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O País – A verdade como notícia

Mais de seis milhões de eleitores são esperados, hoje, para eleger o Presidente senegalês. Para além do actual presidente, Macky Sall, a partir como o favorito na corrida, vão concorrer também quatro candidatos da oposição

O Conselho Constitucional senegalês aceitou as candidaturas de Macky Sall, do ex-primeiro-ministro Idrissa Seck, do deputado Ousmane Sonko, figura relevante da oposição, do candidato do Partido da Unidade e da Liberdade (PUR), El Hadji Issa Sall, e de um candidato próximo do ex-Presidente Abdoulaye Wade, Madicke Niang.

Entretanto, o Conselho rejeitou as candidaturas de dois principais rivais do Presidente em exercício, trata-se de Karim Wade e Khalifa Sall, escreveu o Notícias ao Minuto.

O mandato de Macky Sall ficou marcado por um crescimento económico e pelo desenvolvimento de infraestruturas, embora as deficiências nos serviços básicos tenham sido motivo de protesto por parte dos senegaleses.

Com os últimos dados a apontarem para uma taxa de desemprego de 15,7% e uma taxa de pobreza cifrada em 47%, estes serão alguns dos desafios que o vencedor das eleições de hoje terá de enfrentar.

O Senegal tem uma população de 15,8 milhões de pessoas com uma média de idades de 19 anos.
 

10h37:A poucas horas da entrada da ajuda, o governo venezuelano decidiu, encerrar parcialmente a fronteira com a Colômbia no dia em que ajuda devia chegar à Venezuela. A ajuda humanitária deverá entrar a partir de três postos fronteiriços com a cidade colombiana de Cúcuta, segundo anunciou quinta-feira a deputada venezuelana exilada Gaby Arellano.

A capital do departamento do Norte de Santander e a cidade venezuelana de San Cristobal, no Estado de Tachira, partilham a travessia fronteiriça das Pontes internacionais de Simón Bolívar, Francisco de Paula Santander e Tienditas.

Uma parte da ajuda humanitária que os Estados Unidos querem fazer chegar aos venezuelanos encontra-se armazenada em Cúcuta, na fronteira da Colômbia com a Venezuela.

Ajuda humanitária começa a entrar hoje na Venezuela

10h09:Hoje é a data limite anunciada pelo autoproclamado Presidente interino da venezuela, Juan Guaidó, para a entrada no país da ajuda humanitária.

Uma parte da ajuda humanitária que os Estados Unidos querem fazer chegar aos venezuelanos encontra-se armazenada em Cúcuta, na fronteira da Colômbia com a Venezuela. Guaidó, Presidente interino do país, prometeu introduzir essa ajuda humanitária na Venezuela neste dia, numa operação para a qual estão mobilizados milhares de cidadãos.

Mas se a ajuda humanitária parece garantida, a incógnita é saber como a fazer entrar na Venezuela, depois de o governo de Nicolás Maduro ter fechado as fronteiras à entrada de medicamentos e alimentos oriundos dos EUA.

Maduro afirmou que a ajuda dos EUA era um pretexto para abrir caminho a uma intervenção militar norte-americana, numa leitura política que teve a concordância diplomática do governo russo.

Na quarta-feira, Guaidó deu indicações às Forças Armadas para deixarem entrar hoje as doações internacionais, dizendo que tinham três dias para "seguir as ordens do Presidente encarregado da República".

Guaidó afirmou que a ajuda entrará "por ar, por mar e por terra", sem especificar os pontos exactos da entrada dos alimentos e medicamentos.

 

O Presidente da Nigéria afirmou que se vai congratular no final das eleições presidenciais, que decorrem hoje.

O seu principal adversário, Atiku Abubakar, de 72 anos, vai votar em Yola, no estado de Adamawa, no nordeste do país. No restante dos 120 mil pontos de votação, espalhados pelo país, os jornalistas da AFP encontraram muitos atrasos devido à instalação tardia de equipamento.

O presidente Muhammadu Buhari descartou as perguntas dos jornalistas sobre se aceitaria uma derrota para o principal opositor, Atiku Abubakar, num escrutínio que se apresenta como imprevisível.

As assembleias de voto abriram hoje, após um adiamento não anunciado de uma semana, para receber cerca de 72,8 milhões de eleitores que vão escolher o seu presidente numa eleição disputada entre os dois favoritos Muhammadu Buhari e Atiku Abubakar.

O presidente disse que o processo de votação está a decorrer sem problemas, apesar de noutros locais do país algumas autoridades relatarem preocupações com a demora na abertura das urnas e um forte dispositivo de segurança para eventual intimidação de potenciais eleitores.

 

 

 

O presidente venezuelano, Nicolás Madura, ordenou o encerramento imediato da fronteira com o Brasil e pondera fazer o mesmo com a Colômbia.

A medida foi anunciado depois de reunir-se com os militares. Maduro disse que o encerramento vai vigorar por tempo indeterminado.

A decisão foi tomada numa altura em que o presidente autoproclamado, Juan Guaidó, dirigia-se a fronteira entre a Venezuela e a Colômbia para desbloquear o auxílio humanitário norte-americano.

Maduro rejeita a entrada de ajuda dos Estados Unidos e diz que trata-se de alimentos estragados, distribuídos com o propósito de espalhar doenças.

Incêndio em um edifício habitacional em Daca, Bangladesh, que servia também de depósito de produtos químicos, causou a morte de 67 pessoas e 55 ficaram feridas.

O incêndio deflagrou na noite desta quarta-feira, informaram as autoridades locais citadas pelo Notícias ao Minuto.

"Pelo menos 67 pessoas morreram. Ainda não temos a certeza quanto ao número de feridos", disse um porta-voz do serviço de incêndios da capital, Mahfuzur Rahman.

Várias pessoas, incluindo crianças, ficaram gravemente feridas e foram transportadas para vários hospitais da capital do Bangladesh.

O desastre ocorreu perto de Nimtoli, onde 124 pessoas morreram em 2010 devido a um incêndio semelhante que teve origem numa fábrica de produtos químicos.

Vítimas de abusos sexuais por padres estão por estes dias no Vaticano, na expectativa de que a Igreja Católica corrija a sua atitude em relação a este problema, que será analisado durante três dias pelo Papa Francisco e por bispos de todo o mundo.

O objetivo dos bispos é claro: recuperar a credibilidade aos olhos do mundo e das muitas vítimas de abusos. Uma dessas vítimas é Phil Saviano, um dos responsáveis por denunciar o escândalo de abusos sexuais da Igreja Católica americana em Boston, um caso que veio a dar anos mais tarde origem ao filme 'O Caso Spotlight', vencedor do Óscar de melhor filme.

Saviano ajudou o jornal Boston Globe a expor a prática sistémica de abusos e o encobrimento das cúpulas directivas católicas. O norte-americano está entre os vários sobreviventes que se encontraram com representantes do Vaticano na quarta-feira antes do início da reunião.

“Não fiquei desapontado por o Papa não estar presente. Eu não queria falar com o Papa. Mas foi dececionante para alguns de nós, devo dizer. Asseguraram-nos de que o Papa seria informado do conteúdo desta reunião", afirmou Saviano à euronews.

Enquanto durava a reunião, outras vítimas empunhavam fotografias do tempo em que eram crianças ou adolescentes e que foram abusados, ao passo que outros gritavam “tolerância zero” como cântico de protesto.
O encontro vai prolongar-se por três dias e no final de cada jornada uma vítima de abuso sexual vai juntar-se aos bispos em oração.

A expectativa de muitos é que este seja um verdadeiro ponto de viragem na maneira como a Igreja Católica lida com o abuso sexual e que se faça um julgamento que a coloque, finalmente, no caminho da redenção.

 

A primeira-ministra britânica, Theresa May, reúne-se hoje em Bruxelas com o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, com a esperança de conseguir alterações no acordo de saída britânica da União Europeia.

May acredita que as alterações poderão permitir que o acordo de saída negociado pelo governo britânico com Bruxelas passe no parlamento, pelo que vai reiterar a necessidade de conseguir essas garantias.

O encontro com o presidente da comissão está marcada para 18h30 depois de na última semana ter telefonado à maioria dos líderes dos restantes Estados-membros da UE para os sensibilizar para a necessidade de encontrar um entendimento, incluindo ao primeiro-ministro português, António Costa.

A saída do Reino Unido da União Europeia está marcada para 29 de março, fim do prazo de dois anos previsto no artigo 50.º do tratado europeu para o processo de negociações.

O governo britânico precisa de uma maioria de votos no parlamento para ratificar um acordo que garanta uma saída ordenada do bloco europeu, mas o texto negociado com Bruxelas foi rejeitado em 15 de janeiro por uma margem de 230 votos, incluindo 118 deputados do partido Conservador.

Theresa May prometeu fazer uma nova declaração sobre o processo do “Brexit” a 26 de fevereiro, seguido por um debate acompanhado por uma votação no dia seguinte. Caso não mostre avanços nas discussões com os líderes europeus, a primeira-ministra poderá ser confrontada com propostas para adiar a data da saída ou para negociar um novo acordo.

 

O Presidente norte-americano, Donald Trump, apelou aos militares venezuelanos para se juntarem ao presidente autoproclamado Juan Guaidó, sob pena de arriscarem a várias perdas.

"Vocês podem escolher aceitar a oferta generosa de amnistia do presidente Guaidó e viverem em paz com os vossos. Senão, podem escolher a segunda via: continuar a apoiar Maduro. Neste caso, não vão ter locais para se refugiarem. Não vão ter saída possível. Vão perder tudo", enfatizou Donald Trump.

O jornal online Notícias ao Minuto, escreve que durante a sua intervenção, Trump disse que está a chegar um novo dia para a América Latina, ao procurar congregar apoio entre a maior comunidade venezuelana nos EUA para o líder oposicionista Juan Guaidó.

A assessora de imprensa da Casa Branca, Sarah Sanders, dissera que os dirigentes norte-americanos sabiam onde os oficiais militares da Venezuela e as suas famílias tinham dinheiro escondido no mundo.

"O socialismo devastou tanto a Venezuela que até as maiores reservas de petróleo do mundo foram insuficientes para manter as luzes ligadas", disse Trump.

A presidente do Partido Democrata na Florida, Terrie Rizzo, criticou Trump, por ter duas caras em relação à Venezuela, justificando que "fala sobre combater o regime de Maduro, mas continua a deportar e deter venezuelanos que fogem da repressão do regime de Maduro".

As autoridades Filipinas afirmam que o surto de sarampo que já afectou 8.443 pessoas causou 130 mortes, na maioria crianças menores de cinco anos.

A situação é especialmente grave na área metropolitana de Manila, com um total de 13 milhões de habitantes.

De acordo com a imprensa internacional, o país sofreu uma queda acentuada na taxa de vacinação, em parte causada pelo escândalo da Dengvaxia, uma vacina contra a dengue que foi administrada nas escolas entre 2016 e 2017 e está ligada à morte de várias crianças no país.

As autoridades sanitárias lançaram uma campanha de imunização com o objectivo de conter o surto até Abril. Em Manila cerca de 130 mil crianças já foram vacinadas, faltando 450 mil por serem vacinadas.

"Pouco a pouco, a fé nas vacinas irá retomar. A única resposta ao surto é a imunização", disse o secretário da Saúde, Francisco Duque.

Numa declaração emitida na semana passada, também o Presidente filipino pediu às famílias para vacinarem rapidamente os filhos e assim evitarem a propagação da doença.

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