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Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Cyril Ramaphosa assumiu, hoje, em Pretória, República da África do Sul, o primeiro mandato presidencial legitimado pelo povo.

No poder desde 2018, Cyril Ramaphosa foi reeleito presidente da África do Sul pelos deputados nesta quarta-feira (22), após a vitória do seu partido, o Congresso Nacional Africano (ANC), nas sextas eleições gerais realizadas a 8 de Maio.

Mais de 30 mil pessoas testemunharam a tomada de posse do 5º presidente da África do Sul reeleito com 57% dos votos. Vários estadistas africanos participaram na cerimónia de investidura, incluindo o Chefe do Estado moçambicano, Filipe Jacinto Nyusi.

No seu discurso, Cyril Ramaphosa prometeu dias melhores aos sul africanos.

"Uma nova era começa para o nosso país. Melhores dias vêm aí para a África do Sul Ramaphosa. Chegou a hora de construirmos o futuro ao qual aspiramos", prometeu Ramaphosa.

"Hoje, reafirmamos nossa determinação de trabalhar com nossas irmãs e irmãos em todo o continente para realizar a visão da União Africana da Agenda 2063, construir a África que todos os africanos querem, forjar uma área de livre comércio que se estende da Cidade do Cabo a Cairo, trazendo crescimento e oportunidade a todos os países africanos", acrescentou.

 

Cyril Ramaphosa é oficialmente o quinto Presidente da África do Sul após a queda apartheid.

Mais de 30 mil pessoas juntaram-se este sábado em Pretória para acompanhar o empossamento de Cyril Ramaphosa, reeleito Presidente da República quarta-feira pelo parlamento, após a vitória do ANC, nas eleições legislativas de 8 de Maio.

A cerimónia solene foi presenciada por vários chefes de Estado africanos e do mundo, com destaque para o estadista moçambicano Filipe Nyusi, do Senegal Macky Sall, do Ruanda Paul Kagame, da Namíbia Hage Geingob e outros, além de personalidades entre elas o antigo estadista sul-africano Thabo Mbeque, a viúva de Nelson Mandela, Graça Machel entre outros.

Ramaphosa chegou as 11 horas ao Estádio acompanhado de sua esposa. Orações abençoaram o evento e antecederam o juramento de posse. Seguiram-se um show de paraquedismo, salvas de canhão e a revista a guarda de honra.

No discurso de tomada de posse, o quinto Presidente da África do Sul começou garantir trabalhar com os países africanos no desenvolvimento do continente.

Internamente, o actual Chefe do Estado apelou a união entre as diferentes forças políticas em prol do interesse nacional.

E tal como foi sua bandeira durante a campanha eleitoral, voltou a apelar a combate a corrupção.

O dia de tomada de posse do novo presidente coincidiu com o Dia de África, O Dia foi estabelecido pela União Africana (UA) em 25 de maio de 1963, é comemorado no continente e internacionalmente.

E por ser dia de festa, a cerimónia terminou com celebração, mesmo a moda sul-africana.

 

O departamento de Justiça dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira, 17 novas denúncias contra o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, principalmente relacionadas a leis contra a espionagem.

Segundo o comunicado da Justiça, Assange é suspeito de "ajudar a obter informação confidencial ciente de que poderia ser utiliza em detrimento dos Estados Unidos e em benefício de uma nação estrangeira".

Os Estados Unidos responsabilizam Assange por ter colocado em risco algumas de suas fontes com a publicação, em 2010, de 750 mil documentos militares e diplomáticos.

Washington também acusa Assange de "conspirar" com a ex-analista de informática americana Chelsea Manning, condenada em 2013 por vazar milhares de documentos.

Austrália e seus partidários afirmam que Assange não pode ser perseguido por publicar tais documentos, com base no princípio de liberdade de imprensa. "O departamento leva a sério o papel dos jornalistas em nossa democracia, mas Julian Assange não é um jornalista", declarou o vice-secretário de Justiça, John Demers.

"Nenhum jornalista responsável publicaria deliberadamente os nomes de fontes confidenciais em zonas de guerra sabendo que as colocaria em perigo".

O Wikileaks avaliou que "é o fim do jornalismo sobre temas como segurança nacional e o fim da primeira emenda" da Constituição dos Estados Unidos, que garante a liberdade de expressão.

As denúncias "representam uma ameaça direta à liberdade de imprensa e ao jornalismo investigativo", denunciou a Repórteres sem Fronteiras (RSF), enquanto a organização Freedom of the Press advertiu para "um grande perigo para os jornalistas".

Assange, que está preso na Grã-Bretanha, foi detido em 11 de Abril na embaixada do Equador em Londres, onde estava refugiado há sete anos, após um pedido de extradição dos Estados Unidos. As novas denúncias podem acarretar em dez anos de prisão cada uma.

A Suécia também reabriu o caso contra Assange por estupro.

A primeira ministra britânica Theresa May anunciou a demissão esta sexta-feira depois de não conseguir que seu plano de saída da União Europeia fosse aprovado. Após três anos à frente dos destinos do Reino Unido e do Brexit, a primeira-ministra britânica cedeu à pressão interna do partido renunciando ao cargo a partir de 7 de Junho.

A demissão de May surge depois de uma turbulenta negociação da saída do Reino Unido da União Europeia (UE), que culminou esta semana com a rejeição, pela quarta vez, das propostas para um acordo, na Câmara dos Comuns.

Emocionada, May expressou "um profundo pesar por não ter conseguido implementar o Brexit e afirmou que renunciava como líder do Partido Conservadora e líder do Governo.

 “É agora claro para mim que é do melhor interesse do país um novo primeiro-ministro fazer esse esforço. Por conseguinte, anuncio a minha demissão da liderança do Partido Conservador e Unionista a partir de 7 de Junho, para que um sucessor possa ser escolhido. … Lamento e lamentarei sempre não ter conseguido realizar o Brexit. Caberá ao meu sucessor encontrar um caminho para honrar o resultado do referendo, através de um consenso no parlamento que eu não consegui encontrar. Um consenso que só vai ser possível alcançar e todas as partes do debate estiverem dispostas a comprometer-se. Deixarei em breve o cargo que foi a maior honra da minha vida servir. Fui a segunda primeira-ministra, mas certamente não serei a última. Faço-o sem mágoa, mas com uma enorme e duradoura gratidão por ter tido a oportunidade de servir o país que amo,” declarou Theresa May em Downing Street.

O Reino Unido tem a saída da UE agendada para o próximo dia 31 de Outubro.

 

Após mais uma vitória do ANC nas eleições parlamentares de 8 de Maio, o líder do partido no poder, Cyril Ramaphosa, toma posse este sábado.

A confirmação do evento já havia sido feita, quarta-feira, na Assembleia Nacional da África do Sul, onde vários deputados do ANC assumiram cargos ministeriais, menos David Mabuza, que decidiu adiar a tomada de posse como vice-presidente, depois de a comissão de integridade tê-lo acusado de ser responsável pela recente impopularidade do ANC.

 Espera-se que, no discurso presidencial, Ramaphosa reitere o seu compromisso no combate à corrupção e no reavivamento da economia cuja taxa de desemprego está a volta dos 27%. Outro desafio que o povo sul-africano gostaria de ver resolvido é o plano de expropriação de terra sem indemnização. Nestas eleições legislativas, o ANC venceu com o pior resultado de 57.73% votos, em comparação a outras eleições em que costumava obter acima de 60%.

 

Confrontos entre tropas do  presidente  Bashar al Assad, da Síria, e  grupos rebeldes  Jihadistas deixaram 44  mortos nesta terça-feira (21) na província de Hama, no noroeste do país, vizinha à Idlib, província dominada pelos jihadistas do Hayat Tahrir al-Cham (HTS, aliado à Al-Qaeda)

Os enfrentamentos, que duraram mais de quatro horas, ocorreram durante uma ofensiva dos insurgentes para tentar recuperar áreas antes controladas por eles e que agora estão sob domínio do governo de Assad, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos.

A ofensiva começou com um atentado suicida com carro-bomba em Kafr Nabuda, no norte de Hama, dominada pelo governo no início do mês. Do total de vítimas, 26 pertenciam às tropas leais a Assad e 18 faziam parte de grupos rebeldes de oposição ao governo.

Segundo a ONG Observatório Sírio de Direitos Humanos, a Força Aérea da Síria também lançou vários ataques contra áreas da província de Idlib, último reduto dos rebeldes no país.

Os ataques ocorreram apesar de a Rússia, principal aliado de Assad, ter anunciado no domingo que o governo da Síria iniciaria um cessar-fogo unilateral na região de Idlib.

Tropas do governo da Síria e aliados enfrentam os insurgentes que ainda controlam o norte e o noroeste da Síria desde 30 de Abril, data que marca o aumento dos bombardeios contra as regiões. Desde então, segundo o Observatório Sírio, 180 civis morreram.

Já a ONU afirma que 160 pessoas morreram na região e que mais de 180 mil deixaram as províncias do norte e do noroeste da Síria para fugir dos ataques realizados pelos governos de Rússia e Síria.

Idlib, onde vivem 3 milhões de civis, está sob o controle da Organização para a Libertação do Levante, liderada pela antiga Frente al Nusra, ex-filial da Al Qaeda na Síria. O grupo é considerado como terrorista por Síria e Rússia.

Já está confirmado. Os restos mortais exumados no cemitério municipal do Luena, a 31 de Janeiro deste ano, são de Jonas Savimbi, afirmou Isaías Samakuva, presidente  da UNITA citado pela Euronews. 

Segundo o presidente do maior partido da oposição em Angola citado, as cerimónias fúnebres dos restos mortais do fundador da UNITA, Jonas Savimbi vão realizar-se a 1 de Junho, em Lopitanga, na província angolana do Bié.

O funeral acontecem depois de o corpo do fundador da UNITA ter sido exumado e submetido a testes de confirmação do DNA.  

"Conforme os relatórios apresentados, verificou-se que as três equipas concluíram que as amostras analisadas confirmam que os restos mortais recolhidos no cemitério de Leuna, no dia 30 de janeiro de 2019 são do presidente da UNITA, o dr. Jonas Malheiro Savimbi. A probabilidade de identidade é superior a 99, 9%", confirmou o líder da UNITA.

O desfecho representa o culminar de um processo com altos e baixos de reconciliação do país, desde a morte em combate de Jonas Savimbi, pelas mãos das forças armadas do governo, em Fevereiro de 2002.

A ponte entre as duas fações foi oficialmente estabelecida numa apresentação do executivo angolano, onde familiares estiveram presentes, entre eles, o filho Rafael Savimbi, também deputado da UNITA.

"Sabemos todos que houve muitas histórias ligadas ao destino que teria sido dado aos restos mortais do dr. Savimbi. E, no fundo, este momento foi solicitado por nós para podermos estar tranquilos e para podermos tranquilizar todos os cidadãos que se interessam por Jonas Savimbi", afirmou Isaías Samakuva.

 

O presidente norte-americano, Donald Trump, avisou o Irão para nunca mais ameaçar os Estados Unidos e fez uma advertência ao Teerão dizendo que, se quiser lutar será o seu fim.

“Se o Irão quiser lutar, esse será o fim oficial do Irão. Nunca mais ameacem os Estados Unidos!”, advertiu Trump na sua conta oficial do Twitter, de acordo com a imprensa internacional.

Essa advertência surgiu depois do líder dos guardiães da revolução, Hossein Salami, o Médio Oriente pode converter-se num paiol para Washington e que Irão não teme uma guerra contra os EUA.

"Não procuramos a guerra nem a tememos. É a diferença em relação aos Estados Unidos, que têm medo da guerra", afirmou Salami.

As ameaças agravaram-se após a sabotagem de quatro petroleiros nos Emirados Árabes Unidos e os ataques com drones a um oleoduto saudita.

O padrão internacional do quilograma muda esta segunda-feira, passando a usar-se  a Constante de Planck, uma fórmula da física teórica em vez dos cilindros metálicos usados em vários países, cujo peso efectivo mudou ao longo de décadas.

A constante de Planck , fórmula do físico alemão Max Planck permitirá de forma universal determinar quanto deve pesar um quilograma

Desde 1889, o padrão  do quilo foi o Protótipo Internacional do Quilograma, um cilindro feito de uma liga metálica de platina e irídio que é guardado na cave da sede do Comité Internacional de Pesos e Medidas, em Saint-Cloud, perto de Paris, e foi adoptado como o padrão pelo qual se medem todos os quilos.

No entanto, ao longo dos anos, o cilindro, que tem apenas 39 milímetros de altura e diâmetro, aumentou a sua massa em alguns microgramas devido a partículas que absorveu da atmosfera.  O que pode  implicar erros em experiências científicas que precisam de medidas exactas de materiais altamente controlados, como substâncias radioactivas.

A partir de hoje, entram em vigor também novas fórmulas para calcular unidades fundamentais de medidas como o ampere, que mede a corrente eléctrica, o kelvin, uma medida científica de temperatura, e o mole, uma medida de substância.

Medidas que derivam das fundamentais, como o volt, ohm e o joule, passam a ter novos padrões definidos a partir de constantes físicas que se verificam na natureza.

Além dos profissionais dos laboratórios nacionais de metrologia, poucas pessoas sentirão a mudança, afirmou o Comité  Internacional de Pesos e Medidas citado pelo Notícias ao minuto.

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