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O País – A verdade como notícia

Um autocarro que transportava peregrinos para a cidade iraquiana de Karbala capotou no norte de Bagdade e matando 18 pessoas, 

De acordo com as autoridades, as vítimas foram 15 homens e três mulheres, 10 dos quais eram iranianos, dois iraquianos e seis tinham nacionalidade desconhecida, disseram as autoridades, citadas pela imprensa internacional.

Milhões de crentes convergem para a cidade todos os anos para a peregrinação xiita de Arbaeen, considerada uma das maiores concentrações públicas anuais do mundo, acompanhadas por actos de autoflagelação dos crentes junto das mesquitas sagradas.

Os peregrinos são provenientes de várias partes do Iraque, bem como do Irão e dos países do Golfo, e muitos deles dirigem-se para Karbala a pé.

Arbaeen marca o aniversário do 40.º dia de luto após a morte, no século VII, do neto do profeta Maomé Hussein e do seu irmão Abbas, às mãos califado omíada na batalha de Karbala, durante o primeiro século da história do Islão.

O novo líder do Gabão prometeu esta sexta-feira reorganizar as instituições para torná-las mais democráticas. O general prometeu uma nova Constituição e um novo código eleitoral.

Brice Oligui Nguema discursou esta sexta-feira perante o corpo diplomático e com transmissão na televisão pública.

No seu primeiro discurso como novo líder do Gabão, o general afirmou que a dissolução das instituições decretada na última quarta-feira durante o golpe é temporária.

“Trata-se de reorganizá-las, para torná-las ferramentas mais democráticas e mais alinhadas aos padrões internacionais em termos de respeito aos direitos humanos, às liberdades fundamentais, à democracia e ao Estado de Direito”, disse.

Dirigindo-se aos representantes da sociedade civil, Nguema prometeu uma nova Constituição e um novo código eleitoral. Também ameaçou os empresários envolvidos em casos de corrupção e pediu-lhes compromisso para desenvolver o país.

O ex-Presidente, Ali Bongo, foi deposto na última quarta-feira por membros do Exército, pouco depois de as autoridades eleitorais terem anunciado a sua reeleição para um terceiro mandato, após 14 anos no poder.

O número de mortos no incêndio que destruiu um edifício de cinco andares, na quinta-feira, no centro de Joanesburgo, subiu de 74 para 76, após o falecimento de duas pessoas no hospital. 

O anúncio da morte de mais duas pessoas foi feito pelo ministro da Saúde sul-africano, após visitar, esta sexta-feira, alguns dos feridos num hospital.

O governante indicou que há sobreviventes internados em várias unidades hospitalares em Joanesburgo por inalação de fumo. O ministro sul-africano salientou que a maioria dos sobreviventes do incêndio foram forçados a saltar do edifício para fugir às chamas.

As autoridades de Saúde dizem que vão recorrer a testes de DNA para a identificação de 62 corpos irreconhecíveis, por estarem queimados.

O edifício que era habitado por cerca de 200 famílias sem-abrigo, situado no centro da cidade sul-africana de Joanesburgo, ficou parcialmente destruído na madrugada de quinta-feira pelas chamas.

Ainda correm investigações para apurar as causas do incêndio. 

Ainda na África do Sul, pelo menos 18 pessoas foram baleadas mortalmente, esta sexta-feira, durante um tiroteio com a polícia, na província de Limpopo. As vítimas que pertenciam, segundo fontes locais, pretendiam assaltar um veículo de transporte de dinheiro.

O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump pediu esta quinta-feira ao tribunal da Georgia que separe o seu processo, onde é acusado de tentar anular ilegalmente os resultados das eleições de 2020, dos outros 18 arguidos.

Este pedido surge depois de a procuradora responsável pelo caso ter pedido que todos fossem julgados ao mesmo tempo.

Os advogados do antigo presidente apresentaram um documento no tribunal distrital de Fulton (Georgia) no qual pedem que o caso de Trump seja separado dos restantes réus, que solicitaram um julgamento rápido.

Este pedido surge depois de, na terça-feira, a procuradora responsável pelo caso, Fani Willis, ter pedido que todos fossem julgados ao mesmo tempo.

O tribunal ainda não decidiu se aprova ou não a proposta de Willis, o que significaria que o julgamento teria início em 23 de Outubro, uma vez que o juiz Scott McAfee já decidiu que essa será a data do arranque do processo contra um dos arguidos, o advogado Kenneth Chesebro.

Na opinião dos advogados de Trump, esta data não dá ao ex-presidente tempo suficiente para preparar a sua defesa.

“Exigir menos de dois meses de preparação para defender uma acusação de 98 páginas, com 19 réus, com 41 acusações diversas, incluindo uma de conspiração, violaria os direitos constitucionais federais e estaduais do presidente Trump a um julgamento justo e ao devido cumprimento legal do processo”, salientam os advogados num documento divulgado pelo jornal The Hill, citados pelo Notícias ao Minuto.

Trump declarou-se esta quinta-feira inocente das 13 acusações contra si na Georgia por tentativa de manipulação dos resultados das eleições de 2020 naquele Estado, nas quais perdeu por uma estreita margem para o democrata e atual Presidente Joe Biden.

O ex-presidente também renunciou “livre e voluntariamente” ao seu direito de estar presente numa acusação formal em tribunal, marcada para 06 de setembro.

Continua a aumentar o número de mortos em Joanesburgo, na África do Sul. Segundo o último balanço das autoridades, o número de mortos subiu de 73 para 74, incluindo 12 crianças.

“Entre os 74 corpos contámos 12 crianças”, disse Thembalethu Mpahlaza, chefe dos serviços forenses da província de Gauteng, que inclui Joanesburgo e a capital Pretória, numa conferência de imprensa realizada esta quinta-feira.

A imprensa internacional noticiou que as vítimas morreram presas num edifício degradado no centro da capital económica da África do Sul, devastado por um incêndio na madrugada desta quinta-feira.

Os serviços de emergência recuperaram os corpos de 24 mulheres e 40 homens.

“Dez outros permanecem indeterminados porque o grau de carbonização torna impossível a identificação do sexo”, disse Mpahlaza.

Um relatório anterior estimava em 73 o número de mortos, tendo já sido encontrados os restos mortais de uma criança com menos de dois anos.

Cerca de 60 feridos foram encaminhados para vários hospitais da região. As operações de salvamento e de busca estavam prestes a terminar ao fim da tarde.

O presidente sul-africano Cyril Ramaphosa, citado pela RTP, lamentou aquilo que chamou de “imensa tragédia”.

Ao visitar o local no final do dia, o chefe de Estado, no poder desde 2018, comprometeu-se a “resolver a questão da habitação”.

O Idália atingiu a Flórida como furacão de categoria três, num máximo de cinco. Com ventos de mais de 200 quilómetros por hora é um dos mais fortes a atingir o estado norte-americano nos últimos anos. Algumas casas na costa ficaram submersas e mais de 242 mil pessoas sem energia.

Até ao início da tarde de ontem, as autoridades não haviam confirmado a existência de vítimas mortais devido à passagem do furacão na Flórida, embora relatos de acidentes de trânsito fatais em dois condados possam vir a ser relacionados com o furacão, disse esta quarta-feira o governador estadual, Ron DeSantis, numa conferência de imprensa em Tallahassee, capital do estado.

Segundo as autoridades locais, citadas pelo Notícias ao Minuto, as vítimais mortais em causa são um homem de 59 anos que conduzia uma carrinha sob forte chuva e que acabou por sair da estrada nos arredores de Gainesville e um homem de 40 anos que perdeu o controlo da sua viatura e bateu numa árvore em Dade City, a norte de Tampa.

DeSantis fez um balanço da passagem do furacão de categoria três pela região conhecida como ‘Big Bend’ e que atingiu a costa com ventos de 205 quilómetros por hora, antes de começar a perder força.

Apesar de o fornecimento de energia elétrica ter sido restabelecido a 262 mil habitações, ainda existem mais de 250 mil casas sem electricidade nas zonas afectadas, acrescentou o governador, que começou a sua aparição anunciando que o olho do furacão já tinha saído do território da Florida.
Centenas de voos foram cancelados nos Estados Unidos esta quarta-feira por causa do furacão.

Entretanto, o furacão Idália enfraqueceu e desceu para a categoria dois ao mover-se em direcção à Geórgia depois de atingir a costa oeste da Flórida na manhã de quarta-feira.

Pelo menos 63 pessoas morreram e 43 ficaram feridas num incêndio que deflagrou, na madrugada desta quinta-feira, um edifício de cinco andares no centro de Joanesburgo, na África do Sul. A informação foi anunciada pelo porta-voz dos Serviços de Gestão de Emergência da cidade sul-africana, Robert Mulaudzi, citado pela imprensa internacional.

O balanço anterior dava conta de 52 mortos. A missão de busca ainda está em curso.

“Temos também 43 feridos ligeiros, alguns dos quais sofreram inalação de fumo e foram levados para hospitais para tratamento”, indicou Robert Mulaudzi.

Segundo Mulaudzi, o edifício foi evacuado e uma operação de busca e recuperação estava em curso, mas alerta que é provável que o número de mortos aumente.

O porta-voz esclareceu que ainda são desconhecidas as causas do incêndio, que terá começado por volta das 01h30 minutos.

As autoridades já extinguiram em grande parte o fogo que atingiu o prédio de cinco andares e irão agora proceder à retirada de detritos, escreve o Observador, que cita o jornal britânico The Guardian.

 

 

O presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, garantiu esta terça-feira que o país “pode e tem condições” para exercer a próxima presidência da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Umaro Embaló regressou ontem a Bissau depois de alguns dias de férias fora do país, interrompidas para participar na 14ª cimeira da CPLP, que decorreu no domingo, em São Tomé e Príncipe, e na qual ficou decidido que a próxima presidência será assumida pela Guiné-Bissau, dentro de dois anos.

Em julho, o presidente chegou a admitir que a Guiné-Bissau podia abdicar da presidência e a dúvida manteve-se até ao final da cimeira de domingo, em que foi confirmada a escolha.

À chegada no aeroporto de Bissau, segundo o Notícias ao Minuto, o Chefe do Estado afirmou aos jornalistas que nunca assumiu “essa posição de não assumir a presidência da CPLP”.

“Penso que é importante assumirmos depois de ser avaliado pelos meus pares em São Tomé, no entanto, não há uma diplomacia fixa, tem que se saber também ceder, tomar e dar. Portugal, Angola, todos eles entenderam que é a vez da Guiné-Bissau e, portanto, é a Guiné-Bissau, porque é o país que assume, não é pessoa”, acrescentou.

Sissoco garantiu que a Guiné-Bissau “pode e tem condições” para esta tarefa e lembrou outros compromissos do país na sub-região africana, nomeadamente a troika que forma com a Nigéria e o Benim na CEDEAO ( Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental).

Vincou ainda que a Guiné-Bissau posiciona-se “como futuro presidente da União Económico e Monetária do Oeste Africana (UEMOA)”.

O presidente da Guiné-Bissau disse ainda que nos últimos dias em que esteve ausente do país foi também ao Senegal onde trocou impressões com o homólogo Macky Sal, nomeadamente sobre a instabilidade política no Níger, consequência do golpe militar que derrubou o presidente Mohamed Bazoum a 26 de Julho.

No Gabão, militares dizem que estão a tomar o poder, declaram o anulamento das eleições gerais de 26 de agosto e o encerramento de fronteiras “até nova ordem”. A Agêcia France Press fala numa dezena de militares como estando à frente deste golpe militar.

Em comunicado, citado pela imprensa internacional, as auto intituladas Forças de Defesa e de Segurança, afirmavam que “a organização das eleições, ditas gerais de 26 de Agosto de 2023, não reuniu as condições para um escrutínio transparente, credível e inclusivo, tão esperado pelo povo gabonês”.

O presidente do Gabão, Ali Bongo Ondimba, está no poder há 14 anos e foi reeleito com cerca de 64% dos votos para um terceiro mandato, segundo a autoridade eleitoral do país.

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