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Ataques aéreos na Nigéria causam 200 mortes

Mais de 200 pessoas morreram em ataques aéreos no nordeste da Nigéria, enquanto aeronaves militares caçavam grupos terroristas de Boko Haram. A Amnistia Internacional confirmou

Ataques aéreos na Nigéria causam 200 mortes

Mais de 200 pessoas morreram em ataques aéreos no nordeste da Nigéria, enquanto aeronaves militares caçavam grupos terroristas de Boko Haram. A Amnistia Internacional confirmou

Hamas revelou que tem disposição para o acordo efectivo e total de paz com Israel. A boa vontade foi manifesta em comunicado que também, uma vez mais, acusa o primeiro-ministro israelita de tentar de impedi-lo.

No mesmo documento, o Hamas divulgou que vai ainda este sábado ao Cairo para “continuar as discussões” sobre a proposta de trégua com Israel, contudo, apesar de alguns sinais positivos demonstrados por Israel, ainda há dúvidas de que o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyu têm as mesmas intenções de paz.

Apesar de condenar o comportamento do primeiro ministro, o Hamas, juntamente com outros grupos palestinos, demosntrou-se determinado e com boa vontade de um cessar total da agressão israelense.

Desta vez, o Hamas demonstrou maior optimismo no Cairo, onde os pontos da agenda são os mesmos: “a retirada das forças de ocupação israelenses” e “um acordo sério para a troca” de reféns israelenses por prisioneiros palestinos.

Os mediadores: Egipto, Catar e Estados Unidos – aguardam no Cairo a resposta do Hamas a uma proposta de trégua apresentada no final de abril, com o mesmo proóposito do fim da guerra.

As ajudas terrestres continuam sem nenhuma interrupção 3 dias depois da abertura da passagem de Erez, ao norte da Faixa de Gaza.

 

 

 

Jacob Zuma vai se apresentar ao Comitê de disciplina do Congresso Nacional Africano (ANC), na próxima terça-feira, para responder a acusação de violar os estatutos do partido. O anúncio foi feito cerca de quatro meses depois da suspensão do processo em finais de Janeiro passado.

Entre os aspectos que são questionados pelo ANC, partido do qual ainda faz parte, Zuma vai responder também por declarar apoio ao Umkhoto WeSizwe e por encabeçar a lista deste partido na corrida ao Parlamento, nas eleições de 29 proxímo.

O ANC diz que a audição nada tem a ver com a campanha eleitoral em curso e considera que a mesma está a decorrer conforme o previsto.

O presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, garantiu que o ANC funciona de forma independente e respeita os estatutos, ao que depois de seguir todas as etapas, o comité de disciplina vai anunciar as conclusões, que para muitos passam pela expulsão de Jacob Zuma do ANC.

Nhlamulo Ndhlela, porta-voz do Umkhoto WeSizwe, confirmou que Jacob Zuma vai a Lithuli House, sede do ANC em Joanesburgo, na próxima terça-feira e garantiu que os apoiantes também vão marcar presença.

Apesar de parecer pacífico, analistas questionam o tempo em que o ANC pretende ouvir o caso de Jacob Zuma, uma vez que o país está a pouco mais de 20 dias das eleições.

Na sexta-feira, 10 de Maio, o Tribunal Constitucional inicia o julgamento sobre a elegibilidade de Jacob Zuma de concorrer para membro do parlamento sul-africano.

A Turquia suspendeu hoje as suas relações comerciais com Israel, depois de já ter restringido as exportações para este país em Abril, anunciou o Ministério do Comércio turco, citado pela Lusa.

As relações entre a Turquia e Israel atingiram novos patamares. O presidente turco decidiu cortar todas as exportações e importações com Israel. 

A medida visa pressionar Israel para que autorize um fluxo ininterrupto de ajuda humanitária para Gaza.

Por seu turno, o ministro dos Negócios Estrangeiros israelita, Israel Katz, acusou o presidente turco Recep Tayyip Erdogan de “quebrar acordos [entre Israel e Turquia] ao bloquear as importações e exportações israelitas nos portos”.

O chefe da diplomacia israelita frisou ainda que pretende “criar alternativas ao comércio com a Turquia, concentrando-se na produção local e nas importações de outros países”.

O ministro do Comércio turco não especificou se as exportações de petróleo do Azerbaijão para Israel através do porto turco de Ceyhan são afetadas pela decisão de Ancara.

Mais de um terço das necessidades petrolíferas de Israel, até recentemente, passavam por este porto turco no Mediterrâneo.

Mais de 32 pessoas morreram e milhares ficaram desalojadas em resultado do mau tempo provocado por um ciclone no Brasil. O governo regional  declarou o Estado de Calamidade Pública, esta quinta-feira, e emitiu alertas de temporais, enxurradas e inundações.

O balanço provisório das chuvas, inundações acompanhadas de ventos fortes e granizos  que se fazem sentir, desde terça-feira, no Estado do Rio Grande do Sul, no Brasil, aponta para pelo menos 32 pessoas mortas e 60 desaparecidas. 

Devido ao mau tempo, pelo menos 70 mil pessoas estão a ser afectadas e por isso o Governo regional decretou Estado de Calamidade Pública que vai prolongar-se por seis meses. 

O Governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, confirmou que há pelo menos 10 mil pessoas que já se encontram desalojadas. 

Além de danos humanos, a situação que afectou 154 dos 496 municípios da região, causou a ruptura de uma barragem e outras 13 estão em estado de alerta. Algumas zonas foram igualmente  afectadas por deslizamentos de terra. 

O mau tempo causou restrições no fornecimento de energia elétrica e no abastecimento de água para mais de 500 mil pessoas. 

As autoridades alertam que  as chuvas torrenciais poderão causar mais danos.

Israel reabriu a passagem para entrada de mais ajuda no norte da Faixa de Gaza. O propósito é mitigar os impactos da considerada maior crise humanitária do mundo, que afecta cerca de 1,1 milhão de pessoas.

Com a abertura da via terrestre de Erez, nesta quinta-feira, começaram a chegar da Jordânia, camiões carregados de productos alimentares, que partem da Jordânia, e segundo as autoridades israelitas vão continuar a chegar todos os dias.

A considerar que ainda não houve sinais concretos para as negociações de paz, é uma atitude positiva, que aliás, constitui uma resposta a preocupação que diversas autoridades e organizações têm alertado há semanas, sobre a chamada “catástrofe humanitária”.

Outro dado positivo é que os Estados Unidos, também prometeram esforços maxímos garantir que toda ajuda seja distribuída dentro de Gaza sem impedimentos do Hamas.

Desde 7 de outubro que Hamas não aceita o acordo mediado pelo Egito, que prevê suspensão temporária das hostilidades, libertação de 33 reféns israelitas, considerados primeiros grandes passos para o cessar-fogo permanente.

 

Subiu de 46 para 181 o número de mortes causadas pelas inundações no Quênia. Há outras 195 mil pessoas deslocadas. As autoridades falam de aumento da fome com mais vítimas a necessitarem de ajuda humanitária.

Das 181 pessoas mortas até esta quinta-feira, devido às inundações no Quênia, cerca de 20 são crianças.

Segundo o balanço mais recente feito pelo Governo, há pelo menos 90 pessoas desaparecidas.

Nas últimas 24 horas, 10 corpos foram recuperados e 20 pessoas foram dadas como desaparecidas.

As inundações no Quénia já afectaram mais de 30 mil casas, obrigando ao deslocamento de 195 mil pessoas.

As operações de ajuda em zonas mais afectadas ainda estão em curso, com a distribuição de alimentos às pessoas que tiveram de abandonar as suas casas.

Entretanto, um relatório da Autoridade Nacional de Gestão da Seca refere que a situação agravou a falta de comida naquele país, levando quase dois milhões de quenianos a necessitarem de ajuda alimentar.

As inundações no Quênia registam-se desde o mês de Março. De acordo com o departamento de Meteorologia, as chuvas e tempestades vão continuar pelo menos mais uma semana.

Um novo balanço do Ministério da Saúde do Hamas indica que 34.568 pessoas morreram na Faixa de Gaza, desde o início da guerra entre Israel e o movimento islamita palestiniano a 07 de Outubro do ano passado.

Nas últimas 24 horas foram registadas mais 33 mortes, segundo um comunicado do Ministério da Saúde que, informou também, 77.765 feridos em quase seis meses de guerra, referiu o Notícias ao Minuto, esta quarta-feira.

O conflito na Faixa de Gaza foi desencadeado pelo ataque do grupo islamita Hamas em solo israelita, no dia 07 de Outubro de 2023 e causou cerca de 1.200 mortos e duas centenas de reféns, segundo as autoridades israelitas.

Desde então, Israel lançou uma ofensiva na Faixa de Gaza que provocou mais de 33.000 mortos, diz o Hamas, que governa o pequeno enclave palestiniano desde 2007.

De acordo com a fonte que temos vindo a citar, a retaliação israelita está a provocar uma grave crise humanitária em Gaza, com mais de 1,1 milhões de pessoas numa “situação de fome catastrófica” que já está a fazer vítimas – “o número mais elevado alguma vez registado” pela ONU em estudos sobre segurança alimentar no mundo.

Por sua vez, os Estados Unidos da América mostram-se determinados a que Israel e o Hamas cheguem a um acordo de tréguas “agora” e que resulte na libertação dos reféns, disse o secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken.

Blinken falava esta quarta-feira, depois de no dia anterior ter instado o Hamas a aceitar, “sem mais demoras”, a proposta israelita que considera “extraordinariamente generosa”.

O Hamas exige um cessar-fogo “permanente” antes de qualquer acordo sobre a libertação dos reféns, algo que Israel sempre recusou e continua a insistir na sua determinação de levar a cabo uma ofensiva terrestre em Rafah, uma cidade no sul da Faixa de Gaza considerada o último reduto local do Hamas e onde se encontram actualmente 1,5 milhões de palestinianos, a maioria dos quais deslocados pela guerra.

Durante a sua visita a Israel, Blinken deverá também pressionar o Governo israelita a permitir a entrada de mais ajuda na Faixa de Gaza, onde as Nações Unidas alertam para a fome iminente devido à escassez de alimentos, de acordo com o Notícias ao Minuto.

Em Telavive, Blinken disse, num encontro com o Presidente israelita Isaac Herzog, que “mesmo nestes tempos difíceis” os Estados Unidos da América estão “determinados a conseguir um cessar-fogo que traga os reféns para casa” e o ideal era “consegui-lo agora. E a única razão para isso não acontecer é o Hamas. Temos também de nos preocupar com as pessoas que estão a sofrer, apanhadas no fogo cruzado”.

 

O Reino Unido deportou, segunda-feira, o primeiro dos 5.700 requerentes de asilo para o Ruanda, em troca de 3000 libras, 237450.00 meticais, no câmbio actual. A informação não foi confirmada pelo Ministério do Interior Britânico, contudo, segundo  o Notícias ao Minuto, a revelação foi feita por fontes governamentais.

O deportado, que por sinal é africano, é parte do programa voluntário para imigrantes a quem foi recusado asilo. Segundo relatos da comunicação social britânica, o mesmo terá concordado em ser deportado para o Ruanda depois do seu pedido de asilo ter sido rejeitado no final do ano passado.

Em contacto com a agência France-Presse (AFP), o Ministério do Interior apenas explicou que a medida vai benificiar a todos imigrantes ilegais no Reino Unido, que no Ruanda poderão ter proteção e direito a um recomeço como cidadãos.

“Agora podemos enviar requerentes de asilo para o Ruanda como parte da nossa parceria para a migração e o desenvolvimento económico. Este acordo permite que pessoas sem estatuto de imigração no Reino Unido sejam realocadas para um terceiro país seguro, onde serão ajudadas a reconstruir as suas vidas, destacou um porta-voz do governo brtitânico.

A medida é tomada na sequência do plano do Governo britânico, que permite deportar requerentes de asilo para o Rwanda, assinado na quinta-feira última pelo rei Carlos III, permitindo a organização dos voos de repatriamento, ainda que pendentes de possíveis recursos judiciais.

Os Estados Unidos estão determinados a que Israel e o Hamas cheguem a um acordo de tréguas “agora”, associado a uma libertação dos reféns, após quase sete meses de combates, disse hoje o secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken.

Os mediadores – Egito, Qatar e Estados Unidos — aguardam ainda hoje que o Hamas respondesse à última versão de uma proposta de trégua, que prevê a suspensão da ofensiva israelita na Faixa de Gaza e a libertação dos detidos palestinianos em troca da libertação dos reféns raptados pelo movimento palestiniano a 07 de outubro, no ataque no sul de Israel.

Mesmo nestes tempos difíceis, estamos determinados a conseguir um cessar-fogo que traga os reféns para casa e a consegui-lo agora. E a única razão para isso não acontecer é o Hamas”, disse Blinken em Telavive, num encontro com o Presidente israelita Isaac Herzog.

Na terça-feira, Blinken já tinha instado o Hamas a aceitar “sem mais demoras” esta proposta israelita “extraordinariamente generosa”.

O Hamas exige um cessar-fogo “permanente” antes de qualquer acordo sobre a libertação dos reféns, algo que Israel sempre recusou até agora, continuando a insistir na sua determinação de levar a cabo uma ofensiva terrestre em Rafah, uma cidade no sul da Faixa de Gaza considerada o último reduto local do Hamas e onde se encontram atualmente 1,5 milhões de palestinianos, a maioria dos quais deslocados pela guerra.

Durante a sua visita a Israel, Blinken deverá também pressionar o Governo israelita a permitir a entrada de mais ajuda na Faixa de Gaza, onde as Nações Unidas alertam para a fome iminente devido à escassez de alimentos.

Hoje, o secretário de Estado norte-americano deverá encontrar-se com o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu e visitar Ashdod, um porto israelita perto de Gaza que foi recentemente reaberto para permitir a entrega de ajuda.

“Temos também de nos preocupar com as pessoas que estão a sofrer, apanhadas no fogo cruzado”, disse Blinken a Herzog.

O ataque de Gaza contra Israel, a 07 de outubro, causou a morte de 1.170 pessoas, de acordo com um relatório da agência francesa AFP baseado em dados oficiais israelitas. A operação militar de retaliação de Israel na Faixa de Gaza causou 34.535 mortos, na sua maioria civis, segundo o Hamas.

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