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O País – A verdade como notícia

Vários migrantes africanos abandonaram seus países por questões sociais, migrando para o Estado judaico. No entanto, o Governo israelita deu um prazo, de três meses, aos migrantes para abandonarem o território, para seus países de origem ou um país terceiro, numa referência ao Ruanda e Uganda, sob pena de serem presos, avança o Notícias ao Minuto.

O Governo israelita referiu ainda que, os que deixarem Israel antes de Abril vão receber 3.500 dólares, passagem aérea e outros incentivos.

Muitos migrantes referem ter fugido a conflitos e perseguições, tendo solicitado o estatuto de refugiado. Israel designa-os de infiltrados e considera-os, na sua maioria, migrantes económicos, e cujo número ameaça a especificidade judaica do país do Médio Oriente.

O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros ruandês, Olivier Nduhungirehe, negou qualquer acordo com Israel para o acolhimento de requerentes de asilo.

O ministro de Estado para as Relações Internacionais ugandês, Henry Okello Oryem, também referiu não existir qualquer acordo nesse sentido.

A única linha de comunicação entre as duas Coreias voltou a funcionar nesta quarta-feira, depois de quase dois anos. A linha foi reaberta com objectivo de se discutir a participação da Coreia do Norte nos Jogos Olímpicos do Inverno, a decorrer na Coreia do Sul.

De acordo com o site da Globo, a linha telefónica com a comunicação mais directa entre as Coreias fica na fronteira entre os dois países. Desde Fevereiro de 2016, o telefone estava desligado por ordem do lado norte-coreano.

A Coreia do Sul ainda fazia tentativas de comunicação, mas ninguém atendia. Até que nesta quarta-feira, a linha foi reconectada. Pyongyang anuncia discussão para participar da Olimpíada do Inverno no Sul; pode ser o primeiro passo para um diálogo permanente.

Na TV da Coreia do Norte, o apresentador diz: “Vamos começar a discutir, de forma sincera e honesta, o envio de uma delegação para os Jogos de Inverno de Pyongyang”.

Nesta quarta, nenhum dos dois lados divulgou oficialmente o que foi dito na conversa. As Olimpíadas de Inverno começam em Fevereiro, na Coreia do Sul e a participação dos vizinhos do Norte pode ser o primeiro passo para restabelecer um diálogo permanente entre os dois países.

A China, aliada da Coreia do Norte, já disse que apoia a volta das conversas. Os Estados Unidos  dizem que é uma decisão sul-coreana, mas não acreditam na sinceridade do ditador Kim Jong-un quando ele diz que quer restabelecer o contacto entre as Coreias.

É que nesse mesmo discurso, Kim afirmou que o botão nuclear da Coreia do Norte está sobre a mesa, uma ameaça aos americanos.

Donald Trump respondeu em uma rede social: “Eu também tenho um botão nuclear, mas ele é maior, mais poderoso e funciona”.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, congratulou-se, pela reabertura de um canal de comunicação entre as duas Coreias, revelou hoje um porta-voz da ONU, citado pelo Expresso.

"É sempre um desenvolvimento positivo a existência de um diálogo entre as coreias do Norte e do Sul", referiu Farhan Haq, em alusão ao facto de os dois países vizinhos terem hoje retomado a ligação telefónica transfronteiriça (telefone vermelho), que tinha sido desligado em 2016.

Esta reactivação ocorre após uma oferta de diálogo que partiu de Seul, respondendo ao desejo do líder norte-coreano Kim Jong-un, que falava de uma participação nos Jogos Olímpicos de Inverno, em Fevereiro, na Coreia do Sul.

As relações entre as duas coreias têm sido tensas desde a Guerra da Coreia (1950-1953) e diversos incidentes graves ocorreram já entre os dois países.

Pelo menos quarenta pessoas perderam a vida, na queda de um autocarro numa ravina, numa zona costeira do norte do Peru, indicou a Polícia, citada pelo Notícias ao Minuto.

O chefe da polícia na cidade de Huaral, Hernan Valdivieso, afirmou que foram contados até ao momento 48 mortos, tendo já sido enviados 14 corpos para a morgue desta localidade, onde ocorreu o acidente.

"Estamos agora a retirar dez de uma ravina com 200 metros. Doze corpos encontram-se em local seguro e os 12 restantes ainda estão no interior do autocarro".

Os serviços de socorro peruanos trabalharam todo o dia no resgate dos sobreviventes e na localização das vítimas mortais entre os ferros retorcidos do autocarro e antes de que a maré cubra o veículo.

O chefe de informações dos bombeiros, o comandante Lewis Mejia, explicou que 12 corpos "foram colocados numa zona segura" e deverão ser retirados do local, quando a operação for retomada.

A directora do Hospital Alcides Carrión del Callao, María Elena Aguilar, disse que os quatro feridos hospitalizados na unidade apresentam múltiplas fraturas, e esperam ser operados nas próximas horas. Um quinto sobrevivente foi internado no hospital Sabogal e um sexto encontra-se num centro médico de Chancay.

O autocarro, com 57 passageiros, um motorista e uma assistente, saiu na terça-feira de Huaura para Lima.

O acidente ocorreu a cerca de 45 quilómetros de Lima, na estrada Panamericana Norte, numa zona conhecida como a 'curva do diabo', sobre o oceano Pacífico.

Pelo menos 14 pessoas foram mortas por homens armados na madrugada de segunda-feira, quando regressavam de uma missa celebrada em Port Harcourt, no sul da Nigéria, disse uma fonte policial e um familiar de uma das vítimas, citados pelo Notícias ao Minuto.

"Doze ficaram feridas, foram levadas para o hospital, onde estão a receber tratamento", acrescentou o polícia.

Cerca da "meia-noite e meia homens armados dispararam contra um grupo de fiéis", disse à agência noticiosa France Presse Ugochi Olugbo, o familiar de uma das vítimas mortais.

Nnamdi Omoni, responsável da comunicação da polícia do estado de Rivers, indicou que está a decorrer "uma caça ao homem para deter e julgar os criminosos". Omoni sublinhou que o número de vítimas ainda não foi confirmado oficialmente.

Os protestos no Congo contra o Presidente, Joseph Kabila, já provocaram oito mortos e levaram à detenção de mais de cem pessoas, informou hoje fonte da Organização das Nações Unidas (ONU), citado pelo Notícias ao Minuto.

Os agentes dispararam, hoje, contra fiéis de várias paróquias católicas que se manifestavam com o objectivo de pedir que Joseph Kabila declare, publicamente, que não será candidato nas próximas presidenciais. O protesto acontece um ano depois da assinatura do acordo de São Silvestre, que previa a realização de eleições antes do final de 2017.

Apesar de o Governo ter proibido qualquer manifestação de carácter político, vários fiéis e activistas decidiram organizar protestos, liderados pelos párocos.

A Comissão Eleitoral anunciou, em Novembro, que as eleições terão lugar a 23 de Dezembro de 2018.

Inicialmente previa-se que as mesmas decorressem em 2016, mas as autoridades congolesas atrasaram o processo, alegando deficiências no censo, decisão apelidada, pelas forças da oposição, como uma manobra política para preservar Kabila no poder.

O chefe da polícia do vale do Rift, Zero Arome, disse qua há 30 mortos e 16 feridos, na sequência da colisão entre um autocarro e um camião numa estrada no centro do Quénia, detalhando que todos os corpos foram removidos dos destroços e os feridos transportados para o hospital, avança o Notícias ao Minuto.

O acidente ocorreu num troço considerado perigoso da auto-estrada Nakuru-Eldoret, onde um autocarro, que partiu de Busia, no oeste do Quénia, chocou com um camião procedente de Nakuru.

O chefe da polícia indicou ainda que os condutores dos dois veículos pesados figuram entre as vítimas mortais, entre as quais há também um bebé de 3 anos.

As estradas do Quénia registam todos os anos aproximadamente 3.000 mortes, de acordo com dados oficiais.

 

 

As pessoas que estão na Nova Zelândia foram das primeiras a dar as boas-vindas ao ano de 2018.

Segundo o Euronews, a contagem decrescente foi feita a partir da torre da cidade de Auckland torre relógio da cidade maior do país, Auckland, onde lançou-se fogos-de-artifício para festejar e entrada no novo ano.

Outro país que também já fez a transição de ano é a Austrália, onde os festejos não correram da melhor forma, concretamente na praia Terrigal, forma, noticia o Daily Telegraph, citado pelo Notícias ao Minuto.

Milhares de pessoas tiveram que ser retiradas do areal, depois de uma barcaça de fogos de artifício se ter ateado dentro do barco de onde estava a ser lançada ao ar. Os dois técnicos que ali se encontravam tiveram que mergulhar no mar para escapar aos explosivos, tendo sofrido apenas ferimentos ligeiros.

Testemunhas do incidente, partilharam das redes sociais imagens do momento, que dizem ter sido um caos.

O fogo-de-artifício, que deveria explodir no céu, espoletou rente ao mar, muito perto do local onde os espectadores se encontravam.

O Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, teve alta, depois de ter sido internado, na passada quinta-feira, para operar a uma hérnia.

De acordo com o Notícias ao Minuto, Marcelo Rebelo de Sousa falou aos jornalistas para agradecer aos médicos que o trataram, mas também para dar uma palavra sobre o diploma da lei do financiamento dos partidos, sobre a qual tomará uma decisão, no máximo, até ao dia 11.

 

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