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O País – A verdade como notícia

O Partido Republicano começa esta segunda-feira em Charlotte, no Estado da Carolina do Norte, o processo de formalização da candidatura presidencial de Donald Trump à reeleição nas eleições presidenciais de 3 de Novembro.

No evento, que se prolonga por quatro dias sob o lema “Honrar a Grande História Americana”, participam importantes apoiantes de Donald Trump e membros da sua família bem como representantes do que o Comité Organizador, liderado por Marcia Lee Kelly, designa como “maioria silenciosa”.

O número de casos da COVID-19 no mundo continua a disparar, mas a OMS mostra-se optimista e prevê que a pandemia dure pelo menos mais um ano e meio, isto é, até 2022.

“Temos a desvantagem da globalização, da proximidade, da conectividade, mas a vantagem de ter uma melhor tecnologia. Por isso, esperamos acabar esta pandemia em menos de dois anos, sobretudo com a união dos nossos esforços e com a solidariedade global”, disse o director-geral da organização, Tedros Ghebreyesus, acrescentando que graças aos esforços médicos, não deve persistir para além disso.

A Croácia entrou para a lista dos países de onde regressar para o Reino Unido significa passar duas semanas de quarentena.

As autoridades britânicas tomaram esta decisão depois de um novo surto na Croácia, onde foram registados 265 novos casos de Coronavírus nas últimas 24 horas, um dos números mais altos desde o início da pandemia.

Entra a Croácia, sai Portugal. O presidente Marcelo Rebelo de Sousa congratulou-se com a notícia de que Portugal tinha sido retirado da lista britânica dos países de risco, o que significa que o país vai, com muita probabilidade, receber mais turistas britânicos, que estão a fazer falta, sobretudo no Algarve.

O número de casos da COVID-19 no mundo continua a disparar, mas a OMS mostra-se optimista e prevê que a pandemia dure pelo menos mais um ano e meio, isto é, até 2022.

“Temos a desvantagem da globalização, da proximidade, da conectividade, mas a vantagem de ter uma melhor tecnologia. Por isso, esperamos acabar esta pandemia em menos de dois anos, sobretudo com a união dos nossos esforços e com a solidariedade global”, disse o director-geral da organização, Tedros Ghebreyesus, acrescentando que graças aos esforços médicos, não deve persistir para além disso.

A Croácia entrou para a lista dos países de onde regressar para o Reino Unido significa passar duas semanas de quarentena.

As autoridades britânicas tomaram esta decisão depois de um novo surto na Croácia, onde foram registados 265 novos casos de Coronavírus nas últimas 24 horas, um dos números mais altos desde o início da pandemia.

Entra a Croácia, sai Portugal. O presidente Marcelo Rebelo de Sousa congratulou-se com a notícia de que Portugal tinha sido retirado da lista britânica dos países de risco, o que significa que o país vai, com muita probabilidade, receber mais turistas britânicos, que estão a fazer falta, sobretudo no Algarve.

Os responsáveis de instituições religiosas defenderam em Luanda, Angola, ser possível reabrir os templos e igreja, a partir de 14 de Setembro próximo, pois creditam que as condições de higiene e segurança para evitar o contágio pela COVID-19 estarão criadas. Em Moçambique não existe ainda data prevista para o efeito.

Os responsáveis acreditam que essas condições podem ser criadas dentro em 20 dias, conforme disseram num encontro entre os líderes de várias igrejas e a governadora provincial de Luanda, Joana Lina, para recolher contribuições ligadas ao retorno da actividade religiosa nos próximos dias.

Segundo escreve a Angop, os responsáveis religiosos falaram da necessidade de as autoridades lhes conceder 20 dias para que as suas instituições criem todas as condições de bio-segurança, como a disponibilização de água corrente, sabão, álcool em gel e a observação das medidas de distanciamento.

Pretendem que sejam realizados dois cultos por dias, e três vezes por semana, com 50% da lotação dos espaços, devendo as igrejas ou templos serem fiscalizados antes da reabertura, à semelhança do que está a acontecer em Moçambique.

Os líderes mostraram-se cientes de que devem ser abertas somente aquelas instituições que reúnam as condições exigidas, enquanto as que prevaricarem nas medidas devem ser penalizadas.

No final, o vice-governador de Luanda para o sector politico social, Dionísio da Fonseca, referiu que as contribuições recolhidas serão apresentadas a comissão multissectorial da COVID-19 para análise, e caberá a esta decidir, aponta a Angop.

Pelo menos 43 pessoas morreram e 100 poderão ter sido contagiadas com Ébola no noroeste da República Democrática do Congo (RDC) desde que o novo surto foi declarado a 01 de Junho, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS).

“Com 100 casos de Ébola em menos de 100 dias, o surto na província do Equador está a evoluir de forma preocupante”, alertou ontem a directora da OMS para África, Matshidiso Moeti, em comunicado, no qual alerta que “o vírus está a propagar-se num terreno vasto e acidentado que requer intervenções onerosas e, com a covid-19 a ocupar os recursos e a atenção, é difícil aumentar as operações”, escreve a Angop.

A OMS alertou ainda que a resposta actual está subfinanciada, o que dificulta as operações no terreno para mapear e controlar este vírus que provoca febre hemorrágica e tem uma taxa de mortalidade média que ronda os 70%.

A décima primeira epidemia desta doença altamente contagiosa na RDC está a afectar Mbandaka, a capital da província do Equador.

A 25 de Junho, as autoridades congolesas declararam o fim da décima epidemia, que se tinha manifestado em três províncias do nordeste do país (Kivu Norte, Kivu Sul e Ituri) desde 01 de Agosto de 2018, com 3.463 casos, 2.280 mortes e 1.171 sobreviventes, de acordo com os últimos números divulgados pela OMS, explica a Angop.

Esta epidemia foi a pior da história da RDC e a segunda mais grave do mundo, depois daquela que devastou a África Ocidental de 2014 a 2016, na qual morreram 11.300 pessoas e houve mais de 28.500 casos, embora estes números – de acordo com a OMS – possam ser conservadores.

A doença, descoberta na RDC em 1976 – então chamada Zaire – é transmitida por contacto directo com o sangue e fluidos corporais de pessoas ou animais infectados.

Provoca hemorragias graves e pode atingir uma taxa de mortalidade de 90%.

Os primeiros sintomas são febre alta repentina, fraqueza e dores musculares, na cabeça e garganta, bem como vómitos, acrescenta o órgão a que nos referimos.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, apela para que o mundo não adopte as práticas anteriores à pandemia do novo Coronavírus e deve aproveitar a crise para recuperar as economias de forma “mais sustentável”.

Segundo António Guterres, além de investimentos numa nova economia, é preciso também ajudar os países em desenvolvimento e os mais vulneráveis a recuperarem da crise que dura há mais de oito meses no mundo, desde o surto da pandemia da COVID-19 da China.

No relatório da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC, na sigla original, também conhecida como Convenção das Nações Unidas para as Alterações Climáticas), ontem divulgado, Guterres lembrou que no ano passado houve algum aumento de ambição na luta contra as alterações climáticas.

Contudo, esses passos foram esmagados por duas realidades abrangentes: a contínua intensificação do padrão de destruição e perdas associadas às alterações climáticas, bem como a falta de decisões para potenciar o Acordo de Paris, sobre redução de emissões de gases com efeito de estufa, refere a Lusa.

Assim, Guterres disse que a emergência climática continua e que se os governos estão, e bem, concentrados em salvar vidas e em atenuar os impactos económicos e sociais da COVID-19.

Para uma recuperação sustentável, os mesmos governos devem orientar-se para um “caminho mais sustentável” e inclusivo, que enfrente as alterações climática, proteja o ambiente, inverta a perda de biodiversidade e assegure a saúde e a segurança a longo prazo da humanidade, disse o secretário-geral da ONU.

Para Guterres, acções relacionadas com o clima podem ajudar a recuperação, como investir em empregos verdes ou acabar com subsídios a combustíveis fósseis, como evitar apoios a indústrias poluentes e ter em conta o clima nas decisões financeiras e políticas, acrescenta a Lusa.

Ainda a recuperar-se da tragédia que o assolou há pouco mais de duas semanas, o Líbano vive, desde sexta-feira, um novo lockdown, devido ao aumento do número de casos da COVID-19, resultante das explosões de 4 de Agosto, no Porto de Beirute.

Ao confinamento adoptado, soma-se um toque de recolher obrigatório das 18h às 6h, para fazer frente aos elevados índices de contaminação dos últimos dias.

Só esta sexta-feira, o governo libanês registou um novo pico de 628 novas infecções em um dia, com três mortes, elevando assim o número de casos para mais de 11.500 e 116 mortes.

Esta é a terceira vez que se decreta lockdown naquele país. A primeira vez durou um mês e foi imposta em meados de Março.

Outro confinamento foi imposto no final de Julho, mas durou apenas cinco dias, em razão da explosão, que deixou vários hospitais danificados, o que aumenta a dificuldade de tratar os contaminados pelo vírus.

As autoridades temem que o sector da saúde tenha dificuldades para responder a um novo pico de infecções pelo vírus, especialmente porque alguns hospitais perto do porto foram seriamente danificados.

Já o reconfinamento não afectará os esforços de limpeza nos bairros mais atingidos pela explosão, segundo as autoridades. Lojas de alimentos, supermercados e outros comércios poderão funcionar, mas com medidas preventivas.

A Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos,  Michelle Bachelet, nomeou, no dia 19, Mohamed Aujjar, antigo Ministro e Diplomata marroquino, para o posto de Presidente da Missão do Inquérito Independente sobre a Líbia.

Para além de Mohammed Aujjar, na qualidade de Presidente, esta Missão, criada pelo Conselho dos Direitos do Homem, a 22 de Junho de 2020,  afim de fornecer toda a documentação sobre as alegações de violações dos Direitos humanos e do Direito Internacional humanitário, para todas as partes envolvidas no conflito em Líbia, desde 2016 é composta por Tracy Robinson (Jamaica) e Chaloka Beyani (Zâmbia).

Este novo órgão de especialistas comprovados e reconhecidos internacionalmente, terá como missão primária lutar, eficazmente, contra a impunidade generalizada sobre os abusos cometidos e as violações dos Direitos Humanos.

A mesma deverá, igualmente, servir de ferramenta para prevenir nova onda de violações e contribuir também na garantia da paz e estabilidade da Líbia.

De recordar que na declaração feita  aquando da nomeação de Aujjar, Michelle Bachelet indicou que “as execuções sumárias, as torturas e  os maus tratos, a violência  contra o género, incluindo a violação sexual ligada  aos conflitos, os sequestros, os desaparecimentos forçados, assim como a incitação à violência nas redes sociais prosseguem num clima de total impunidade na Líbia”.

Deste modo, Bachelet falou da deteorização da  situação de segurança na Líbia e da ausência de um sistema judiciário funcional, sublinhando a importância do trabalho em equipa por parte dos investigadores independentes para a documentação das violações dos Direitos humanos na Líbia.

A Missão deverá fazer um relatório oral junto do Conselho dos Direitos Humanos, em Setembro de 2020, e outro relatório escrito em 2021, sobre a situação dos Direitos do Homem na Líbia, nomeadamente, sobre os esforços levados ao cabo para prevenir as violações e os abusos dos Direitos Humanos e fazer com que os responsáveis se deem conta das diversas recomendações.

O peso da dívida de África aos seus credores bilaterais e multilaterais tornou-se “uma ameaça existencial para as sociedades, economias e o futuro” dos povos africanos desde o surto da pandemia do novo Coronavírus, disse hoje o presidente da Câmara dos Representantes da Nigéria, Femi Gbajabiamila, numa reunião virtual com os seus homólogos africanos.

“Todos concordamos que o peso da dívida de África se tornou uma ameaça existencial para as nossas sociedades, as nossas economias e o nosso futuro”, afirmou Femi Gbajabiamila, ajuntando que o “custo da dívida, face à despesa com educação e saúde, é uma ameaça à estabilidade e ao desenvolvimento do continente” africano, “especialmente na era da COVID-19”, de acordo com a Lusa.

Falando no âmbito da criação da Conferência Africana dos Líderes Parlamentares – órgão criado para facilitar a colaboração entre os parlamentos, os líderes parlamentares e as assembleias nacionais – o presidente da Câmara dos Representantes da Nigéria advogou o perdão de dívida aos credores bilaterais e multilaterais para os países africanos em dificuldades.

“Quando nos encontramos numa situação em que temos de fazer escolhas políticas entre pagar as dívidas ou salvar vidas, sabemos que algo não está moralmente certo”, disse o parlamentar, segundo o Observador.

Femi Gbajabiamila acrescentou, de acordo com a fonte acima referida, que “se queremos um cancelamento da dívida, temos de ser capazes de construir a confiança dos credores que o cancelamento vai realmente salvar vidas e rendimentos em todo o continente e nós, como presidentes dos nossos parlamentos, vamos garantir que esse é realmente o caso”.

Em Abril passado, o G20, o grupo das 20 nações mais industrializadas, acordou uma suspensão de 20 mil milhões de dólares, em dívida bilateral para os países mais pobres, muitos dos quais africanos, até final do presente ano, desafiando os credores privados a juntarem-se à iniciativa.

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