Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

As tropas russas na Ucrânia ocuparam a cidade de Zaporizhzhia, onde se encontra a maior central nuclear da Europa. Na quinta-feira, os militares incendiaram uma outra central nuclear, com o propósito de desestabilizar o exército ucraniano, mas o fogo foi prontamente debelado.

Após os ataques às centrais nucleares das cidades de Enerhodar e Chernobyl, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, acusou a Rússia de ser um estado terrorista, com tendência de recorrer às armas nucleares.

Esta sexta-feira, as forças russas assumiram o controlo da maior central nuclear da Europa, na cidade de Zaporizhzhia, depois de na quinta-feira terem conquistado a cidade de Kherson, outra de maior importância.

A central nuclear de Zaporizhzhia é responsável pela produção de um quarto da energia da Ucrânia e as autoridades ucranianas classificaram o ataque russo à infra-estrutura como uma ameaça à segurança global.

Nos últimos dias, os russos têm tentado mostrar poder, lançando mísseis e promovendo ataques de artilharia em áreas civis, para cortar a ligação deste país com o mar Negro.

O corte do acesso da Ucrânia ao litoral seria um duro golpe para a economia do país e permitirá à Rússia construir um corredor terrestre que se estende desde a sua fronteira até à Crimeia, assim como para a Roménia, segundo o Notícias ao Minuto.

Uma bomba explodiu hoje numa mesquita na cidade paquistanesa de Peshawar, no noroeste do país, matando pelo menos 45 pessoas e ferindo outras 65, segundo a polícia, citada pelo Notícias ao minuto.

A explosão ocorreu quando os fiéis se reuniram na mesquita Kucha Risaldar, na cidade velha de Peshawar para as orações de sexta-feira.

O chefe da polícia de Peshawar, Muhammed Ejaz Khan, declarou que dois agressores armados abriram fogo contra a polícia do lado de fora da mesquita, que fica localizada na cidade velha de Peshawar.

Um agressor e um polícia foram mortos no tiroteio e outro agente de segurança ficou ferido. O outro atacante correu para dentro da mesquita e detonou uma bomba.

Várias ambulâncias acorreram ao local, percorrendo as estreitas e congestionadas ruas da cidade para transportar os feridos para o Hospital Lady Reading.

Waheed Khan, um oficial da polícia local, afirmou que a explosão ocorreu quando as pessoas estavam reunidas na mesquita Kucha Risaldar para as orações de sexta-feira.

O número de mortos provavelmente aumentará, pois muitos dos feridos estão em estado crítico, acrescentou Waheed Khan.

Pelo menos 150 pessoas estavam dentro da mesquita no momento da explosão, disseram testemunhas, citadas pela agência de notícias Associated Press (AP).

O ataque não foi reivindicado até ao momento.

 

Vinte e cinco organizações ambientalistas europeias pediram esta quinta-feira à União Europeia que pare de importar petróleo da Rússia e “acabe com o financiamento à guerra de Putin contra a Ucrânia”.

Segundo o Observador, as 25 organizações não-governamentais defendem ainda que as bombas de combustível devem identificar a origem de todos os produtos petrolíferos” para que os consumidores não “financiem inadvertidamente o regime” do Presidente russo, Vladimir Putin.

Os ambientalistas, segundo a fonte, pedem ainda que seja cobrada uma “tarifa ou taxa” sobre todos os combustíveis fósseis provenientes da Rússia e como medida principal, “um embargo completo” a estes produtos.

Os ambientalistas afirmam no manifesto enviado às instituições europeias que o lucro da exportação de petróleo e gás tem “sustentado os gastos militares de Putin em mais de duas décadas”.

O petróleo e o gás russos não estão cobertos pelas sanções económicas impostas pela União Europeia, lembram os ambientalistas, apontando que “todos os dias, países da União Europeia continuam a transferir centenas de milhões de euros para pagar petróleo e gás ao regime de Putin”, um comércio que movimentou entre 80 e 85 mil milhões de euros só em 2022, afirmam.

Dois terços do petróleo importado da Rússia servem para transportes, e embora reconheçam que parar o tráfego terá “impactos no preço da energia”, o ataque russo à Ucrânia “exige uma resposta extraordinária”, dizem as organizações.

Os ambientalistas defendem ainda que os países membros da Agência Internacional da Energia devem usar as reservas de petróleo que têm, suficientes para 90 dias de consumo, e cedê-las aos países mais dependentes da Rússia.

As organizações insistem em vários pontos da sua agenda habitual e pedem “um novo objectivo de 50 por cento de carros eléctricos em 2025” na União Europeia daqui a três anos, sobretudo nos setores dos táxis, frotas automóveis e autocarros.

Querem ainda “medidas para acelerar radical e imediatamente” o investimento na produção de energia solar e eólica e mais medidas de eficiência energética, incluindo a renovação de edifícios para os tornar mais eficientes e combater a pobreza energética.

Foi através de uma carta publicada em vários meios de comunicação que o presidente francês, Emmanuel Macron, confirmou que vai candidatar-se às próximas eleições presidenciais, marcadas para abril, tentando assim conquistar a reeleição.

De acordo com a imprensa internacional, citada pelo Observador, na carta dirigida aos franceses, Macron pediu, mais uma vez, a confiança dos franceses para garantir resposta aos desafios do século.

“Sou um candidato para construir convosco, face aos desafios deste século, uma resposta francesa e europeia singular”, lê-se na carta do chefe de Estado dirigida aos franceses.

O objetivo para os próximos anos, segundo Macron, não será “desenterrar a França da nossa infância”, mas antes “construir a França dos nossos filhos”; e lutar “para defender os valores que os desvarios do Mundo ameaçam”.

Na carta, Macron admite que se fosse hoje teria feito algumas coisas de forma diferente neste primeiro mandato, mas assegura que as “transformações” por si promovidas permitem a França “viver melhor”, dando o exemplo da descida do desemprego.

E mais, Emmanuel Macron reconhece que não poderá fazer campanha como gostaria por causa da ofensiva russa na Ucrânia, embora se comprometa a explicar seu projecto com clareza.

A recandidatura é atípica, como o próprio explica, dado o contexto da guerra, que trava a campanha nos moldes em que gostaria de a fazer.

Uma sondagem recente citada pelo The Guardian coloca Macron, que chegou a sofrer perdas dramáticas de popularidade durante o mandato, à frente da corrida. Neste momento, o presidente terá 28% das intenções de voto, à frente da candidata da Frente Nacional, Marine Le Pen, que neste momento conquistaria 17% dos votos e que Macron já derrotou em 2017, na segunda volta.

Dos 193 Estados-membros das Nações Unidas, 141 aprovaram uma resolução que condena a invasão russa na Ucrânia. Porém, 35 países abstiveram-se, dos quais Moçambique e Angola. Cinco países votaram contra a resolução, nomeadamente a Rússia, Síria, Bielorrússia, Coreia do Norte e Eritreia.

Na quarta-feira, enquanto a Rússia bombardeava Kharkiv, a segunda maior cidade ucraniana, a Assembleia Geral das Nações Unidas apresentava um texto através do qual deplora a agressão russa contra a Ucrânia e exige que Moscovo ponha fim à sua intervenção militar e retire, imediatamente e incondicionalmente, as suas tropas do país vizinho.

O texto, apresentado pela União Europeia em coordenação com a Ucrânia, e subscrito por mais de uma centena de países, lamenta nos mais veementes termos a agressão da Rússia à Ucrânia, refere a imprensa internacional, explicando que as Nações Unidas, reafirma o seu apoio à soberania, independência, unidade e integridade territorial da Urânia, incluindo as suas águas territoriais.

No documento, lamenta-se o envolvimento da Bielorrússia no ataque à Ucrânia e apela-se ao acesso, sem entraves, à ajuda humanitária.

Segundo a DW, a Assembleia Geral das Nações Unidas foi convocada para sessão de emergência, a primeira desde 1997, depois de não ter sido possível fazer passar uma resolução condenando a invasão russa da Ucrânia no Conselho de Segurança, onde a Rússia, como membro permanente, tem poder de veto.

O juiz Ricardo Lewandowski do Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil suspendeu, ontem, a última acção penal contra o antigo Presidente Lula da Silva.

O processo investigava possíveis irregularidades na compra de 36 caças suecos durante o governo de Dilma Rousseff. Ou seja, nesta acção, o antigo Presidente do Brasil havia sido acusado de tráfico de influência, branqueamento de capitais e associação ilícita devido a sua suposta interferência numa licitação da força aérea brasileira para compra de 36 caças, que foi decidida a favor da empresa sueca Saab, fabricante das aeronaves Gripen.

Segundo o Jornal de Angola, os advogados de Lula afirmaram que a acção penal suspensa conta com depoimentos de diversas autoridades civis e militares, ex-ministros de Estado e da ex-Presidente Dilma Rousseff. Isso mostra que a decisão do Brasil de adquirir caças da marca Gripen não teve qualquer intervenção, muito menos ilegal, de Lula da Silva.

“A recomendação para a compra das aeronaves foi das Forças Armadas, por meio das forças aéreas brasileiras”, destacaram os advogados.

Lula da Silva foi julgado pela primeira vez sobre as acusações da Lava Jato em 2017, quando foi culpado de crimes de corrupção pelo antigo juiz Sérgio Moro. Após ser condenado em segunda instância, em 2018, Lula da Silva foi preso por 18 meses num caso sobre a alegada posse de um apartamento de luxo na cidade do Guarujá que teria recebido como suborno da construtora OAS, segundo alegações dos investigadores da Lava Jato.

Após a sua prisão, Lula da Silva foi forçado a desistir da eleição presidencial. O antigo Presidente brasileiro foi finalmente libertado em Novembro de 2019, quando o STF decidiu que a execução de uma sentença só seria possível depois de os condenados terem esgotado todos os recursos.

No mesmo ano, Lula da Silva foi novamente condenado a 12 anos de prisão em segunda instância num outro caso em que foi acusado de ter beneficiado de obras no terreno de uma propriedade rural em Atibaia, no interior do Estado de São Paulo, em troca de facilitar contratos da Odebrecht e da OAS com a Petrobras.

As sentenças destes dois processos contra Lula da Silva foram anuladas pela maioria dos juízes do STF em decisão que reconheceu erro processual e determinou o reinício das acções e enviou de Curitiba, onde foram julgadas, para Brasília, onde acabaram encerradas a pedido do Ministério Público.
Lula da Silva recuperou seus direitos políticos e poderá concorrer a cargos electivos nas presidenciais de 2022.

 

LULA DA SILVA CONFIRMA SUA CANDIDATURA À PRESIDÊNCIA DO BRASIL

O antigo Presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva confirmou ontem que vai disputer, pela terceira vez, a presidência do país, nas eleições marcadas para outubro.

Segundo a Sic Noticias, Lula da Silva lidera todas as sondagens de intenções de voto para presidenciais de outubro, divulgadas no Brasil.
O político garantiu que, se o Partido dos Trabalhadores vencer as eleições, “não vai abdicar de bens que foram adquiridos pelo povo”.
Lula da Silva foi eleito Presidente do Brasil em 2002 e reeleito em 2006.

Ao sétimo dia da invasão russa à Ucrânia, os dois países parecem não chegar a um acordo para travar a guerra que já fez mais de 100 mortos e 800 mil deslocados.

A Rússia diz estar preparada para continuar hoje as conversações com a Ucrânia, mas as autoridades ucranianas ainda não confirmaram um novo encontro. “De momento, não se sabe quando é que as novas negociações se vão realizar”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Dmytro Kuleba, citado pela agência espanhola EFE.

Por sua vez, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse antes que a delegação russa estava pronta para se encontrar com a parte ucraniana. “No final da tarde de hoje, a nossa delegação estará no local à espera dos negociadores ucranianos. A nossa delegação estará pronta para continuar as conversações esta noite”, disse.

A primeira ronda de conversações, organizada pelas autoridades da Bielorrússia, país aliado de Moscovo, ocorreu na segunda-feira, na região de Gomel, perto da fronteira bielorrussa com a Ucrânia. No do encontro, os negociadores regressaram às respectivas capitais para consultas, segundo o Notícias ao Minuto.

O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Bielorrússia, Anatoly Glaz, disse hoje à agência bielorrussa Belta que o encontro poderá ocorrer a qualquer momento.

“Temos afirmado repetidamente que estamos prontos a fazer o nosso melhor e a organizar uma reunião a qualquer momento. Neste momento, os últimos preparativos estão a ser finalizados. O lado bielorrusso está preparado para qualquer desenvolvimento”, disse o porta-voz da diplomacia de Minsk.

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse na terça-feira, numa entrevista conjunta à agência Reuters e à TV norte-americana CNN, que a primeira condição para negociar é parar de lutar, porque, caso contrário, “o tempo será desperdiçado”. Entretanto, após a primeira reunião, Zelensky lamentou que os ataques russos não tenham parado durante as negociações de cinco horas.

Pelo menos 21 pessoas morreram e 112 ficaram feridas em bombardeamentos nas últimas 24 horas, em Kharkiv, onde os paraquedistas militares russos atacaram ontem um hospital militar. Enquanto o exército russo diz ter ocupado a cidade de Kherson, os separatistas afirmam que bloquearam a cidade de Mariupol.

Enquanto decorrem negociações entre as delegações da Rússia e Ucrânia para pôr fim ao conflito entre as duas nações, as tropas russas continuam a protagonizar ataques e a reivindicar controlo de algumas regiões.

Esta quarta-feira, as autoridades ucranianas anunciaram que pelo menos 21 pessoas morreram e 112 ficaram feridas nas últimas 24 horas, na cidade de Kharkiv, devido aos bombardeamentos das tropas russas.

Ainda esta quarta-feira, os paraquedistas militares russos atacaram um hospital militar na cidade de Kharkiv, mas não foram avançados os danos resultantes do ataque.

Segundo o chefe da Polícia de Kharkiv, Volodymyr Tymoshko, a situação perto do hospital está sob controlo e a segurança foi reforçada contra a escalada militar russa.

Kharkiv, segunda maior cidade ucraniana, a nordeste da Ucrânia, começou a ser atacada na passada segunda-feira, tendo-se intensificado os ataques na terça-feira. Os ataques aéreos persistentes contra a cidade já destruíram várias infra-estruturas.

O exército russo garantiu, igualmente, ter conquistado a cidade de Kherson, enquanto os separatistas pró-russos anunciaram ter conseguido bloquear totalmente a cidade de Mariupol, no sul da Ucrânia.

Pelo terceiro dia consecutivo, as negociações entre a Rússia e Ucrânia, que decorrem na fronteira ucraniana com a Bielorrússia, continuam.

Pelo menos 13 crianças ucranianas morreram desde que a Rússia invadiu a Ucrânia, na última semana, anunciou ontem a diretora da UNICEF, Catherine Russell, durante o lançamento conjunto do Apelo Humanitário Urgente e do Plano Regional de Respostas a Refugiados na Ucrânia.

Segundo Catherine Russell, citada pela Lusa, a situação dos menores e famílias afectadas pela guerra na Ucrânia piora a cada minuto.

“Pelo menos 13 crianças morreram, de acordo com a informação confirmada pela Agência das Nações para os Refugiados, e estimamos que esse número aumente à medida que o conflito se intensifica”, disse Catherine Russell.

Para a directora da UNICEF, o conflito está a aproximar-se das populações, cada vez mais perto das casas e das escolas das crianças, dos hospitais e dos orfanatos. Catherine referiu ainda que centenas de crianças não iam à escola e que todas as 7,5 milhões de crianças na Ucrânia “correm riscos muito elevados”.

Os danos causados nas infra-estruturas deixaram “centenas de milhares de pessoas sem água potável e electricidade e os explosivos e resíduos de guerra nas áreas povoadas representam perigos reais”.

A UNICEF e os parceiros, segundo a representante Catherine Russell, estão a trabalhar 24 horas por dia para responder às necessidades humanitárias crescentes, que incluem serviços médicos de emergência, medicamentos essenciais, material e equipamentos de saúde, água segura para beber e para a higiene, e abrigo e protecção para os deslocados das suas casas.

“Neste momento, a UNICEF tem, neste momento, 140 pessoas na Ucrânia, mas vai enviar mais pessoal para atender às necessidades humanitárias para garantir “protecção e assistência às crianças nos países de acolhimento”, explicou Catherine Russell, referindo que “metade das pessoas em movimento são crianças”.

Para continuar a ajudar, a UNICEF está a apelar a 276 milhões de dólares americanos para as crianças na Ucrânia e a 73 milhões adicionais para o Plano Regional de Resposta a Refugiados nos países vizinhos, escreve a Lusa.

 

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE