Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Um tipo de farinha produzido a partir de larvas de um escaravelho foi hoje aprovado para consumo humano pelos Estados-membros da União Europeia (UE), segundo uma recomendação do executivo comunitário.

A farinha de Tenebrio (farinha de larva), um ‘novo alimento’, também conhecida como “farinha amarela” é a primeira autorização de comercialização na UE de produtos derivados de insectos, depois de a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos ter dado luz verde à farinha, segundo escreve o Notícias ao Minuto.

A estratégia “Do Prado ao Prato” identifica os insectos como uma fonte alternativa de proteínas que pode apoiar a transição da UE para um sistema alimentar mais sustentável.

Os chamados ‘Novos Alimentos’ são definidos como os que não tinham sido consumidos a um grau significativo por pessoas na UE antes de 15 de Maio de 1997, quando entrou em vigor o primeiro regulamento sobre a questão.

Os ‘Novos Alimentos’ são inovadores ou produzidos utilizando novas tecnologias e processos de transformação, bem como alimentos que são ou têm sido tradicionalmente consumidos fora da UE.

Pelo menos 20 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas, na segunda-feira, na Cidade do México, quando uma ponte do metropolitano de superfície ruiu à passagem de uma composição, avança a imprensa internacional, citando a autarca da capital, Claudia Sheinbaum.

Receia-se que o número de mortes possa aumentar, já que algumas pessoas ainda podem estar presas debaixo dos escombros, diz o Notícias ao Minuto.

O acidente ocorreu, à noite, em resultado do desabamento de uma ponte da linha 12 do metropolitano de superfície, no momento em que passava uma composição de várias carruagens, perto da estação Olivos, no sul da cidade.

Imagens das televisões locais mostraram dezenas de bombeiros e socorristas a envidarem esforços para retirar os passageiros dos escombros, entre cabos e metal retorcidos.

O Ministério da Saúde da República Democrática do Congo declarou, hoje, o fim do 12º surto de ébola na história do país, que causou seis mortos, num total de 12 casos, na província oriental do Kivu Norte.

“A resposta a esta epidemia foi influenciada pela expansão da pandemia de COVID-19, que não poupou o nosso país”, disse o ministro da Saúde congolês, Jean-Jacques Mbungani, citado pelo Notícias ao Minuto.

Este último surto foi declarado no dia 07 de Fevereiro e contou com casos nas cidades de Butembo, Byena, Katwa e Musienene, todas na região do Kivu Norte.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), “a análise da sequência genética indica que este surto está relacionado com o que durou dois anos e ocorreu nas províncias do Kivu Norte e Ituri, entre 2018 e 2020”, a décima epidemia de ébola na República Democrática do Congo, que matou pelo menos 2.280 pessoas.

Apenas uma semana após este novo surto ter sido declarado, o Congo lançou oficialmente a campanha de vacinação contra esta doença contagiosa, que é transmitida através do contacto direto com sangue ou fluidos corporais contaminados de pessoas ou animais.

Na Guiné-Conacri, onde o vírus reapareceu em finais de Janeiro, no sul do país, causando 12 mortos, das 23 infecções registadas, o último doente confirmado com ébola teve alta médica no dia 24 de Abril, dando oficialmente início à contagem decrescente de 42 dias para declarar o fim do surto.

A Guiné-Conacri não tinha sido infectada pelo ébola desde a grande epidemia que atingiu a África Ocidental, entre 2014 e 2016.

Os primeiros casos foram detectados neste país africano em finais de 2013, no que acabou por ser a pior epidemia de ébola da história, com 11.300 mortes e mais de 28.500 pessoas infectadas, segundo as estimativas mais conservadoras.

Pelo menos 25 pessoas morreram hoje na colisão entre dois barcos no rio Padma, no centro do Bangladesh, anunciou a polícia.

“Socorremos cinco pessoas e recuperámos 25 corpos”, declarou o chefe da polícia local, Miraz Hossain, citado pelo Notícias ao Minuto.

A colisão ocorreu entre uma embarcação que transportava pelo menos 30 passageiros e uma barcaça carregada com areia, no Padma, perto da localidade de Shibchar.

As operações em busca de mais desaparecidos prosseguiam na área, a cargo dos bombeiros, ajudados pela população local, acrescentou a polícia.

Os acidentes marítimos são comuns no Bangladesh, um país atravessado por centenas de rios.

No início de abril, mais de 30 pessoas morreram quando um ‘ferry’, com cerca de 50 passageiros provenientes de Narayanganj, no centro do país, colidiu com um navio de carga.

A polícia de Berlim fez cerca de 240 detenções durante os vários comícios de 1º de Maio, marcados na noite de sábado por confrontos, tendo qualificado de “violência inaceitável” os distúrbios ocorridos.

“A violência em comícios é absolutamente inaceitável”, disse Barbara Slowik, oficial da polícia alemã citada pela agência France Presse, falando em, pelo menos, 20 policias ligeiramente feridos.

No total, cerca de 30.000 pessoas marcharam no Dia do Trabalhador em várias manifestações ao longo do dia na capital alemã, a maioria das quais ocorreu de forma pacífica.

Foi à noite que a situação ficou tensa quando, segundo a polícia, as forças de segurança dispersaram uma manifestação da extrema-esquerda, cujos membros não respeitaram as restrições de saúde relacionadas com a pandemia de COVID-19.

Pelo menos 11 pessoas morreram e 66 ficaram feridas devido às fortes tempestades de vento e granizo que atingiram a província chinesa de Jiangsu na noite de sexta-feira.

As tempestades, com ventos de até 45,5 quilómetros por segundo, derrubaram árvores, causaram cortes de energia e viraram um barco de pesca ao largo da costa da cidade de Nantong, cujos nove membros da tripulação continuam desaparecidos, segundo o Notícias ao Minuto.

O governo de Jiangsu afirmou, hoje, que que dois outros pescadores do mesmo barco foram resgatados por uma operação de emergência por volta das 04:45 horas locais de ontem.

As tempestades também inundaram 132 casas e danificaram mais um número indeterminado de habitações, forçando 3.050 pessoas a deixarem as suas residências.

As autoridades locais garantem que os serviços de emergência prosseguem com os trabalhos de resgate, remoção de detritos e restabelecimento do fornecimento de eletricidade.

O tribunal superior de Lilongwe, no Malawi, suspendeu a decisão do governo, que obrigava os refugiados e requerentes de asilo a fixarem-se no campo de refugiados de Dzaleka. O tribunal malawiano explicou que a medida é contrária à lei.

No princípio de Abril deste ano, o ministro da Segurança Interna do Malawi, Richard Chimwendo Banda, determinou 14 dias para que os refugiados e requerentes de asilo retornassem ao campo de refugiados de Dzaleka, criado para o efeito.

Na ocasião, o governo justificou que a medida visava manter o controlo dos refugiados espalhados em quase todo o território malawiano.

Agastada, a comunidade de refugiados submeteu uma petição ao tribunal superior de Lilongwe, contestando a decisão do Executivo e indicando que a medida era contrária à lei.

Por sua vez, o tribunal superior de Lilongwe, decidiu a favor da comunidade de refugiados, salientando que a pretensão do Executivo de Lazarus Chakwera contrasta com a lei.

No Malawi, há 48.824 refugiados e requerentes de asilo, dos quais dois mil ilegais.

Pelo menos 44 pessoas morreram durante uma peregrinação judaica no norte de Israel, em resultado de uma debandada em massa. O acidente fez, igualmente, pelo menos 100 feridos, dos quais 44 se encontram no estado crítico e 18 no estado grave.

Segundo o Notícias ao Minuto, milhares de pessoas participavam na peregrinação anual, que ocorre por ocasião do feriado judaico de Lag Baomer. As autoridades permitiram a presença de dez mil pessoas no recinto do túmulo, mas, segundo os organizadores, mais de 650 autocarros foram fretados em todo o país. A imprensa deu conta de 100 mil pessoas no local.

As circunstâncias exactas que levaram ao acidente ainda não foram apuradas. Um socorrista no local, Yehuda Gottleib, da organização United Hatzalah, disse que viu homens “a serem esmagados” e “a perderem a consciência”.

Por sua vez, o porta-voz dos serviços de emergência afirmou que 38 pessoas morreram no local e outras quatro perderam a vida no hospital.

O Primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, lamentou, por meio de uma mensagem, na rede social Twitter, o enorme desastre no Monte Meron, apelando às pessoas para, por intermédio da oração, salvarem os feridos.

O Instituto Butantan, um centro de investigação médica do Brasil, iniciou ontem a produção da Butanvac, a primeira vacina contra a COVID-19 desenvolvida no país e que tem ainda de passar por testes em humanos.

“O Butantan começa, hoje, a produzir o primeiro lote de um milhão de doses do Butanvac, que será produzido, integralmente, pelo instituto vinculado ao Estado de São Paulo, sem a necessidade de importar matéria-prima do exterior, informou o governador paulista, João Doria, em conferência de imprensa.

De acordo com o Notícias ao Minuto, na última sexta-feira, o Instituto solicitou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), maior autoridade sanitária do país, uma autorização para iniciar as fases 1 e 2 dos ensaios clínicos em humanos.

Contudo, a Anvisa pediu informações adicionais sobre a fórmula, para poder autorizar a realização do que será o primeiro estudo da Butanvac em humanos, uma vez que, até ao momento, apenas foi testada em animais.

Prevê-se que 18 milhões de doses estejam prontas, até 15 de Junho.

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE