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O País – A verdade como notícia

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

A China diz que a guerra comercial bilateral iniciada por Donald Trump é terrorismo económico.

"Somos contra a guerra comercial, mas não temos medo dela", declarou o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Zhang Hanhui.

A china se mostra progressivamente mais ofensiva perante aquilo que considerou serem pressões intoleráveis de Washington. A guerra comercial entre as duas potências intensificou-se desde que Washington aumentou, no início deste mês, as taxas alfandegárias punitivas sobre produtos chineses.

Em nome da segurança dos Estados Unidos, uma lei proíbe desde o ano passado as administrações federais de comprarem equipamentos e serviços do grupo de telecomunicações Huawei, ou de trabalharem com empresas terceiras que sejam clientes da Huawei.

"Este conflito comercial terá igualmente um impacto negativo importante sobre o desenvolvimento e o relançamento da economia mundial", advertiu o responsável chinês.

Perante o ataque de Trump, meios de comunicação social e responsáveis políticos chineses lançaram a ameaça de reduções nas exportações de terras raras para os Estados Unidos, o que poderá vir a privar as empresas norte-americanas de um recurso essencial para as tecnologias de ponta.

O Presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, decidiu devolver ao Canadá 69 contentores de matérias que o país diz não serem recicláveis e que foram enviadas ilegalmente, em 2013. 

De acordo com o governo de Manila, capital das Filipinas, os contentores traziam lixo de todo o tipo. Otava, capital e quarta maior cidade do Canadá tinha até 15 de Maio para recuperar estes contentores.

O conflito entre Filipinas e Canadá que dura há seis anos levou os ambientalistas a pedirem a ratificação, pelo país asiático, da Convenção da Basileia que proíbe a importação de resíduos plásticos ou seja um acordo que define a organização e o movimento de resíduos sólidos e líquidos perigosos.

De 1988 a 2016, a China recebeu 168 milhões de toneladas de resíduos plásticos, vindos dos dez maiores exportadores, incluindo EUA, Japão e Reino Unido, mas no ano passado Pequim proibiu esta prática o que levou estes países a procurarem outras alternativas.

Os plásticos recicláveis podem ser exportados, legalmente, para vários países do sudeste asiático mas, às vezes, o que chega é mais do que aquilo que ficou acordado. Os plásticos sujos, e de fraca qualidade, por exemplo, libertam gases tóxicos durante o processo de incineração que causam doenças respiratórias e contaminam as águas.

 

Cinco dias após tomar posse como presidente eleito da África do Sul, Cyril Ramaphosa, apresentou hoje o seu novo governo. A grande novidade é a redução do número de ministérios de 36 para 28 e a inclusão de maior número de mulheres no seu elenco.

Ramaphosa não só nomeou maior número de sempre de mulheres para o seu elenco, mas também convidou figuras de outros partidos a fazerem parte do seu executivo.

Destaque ainda vai para a não renovação de Michael Masutha, anterior ministro da Justiça e Assuntos Correcionais que esteve em frente da decisão da extradição de Manuel Chang para Moçambique.
Masutha foi substituído por Ronald Lamola, um jovem de 37 anos de idade.

Refira-se que Cyril Ramaphosa tomou posse no dia 25 de Maio, com promessas de combate à corrupção, desemprego e desigualdades na África do do Sul.

 

 

Em uma entrevista abrangente à rede mexicana Televisa, exibida nesta terça-feira, o papa Francisco afirmou que está disposto a dizer ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em pessoa que é errado construir muros nas fronteiras, e pareceu alertá-lo a não retomar uma política de separação de famílias.

Francisco, que já se chocou com Trump em temas ligados à imigração, debateu a situação na fronteira EUA-México com Valentina Alazraki, repórter veterana do Vaticano que é mexicana.

Indagado se diria a Trump a mesma coisa face a face se o presidente estivesse sentado diante dele, Francisco respondeu: "O mesmo. O mesmo porque o digo publicamente… eu até disse que aqueles que constroem muros acabam sendo prisioneiros dos muros que constroem".

"Não sei o que está acontecendo com esta nova cultura de defender territórios construindo muros. Já conhecemos um, aquele em Berlim, que trouxe tantas dores de cabeça e tanto sofrimento", disse.

Trump, que se encontrou com o papa no Vaticano em 2017, disse que o muro é necessário para lidar com uma crise de drogas e crimes que atravessa a fronteira dos EUA e se chocou com a Câmara dos Deputados, comandada pelos democratas, e com alguns juízes sobre a maneira de financiá-lo.

No ano passado, Francisco criticou a diretriz do governo Trump de separar filhos e pais que atravessaram ilegalmente a fronteira EUA-México, que Trump reverteu mais tarde devido à revolta generalizada.

A cidade de Kawasaki, no Japão, acordou, esta terça-feira, em choque, depois de um indivíduo ter esfaqueado 17 crianças e um homem numa paragem de autocarro, tendo-se suicidado logo de seguida. As autoridades japonesas confirmam pelo menos dois óbitos.

As razões que fizeram com que o homem de 50 anos esfaqueasse 17 crianças, de idades compreendidas entre 6 e 12 anos, são ainda desconhecidas, porém primeiras informações indicam que o autor do ataque era pai de uma das crianças. O primeiro-ministro japonês condenou o ataque.

O ataque acontece no último dia da visita do presidente dos Estados Unidos ao Japão. Donald Trump também lamentou o crime e manifestou pesar pelas vítimas.

Ainda assim, o Japão tem uma das mais baixas taxas de crime violento do mundo.

 

 

Segundo os resultados provisórios divulgados pelo Parlamento Europeu, o Partido Popular Europeu vence as eleições europeias, ocupando 178 assentos na próxima assembleia europeia. Esse resultado põe em queda as famílias políticas tradicionais.

O Partido Popular Europeu mantém-se como a principal força política apesar de perder 39 lugares no hemiciclo. Já os socialistas europeus ocuparão 152 lugares.

Segundo a projeção, baseada em resultados oficiais e provisórios em 22 países e em estimativas nos restantes seis, a Aliança dos Democratas e Liberais pela Europa (ALDE) torna-se, de forma destacada, na terceira força política no PE, com 108 eurodeputados, um crescimento de 40 eurodeputados, enquanto os Verdes europeus ganham 15 assentos, para ser o quarto grupo político, com um total de 67 representantes, escreve o Notícias ao Minuto.

O governo do Zimbabwe anunciou que em breve começará a compensação de 4.500  fazendeiros brancos que foram retirados de suas terras durante a reforma agrária  que aconteceu em 2000. A decisão abriu um novo episódio na crise do país.

O governo reservou o equivalente a US$ 18,5 milhões no orçamento deste ano para ressarcir os fazendeiros. Os antigos proprietários de terra insistem que o valor dessas dívidas do Estado é muito maior, algo entre nove e 30 bilhões de dólares.

Contudo, os fazendeiros negros beneficiados pela reforma consideram injusta a decisão do governo de pagar as indenizações.

Segundo o professor da Universidade de Cape Town, na África do Sul, e especialista em reforma agrária, Grasian Mkodzongi, os zimbabueanos acreditam que esse montante poderia ser investido na produção agrícola do país.

“Muitos zimbabueanos negros acreditam firmemente que os agricultores brancos não ‘compraram’ a terra, então por que deveriam ser compensados?”, ressalta.

A reforma agrária aconteceu sob o comando do  ex- presidente Robert Mugabe, que comandou o país  por 37 anos, no início do século.

Mugabe se propôs a corrigir a história através da expatriação de fazendeiros brancos. Essa política de favorecimento dos negros, no entanto, causou uma comoção global. Diversos países ocidentais declararam sanções comerciais, asfixiando a economia do país.
 

Israelitas saíram à rua para protestar contra a aprovação das leis que podem dar imunidade ao primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, e limitar o poder do Supremo Tribunal. Facto que poderá impedir Netanyahu de ser julgado em três casos de corrupção.

Os manifestantes estão contra as leis que Netanyahu quer aprovar e que podem transformar Israel em um estado democrático.

Foram cerca de 20 mil manifestantes que se fizeram à rua, dentre os quais todos partidos da oposição.

As maiores eleições da Europa e do mundo que iniciaram no dia 23 de Maio chegam ao fim este domingo, dia em que cidadãos de 21 países, incluindo Portugal, França, Itália e Alemanha decidem o futuro da União Europeia. Para já, a previsões indicam grandes avanços dos partidos nacionalistas e pela, primeira vez, os grupos de centro-direita e centro-esquerda que têm dominado o bloco desde o início poderão perder, em grande medida, a presença parlamentar.

As sondagens indicam também um parlamento europeu muito fragmentado. Embora os partidos da extrema-direita tenham peso nestas eleições, o líder e vice-Primeiro-Ministro italiano, Matteo Salvini, conhecido pela sua política anti-imigração tem sofrido críticas severas não só dos parceiros europeus, bem como da sua própria coligação, Movimento cinco estrelas.

São 28 Estados-membros da União Europeia que têm votado em deputados que lhes possam representar no Parlamento Europeu. Cerca de 427 milhões de eleitores europeus deverão escolher 751 eurodeputados. O sistema usado pela Europa é de representação proporcional e a idade mínima para eleição é de 18 anos, menos em Malta e Áustria que é de 16 anos e Grécia 17.

Alemanha é o país com mais eurodeputados a votar que são 96, devido ao seu peso demográfico e económico e Portugal terá de escolher 21 parlamentares. Desde 1979, o número de eleitores que era de mais de 60% tem registado uma queda, sendo que em 2014, apenas 42,61% se fizeram às urnas. O Parlamento Europeu é constituído por oito frentes, sendo que actualmente a maior é de Democratas Cristãos com 216 representantes.

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