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O País – A verdade como notícia

O Governo timorense, em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lançou esta segunda-feira, uma campanha que visa promover o regresso às aulas, em segurança, no âmbito da resposta à pandemia da COVID-19, que obrigou o Governo a encerrar as aulas nas escolas do país entre final de Março e o final de Junho.

A iniciativa de “recuperação da aprendizagem em segurança”, foi lançada hoje numa escola na zona de Becora, na parte leste da cidade de Díli, pelo vice-ministro da Educação, António Guterres e pela responsável do Unicef, em Timor-Leste, Valérie Taton.

As autoridades têm vindo a abrir progressivamente os centros de ensino que têm de, antes, cumprir um conjunto de critérios que garantam, por exemplo, locais para lavagem e desinfecção de mãos.

Dados do Ministério da Educação, Juventude e Desporto indicam que, até ao momento, mais de 90% das escolas e praticamente todos os centros de ensino superior e vocacional já estão abertos, segundo disse à Lusa o ministro da tutela, Armindo Maia.

Ainda assim em alguns locais o número de horas de ensino continua reduzido.

“Cerca de 90% das escolas estão reabertas. O processo de reabertura inclui uma equipa integrada do Ministério da Educação e da Saúde, que certifica o cumprimento dos sete requisitos”, Armindo Maia.

Armindo Maia, que tomou posse recentemente, disse que a aposta continuará a ser no desenvolvimento de infraestruturas básicas para os centros de ensino, mas ao mesmo tempo vai continuar a investir na formação de professores.

No período em que as aulas estiveram encerradas, o Ministério da Educação aplicou um programa de ensino à distância, com aulas transmitidas pela televisão pública, a RTTL.

No âmbito da acção, explicou, a Unicef vai promover um seminário nacional, direcionado para responsáveis nacionais e regionais do setor educativo, sobre que medidas adicionais de prevenção devem ser tomadas. Vai ser ainda realizada uma campanha nos meios de comunicação social, com atividades para encorajar o regresso às aulas.

Morreu, na passada quinta-feira, em Dar es Salaam, o ex-presidente da Tanzânia, William Benjamin Mkapa. Benjamin Mkapa, morreu aos 81 anos num hospital em Dar es Salaam, anunciou o actual presidente do país John Pombe Magufuli.

“Estamos a viver um grande luto. O nosso filho mais velho, o terceiro Presidente da República, Benjamin William Mkapa, morreu no hospital em Dar es Salaam onde foi hospitalizado”, disse John Magufuli, durante uma comunicação na televisão estatal, sem especificar a causa da morte.

“Ontem [quinta-feira] à noite, fui vê-lo no hospital e tivemos uma longa conversa. Ele estava a sofrer, mas não demasiado, falámos durante quase uma hora inteira, falámos de muitas coisas. Assim, à noite, quando ouvi a notícia da sua morte, perguntei-me: que diabo se passa?”, disse à imprensa Jakaya Kikwete, sucessor de Mkapa na Presidência, entre 2005 a 2015.

Magufuli anunciou um período de luto nacional de sete dias, a partir desta sexta-feira (24.07), durante o qual as bandeiras serão hasteadas a meio mastro.

Mkapa foi o terceiro presidente da Tanzânia independente de 1995 a 2005. Desconhece-se por agora a causa de sua morte que ocorreu num hospital na capital de negócios, Dar es Salaam.

O Presidente do Brasil anunciou, este sábado, na sua conta oficial no Twitter que está livre da COVID-19, depois de ser diagnosticado positivo a 7 de Julho.

A divulgação foi feita juntamente com uma imagem segurando uma caixa de hidroxicloroquina com a seguinte legenda: “RT-PCR para Sars-Cov2: Negativo. Bom dia a todos”.

Esse foi o terceiro exame de Bolsonaro. Antesda cura, o presidente teve dois testes positivos da doença. Durante o período doente, o presidente fez “propaganda” da hidroxicloroquina e não cumpriu o distanciamento social, inclusive, apareceu diversas vezes sem utilizar a máscara de protecção obrigatória.

Sete pessoas, dos quais três homens e quatro mulheres, morreram soterrados numa mina de ouro El Callao, no estado venezuelano de Bolívar (a 840 quilómetros a sudoeste de Caracas), avançou ontem a imprensa local.

Segundo o diário Correo del Caroní, o caso sucedeu na manhã de terça-feira, elevando para 56 o número de mineiros que morreram na sequência de deslizamentos de terra durante a extracção de ouro, desde 2019.

“Quando as autoridades chegaram ao local, já os familiares das vítimas tinham retirado os corpos e levado para o Centro Hospitalar Centinela Juan Germán Roscio”, explica o jornal.

O diário adianta que, além das vítimas mortais, há a registar, nos últimos 18 meses, 167 mineiros que sofreram acidentes relacionados com deslizamentos de terra.

Segundo a fonte, os mineiros têm ainda de enfrentar a “violência armada, dentro dos territórios das minas” venezuelanas, provocada por “grupos que disputam o controlo das jazidas”, além de que a maioria destes trabalhadores se sujeita “a condições inseguras e sem protecção laboral”.

“Há cada vez mais pessoas que procuram as jazidas de ouro para sobreviver à crise económica na Venezuela, inclusive desde antes da pandemia da COVID-19. Os mineiros procuram ouro para vender às companhias do Estado, que têm plena consciência do contexto em que o material é extraído”, afirma o Correo del Caroní.

Em declarações ao jornal, a advogada de direitos laborais Jacqueline Ritcher refere que “o Estado venezuelano deve reparar os danos e assumir as indemnizações correspondentes aos acidentes laborais e sancionar as empresas por terem trabalhadores a trabalhar em condições inseguras, independentemente de estarem ou não na folha de pagamentos”.

O Presidente dos Estados Unidos anunciou esta quarta-feira que vai reforçar segurança em Chicago, para controlar a violência na cidade, que no seu ponto de vista está “fora do controlo”.

Na terça-feira, cerca de 15 pessoas ficaram feridas durante um conflito que ocorreu durante um funeral, em Chicago. As autoridades estão a investigar o ocorrido.

Em conferência de imprensa na Casa Branca, em Washington, o Chefe do Estado norte-americano disse, citado pela agência France-Presse (AFP), que o Departamento de Justiça dos EUA vai aumentar “imediatamente o número de agentes federais na cidade de Chicago”, depois do ressurgimento dos conflitos naquela que é a terceira maior cidade do país.

“Esta onda de violência choca a consciência de nossa nação e não vamos ficar a espera ver o que acontece. Não é possível fazer isso. Os cidadãos de Chicago são cidadãos norte-americanos e têm os mesmos direitos que qualquer outro cidadão: viver em segurança, com dignidade e paz”, referiu Donald Trump.

Trump já enviou agentes federais do Departamento de Segurança Nacional na Portland, devido a protestos contra o racismo. Mas as autoridades locais dizem que a medida agravou ainda mais as tensões. O Chefe do Estado norte-americano pretende “restaurar a ordem” na sequência das manifestações antirracistas que surgiram em todo o país depois da morte do cidadão afro-americano George Floyd.

“Queremos fortalecer a aplicação da lei e não enfraquecê-la. O que as cidades estão a fazer é uma perfeita loucura vários dos político que querem fazer cortes nas forças na ordem também declaram que suas cidades são como santuários para estrangeiros legais”, realçou Trump.

O Governo Sul-africano anunciou esta terça-feira que os ministros do Trabalho e Emprego, Thembelani Thulas Nxesidois, e o da Energia, Gwede Mantashe, testaram positivo para COVID-19 e foram internados esta semana por indicação médica para ter acesso a acompanhamento adequado.

Segundo o comunicado do Governo sul-africano, o Ministro do Trabalho e Emprego, Thembelani Thulas Nxesi, testou positivo há cerca de uma semana e até ontem, estava em quarentena domiciliária. Thembelani Thulas Nxesi foi internado num hospital esta segunda-feira à noite.

No comunicado, explica-se que o ministro do Trabalho e Emprego, o segundo a ser infectado depois do seu colega com a pasta da Energia, “foi internado por indicação médica para ter acesso a acompanhamento adequado”.

Também na segunda-feira, o ministro Gwede Mantashe, de 65 anos, foi hospitalizado “seguindo o conselho do médico de família”. A sua esposa, também infectada, ficará em quarentena em casa, aponta a agência de notícias francesa, AFP.

De acordo com o Ministério da Saúde, a África do Sul tem mais de 373 mil casos, que resultaram em quase 5.200 mortes.

O país da África Austral é o quinto mais afectado a nível mundial pela pandemia, a seguir aos Estados Unidos, Brasil, Índia e Rússia, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), que antecipa o pico da pandemia para as próximas semanas.

O Presidente do Zimbabwe, Emmerson Mnangagwa, anunciou esta terça-feira o recolher obrigatório noturno e manteve a proibição de aglomerações em público com fins sociais, religiosos ou políticos, com o objectivo de combater a propagação da COVID-19. As medidas entram em vigor a partir desta quarta-feira e irão persistir “até que a situação melhore”.

“As nossas forças de segurança vão encarregar-se de fazer cumprir o recolher obrigatório imposto ao anoitecer e que dura até ao amanhecer”, destacou o Chefe do Estado do Zimbabwe.

“A concentração de pessoas em espaço público com fins sociais, religiosos ou políticos continua proibida”, realçou Emmerson Mnangagwa.

Dados divulgados ontem pelo Ministério da Saúde daquele país indicam que o número de casos positivos ascende aos 1.713, registando-se 26 mortos e mais de 600 infeções foram todas registadas durante a última semana.

Para a oposição, citada pela agência Efe, estas imposições procuram também evitar manifestações antigovernamentais, isto é, evitar que se realize, no dia 31 de Julho, uma manifestação anticorrupção que exige a saída de Emmerson Mnangagwa do poder.

 

A vacina experimental contra a COVID-19 desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac, já chegou no segundo país mais afectado da pandemia.

Brasil vai iniciar a terceira fase de testes de vacina chinesa em larga escala, onde mais de nove (09) mil voluntários, sobretudo profissionais da área da Saúde, vão ser submetidos a testes de COVID-19.

“Se tivermos sucesso, como esperamos ter, a vacina será produzida aqui no Brasil no Instituto Butantan já no início do próximo ano”, declarou João Dória, governador de São Paulo, onde chegaram as remessas.

O Brasil, com mais de 80 mil mortos e acima dos 2 milhões e 100 mil casos de contaminação, recolhe também grande parte dos testes da vacina que a Universidade de Oxford está a experimentar.

Os ministros da Cidadania, Onyx Lorenzoni, e da Educação, Milton Ribeiro, anunciaram também nas redes sociais estar infectados.

Mais 37.140 casos e 587 mortos em 24 horas na Índia elevaram o número de infectados com a COVID-19 para 1.155.191 e o de óbitos para 28.084, anunciaram hoje as autoridades sanitárias.
O Ministério da Saúde citado pela agência Lusa, informou ainda que o número de recuperações de pessoas infetadas é de 724.577.

O Conselho Indiano de Investigação Médica pediu aos estados que aumentem a capacidade de testagem dos laboratórios aprovados.

O país de 1,4 biliões de pessoas está a realizar atualmente dez mil testes por milhão de habitantes.

Com o aumento de casos de vírus nas últimas semanas, os governos estaduais locais na Índia têm determinado confinamentos focados em áreas de alto risco, para travar contaminação.

Especialistas estimam que a Índia, provavelmente, vai testemunhar uma série de picos quando o vírus se espalhar nas áreas rurais, onde o sistema de saúde é mais frágil.

A COVID-19 já provocou mais de 606 mil mortos e infectou mais de 14,5 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência de notícias France-Presse (AFP).

 

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