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O País – A verdade como notícia

Más notícias para continente africano. Este domingo, a Argélia identificou dois novos casos confirmados do Covid-19 e o Egipto registou mais um caso positivo. Na Argélia, os dois novos casos são duma mãe e filha que hospedaram um cidadão francês quem mais tarde fez o exame, em França, tendo dado positivo.

Ao todo, Argélia já tem três casos confirmados de Covid-19. Já o Egipto registou o segundo caso positivo dum estrangeiro cuja identidade completa ainda não foi revelada. Sobre o primeiro infectado naquele país, as autoridades já haviam dito que o paciente recuperou.

A Nigéria que, na semana passada, foi confirmado um caso dum italiano, resolveu localizar todos os indivíduos que teriam mantido contacto com o infectado. Até agora, as autoridades identificaram 100 pessoas, e já colocaram em quarentena 39, informou a Reuters.

Desde que o primeiro caso do Covid-19 foi anunciado na Nigéria, preços de vários produtos de higiene, incluindo máscaras, dispararam. O Presidente Muhammadu Buhari apelou este domingo as pessoas a manterem a calma.

Já Angola decidiu proibir a entrada de estrangeiros vindos da China, Itália, Coreia do Sul, Irão, Nigéria, Egipto e Argélia.

Continua tenso o clima político na Guiné-Bissau, desde que Umaro Sissoco Embaló resolveu tomar o poder sem aprovação do Parlamento nem sequer do Supremo Tribunal da Justiça.

Aristides Gomes, o Primeiro-ministro que, na sexta-feira, recebeu ordens de exoneração, mas que se recusa a cumpri-las, queixou-se, ontem, duma invasão militar na sua residência. Gomes conta que os soldados entraram na sua casa, ameaçaram-no de morte e levaram todos os veículos de escolta.

O Primeiro-ministro guineense acrescentou que o novo governo de Embaló tem um plano de assassinar opositores políticos, avançou a DW.
Já a maioria parlamentar que não reconhece a legitimidade de Embaló pediu o respeito pela legalidade.

Em comunicado, a CPLP pediu calma ao povo guineense e exortou as forças militares a absterem-se de tomar parte nesta situação política confusa. Embaló exonerou Aristides Gomes do cargo do Primeiro-ministro e, em seu lugar, nomeou Nuno Nabian, antigo vice-presidente do Parlamento.

Já Cipriano Cassamá, antigo presidente do Parlamento, renunciou este domingo do cargo de Presidente da República, dois depois de ter sido empossado pelo Parlamento.

Em conferência de imprensa, a ministra da Saúde de Portugal, Marta Temido, confirmou que há até ao momento um caso confirmado de Covid-19.

Trata-se de "um homem com 60 anos" e que tem uma "ligação epidemiológica a Itália, no norte do País".

Há um outro caso de um doente "cuja primeira análise realizada foi considerada positiva e que vai ser feita a validação da análise no Instituto Ricardo Jorge".

Neste caso, trata-se de uma pessoa que "tem ligação epidemiológica a Valência, em Espanha".

Informações desagradáveis para o continente africano. A Argélia identificou dois novos casos confirmados do novo Coronavírus e o Egipto registou mais um caso positivo, no último domingo.

Na Argélia, os dois novos casos são de uma mãe e uma filha que hospedaram um cidadão francês que mais tarde fez exame, na França, tendo dado positivo.

Ao todo, já há três casos de Covid-19 confirmados na Argélia e no Egipto, foi registado o segundo caso positivo de um estrangeiro cuja identidade completa ainda não foi revelada.

Sobre o primeiro infectado no Egipto, as autoridades já haviam dito que o paciente recuperou. A Nigéria, que na semana passada registou um caso confirmado dum italiano, decidiu localizar os indivíduos que teriam mantido contacto com o infectado. Até agora, as autoridades identificaram 100 pessoas e já levaram à quarentena 39 pessoas, segundo a Reuters.

Desde que o primeiro caso do Covid-19 foi tornado público na Nigéria, preços de vários produtos de higiene, incluindo máscaras, dispararam naquele país.

O presidente nigeriano, Muhammadu Buhari, apelou este domingo, para as pessoas manterem a calma. Já Angola decidiu proibir entrada de estrangeiros vindos da China, Itália, Coreia do Sul, Irão, Nigéria, Egipto e Argélia.

 

 

Uma boa notícia para simpatizantes do presidente Umaro Sissoco Embaló. Cipriano Cassamá, presidente interino da Guiné-Bissau empossado pelo parlamento, resolveu deixar o poder presidencial que disputava com Embaló.

Contudo, Cipriano Cassamá afirmou que vai voltar ao cargo de presidente do parlamento.

Na sexta-feira, o presidente da Assembleia Nacional Popular tomou posse como Presidente da República interino, com base no artigo da Constituição que prevê que a segunda figura do Estado tome posse em caso de vacatura na chefia do Estado.

Desde sexta-feira, Guiné-Bissau estava sob direcção de dois presidentes, Umaro Sissoco Embaló, endossado pelo presidente cessante e Cipriano Cassamá, empossado como presidente interino pelo parlamento dominado pelos deputados do PAIGC.  

Fora do caso dois presidentes, há ainda dois primeiros-ministros, Nuno Nabian, antigo vice-presidente do parlamento empossado por Embaló, e Aristides Gomes que rejeita a exoneração decretada por Embaló, o declarado vencedor das presidenciais pela CNE.

“Estas crises cíclicas que o país tem conhecido, não ajudou a Guiné-Bissau a conhecer os melhores caminhos para o desenvolvimento. Portanto, há problemas em todos os sectores de prioridade, como sublinhou o Presidente da República. Temos que nos concentrar naquilo que é o aspecto social da nossa população", disse Nabian.

Esta tensão é agravada pelo assalto a edifícios públicos pelos militares aliados ao governo de Embaló que rejeita acusações de golpe de Estado.
“Não se está a viver nenhuma situação de golpe de Estado, aliás, não foi tomada nenhuma medida de restrição dos direitos e liberdades fundamentais dos cidadãos, muito menos pôr em causa o normal funcionamento do Estado. Na qualidade de chefe de Estado, decidi, em uso dos poderes que a Constituição me atribui, para pôr fim à anarquia, desordem, desrespeito”, disse Embaló.

Domingos Simões Pereira que submeteu reclamações de fraude eleitoral ao Supremo Tribunal da Justiça diz lamentar a actual situação que não dignifica o processo democrático na Guiné-Bissau.

Umaro Sissoco Embaló tomou poder na quinta-feira sem aprovação do Tribunal Supremo nem sequer do Parlamento.

A CEDEAO pede calma a duas partes em conflito, mas não avança nenhuma sugestão para pacificação desta situação. Por sua vez, a Liga Guineense dos Direitos Humanos condenou hoje o que chamou de "tentativas de subversão da ordem constitucional", apelando aos políticos para agirem de acordo com a lei da Guiné-Bissau e aos militares para se manterem afastados das disputas políticas, noticiou o RFI.

 

A Liga italiana de futebol decidiu hoje adiar o jogo Juventus-Inter de Milão, e mais quatro encontros da 26.ª jornada da Serie A, para 13 de Maio, devido ao Coronavírus Covid-19.

Os cinco embates estavam agendados para amanhã e, numa primeira decisão, na quinta-feira, tinha sido decidido, pelo Governo, que os mesmos se realizariam à porta fechada.

Além do embate entre o conjunto de CR7 e o Inter de Milão, foram adiados os encontros Udinese-Fiorentina, Milan-Genova, Parma-Spal e Sassuolo-Brescia.

Na segunda-feira, o Governo italiano tinha decidido realizar jogos à porta fechada em seis regiões do norte do país.

As seis regiões em questão são a Lombardia, Veneto e Piamonte, as três mais afectadas pelo Coronavírus, mas também Friuli Venezia Giulia, Liguria e Emilia Romagna.

Nestas seis regiões, todas as competições desportivas com público tinham sido proibidas até domingo à noite, como parte da luta contra a propagação do Covid-19.

O surto de Covid-19, detetado em Dezembro, na China, e que pode causar infecções respiratórias como pneumonia, já provocou pelo menos 2.916 mortos e infectou mais de 84 mil pessoas, de acordo com dados reportados por 57 países e territórios, escreve o site da RTP.

Das pessoas infectadas, mais de 36 mil recuperaram.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou o surto de Covid-19 como uma emergência de saúde pública internacional e aumentou o risco para “muito elevado”.

O primeiro caso de coronavírus Covid-19 foi hoje confirmado na África subsaariana, na Nigéria, depois de terem sido identificados outros nos últimos dias no norte do continente, no Egipto e na Argélia.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) instou todos os países que ainda não detectaram casos a prepararem-se para a chegada do novo Coronavírus, alertando que seria um "erro fatal" acreditar que podem estar a salvo.

O caso registado na Nigéria é de um italiano que voltou de Milão a 25 de Fevereiro e foi hospitalizado no estado de Lagos, após ser testado positivo para o Coronavírus, tornando-se o primeiro paciente na África subsaariana, anunciou o Ministério da Saúde nigeriano.
"O paciente está numa condição clínica estável e não apresenta sintomas perturbadores", afirmou o Ministério, em comunicado.

Dois outros casos de contaminação foram identificados nos últimos dias no norte da África, Egito e Argélia. O número muito baixo de pacientes detectados em países africanos, com sistemas de saúde frágeis, tem intrigado os epidemiologistas, enquanto mais de 83.000 casos foram identificados em outras partes do mundo.

O Covid-19, detetado em Dezembro na China e que pode causar infecções respiratórias como pneumonia, provocou pelo menos 2.858 mortos e já infectou mais de 83 mil pessoas, de acordo com dados reportados por meia centena de países e territórios.

Das pessoas infectadas, mais de 36 mil recuperaram. Além de 2.788 mortos na China, há registo de vítimas mortais no Irão, Coreia do Sul, Itália, Japão, Filipinas, França, Hong Kong e Taiwan.

Dois portugueses tripulantes de um navio de cruzeiros encontram-se hospitalizados no Japão, um dos quais com confirmação de infecção e o outro por indícios relacionados com o novo Coronavírus.

A Organização Mundial de Saúde já declarou o surto do Covid-19 como uma emergência de saúde pública internacional e alertou para uma eventual pandemia, após um aumento repentino de casos em Itália, Coreia do Sul e Irão, países com maior número de vítimas mortais e infectados.

Dito e feito. Umaro Sissoco Embaló, considerado vencedor das eleições pela CNE, tomou ontem posse simbólica como o Presidente da Guiné-Bissau à revelia do Parlamento e do Supremo Tribunal da Justiça.

Cumpriu-se a promessa de Umaro Sissoco Embaló de tomar o poder da Guiné-Bissau a 27 de Fevereiro. A cerimónia de tomada de posse simbólica decorreu num hotel da capital Bissau, estando presentes dois embaixadores de Senegal e Gâmbia, o Procurador-geral, alguns políticos do MADEM-G15, PRS e o Presidente cessante, José Mário Vaz quem passou a faixa presidencial para Embaló, sob forte segurança militar.

O Primeiro-ministro, Aristides Gomes, o presidente do Parlamento e o Supremo Tribunal da Justiça, não compareceram à cerimónia, pois não reconhecem a legitimidade de Umaro Embaló. Era preciso que o Supremo Tribunal desse a última palavra sobre um recurso contencioso que está ainda em análise apresentado pelo líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira, que acusa a CNE de inúmeras irregularidades no apuramento das urnas.

Entretanto, a CNE nega todas as acusações e já declarou Sissoco Embaló por três vezes o vencedor das presidenciais com 53,55 por cento dos votos. No Twitter, Simões Pereira escreveu esta sexta-feira que a falsa posse de Embaló é uma vergonha internacional que ninguém levava a sério. Já o Primeiro-ministro Aristides Gomes fala duma nova era de conflito na Guiné-Bissau.

Um trabalho conjunto entre a polícia do Níger e Interpol resultou no resgate de mais de 180 homens que foram sujeitos a trabalho forçado e 46 crianças, incluindo meninas de 10 anos, que foram tornadas escravas sexuais.

A operação Sarraounia teve duração de 10 dias em Janeiro e levou a detenção de 18 pessoas suspeitas de tráfico de seres humanos, avançou a Reuters. Maior parte dos homens são provenientes do Gana, e foram aliciados com promessas de trabalho por via da internet.

E as crianças que foram alvo de abusos sexuais na capital Niamey são do Níger.

Este país do Sahel tem sido corredor de migrantes que tentam alcançar a Europa em busca de melhores condições. A Interpol apela a governo de Níger a facilitar o acesso a justiça para vítimas de tráfico de seres humanos.

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