vaticano disse que o papa Francisco autorizou a licença pedida pelo cardeal australiano, mas que George Pell mantém o cargo de máximo responsável pelas Finanças da igreja católica.

Durante vários anos, Pell enfrentou alegações que o acusavam de encobrir abusos cometidos por membros da igreja católica na Austrália, quando era arcebispo de Melbourne e depois em Sidney.

Mais recentemente, Pell tornou-se alvo de investigações da polícia de Victoria que o interrogou no Vaticano, em 2016.

A porta-voz da polícia esclareceu que as acusações contra o cardeal nunca foram julgadas em tribunal e que Pell “tem todo o direito de se defender”.

Dados revelados este ano indicam um “número elevado” de casos de pedofilia que envolvem membros da igreja católica no país e que referem que 7% dos padres australianos estiveram envolvidos em casos de pedofilia “nas últimas décadas”.

O Procurador-Geral da República do Brasil, Rodrigo Janot, apresentou na noite de ontem ao Supremo Tribunal Federal uma denúncia contra o Presidente Michel Temer e o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures pelo crime de corrupção passiva, escreve a Lusa.

Com a formalização da acusação, Michel Temer se tornou o primeiro Presidente brasileiro no cargo a ser denunciado por um crime comum.

O processo, porém, só será instaurado se dois terços da Câmara dos Deputados (câmara baixa parlamentar), ou seja, 342 dos 513 parlamentares daquela casa, aceitarem a abertura do processo e a maioria dos onze juízes do STF votarem favoravelmente a denúncia.

A acusação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF), pelo Procurador-Geral da República, baseia-se em investigações iniciadas em Maio a partir das denúncias dos executivos da empresa JBS, que firmaram um acordo com os investigadores da Operação Lava Jato para denunciar crimes cometidos em nome da companhia em troca de perdão judicial.

Na denúncia, o procurador diz que, "entre os meses de Março a Abril de 2017, com vontade livre e consciente, o Presidente da República, Michel Miguel Temer, valendo-se de sua condição de chefe do poder executivo e liderança política nacional, recebeu para si, em unidade de desígnios e por intermédio de Rodrigo Santos Da Rocha Loures, vantagem indevida de 500 mil reais (135,6 mil euros)".

“[O suborno] foi feito por Joesley Batista, presidente da sociedade empresária J&F Investimentos [holding que controla a JBS] e o pagamento foi realizado pelo executivo da J&F Ricardo Saud", adianta a denúncia.

Executivos da JBS que colaboram com a Justiça brasileira disseram em depoimento que o Presidente e seus principais aliados políticos receberam suborno da companhia em troca de favores junto a órgãos públicos.

Michel Temer foi alegadamente gravado numa conversa comprometedora para entregua de subornos por um dos donos da JBS, o empresário Joesley Batista, na qual ele supostamente autoriza o pagamento para o ex-deputado Eduardo Cunha, político que está preso desde o ano passado por envolvimentos nos crimes de corrupção cometidos na estatal petrolífera Petrobras.

Já Rodrigo Rocha Loures foi gravado pela polícia federal ao receber uma mala de dinheiro com os 500 mil reais citados na denúncia, que foram entregues pela JBS. O político perdeu o cargo de deputado, que ocupava na condição de interino, e está preso.

O Procurador-Geral também destacou na acusação que o Presidente e o ex-deputado teriam em "comunhão de esforços" e "unidade de desígnios, com vontade livre e consciente" aceitaram promessa de "vantagem indevida no montante de 38 milhões de reais (10,3 milhões de euros)".

Este montante terá sido prometido por Joesley Batista a Rodrigo Rocha Loures em troca de uma decisão favorável à sua empresa junto ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) numa disputa contra a Petrobras sobre comercialização de gás.

A gravação desta conversa também sustenta a denúncia contra Michel Temer e Rodrigo Rocha Loures.

O Governo tanzaniano ameaçou pretender todos os defensores dos direitos dos homossexuais e avisou que expulsará os cidadãos estrangeiros no país que promovem a causa, noticiou a imprensa local, citada pela Lusa.

"Quero lembrar e advertir todas as organizações e instituições que defendem os interesses dos homossexuais. Vamos prender e levar à Justiça todos os que forem implicados", referiu, ontem, o ministro do Interior tanzaniano, Mwigulu Nchemba, numa intervenção publicada hoje no diário governamental Daily News.

"Os que defendem a homossexualidade devem partir para os países que aceitem esse género de práticas. Se existir uma organização na Tanzânia que apoie os direitos dos homossexuais, ela perderá a autorização para actuar no país", acrescentou.

Nchemba advertiu que as autoridades tanzanianas "não hesitarão em expulsar" do país qualquer cidadão estrangeiro que promova os direitos dos homossexuais, garantindo que, "se apanhado", será "deportado na hora".

Sexta-feira passada, e num discurso controverso, o presidente tanzaniano, John Magufuli, apelou ao fim do que considerou "práticas indignas".

No início do ano, o Governo tanzaniano ameaçou publicar listas de homossexuais no país.

Poucos dias depois, o executivo ordenou o encerramento de centros de saúde especializados na luta contra a SIDA, acusados de promover a homossexualidade, decisão fortemente criticada pelos Estados Unidos.

Na Tanzânia, a homossexualidade é punida com penas pesadas de prisão, embora só recentemente as autoridades tenham adoptado um discurso "anti-gay".

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