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África do Sul fora da Cimeira G7

A África do Sul foi retirada da lista de convidados da próxima cimeira do G7, após pressão dos Estados Unidos, num episódio que evidencia o

África do Sul fora da Cimeira G7

A África do Sul foi retirada da lista de convidados da próxima cimeira do G7, após pressão dos Estados Unidos, num episódio que evidencia o

O embaixador do Irão no Paquistão afirmou, nesta quarta-feira,  que não aconteceram negociações directas ou indirectas com os Estados Unidos, apesar da afirmação do presidente  Donald Trump sobre conversações em curso para tentar acabar com a guerra.

A guerra no Médio Oriente  entrou em seu 26º dia e a violência ganha força. Nesta terça-feira , por exemplo, o Irão lançou mísseis em direção a Israel, horas depois de o exército israelita confirmar ao menos um ataque no norte do país durante a madrugada. 

Os EUA transmitiram ao Irão um plano de 15 pontos para acabar com a guerra, segundo os media norte-americanos e israelitas. Entretanto Teerão continua a negar negociações com a administração de Trump. O embaixador do Irão no Paquistão afirmou nesta quarta-feira que não houve negociações com os Estados Unidos, apesar da afirmação do presidente Donald Trump sobre conversações em curso para tentar acabar com a guerra.

“Também tomamos conhecimento dos detalhes por meio da imprensa, mas, segundo as informações de que disponho  e ao contrário do que afirma Trump , até agora não houve negociações, nem directas nem indirectas, entre os dois países”, afirmou o embaixador.

O conflito, já deixou milhares de mortos e deslocados.

Jair Bolsonaro deixou a unidade de cuidados intensivos e foi transferido para outro quarto do mesmo hospital, em Brasília, onde permanece internado desde 13 de Março.

O ex-chefe de Estado Brasileiro, Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado, foi hospitalizado após sofrer uma pneumonia resultante de uma broncoaspiração enquanto dormia em sua cela na penitenciária militar da Papuda.

Apesar de ter saído dos cuidados intensivos, onde se encontrava desde o dia 13 de Março corrente, de acordo com declarações do médico assistente de Bolsonaro, o ex-chefe de Estado ainda não tem data prevista para alta hospitalar.

No último comunicado, os médicos tinham anunciado que o ex-presidente do Brasil poderia sair da unidade de cuidados intensivos em breve, caso mantivesse uma evolução satisfatória, uma vez que apresentava um quadro clinicamente estável.

Bolsonaro de 71 anos, continua a fazer tratamento com antibióticos e a fazer fisioterapia respiratória e motora.

O Ministério Público brasileiro pronunciou-se nesta segunda-feira pela primeira vez a favor da prisão domiciliária para o ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Está positivada a necessidade da prisão domiciliária, ensejadora dos cuidados indispensáveis à monitorização, em tempo integral, do estado de saúde do ex-presidente, que se acha, comprovadamente, sujeito a súbitas e imprevisíveis alterações perniciosas de um momento para o outro”, escreveu o procurador-geral do brasil, Paulo Gonet, numa decisão a que a agência do brasil teve acesso.

A posição de Gonet responde a um pedido do juiz Alexandre de Moraes, que terá de decidir nos próximos dias se concede o regime domiciliário ao ex-chefe de Estado.

A posição favorável do Ministério Público aproxima Bolsonaro de cumprir o resto da pena em casa, embora a decisão final caiba ao juiz Alexandre de Moraes, relator do processo que condenou o ex-presidente.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anuncia avanços diplomáticos e suspensão de ataques ao Irão, mas Teerão refuta qualquer diálogo em curso. Enquanto isso, Israel garante que vai continuar a atacar. 

O cenário no Médio Oriente ganha novos contornos, depois de Donald Trump ter anunciado numa das suas redes sociais, esta segunda-feira, que estão em curso “conversas muito boas e produtivas” com o Irão para pôr fim às hostilidades. 

Como primeiro sinal de desescalada, o líder norte-americano ordenou a suspensão, por cinco dias, de ataques a infraestruturas energéticas iranianas, medida dependente do sucesso das negociações. 

A decisão surge após um ultimato inicial de 48 horas, entretanto alargado, e que incluía ameaças de ataques caso o Estreito de Ormuz não fosse reaberto. Agora, Washington fala numa possível “solução” diplomática, ainda que sem garantir o que vai acontecer após o novo prazo.

Mas do lado iraniano, o discurso é outro. Através da televisão estatal, Teerão desmente contactos directos ou indirectos e acusa os Estados Unidos de recuo estratégico, tendo reforçado que não existem negociações em curso.

Apesar disso, há sinais de mediação internacional, com países como Turquia, Egipto e Paquistão a facilitarem contactos indirectos. Ainda assim, no terreno, a tensão mantém-se elevada, o Irão voltou a lançar mísseis contra Israel, poucas horas depois das declarações de Trump.

Neste contexto, Israel diz acreditar que a pressão militar pode abrir caminho a um acordo, mas garante que as operações contra o Irão vão continuar.

Os Estados Unidos enviaram drones para a Nigéria para assegurar treinos e vigilância, num momento em que o país africano enfrenta uma crise de segurança multifacetada.

A informação foi tornada pública por uma fonte oficial da defesa norte-americana, citada por Lusa.  Drones MQ-9, também conhecidos como ´Reapers´, foram enviados juntamente com 200 soldados norte-americanos, que chegaram à Nigéria no mês passado.

 Os drones, que podem voar a altitudes superiores a 12  mil metros e permanecer em voo mais de 30 horas, têm sido usados pelos militares norte-americanos e pela CIA no Médio Oriente, no Afeganistão, Iraque e agora sobre o Iémen, durante a campanha de bombardeamentos dos Estados Unidos naquele país.  

A Nigéria, o país africano com mais população, debate-se com uma complexa crise de segurança, sobretudo no norte.

Entre os mais proeminentes grupos de militantes islâmicos ativos na Nigéria, encontra-se o Boko Haram e a fação dissidente filiada no grupo Estado Islâmico que é é conhecida como “Islamic State West Africa Province” ou ISWAP.

Há também o grupo Lakurawa, ligado ao Estado Islâmico, assim como outros grupos “de bandidos”, dedicados a sequestro para resgate e mineração ilegal.

Um porta-voz do AFRICOM, o comando norte-americano para África, disse à AP que as tropas norte-americanas estão a trabalhar em conjunto com as homólogas nigerianas para prestar apoio em serviços secretos, aconselhamento, e treino específico, em apoio às Forças Armadas nigerianas.

As tropas e os drones MQ-9 estão no Aeródromo de Bauchi, um novo aeroporto no nordeste do país, afirmou o porta-voz.

O número de drones fornecidos não foi divulgado.  

Os Estados Unidos e o Irão intensificaram este domingo a troca de ameaças, na sequência do bloqueio de facto do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas mundiais de transporte de petróleo.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, advertiu Teerão de que Washington poderá lançar ataques contra infraestruturas energéticas iranianas caso o estreito não seja reaberto no prazo de 48 horas.

“Se o Irão não abrir completamente, sem ameaças, o Estreito de Ormuz dentro de 48 horas, os Estados Unidos atacarão e destruirão as suas usinas elétricas, começando pela maior”, escreveu Trump na rede Truth Social.

Em resposta, o comando militar iraniano avisou que qualquer ataque norte-americano será retaliado com ações contra infraestruturas estratégicas dos EUA no Médio Oriente, incluindo instalações de energia, tecnologia e dessalinização.

A escalada surge após um ataque contra o complexo nuclear iraniano de Natanz, ao qual Teerão respondeu com o lançamento de mísseis contra o sul de Israel. Segundo autoridades israelitas, os projéteis atingiram as cidades de Dimona e Arad, provocando mais de uma centena de feridos.

Israel confirmou entretanto novos bombardeamentos sobre a capital iraniana, Teerão, em retaliação.

O foco da tensão permanece no Estreito de Ormuz, por onde transita cerca de um quinto do petróleo mundial. O bloqueio da via marítima está a gerar forte instabilidade nos mercados internacionais.

O preço do petróleo Brent do Mar do Norte ultrapassou os 105 dólares por barril, refletindo receios de disrupção prolongada no fornecimento global de energia.

No plano internacional, 22 países, entre os quais Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Coreia do Sul e Austrália, condenaram o que classificaram como “fechamento de facto” do estreito pelas forças iranianas.

Trump criticou ainda os aliados da NATO, acusando-os de inação e instando-os a contribuir para garantir a segurança da navegação na região.

Entretanto, o Comando Central dos EUA indicou que forças norte-americanas realizaram esta semana ataques com bombas antibunker contra uma instalação subterrânea iraniana, alegadamente reduzindo a capacidade de Teerão de ameaçar o tráfego marítimo naquela via estratégica.

A Nigéria e o Reino Unido assinaram, recentemente, um novo acordo com o objetivo de acelerar o retorno de nigerianos ilegais na Grã-Bretanha, incluindo requerentes de asilo com pedido negado, pessoas que ultrapassaram o período de visto e infratores condenados.

O acordo entre os dois países foi assinado, semana passada, durante a visita de estado do Presidente da Nigéria, Bola Tinubu, ao Reino Unido.

Entre Retornos mais rápidos e menos atrasos, uma característica do acordo é a decisão da Nigéria de aceitar documentos de identificação alternativos, frequentemente chamados de “cartas do Reino Unido”, para indivíduos que não possuem passaportes válidos.

Com o acordo espera-se que sejam eliminados obstáculos administrativos que anteriormente atrasaram as deportações, permitindo que as autoridades do Reino Unido processem os retornos mais rapidamente.

As autoridades do Reino Unido dizem que o acordo pode ter um impacto imediato, numa altura em que dados do governo indicam que cerca de 961 nigerianos esgotaram os seus direitos de asilo.

Enquanto isso,  mais de 1.100 cidadãos ilegais nigerianos aguardam por deportação.

Além das deportações, o acordo amplia a cooperação entre ambos os países no combate ao crime organizado relacionado à imigração.

A Nigéria e o Reino Unido já haviam assinado uma parceria estratégica em novembro de 2024 para reforçar a cooperação económica, migratória e de segurança de ambos países. 

O actor norte-americano Chuck Norris, uma das figuras mais emblemáticas do cinema de ação e das artes marciais, morreu aos 86 anos. A informação foi confirmada pela família através das redes sociais.

“É com o coração pesado que a nossa família compartilha o falecimento repentino do nosso querido Chuck Norris”, pode ler-se na publicação. Segundo a mesma fonte, o ator morreu na quinta-feira, rodeado pela família e “em paz”, poucos dias depois de ter celebrado o seu 86.º aniversário, a 10 de março.

De acordo com a RTP, Norris encontrava-se hospitalizado na ilha de Kauai, no Havai, após uma emergência médica súbita. A causa da morte não foi divulgada, por opção da família, que preferiu manter as circunstâncias em privado.

Para o público, Chuck Norris ficou eternizado como um símbolo de força, disciplina e carisma, mas, para a família, era “um marido dedicado, pai e avô amoroso, e o coração da família”.

Nascido a 10 de março de 1940, em Ryan, Oklahoma, Carlos Ray Norris iniciou o seu percurso nas artes marciais durante o serviço na Força Aérea dos Estados Unidos, na Coreia do Sul. Tornou-se campeão mundial de karaté em peso médio durante seis anos consecutivos, entre 1968 e 1974, e viria a fundar o seu próprio sistema de combate, o Chun Kuk Do.

A transição para o cinema deu-se no início da década de 1970, com destaque para o filme “O Voo do Dragão” (1972), onde contracenou com Bruce Lee numa das cenas de luta mais icónicas da história do cinema. Ao longo das décadas seguintes, consolidou o estatuto de estrela em filmes como “Braddock: O Super Comando” e “The Delta Force”.

Na televisão, alcançou enorme popularidade com a série “Walker, Texas Ranger”, onde interpretou o ranger Cordell Walker, papel que marcou gerações e reforçou a sua projeção internacional.

Mesmo após se afastar dos grandes ecrãs, Norris manteve-se uma figura presente na cultura popular, nomeadamente através dos famosos “Chuck Norris Facts”, um fenómeno humorístico da internet que o retrata como uma figura quase invencível.

A morte de Chuck Norris marca o fim de uma era no cinema de ação, deixando um legado duradouro nas artes marciais, no entretenimento e na cultura popular mundial.

O Presidente dos EUA, Donald Trump, ameaça explodir o  maior campo de gás do irão caso o país volte a atacar  as reservas de gás do Qatar. O aviso  surge depois de o Irão, em resposta a um ataque israelita, ter atacado a maior instalação do Qatar, provocando indignação a nível mundial.

O Irão alargou os seus ataques a importantes instalações energéticas no Médio Oriente, o que suscitou fortes avisos nesta quinta-feira por parte dos Estados árabes do Golfo, que consideraram tratar-se de uma escalada perigosa que ameaçava levá-los a um combate directo com Teerão.

Na quarta-feira, em resposta a um ataque contra o seu campo de gás de South Pars, Teerão lançou ataques de retaliação contra o maior campo de gás do vizinho Qatar, Ras Laffan, causando, segundo fontes citadas pela imprensa internacional, danos significativos e provocando uma ruptura diplomática entre os dois países.

Face ao sucedido, o presidente dos EUA, Donald Trump ameaçou explodir o maior campo de gás do Irão caso ataques do gênero voltem a se registar.

“Os Estados Unidos da América, com ou sem a ajuda ou o consentimento de Israel, vão fazer explodir a totalidade do campo de gás de South Pars com uma força e um poder que o Irão nunca viu ou testemunhou antes”, escreveu Trump nas redes sociais.

“Não quero autorizar este nível de violência e destruição devido às implicações a longo prazo que terá no futuro do Irão, mas se o GNL do Qatar for novamente atacado, não hesitarei em fazê-lo”, acrescentou o presidente norte americano. 

Os ataques agravam ainda mais a crise mundial dos preços do petróleo, uma vez que as exportações de energia continuam a ser bloqueadas, com Teerão a manter efetivamente fechado o Estreito de Ormuz, através do qual circula cerca de 20% da energia mundial.

O Presidente da República do Congo-Brazzaville, Denis Sassou NGuesso, foi reeleito para um quinto mandato consecutivo, de acordo com resultados provisórios anunciados nesta terça-feira pelas autoridades.

Sassou NGuesso obteve 94,82% dos votos, segundo anunciou na televisão estatal o Ministro do Interior do Congo-Brazzavile.

Os outros seis candidatos que desafiaram o líder de 82 anos, um dos  mais antigos da África, tendo governado por um total de 42 anos, ficaram para trás.

 A votação, que decorreu neste domingo, foi marcada por cortes da Internet em todo o país, como é habitual durante as eleições presidenciais neste país africano.. 

O ministro do interior anunciou uma participação de 84,65% e 2,6 milhões de votos contabilizados. Mas muitos locais de votação na capital, Brazzaville, registaram filas curtas ou inexistentes, pois os habitantes disseram não acreditar que a eleição resultaria numa mudança de liderança de Sassou NGuesso, que governa há muitos anos.

Sassou NGuesso, candidato pelo Partido Congolês do Trabalho, chegou ao poder pela primeira vez em 1979 e governou até 1992, quando organizou as primeiras eleições multipartidárias do país. Retornou ao poder como líder de uma milícia após uma guerra civil de quatro meses em 1997.

Outros dois grandes partidos boicotaram as eleições devido a alegações de práticas eleitorais injustas.

Um referendo constitucional em 2015 eliminou os limites de idade e de mandatos presidenciais, permitindo que ele se candidatasse novamente.

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