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O País – A verdade como notícia

O Primeiro-Ministro do Lesoto não compareceu hoje ao tribunal para responder a acusação de estar envolvido na morte da sua ex-esposa, Lipolelo Thabane, em Junho de 2017.

Era suposto que esta sexta-feira Thomas Thabane, primeiro-ministro de Lesoto, fosse ouvido pelo tribunal sobre o caso da morte da sua ex-esposa.
Mas Thabane não se fez presente ao tribunal e a polícia de Lesoto não faz ideia de onde ele está.

Thabane e a sua actual esposa Maesaiah Thabane são acusados de estar envolvidos no assassinato da ex-esposa Lipolelo Thabane, que foi baleada mortalmente perto da sua casa em Maseru em junho de 2017, dois dias antes de Thabane tomar posse como primeiro-ministro de Lesoto.

A actual esposa de Thabane é apontada como mandatária do homicídio. O primeiro-ministro havia dito na quinta-feira que iria renunciar ao poder em Julho, mas alegando a sua idade avançada, de acordo com a Reuters. Ambos os indiciados têm negado qualquer envolvimento na morte de Lipolelo.

 

A Polícia alemã confirmou que pelo menos nove pessoas morreram esta quarta-feira à noite em dois tiroteios em bares na cidade alemã de Hanau, no centro do país. A imprensa avança que existem ainda feridos em estado grave.

O primeiro tiroteio ocorreu, por volta das 22h00 locais (23h00 em Maputo), num bar de fumadores de cachimbo de água (shisha), onde três pessoas foram baleadas.

Posteriormente, houve um segundo tiroteio num estabelecimento semelhante, onde morreram pelo menos cinco pessoas, lê-se no site da RTP.

O presumível autor dos dois tiroteios foi encontrado morto na sua casa, algumas horas depois, ao lado de um outro corpo não identificado, anunciou a Polícia.

“Ainda não há qualquer indicação de que existam outros autores” dos disparos, escreveu no Twitter a Polícia do Estado de Hesse, onde se situa Hanau.
Um importante dispositivo foi criado pela na sequência dos tiroteios em Hanau, a cerca de 20 quilómetros de Frankfurt, centro financeiro da Alemanha.

 

 

 

Já está em recuperação o único doente do novo coronavírus registado no continente africano. No mundo fora, mais de 2 100 pessoas morreram e mais de 75 mil continuam infectadas.

Boas notícias vem do Egipto. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, citada pela Reuters, o único paciente do novo coronavírus registado em África que se encontra hospitalizado no Egipto já está em estado de recuperação, após novos testes terem dado negativo.

Entretanto, alguns especialistas não deixam de lançar dúvida se de facto o paciente padecia do novo coronavírus covid-19. Desde que a pneumonia viral surgiu em Wuhan, uma cidade chinesa, até agora, África só registou um caso confirmado do coronavírus, apesar de alguns especialistas suspeitarem que haja casos que não terão sido reportados.

O paciente vai ter de passar 14 dias de quarentena antes de ser liberado.

Já na China continental, mais uma vez, houve registo de baixa no número de infectados de 1 693 para 349, na quarta-feira. Já o número de mortos foi de 108.

O navio de cruzeiro “Diamond Princess” retido no Japão desde 3 de Fevereiro, pela primeira vez, registou dois mortos pelo novo coronavírus, numa altura em que há mais de 620 casos, e os cerca de 3 700 passageiros aos poucos estão a desembarcar.

A Coreia do Sul vai reforçar medidas de restrição, depois de ter registado 23 casos do covid-19 em menos de 24 horas, elevando o número de infectados para 82.

 

 

Cresce a tensão na Guiné-Bissau na medida em que 27 de Fevereiro, uma data a qual Umaro Sissoko Embaló, considerado vencedor das eleições presidenciais pela Comissão Nacional de Eleições, diz que vai assumir o poder, com ou sem a permissão do parlamento.

A vitória de Embaló continua a ser contestada pelo principal líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira, que reclama junto ao Tribunal Supremo ter havido fraude na contagem de votos de 29 de Dezembro.

Citado pela agência Lusa, Pereira pediu ao povo que se mantivesse sereno, pois ninguém poderá impor um presidente a Guiné-Bissau que não tenha sido eleito democraticamente.

O Tribunal Supremo de Bissau continua a medir forças com a Comissão Nacional das Eleições, à qual ordena que haja novo apuramento de votos nas urnas. Mas a CNE diz que já fez tudo que era necessário, e o resultado mantem-se: Embaló é vencedor com 53,55% dos votos contra os 46,45% de Pereira. Estas declarações têm sido apoiadas pela CEDEAO.

 

Discursando na Associação Americana de Avanços da Ciência (AAAS), o empresário bilionário Bill Gates chamou atenção ao perigo do coronavírus caso chegue ao continente africano.

O fundador da Microsoft e filantropo Bill Gates disse que, devido a fracos sistemas de saúde em África, o coronavírus se não for controlado é capaz de ser pior que ébola no continente, sobretudo, na áfrica subsaariana, noticiou the Telegraph.

“Esta doença, estando em Africa é mais mortífera que na China, longe de eu querer minimizar o impacto que está a ter na nação chinesa. Caso o coronavírus entre em Africa, não serão sobrecarregados os sistemas de saúde?”

Bill Gates acrescentou que o novo coronavírus chamado covid-19 é capaz de gerar 10 milhões de mortos em todo o mundo se houver poucos os esforços. A fundação Melinda e Gates doou 10 milhões de dólares à África para combate e prevenção desta doença.

Embora até agora tenha sido registado um caso confirmado do coronavírus em África, especialistas suspeitam que haja casos que nunca foram reportados no continente. De acordo com Quartz, o nível de voos entre África e China subiu para mais de 600% só na última década.

 

 

Já são 1,770 pessoas que morreram na China vítimas do novo coronavírus que já infectou mais de 70 mil pessoas. As autoridades da China dizem que o covid-19 é controlável e prevenível.

Em menos de 24 horas de Domingo, 105 pessoas morreram e 2,408 ficaram infectadas na China continental pelo novo coronavírus chamado covid-19. Ao todo, já são 1,770 pessoas que morreram e 70,548 infectados só na China continental, sendo que maior parte das vítimas é da província chinesa Hubei, cuja capital Wuhan foi o epicentro do coronavírus, informou a Comissão Nacional de Saúde da China.

Já fora da China continental, mais de 500 novos casos foram registados do coronavírus em pelo menos 27 países e cinco pessoas morreram no Japão, Filipinas, França, Hong Kong e Taiwan.
O navio do cruzeiro Diamond Princess com cerca de 3,700 passageiros a bordo registou no fim-de-semana 70 novos casos, elevando o número de infectados para 355. Já em África, até agora, só se registou um caso confirmado do coronavírus no Egipto.

A Organização Mundial de Saúde visita esta segunda-feira Pequim e mais duas províncias chinesas. As autoridades de saúde da China garantem que o covid-19 é um vírus prevenível e controlável, adiantando que 10, 844 pacientes do total dos infectados tiveram alta.

 

 

Já são 1.523 vítimas mortais devido ao Coronavírus Codiv-19 na China. Ainda hoje, a China anunciou a morte de 143 pessoas nas últimas 24 horas no país.

De acordo com a Comissão Nacional de Saúde, o número de infectados no interior da China (que exclui Macau e Hong Kong) aumentou 2.641, para 66.492. No mesmo período em análise, 1.373 pessoas receberam alta hospitalar.

Só na província chinesa Hubei, epicentro do novo coronavírus, designado Covid-19, foram reportadas mais 139 mortos nas últimas 24 horas, elevando para 1.457 o número de pessoas mortas na província, segundo os dados da Comissão de Saúde de Hubei.

As autoridades chinesas isolaram várias cidades da província de Hubei para tentar controlar a epidemia, medida que abrange cerca de 60 milhões de pessoas.

 

 

 

Segundo os dados da Comissão de Saúde de Hubei, província chinesa da China, o número total de mortos na província fixou-se em 1.426, e o número de infectados ascendeu a 51.986.

O novo método de contagem, posto em prática a partir de quinta-feira, inclui “casos clinicamente diagnosticados”, mas que não foram ainda sujeitos a exame laboratorial e, portanto, ausentes até agora das estatísticas.

No primeiro dia após a entrada em vigor do novo método, a China reportou aumentos recorde no número de mortos e infectados.

Os atrasos no diagnóstico do vírus podem ser significativos, já que muitos pacientes aguardam até uma semana pelos resultados dos exames em laboratório, que são enviados para Pequim.

 

 

 

Continua a crise económica na companhia aérea South African Airways. Um tribunal sul-africano rejeitou ontem o apelo dos sindicatos para que a companhia aérea não efectuasse despedimentos em massa.  

São várias opções que estão a ser usadas pela companhia aérea South African Airways de modo a sobreviver à crise económica que se faz sentir há mais de um ano.

Entretanto, o sindicato de Metalúrgicos da África do Sul mostram-se preocupados com a situação dos trabalhadores da South African Airways de tal forma que submeteram uma proposta num tribunal para que a companhia aérea sul-africana evitasse demitir os funcionários em massa.

Porém, a proposta foi rejeitada esta quinta-feira pelo tribunal laboral de Joanesburgo, justificando que a companhia aérea ainda não ponderou tomar medidas de demissão colectiva.

Vários analistas tem, no entanto, sugerido redução de vagas de emprego na South African Airways como forma de conter os custos.

Esta quinta-feira,a o presidente sul-africano Cyril Ramaphosa deu o discurso de estado da nação, numa sessão marcada por distúrbios causados pelo partido Combates de Liberdade Económica de Julius Malema.

O EFF acusa Ramaphosa de ser responsável pela contínua crise económica na South African Airways e empresa de eletricidade ESKOM.

 

 

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