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EUA desaconselham viagens para Nigéria

Os EUA aconselham os seus cidadãos a reconsiderar viagens à Nigéria devido a riscos de segurança. O alerta surge na sequencia do terrorismo, agitacao civil

EUA desaconselham viagens para Nigéria

Os EUA aconselham os seus cidadãos a reconsiderar viagens à Nigéria devido a riscos de segurança. O alerta surge na sequencia do terrorismo, agitacao civil

As agências da ONU alertaram para o risco de haver novos registos de níveis catastróficos de fome na Faixa de Gaza e agravamento da crise sanitária na Cisjordânia, neste momento ocupada.

O Programa Alimentar Mundial da ONU disse, na sexta-feira, temer que a fome sentida anteriormente no norte de Gaza regresse, mas agora ao sul do território palestiniano, numa altura de elevadas temperaturas.

Actualmente, um milhão de pessoas, expulsas da cidade de Rafah pela ofensiva israelita, encontram-se numa zona muito congestionada junto à praia, sob o calor escaldante do verão, segundo a agência.

O número de vítimas civis é devastador e o operacional hostil torna quase impossível as operações humanitárias.

Quem também ficou alarmada com o agravamento da crise sanitária na Cisjordânia, devido às restrições, violência e ataques contra infra-estruturas médicas foi a Organização Mundial da Saúde, que apelou à protecção imediata dos civis e do sistema de saúde.

O afluxo de feridos aumenta “o fardo crescente de traumas e cuidados de emergência em estabelecimentos de saúde já sobrecarregados” e que só podem funcionar a 70% da capacidade por falta de dinheiro, lamentou a OMS.

A maioria dos hospitais em Gaza foi destruída e a OMS diz ter registado, também, 480 ataques a instalações de saúde ou ambulâncias na Cisjordânia, até ao dia 28 de Maio, o que causou 16 mortes e 95 feridos.

Desde o início da guerra entre Israel e Hamas, em Outubro passado, 521 palestinianos morreram. Além de dezenas de dezenas de mortes, mais de 5.200 pessoas ficaram feridas na Cisjordânia.

Um polícia foi morto pelos colegas depois de tentar assassinar uma juíza em pleno tribunal na capítal do Quénia. Segundo relatos, o homem agiu tentou matar a juíza após ouvir a decisão da magistra sobre um caso que envovia sua mulher.

Foi um caso incomum que terminou de forma trágica em pleno tribunal de Nairobi.

De acordo com a BBC, cita o Ao Minuto, o polícia era responsável por uma esquadra em Londiani.

Graças a pronta intervenção de seus colegas, o assassino tornou-se vítima de alguns tiros, diferente da juíza, o mesmo não sobreviveu.
No total, três polícias ficaram feridos e foram transportados, assim como a juíza, para um hospital.

A polícia assumiu que desconhece as razões pelas quais o polícia estava no tribunal e afirmou que o caso está já a ser investigado.

A cimeira do G7 que decorre na Itáia dedicou uma sessão para discutir investimentos e projectos de infra-estruturas em África. Um dos projectos do grupo inclui a construção de um corredor ferroviário que ligará a África Central e Austral.

A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, presidiu a reunião que decorre, desde quinta-feira, e conta com a presença de líderes dos Estados Unidos, Japão, Canadá, Alemanha e União Europeia, bem como representantes de algumas empresas privadas italianas e americanas, que participam no programa de investimentos.

Entre os projectos discutidos consta de um corredor ferroviário que ligará a África Central e Austral, assim como a instalação de cabos de telecomunicações e outras infra-estruturas na região.

Os investimentos em infra-estruturas pretendem servir como uma alternativa aos esforços de desenvolvimento, que os Estados Unidos e os seus aliados consideram uma forma de exercer influência sobre os países em desenvolvimento.

Enquanto isso, dezenas de manifestantes internacionais estão reunidos numa região próxima ao local onde decorre a cimeira do G7, em preparação a uma manifestação que irá decorrer este sábado contra os crimes do meio ambiente.

Os activistas prepararam faixas para a manifestação com painéis temáticos sobre as questões discutidas na cimeira internacional, realizada pelo grupo dos Sete principais países industrializados. O objectivo principal, é chamar a atenção do G7 para as questões das alterações climáticas no mundo.

O Congresso Nacional Africano (ANC) e o partido Aliança Democrática (DA) assinaram, esta sexta-feira, um acordo-quadro para formar um governo de unidade nacional. O acordo incluirá o Partido da Liberdade de Inkatha (IFP).

O documento foi assinado pelos representantes dos partidos, durante o intervalo da primeira sessão da Assembleia Nacional, no Centro Internacional de Convenções da Cidade do Cabo.

Fikile Mbalula, secretário-geral do ANC, foi quem assinou o documento em nome do seu partido.

O acordo inclui cláusulas que orientarão a composição do Gabinete e dos governos provinciais em Gauteng e KwaZulu-Natal. Detalha também o processo de tomada de decisão executiva, um mecanismo de resolução de conflitos e fornece orientações para a elaboração de políticas e a finalização do orçamento nacional.

O acordo será tornado público e servirá como precursor de um acordo abrangente que será concluído nas próximas semanas.

O presidente Cyril Ramaphosa e o líder federal do DA, John Steenhuisen, tiveram discussões telefónicas na manhã de sexta-feira sobre como funcionará a tomada de decisões no Gabinete, e foi acordado que o conceito de “consenso suficiente” será implementado.

Morreram, na quarta-feira, mais de 80 pessoas durante um naufrágio na República Democrática de Congo (RDC). A informação foi tornada pública pelo Gabinete do presidente congolês.

O presidente da RDC, Félix Tshisekedi, expressou as suas condolências às famílias das vítimas, e apelou que sejam averiguadas as causas do naufrágio. “O Presidente da República apela a uma investigação sobre as verdadeiras causas deste infeliz incidente, para evitar que tal desastre volte a acontecer no futuro”, lê-se no comunicado.

Segundo a nota, o navio afundou no rio Kwa, a 70 quilómetros da cidade de Mushie, na província de Maï-Ndombe.

A superlotação das embarcações é, frequentemente, apontada como a principal causa para os naufrágios no país.

A embaixadora angolana em Portugal, Maria de Jesus Ferreira, expressou pesar pela morte de França Van-Dúnem, considerando-o um “defensor incansável e inquebrável dos melhores valores nacionalistas e do bem-estar do povo”, escreve o Expresso de Portugal.

O antigo primeiro-ministro angolano, deputado e ex-embaixador em Portugal Fernando José de França Van-Dúnem, avança aquele órgão, morreu esta quarta-feira, aos 89 anos, disseram à Lusa fontes diplomáticas e parlamentares.

Numa nota de condolências enviada à agência Lusa, referenciada pelo Expresso, a embaixadora angolana em Portugal, Maria de Jesus Ferreira, expressou pesar pela morte de França Van-Dúnem, vítima de doença, que considerou “defensor incansável e inquebrável dos melhores valores nacionalistas e do bem-estar do povo”.

França Van-Dúnem, nascido a 24 de Agosto de 1934, foi primeiro-ministro de Angola por duas vezes, entre 1991 e 1992 e de 1996 a 1999, vice-ministro das Relações Exteriores e ministro da Justiça.

O antigo deputado da bancada parlamentar do MPLA, presidiu à Assembleia Nacional (parlamento angolano) de 1992 a 1996.

Entre 1982 e 1986 foi embaixador de Angola em Portugal e Espanha, depois de ter desempenhado essas funções, entre 1979 e 1982, na Bélgica, Países Baixos e Comunidade Económica Europeia.
Foi também vice-presidente da União Africana e membro do Parlamento Africano e professor de Direito da Faculdade de Direito da Universidade Católica de Angola.

Endereçando condolências à família, Maria de Jesus Ferreira sublinhou que o legado de França Van-Dúnem “permanecerá para sempre vivo” nas memórias e servirá de exemplo “para as gerações mais novas continuarem empenhadas em fazer de Angola um país cada vez melhor”, escreve o Expresso.

O Presidente malawiano, Lazarus Chakwera, decretou, esta terça-feira, vinte e um dias de luto nacional, em homenagem ao vice-presidente, Saulos Chilima, que perdeu a vida num acidente aéreo. E o Presidente da República, Filipe Nyusi, endereçou uma mensagem de condolências ao seu homólogo.

As bandeiras serão hasteadas à meia haste em todo o país, durante o período de luto de 21 dias. Paralelamente, o presidente Lazarus Chakwera nomeou um comité ministerial para supervisionar os preparativos para o funeral de Estado do seu vice-Presidente.

Todos os ocupantes do avião morreram no local do trágico acidente. Entre as vítimas estava a ex-primeira-dama Shanil Dzimbiri, ex-esposa do ex-presidente do Malawi Bakili Muluzi.
E o Presidente da República, Filipe Nyusi, enviou esta quarta-feira, uma mensagem de condolências ao seu homólogo Lazaruas Chakwera:

“Neste momento difícil, em nome do Povo, do Governo da República de Moçambique e no meu próprio, gostaria de exprimir as nossas sentidas condolências a Vossa Excelência, ao Povo e Governo da República do Malawi, bem como à família enlutada. Estamos próximos de vós em orações e pensamentos, rogando que sejam abençoados com energiais que vos permitam suportar a dor severa que vos assola devido a esta perda irreparável”.

O Presidente da República lembrou ainda o contributo do Vice-Presidente malawiano na luta pela consolidação da estabilidade política num ambiente de democracia multipartidária na região, e no seu país em particular.

Até ao fecho desta matéria, a data da cerimônia fúnebre de Chilima e seus acompanhantes ainda não tinha sido anunciada.

O partido uMkhonto weSizwe, liderado pelo ex-presidente Jacob Zuma, apresentou documentos legais que visam suspender a primeira sessão do Parlamento, marcada para sexta-feira, onde se vai eleger o presidente do país.

O partido, que apresentou anteriormente objecções à Comissão Eleitoral Independente, alegando irregularidades generalizadas nas eleições nacionais do mês passado, disse que nenhum dos seus 58 legisladores recém-eleitos comparecerá à sessão.

Não foram apresentadas publicamente provas que sustentassem as alegações do partido, segundo o Jornal local African News, mas a Comissão disse que abordou todas as objeções.

A contestação legal pede agora ao Tribunal Constitucional que anule a decisão da comissão de declarar as eleições livres e justas e que ordene ao presidente que convoque outras eleições.

De lembrar que o partido no poder, Congresso Nacional Africano, perdeu a maioria no parlamento pela primeira vez desde que assumiu o poder, há três décadas, no final da era do apartheid.

O ANC procura agora formar um governo de unidade nacional com vários partidos da oposição, e o resultado dessas conversações determinará quem o parlamento escolherá como presidente da África do Sul. O Presidente Cyril Ramaphosa, rival de Zuma, procura a reeleição para um segundo mandato.

Morreu aos 51 anos de idade o vice-presidente do Malawi, Saulos Chilima, vítima de um acidente aéreo. O avião transportava 10 pessoas, tendo todos morrido, incluindo a ex-primeira-dama do país. A informação foi confirmada pelo chefe de estado malawiano Lazarus Chakwera.

Depois do desaparecimento do avião que transportava o vice-presidente do Malawi, Saulos Chilima, a informação que confirma a sua morte foi dada esta terça-feira pelo presidente do Malawi, Lázarus Chakwera, que demonstrou a sua consternação em mensagem de luto ao povo malawiano.

“Desculpem-me por vos informar, mas foi algo que aconteceu de maneira terrível e trágica. As equipas de resgate encontraram a aeronave nas proximidades da floresta do Ngangao, e encontraram-na completamente destruída, sem sobreviventes, pois todos os passageiros foram mortos.”

O incidente ocorreu na manhã desta segunda-feira, quando o avião com 10 pessoas a bordo partia da capital malawiana de Lilongwe, não tendo conseguido aterrar na cidade de Mazuzu devido ao mau tempo, apesar de ter recebido instruções para dar a meia volta, antes de desaparecer.

Chilima foi eleito vice-presidente do Malawi pela primeira vez em 2014, durante a presidência do antigo estadista Peter Mutharika.

Entre os dez passageiros que estavam a bordo no avião militar, estava a ex-primeira dama do Malawi, Shanil Dzimbiri, a caminho do funeral de um antigo membro do governo.

Conhecido pela sua popularidade no Malawi, Saulos Chilima, morre aos 51 anos.

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