O País – A verdade como notícia

Uma viatura embateu, na noite de domingo, contra uma carrinha da comitiva do Presidente dos EUA, Joe Biden. O acidente ocorreu poucos momentos depois de Joe Biden ter estado a responder a perguntas de jornalistas, à porta da sede de campanha, em Delaware.

Biden e a mulher foram retirados, de imediato, do local e voltaram em segurança para a sua casa em Wilmington após o incidente, disse uma testemunha ouvida pela Reuters.

O carro que chocou contra o SUV da comitiva de Biden sofreu danos no pára-choques e foi rapidamente cercado por agentes de segurança. Os agentes encurralaram o carro e apontaram armas para o motorista, que ergueu as mãos.

O Quénia e a União Europeia assinaram, esta segunda-feira, um acordo comercial para aumentar o fluxo de mercadorias entre os dois mercados. O referido pacto foi classificado como histórico pelo Presidente queniano.

O acordo de livre comércio, negociado durante muito tempo e concluído em Junho, foi assinado numa altura em que Bruxelas procura estabelecer laços económicos mais fortes com África, face à forte presença chinesa.

“É o início de uma parceria histórica para uma transformação histórica”, afirmou William Ruto, citado pela DW.

William Ruto explica que o objectivo principal do acordo é “pôr dinheiro real nos bolsos das pessoas comuns”.

O acordo garante aos produtos quenianos livre acesso, sem taxas e quotas, ao mercado europeu e reduções tarifárias para os produtos europeus destinados ao país da África Oriental.

Ursula von der Leyen classificou a parceria como uma “situação vantajosa para todos”, apelando a outros países da África Oriental para aderirem ao acordo.

A votação no referendo à nova Constituição do Chade decorreu este domingo sem incidentes, depois de uma parte significativa da oposição e da sociedade civil ter apelado ao boicote.

As urnas abriram às 7 horas (hora local) e encerraram às 17 horas (hora local), mas algumas assembleias de voto prolongaram o horário para lá do estabelecido, escreve a Angop.

Os resultados oficiais provisórios do referendo deverão ser anunciados no dia 24 de Dezembro, devendo depois o Supremo Tribunal validá-los no dia 28.

A maioria da oposição, que defendeu o não e o federalismo, apelou ao boicote ao referendo, apesar de várias intimidações e ameaças.

Pelo menos 12 pessoas foram mortas e dezenas ficaram feridas na madrugada de ontem, num ataque armado durante uma festa na localidade de Salvatierra, no estado de Guanajuato, no centro do México, anunciaram as autoridades locais.

Segundo as autoridades, dezenas de feridos foram transferidos para hospitais.

De acordo com a imprensa local, o tiroteio ocorreu na fazenda San José del Carmen, habitualmente alugada para festas.

As vítimas eram jovens que participavam em celebrações pré-natalícias, segundo a fundação Tierra Negra, que promove projectos sociais na localidade.

O Presidente russo, Vladimir Putin, alertou a Finlândia que a relação entre os dois países poderá ter problemas após a adesão do país nórdico à NATO.

“Não havia problemas. Agora, haverá. Vamos criar o distrito militar de Leningrado (noroeste) e concentrar ali unidades militares. Eles precisavam disso? É simplesmente um absurdo”, disse Putin em declarações ao programa de televisão Moscou.

Segundo escreve o Notícias ao Minuto, Putin referiu que todas as disputas territoriais entre os dois países foram resolvidas em meados do século XX, razão pela qual lamentou que a Finlândia tenha sido arrastada para a NATO.

Moscovo pretende reforçar o seu flanco noroeste, especialmente a região que rodeia a segunda cidade do país, São Petersburgo, que fica a apenas cerca de 300 quilómetros da capital finlandesa, Helsínquia.

Esta semana o Kremlin já alertou que o envio de tropas dos EUA para o território finlandês será uma ameaça óbvia para a Rússia.

A Finlândia e os Estados Unidos chegaram a um acordo de cooperação que permitirá às tropas norte-americanas utilizar 15 bases militares no país nórdico.

A Finlândia, o país da União Europeia com a maior fronteira com a Rússia (1.340 quilómetros), optou por abandonar a sua tradicional política de neutralidade após o início da campanha militar russa na Ucrânia e completou a sua entrada na NATO em Abril.

Mais de 60 pessoas morreram no naufrágio de uma embarcação que transportava migrantes ao largo da costa da Líbia. A informação foi confirmada pela agência da ONU para as migrações.

O naufrágio, que ocorreu no sábado, foi a mais recente tragédia nesta parte do mar Mediterrâneo, uma rota perigosa para os migrantes que procuram uma vida melhor na Europa, onde milhares de pessoas já morreram, de acordo com as autoridades.

Citada pela Lusa, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) afirmou que a embarcação transportava 86 migrantes quando as fortes ondas a inundaram, ao largo da cidade de Zuwara, na costa ocidental da Líbia, e que 61 migrantes se afogaram.

Nos últimos anos, a Líbia tornou-se o principal ponto de trânsito para os migrantes que fogem da guerra e da pobreza em África e no Médio Oriente e tentam chegar às costas europeias através do Mediterrâneo central.

Mais de 2.250 pessoas morreram nesta rota este ano, de acordo com o porta-voz da OIM.

Jacob Zuma diz que não vai votar nem fazer campanha pelo ANC nas eleições gerais do próximo ano na África do Sul. O ex-presidente diz que o ANC actual não é o mesmo de Nelson Mandela

Jacob Zuma, que enfrenta vários processos na justiça, disse que vai votar no Umkhonto We Sizwe, recém criado partido, que antes foi braço armado do ANC.

O antigo dirigente diz ainda estar triste por constatar que o ANC de hoje não é o grande movimento que os sul-africanos amavam e pelo qual estavam dispostos a sacrificar a vida.

Em agosto, Jacob Zuma recebeu um “perdão especial” presidencial que lhe permitiu evitar ser reencarcerado para cumprir uma pena de prisão de 15 meses, como anunciou na altura o governo sul-africano.

O presidente do Congresso Nacional Africano (ANC), Cyril Ramaphosa, diz que os detratores que querem ver o ANC cair abaixo dos 50% nas eleições de 2024 não verão o seu desejo realizado.

A vitória organiza-se, diz o ditado! Foi neste contexto que o Congresso Nacional Africano (ANC), partido no poder na África do Sul, decidiu fazer uma revisão do manifesto eleitoral de 2019, para elaborar o de 2024.

Esta sexta-feira, o presidente do ANC, Cyril Ramaphosa, disse haver detratores que querem que o ANC perca as eleições do próximo ano, ao que o líder disse que tal não vai acontecer.

Ramaphosa fez uma radiografia do actual mandato e assumiu que nem tudo correu bem.

“Houve áreas de sucesso em que os êxitos foram notados pelo nosso pessoal e disseram-nos que estávamos gratos, felizes por terem feito A, B, C, D e isso não significa que não tenha havido fraquezas, que não significa que não tenha havido fracassos, porque na vida, na vida nunca acontece que se consiga tudo A, A, A, A, haverá áreas em que há fraquezas, haverá áreas em que há fracassos, mas no cômputo geral, quando se pesa tudo, estamos a descobrir que houve mais avanços, mais sucessos”, disse Ramaphosa.

Alguns dos problemas apontados por Ramaphosa tem a ver com a energia eléctrica e o fornecimento de água.

“O desafio da água é conhecido, temos um desafio da água, estamos num país com escassez de água ou vivemos num país com escassez de água. Mas, a experiência vivida pelas diferentes pessoas no nosso país mostra que elas precisam de ter liberdade para articular. E não posso dizer que, pelo facto de o problema da água ser conhecido, eles devem ser amordaçados, não devem falar sobre isso, nem nós devemos falar sobre isso. É falando sobre os problemas que podemos encontrar soluções”, disse o governante.

Para a revisão do manifesto eleitoral o ANC fez uma auscultação aos cidadãos de diversos pontos da África do Sul.

Os Estados Unidos da América anunciam uma nova fase da Guerra entre Israel e Palestina. De acordo com o Conselho para a Segurança dos Estados Unidos da América, trata-se de um fase que visa a eliminação selectiva da liderança do grupo palestiniano Hamas.

O conselheiro para a Segurança Nacional dos Estados Unidos, Jake Sullivan, está de visita a Jerusalém, numa missão em que se discute uma nova fase para a guerra entre Israel e o grupo palestiniano Hamas, na faixa de Gaza.

Durante a visita do Conselho para a Segurança dos Estados Unidos da América a Jerusalém, o conselheiro disse que a questão está centrada na eliminação selectiva da liderança do Hamas, numa análise feita sobre o conflito com os responsáveis militares de Israel.

Sullivan falou de uma fase de alta intensidade, caracterizada por bombardeamentos e incursões terrestres no Norte e no Sul de Gaza, anunciando a transição para uma fase que terá como alvo a liderança do Hamas.

O conselheiro recusou-se a indicar uma data para a próxima fase, embora já tenha discutido o calendário e condições com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e com o Estado-Maior do Exército.

As declarações de Sullivan ocorrem um dia depois de altos funcionários da administração Biden terem dito ao jornal Times of Israel, sob condição de anonimato, que o líder do Hamas em Gaza, Yahya Sinwar, é um dos principais alvos da “nova fase”.

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