O País – A verdade como notícia

O filho mais novo do falecido ex-presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, Bellarmine Chatunga Mugabe, foi ouvido por um tribunal sul-africano, nesta segunda-feira, na sequência da  acusação de tentativa de homicídio após um jardineiro ter sido baleado em sua casa em Joanesburgo na semana passada.

Bellarmine Chatunga Mugabe, filho mais novo do falecido ex-presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, foi ouvido, nesta segunda-feira, numa breve audiência pela justiça sul-africana, ao lado do co-réu Tobias Mugabe Matonhodze. 

O advogado de Bellarmine Mugabe recusou-se a comentar quando questionado por jornalistas se os dois homens eram ou não parentes. 

Bellarmine Mugabe, de 28 anos de idade, está supostamente envolvido num tiroteio que na última quinta-feira deixou hospitalizado um cidadão que exercia a função de jardineiro na residência do ex-presidente zimbabweano.

Das acusações que pesam sobre o filho de, Robert Mugabe, estão a obstrução da justiça e posse ilegal de arma de fogo que se acredita ter sido usado durante o tiroteio.

Apesar de a polícia ainda não ter recuperado a arma de fogo, Bellarmine Mugabe compareceu ao Tribunal de Magistrados de Alexandra, na África do Sul para onde deverá retornar no dia 3 de Março para um pedido formal de restituição à liberdade mediante pagamento de fiança.

Para além de Berllamine Mugabe, seu irmão, Robert Mugabe Júnior, também enfrentou acusações de posse de drogas em Harare, em Outubro de 2025. 

De acordo com a imprensa internacional, a família Mugabe emitiu um comunicado nesta segunda-feira negando autorização para que qualquer porta-voz pudesse representar os dois acusados.

Berllamine Mugabe e o seu irmão mais velho, Robert Junior, ficaram notórios na década de 2010 por compartilharem seus estilos de vida luxuosos através das redes sociais.

Historicamente, os irmãos Mugabe são conhecidos em Joanesburgo por realizar festas extravagantes marcadas por comportamentos desviados.

Os confrontos entre o exército congolês e o grupo paramilitar AFC-M23 recomeçaram no leste da RDC, apesar do cessar-fogo proposto na semana passada pelo presidente de Angola, João Lourenço.

Tanto o exército congolês, assim como o grupo paramilitar M23 se acusam mutuamente de violações. Kinshasa afirma que os rebeldes buscam fortalecer sua posição enquanto continuam as negociações diplomáticas.

Os combates que começaram no leste da RDC violam o acordo de cessar-fogo proposto recentemente pelo presidente Angolano. 

Segundo declarou o prefeito da cidade de Uvira o governo congolês é respeitoso, pois é ele quem realmente precisa de paz, enquanto os rebeldes não precisam de paz, eles precisam conquistar mais territórios e não fazem nada nas áreas que ocupam, a não ser saquear para Ruanda.

Mas o M23 rejeita categoricamente as acusações. Afirma que as forças governamentais estão por trás das hostilidades, citando ataques e ofensivas terrestres contra suas posições em áreas circundantes.

Essas versões irreconciliáveis ​​estão a alimentar um clima de desconfiança e enfraquecem ainda mais uma trégua já tensa.

O presidente iraniano diz que Teerão não irá “ceder” à pressão estrangeira. Trata-se de uma posição que surge num contexto em que as tensões aumentam entre os Estados Unidos e o Irão no meio das negociações nucleares em curso.

Washington está actualmente a concentrar uma das suas maiores mobilizações militares na região desde a invasão do Iraque, em 2003.

Falando durante um encontro com atletas paralímpicos em Teerão, o presidente iraniano disse neste sábado que Teerão não vai ceder à pressão estrangeira.

Embora o Irão insista que o seu programa nuclear é pacífico, os EUA e outros suspeitam que ele tenha como objetivo desenvolver armamento.

Duas rondas de negociações entre Teerão e Washington estagnaram em questões essenciais.

O Presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, afirmou na sexta-feira que estava a considerar ataques limitados para forçar um acordo sobre o programa nuclear de Teerão.

Os seus comentários surgiram mesmo depois do principal diplomata do país dizer que Teerão espera ter uma proposta de acordo pronta nos próximos dias.

O presidente do Brasil, Lula da Silva, pediu hoje a Donald Trump que trate todos os países de forma igual, depois de o líder norte-americano ter imposto tarifas adicionais de 15% sobre as importações.

O presidente brasileiro, Lula da Silva, encontra-se em visita oficial a Nova Deli, capital da Índia, onde manifestou a intenção de transmitir ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que o Brasil não deseja uma nova Guerra Fria, reforçando a defesa do diálogo e da cooperação internacional.

O Presidente brasileiro indicou que não iria comentar as decisões dos tribunais de outros países, mas manifestou otimismo em relação à planeada visita a Washington em Março.

“Estou convencido de que as relações entre o Brasil e os Estados Unidos voltarão à normalidade após a nossa conversa”, afirmou Lula.

Depois de meses de crise, Lula e Donald Trump têm-se reunido várias vezes desde o primeiro encontro oficial, em Outubro do ano passado. 

Na sequência desta aproximação, o Governo norte-americano isentou vários produtos brasileiros que estavam sujeitos a tarifas de 40% nos EUA.

O Presidente norte-americano anunciou no sábado que a nova tarifa alfandegária global vai aumentar de 10% para 15% “com efeito imediato”, após o Supremo Tribunal ter considerado ilegais grande parte das taxas que havia imposto.

Pelo menos 50 pessoas morreram e um número ainda indeterminado foi sequestrado, num ataque de homens armados a uma aldeia na Nigéria.

A informação é avançada pela imprensa internacional que revela que o ataque ocorreu na noite de quinta-feira, quando dezenas de bandidos atacaram a aldeia de Dutsin Dan Aniya e mataram pelo menos 50 residentes.

Os atacantes bloquearam todas as vias de entrada e saída enquanto realizavam os ataques, tornando quase impossível a fuga da população.

Ainda são desconhecidas as motivações da matança, que afectou maioritariamente mulheres e crianças e um número indeterminado de pessoas sequestradas.

As autoridades ainda não se pronunciaram sobre a tragédia.

Cinco mineradores de diamantes são dados como mortos, após desaparecem na última terça-feira, na África do Sul. As autoridades confirmaram as mortes, esta sexta-feira, após dia de buscas no local.

Os mineiros estavam a mais de 800 metros de profundidade quando ficaram presos por um deslizamento de lama na mina de Ekapa, na cidade de Kimberley, na região central do país.

A ministra da mineração do país assegurou que as autoridades estão a trabalhar para  recuperar os corpos e anunciou que uma investigação será aberta para apurar o ocorrido.

A empresa que opera a mina informou que todas as actividades foram paralisadas após o deslizamento de terra e que os esforços de resgate continuam e assegura que não irá perder a esperança até que os corpos sejam encontrados.

O Conselho de Minerais da África do Sul informou este mês que 41 pessoas morreram no ano passado. O recente caso reacende o debate sobre a segurança nas minas da África do Sul, com as organizações internacionais a lançarem alertas. 

A região de Kimberley é conhecida por suas minas de diamantes e esteve no centro da indústria global após a descoberta de diamantes na área no final do século XIX.

A África do Sul está entre os maiores produtores mundiais de diamantes e ouro, e é a maior produtora de platina. 

Um filho do ex-presidente do Zimbabwe Robert Mugabe foi detido na África do Sul, juntamente com outro homem, por suspeita de tentativa de homicídio.

Segundo o meio de comunicação sul-africano SABC, Bellarmine Chatunga Mugabe foi um dos detidos devido ao disparo que ocorreu em sua casa, em Joanesburgo, e feriu uma pessoa.

A SABC noticiou ainda que Mugabe foi visto algemado na entrada da casa após a chegada da polícia.

Por sua vez, a polícia sul-africana declarou, em comunicado, que um empregado foi baleado e encontra-se em estado crítico.

As autoridades não identificaram, na nota de imprensa, os dois homens levados para interrogatório, mas indicaram que investigam um caso de tentativa de homicídio.

Robert Mugabe liderou o Zimbabwe durante 37 anos, antes de ser deposto num golpe de Estado em 2017. Morreu dois anos depois, em Singapura, aos 95 anos.

Pelo menos 38 mineiros morreram, devido à explosão de uma mina  de gás  no estado de Plateau, no centro da Nigéria, segundo a AFP. 

Segundo fontes oficiais, o acidente ocorreu entre 7h30 e 8h da manhã, horário local, em uma mina subterrânea de chumbo no estado de Plateau, região central da Nigéria. Além de pelo menos 38 mortos, 27 pessoas ficaram feridas com gravidade variável. A causa inicial foi identificada como uma explosão de gás dentro da mina.

Ibrahim Dattijo Sani, um mineiro de uma mina próxima, disse à AFP que as vítimas estavam no subsolo da mina onde a explosão ocorreu. 

Um relatório de segurança confidencial, consultado pela AFP, atribuiu a morte dos mineiros ao “envenenamento por monóxido de carbono”.

Kampanin Zurak é um antigo assentamento mineiro no distrito de Wase. Idris disse à AFP que o local da explosão é operado pela Solid Unit Nigeria Limited.

O estado é uma região histórica de mineração, com sua capital, Jos, conhecida como a Cidade do Estanho. Mas as actividades de mineração diminuíram nos últimos anos.

Antes do acidente de 18 de Fevereiro, a Nação da África Ocidental já havia registado inúmeros outros acidentes catastróficos relacionados a minas. Entre eles, um deslizamento de rochas causado por fortes chuvas prolongadas que atingiram uma mina ilegal no estado de Zamfara, no noroeste da Nigéria, em Setembro de 2025, matou pelo menos 18 pessoas.

Pelo menos 38 mineiros morreram devido à explosão de uma mina  de gás  no estado de Plateau, no centro da Nigéria, segundo a AFP. 

Segundo fontes oficiais, o acidente ocorreu entre 7h30 e 8h da manhã, horário local, em uma mina subterrânea de chumbo no estado de Plateau, região central da Nigéria. Além de pelo menos 38 mortes, 27 pessoas ficaram feridas com gravidade variável. A causa inicial foi identificada como uma explosão de gás dentro da mina.

Ibrahim Dattijo Sani, um mineiro de uma mina próxima, disse à AFP que as vítimas estavam no subsolo da mina onde a explosão ocorreu. 

Um relatório de segurança confidencial, consultado pela AFP, atribuiu a morte dos mineiros ao “envenenamento por monóxido de carbono”.

Kampanin Zurak é um antigo assentamento mineiro no distrito de Wase. Idris disse à AFP que o local da explosão é operado pela Solid Unit Nigeria Limited.

O estado é uma região histórica de mineração, com sua capital, Jos, conhecida como a Cidade do Estanho. Mas as actividades de mineração diminuíram nos últimos anos.

Antes do acidente de 18 de fevereiro, a nação da África Ocidental já havia registrado inúmeros outros acidentes catastróficos relacionados a minas. Entre eles, um deslizamento de rochas causado por fortes chuvas prolongadas que atingiram uma mina ilegal no estado de Zamfara, no noroeste da Nigéria, em Setembro de 2025, matou pelo menos 18 pessoas.

+ LIDAS

Siga nos