O País – A verdade como notícia

As autoridades nigerinas avançaram, esta quarta-feira, que 52 passageiros de dois veículos de transporte público morreram afogados no oeste do Níger, que tem registado fortes chuvas e inundações desde Junho.

O acidente ocorreu, segundo o Notícias ao Minuto,  na região desértica de Tahoua, a 70 quilómetros da localidade com o mesmo nome, na estrada de ligação ao departamento de Tillia.

“Dois veículos que transportavam muitos passageiros para o mercado da cidade de Tlemcess ficaram presos num curso de água antes de serem surpreendidos por uma forte corrente que os levou”, disse à agência de notícias France-Presse uma fonte local.

Dados avançados pela imprensa internacional indicam que os dados avançados são provisórios, podendo aumentar, visto que há, ainda, muitos desaparecidos.

Em consequência das chuvas, já foram destruídas mais de 15 mil casas e cerca de 40 salas de aula e dizimadas “15.472 cabeças de gado”, num país onde a criação de gado é um dos pilares da economia.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) convocou, ontem, uma reunião de emergência para debater sobre a epidemia da Varíola dos Macacos, no continente africano, actualmente designada por Mpox.

A reunião decorre na cidade suíça de Genebra, pouco tempo depois do Centro Africano de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC África) ter declarado “emergência de saúde pública”, face à epidemia da Varíola dos Macacos.

O Director-Geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom, convocou a reunião, dado o surgimento de uma nova variante da doença denominada “clade 1b” em 2023, na República Democrática do Congo, que, só neste ano, infectou mais de 14 mil pessoas e causou 500 mortes.

O responsável da Organização Mundial da Saúde afirma que a nova variante é mais perigosa que a anterior, denominada “clade 2b”.

A Varíola dos Macacos, actualmente conhecida por Mpox, é uma doença viral que se propaga dos animais para os seres humanos, mas também é transmitida por contacto físico com uma pessoa infectada com o vírus.

O Mpox foi descoberto pela primeira vez em seres humanos em 1970, na República Democrática do Congo.

Esta epidemia tem maior insidência nos países da África Ocidental e Central, onde os doentes são geralmente infectados por animais possuíndo o vírus.

A Organização Mundial da Saúde convocou, hoje, uma reunião de emergência para debater sobre a epidemia da Variola dos macacos em África, também designada por Mpox. A reunião decorre em Genebra, um dia depois de o Centro Africano de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC África) ter declarado “emergência de saúde pública”, face à epidemia do vírus Mpox no continente.

A reunião foi convocada pelo director-geral da OMS, Tedros Adhanom, dado o surgimento de uma nova variante da doença denominada “clade 1b”, em 2023, na República Democrática do Congo, que, só neste ano, já infectou mais de 14 mil pessoas e causou 500 mortes. OMS afirma que a nova variante é mais perigosa que a anterior denominada “clade 2b”.

A varíola dos Macacos é uma doença viral que se propaga dos animais para os seres humanos, mas também é transmitida por contacto físico com uma pessoa infectada pelo  vírus.

O Mpox foi descoberto pela primeira vez em seres humanos em 1970, na República do Congo

O alto-comissário da ONU para os Direitos Humanos manifestou, hoje, sua preocupação em relação às detenções arbitrárias, na Venezuela. A ONU diz que o país vive “um clima de medo”, pois “muitas pessoas estão a ser detidas, acusadas de incitamento ao ódio, ao abrigo da legislação antiterrorista”.

Através de um comunicado, o alto comissário das Nações Unidas, Volker Turk, advertiu que “o direito penal nunca deve ser utilizado para restringir indevidamente os direitos à liberdade de expressão, de reunião e de associação”.

O aviso surge um dia depois de o Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, ter exigido que os serviços do Estado atuem com “mão de ferro”, na sequência dos distúrbios que eclodiram após o anúncio da sua reeleição.

Duas plataformas de partidos guineenses, que representam cerca de 95% dos deputados no parlamento, anunciaram, em Lisboa, que vão convocar “manifestações populares” na Guiné-Bissau para resistir “à contínua violação da Constituição pelo Presidente Sissoco Embaló”.

“Trata-se de encetar uma luta em conjunto para salvar a democracia na Guiné-Bissau”, explicou Nuno Nabiam, coordenador-geral do Fórum para a Salvação da Democracia.

Domingos Simões Pereira, presidente da Plataforma Aliança Inclusiva, Terra Ranka, liderada pelo partido mais votado, o PAIGC, salientou que “é uma convergência dos principais partidos para salvar a democracia”.

Nuno Nabiam e Domingos Simões Pereira falavam aos jornalistas no final da assinatura de uma Declaração Política Conjunta, tendo ao seu lado na mesa os líderes da União para a Mudança, Agnelo Regalla, Partido da Renovação Social, Fernando Dias, e o coordenador do Movimento para Alternância Democrática (Madem-G15) Abdu Mané.

Todos estes dirigentes políticos anunciaram que regressão ao longo dos próximos dias à Guiné-Bissau para contactar os demais partidos políticos e organizações da sociedade civil para avançarem com as manifestações.

Na Declaração, as duas plataformas consideram que o quadro político na Guiné-Bissau “é extremamente grave e propício a rupturas, com impacto e consequências imprevisíveis”.

Domingos Simões Pereira garantiu que a resistência a Sissoco Embaló será feita “sempre com métodos democráticos” e destacou que a Declaração é um “alerta à sociedade (guineense) para a necessidade de evitar extremos, porque quando o povo se sente desrespeitado, se sente desatendido, cria-se potencialmente uma situação de anarquia”.

“Eu acho que se tem abusado daquilo que me parece ser um sentimento de conformismo por parte do povo guineense”, acrescentou Pereira.

Encerrou oficialmente na noite de domingo a trigésima terceira edição dos jogos olímpicos de Paris, com os Estados Unidos a levarem para casa 126 medalhas, seguido da china com 91. Quênia conseguiu 11 molhadas e é a melhor nação africana.

Caiu o pano e desligaram-se as luzes da trigésima terceira edição dos Jogos Olímpicos de Paris. Entre Stade de France e as ruas de Paris, assistiu-se à gala de encerramento com os atletas a levarem o destaque.

Tal como foi na abertura, a música milenar que transcende os séculos fez-se presente, mas foi o momento da união dos aneis olímpicos que esquentou a festa que juntou mais de setenta e cinco mil e quinhentos espectadores, dos quais 9 mil atletas.

No Stade de France, desfilaram todas as 206 nações, incluídos  os medalhados nas diversas modalidades que tiveram lugar durante os 15 dias. Com 126 medalhas, os Estados Unidos de America  sagraram-se campeões de Paris, levando para casa 40 de ouro, 44 de prata e 42 de bronze. Na lista segue a República da China com 91 medalhas, e Japão em terceiro lugar com 45 medalhas.

A República do Quénia é a melhor nação africana com mais medalhas, ocupando a décima sétima posição na classificação olímpica com 11 medalhas, das quais 4 de ouro, 2 de prata e 5 de bronze. África do Sul, Etiópia, Botswana e Uganda, são outras nações africanas que preencheram o cesto continental com 39 medalhas.

No seu discurso, o presidente do comitê Olímpico Internacional, Thomas Bach, descreveu a edição 33 como fantástica.

“Caros colegas olímpicos, os vossos desempenhos foram espantosos. Competiram ferozmente uns contra os outros, cada competição no limite da perfeição. Sabemos que os Jogos Olímpicos não podem criar a paz, mas os Jogos Olímpicos podem criar uma cultura de paz que inspire o mundo.”

A famosa bandeira olímpica de cinco aneis foi entregue à cidade-sede das olimpíadas de 2028, Los Angeles, nos EUA, um momento solene e bastante aplaudido.

 

A ex primeira-ministra de Blangladesh acusou, hoje, o Governo dos Estados Unidos de estar por trás das manifestações massivas que a tiraram do poder. Sheikh Hasina diz que teria permanecido no poder se tivesse cedido uma baia para que os americanos montassem uma base aérea.

É a primeira reacção da considerada dama de ferro do Bangladesh após vários tumultos, que resultaram na sua queda do Governo, depois de mais de 15 anos no poder.

Para a primeira-ministra demissionária e agora refugiada na Índia, as manifestações têm mão dos Estados Unidos da América.

“Poderia ter permanecido no odre se tivesse deixado São Martinho e a Baía de Bengala para os Estados Unidos”, disse Sheikh Hasina numa mensagem transmitida aos seus apoiantes da Liga Awami e replicada por meios de comunicação social indianos.

O interesse americano no Bangladesh seria explicado pela localização geográfica do país, na parte oriental estratégica da Índia, com proximidade significativa com a China. O comentário da líder surge num contexto de tensas relações com os EUA e alguns supostos planos de estabelecimento de uma base aérea na baía de Bangladesh, feitos recentemente por Sheikh Hasina.

Os protestos que levaram à demissão da primeira-ministra do Bangladesh resultaram em mais de 400 mortes.

 

Pelo menos 18 pessoas morreram num deslizamento de terra de um enorme aterro sanitário na  Uganda. Entre as vítimas estão duas crianças, segundo informações avançadas pela Cruz Vermelha.

Fontes citadas pela agência noticiosa Associated Press (AP), adiantam que outras 14 pessoas ficaram feridas quando o aterro de Kiteezi, que serve como local de eliminação de resíduos para grande parte de Kampala, desabou na sexta-feira.

As mesmas fontes dizem acreditar que o deslizamento terá sido causado pelas fortes chuvas que afectaram o Uganda, entretanto, ainda não há detalhes do que terá realmente acontecido.

Irene Nakasiita, porta-voz da Cruz Vermelha de Uganda, disse que o número de vítimas chegou a 18, depois de mais corpos terem sido descobertos hoje no local.

“A avaliação ainda não está concluída”, disse  Nakasiita, acrescentando que as chuvas estavam a atrasar os esforços das equipas de resgate que estão a fazer as escavações.

 

O Ministério da cultura e turismo e o artista plástico Ernesto Matsinhe Mafuiane (Butcheca)  lançaram, sábado, no contexto da décima edição da feira internacional de turismo “FIKANI”, uma capulana,  que teve como base de inspiração uma obra de arte, no caso um quadro de pintura.

Uma obra de arte que deu origem à capulana colorida, que só pelas suas cores vivas já se destacava. Edelvina Materula, Ministra da Cultura, fez saber que a ideia de replicar  a obra de arte em múltiplas capulanas tem o objectivo de proporcionar o acesso à arte  trazendo, assim,  ganhos e valorização.

“Aos artistas plásticos e outros criativos moçambicanos e, ainda, ao empresariado nacional, queremos deixar a mensagem de que a arte, a cultura e a criatividade podem ser fontes de negócio e de geração de rendimentos. Pelo que, sejamos proactivos em realizar negócios nesta área. Facto que já vem ocorrendo com a cessão de direitos de cópia para obras de arte plástica na Literatura Nacional”, disse Materula.

A ministra acrescentou, ainda, que “a Capulana Butcheca encontra-se exposta na Feira FIKANI, no stand do Instituto Nacional das Indústrias Culturais e Criativas, pois é desta forma, e em locais como este, onde devemos capitalizar, promover e valorizar a nossa arte e os nossos artistas. Chegados aqui, quero em meu nome pessoal e em nome do Ministério da Cultura e Turismo, declarar oficialmente lançada a Capulana Butcheca. Um bem-haja a todos os artistas e criativos moçambicanos”.

Já o autor da obra, Butcheca, explicou que a réplica do quadro em capulana simboliza vida. “As cores, o vermelho que representa vida. Sem esquecer também das serpentes que representam a cura, então, esta obra é vida”.

Butcheca deixou um apelo para que os artistas plásticos, sobretudo os mais novos, imprimam às suas obras para ganharem mais renda.

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