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M23 viola acordo de cessar-fogo na RDC

Os confrontos entre o exército congolês e o grupo paramilitar AFC-M23 recomeçaram no leste da RDC, apesar do cessar-fogo proposto na semana passada pelo presidente

M23 viola acordo de cessar-fogo na RDC

Os confrontos entre o exército congolês e o grupo paramilitar AFC-M23 recomeçaram no leste da RDC, apesar do cessar-fogo proposto na semana passada pelo presidente

O presidente do Brasil, Lula da Silva, pediu hoje a Donald Trump que trate todos os países de forma igual, depois de o líder norte-americano ter imposto tarifas adicionais de 15% sobre as importações.

O presidente brasileiro, Lula da Silva, encontra-se em visita oficial a Nova Deli, capital da Índia, onde manifestou a intenção de transmitir ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que o Brasil não deseja uma nova Guerra Fria, reforçando a defesa do diálogo e da cooperação internacional.

O Presidente brasileiro indicou que não iria comentar as decisões dos tribunais de outros países, mas manifestou otimismo em relação à planeada visita a Washington em Março.

“Estou convencido de que as relações entre o Brasil e os Estados Unidos voltarão à normalidade após a nossa conversa”, afirmou Lula.

Depois de meses de crise, Lula e Donald Trump têm-se reunido várias vezes desde o primeiro encontro oficial, em Outubro do ano passado. 

Na sequência desta aproximação, o Governo norte-americano isentou vários produtos brasileiros que estavam sujeitos a tarifas de 40% nos EUA.

O Presidente norte-americano anunciou no sábado que a nova tarifa alfandegária global vai aumentar de 10% para 15% “com efeito imediato”, após o Supremo Tribunal ter considerado ilegais grande parte das taxas que havia imposto.

Pelo menos 50 pessoas morreram e um número ainda indeterminado foi sequestrado, num ataque de homens armados a uma aldeia na Nigéria.

A informação é avançada pela imprensa internacional que revela que o ataque ocorreu na noite de quinta-feira, quando dezenas de bandidos atacaram a aldeia de Dutsin Dan Aniya e mataram pelo menos 50 residentes.

Os atacantes bloquearam todas as vias de entrada e saída enquanto realizavam os ataques, tornando quase impossível a fuga da população.

Ainda são desconhecidas as motivações da matança, que afectou maioritariamente mulheres e crianças e um número indeterminado de pessoas sequestradas.

As autoridades ainda não se pronunciaram sobre a tragédia.

Cinco mineradores de diamantes são dados como mortos, após desaparecem na última terça-feira, na África do Sul. As autoridades confirmaram as mortes, esta sexta-feira, após dia de buscas no local.

Os mineiros estavam a mais de 800 metros de profundidade quando ficaram presos por um deslizamento de lama na mina de Ekapa, na cidade de Kimberley, na região central do país.

A ministra da mineração do país assegurou que as autoridades estão a trabalhar para  recuperar os corpos e anunciou que uma investigação será aberta para apurar o ocorrido.

A empresa que opera a mina informou que todas as actividades foram paralisadas após o deslizamento de terra e que os esforços de resgate continuam e assegura que não irá perder a esperança até que os corpos sejam encontrados.

O Conselho de Minerais da África do Sul informou este mês que 41 pessoas morreram no ano passado. O recente caso reacende o debate sobre a segurança nas minas da África do Sul, com as organizações internacionais a lançarem alertas. 

A região de Kimberley é conhecida por suas minas de diamantes e esteve no centro da indústria global após a descoberta de diamantes na área no final do século XIX.

A África do Sul está entre os maiores produtores mundiais de diamantes e ouro, e é a maior produtora de platina. 

Um filho do ex-presidente do Zimbabwe Robert Mugabe foi detido na África do Sul, juntamente com outro homem, por suspeita de tentativa de homicídio.

Segundo o meio de comunicação sul-africano SABC, Bellarmine Chatunga Mugabe foi um dos detidos devido ao disparo que ocorreu em sua casa, em Joanesburgo, e feriu uma pessoa.

A SABC noticiou ainda que Mugabe foi visto algemado na entrada da casa após a chegada da polícia.

Por sua vez, a polícia sul-africana declarou, em comunicado, que um empregado foi baleado e encontra-se em estado crítico.

As autoridades não identificaram, na nota de imprensa, os dois homens levados para interrogatório, mas indicaram que investigam um caso de tentativa de homicídio.

Robert Mugabe liderou o Zimbabwe durante 37 anos, antes de ser deposto num golpe de Estado em 2017. Morreu dois anos depois, em Singapura, aos 95 anos.

Pelo menos 38 mineiros morreram, devido à explosão de uma mina  de gás  no estado de Plateau, no centro da Nigéria, segundo a AFP. 

Segundo fontes oficiais, o acidente ocorreu entre 7h30 e 8h da manhã, horário local, em uma mina subterrânea de chumbo no estado de Plateau, região central da Nigéria. Além de pelo menos 38 mortos, 27 pessoas ficaram feridas com gravidade variável. A causa inicial foi identificada como uma explosão de gás dentro da mina.

Ibrahim Dattijo Sani, um mineiro de uma mina próxima, disse à AFP que as vítimas estavam no subsolo da mina onde a explosão ocorreu. 

Um relatório de segurança confidencial, consultado pela AFP, atribuiu a morte dos mineiros ao “envenenamento por monóxido de carbono”.

Kampanin Zurak é um antigo assentamento mineiro no distrito de Wase. Idris disse à AFP que o local da explosão é operado pela Solid Unit Nigeria Limited.

O estado é uma região histórica de mineração, com sua capital, Jos, conhecida como a Cidade do Estanho. Mas as actividades de mineração diminuíram nos últimos anos.

Antes do acidente de 18 de Fevereiro, a Nação da África Ocidental já havia registado inúmeros outros acidentes catastróficos relacionados a minas. Entre eles, um deslizamento de rochas causado por fortes chuvas prolongadas que atingiram uma mina ilegal no estado de Zamfara, no noroeste da Nigéria, em Setembro de 2025, matou pelo menos 18 pessoas.

Pelo menos 38 mineiros morreram devido à explosão de uma mina  de gás  no estado de Plateau, no centro da Nigéria, segundo a AFP. 

Segundo fontes oficiais, o acidente ocorreu entre 7h30 e 8h da manhã, horário local, em uma mina subterrânea de chumbo no estado de Plateau, região central da Nigéria. Além de pelo menos 38 mortes, 27 pessoas ficaram feridas com gravidade variável. A causa inicial foi identificada como uma explosão de gás dentro da mina.

Ibrahim Dattijo Sani, um mineiro de uma mina próxima, disse à AFP que as vítimas estavam no subsolo da mina onde a explosão ocorreu. 

Um relatório de segurança confidencial, consultado pela AFP, atribuiu a morte dos mineiros ao “envenenamento por monóxido de carbono”.

Kampanin Zurak é um antigo assentamento mineiro no distrito de Wase. Idris disse à AFP que o local da explosão é operado pela Solid Unit Nigeria Limited.

O estado é uma região histórica de mineração, com sua capital, Jos, conhecida como a Cidade do Estanho. Mas as actividades de mineração diminuíram nos últimos anos.

Antes do acidente de 18 de fevereiro, a nação da África Ocidental já havia registrado inúmeros outros acidentes catastróficos relacionados a minas. Entre eles, um deslizamento de rochas causado por fortes chuvas prolongadas que atingiram uma mina ilegal no estado de Zamfara, no noroeste da Nigéria, em Setembro de 2025, matou pelo menos 18 pessoas.

Tropas federais etíopes e forças do Tigray realizam movimentações junto à fronteira interna e aumentam os receios de um retorno ao conflito militar que devastou o país entre 2020 e 2022. Uma escalada militar que deixa o norte da Etiópia em alerta máximo.

Diversas fontes diplomáticas da Etiópia confirmam que o exército federal está a posicionar unidades em diversos pontos próximos da região do Tigray. Do outro lado, as Forças de Defesa do Tigray também avançam para as zonas fronteiriças, avançam algumas agências internacionais.

Analistas alertam que esta movimentação militar é invulgar e pode anunciar uma nova escalada. Amdom Gebreselassie, presidente da Arena Tigray para a Democracia e Soberania, em Mekelle, confirmou à DW que o ambiente é tenso e que “a Frente de Libertação do Povo do Tigray (TPLF) está militarmente ativa na região.”

“As forças Shabia da Frente Popular de Libertação da Eritreia (EPLF) estão a infiltrar pessoal de inteligência em várias áreas; há muitos indivíduos uniformizados no terreno. As forças de defesa federais também estão estacionadas ali. Muitos estão totalmente mobilizados. Há risco de guerra e teme‑se o reinício do conflito”, conclui Gebreselassie, citado pela DW.

Entre 2020 e 2022, a região foi palco de uma guerra envolvendo tropas federais, milícias aliadas e o exército da Eritreia, causando centenas de milhares de mortos, segundo estimativas da União Africana (UA).

Apesar da assinatura de um acordo político, este nunca foi plenamente implementado e, em janeiro, novos confrontos levaram à suspensão temporária dos voos para a região.

Mustafa Abdu, especialista jurídico e analista político em Mekelle, recorda em entrevista à DW que os “fantasmas” do conflito continuam presentes em Tigray. “O povo de Tigray vive uma situação desesperada. A guerra atingiu-o profundamente, ainda não superou a dor. O facto de o conflito ter terminado com o Acordo de Pretória e agora estar prestes a recomeçar é desanimador. A situação em Tigray é extremamente difícil”, relata ao DW.

Face ao risco elevado de um regresso à guerra no norte da Etiópia, multiplicam‑se os apelos à comunidade internacional para pressionar por um diálogo imediato.

Amdom Gebreselassie reforça que o povo de Tigray não quer um novo conflito, “quer paz, mas as forças armadas chegaram a um ponto em que estão preparadas para uma guerra que ultrapassa as suas capacidades.”

O dirigente acrescenta ainda que a Frente de Libertação do Povo do Tigray (TPLF), a Shabia e a FANO, a milícia etnonacionalista da Amhara, anunciaram recentemente uma aliança militar para defender Tigray.

As relações entre a Etiópia e a Eritreia também se deterioraram. Adis Abeba acusa Asmara de fornecer armas a grupos armados do Tigray, algo que o Governo eritreu nega.

Na semana passada, o Alto-Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, apelou a medidas urgentes para evitar um novo conflito. Mustafa Abdu sublinha que a guerra ainda pode ser evitada, desde que o Acordo de Paz de Pretória seja plenamente respeitado.

 

A Polícia Britânica está a avaliar informações sobre os voos privados no aeroporto de Londres, após a divulgação dos arquivos do pedófilo Jeffrey Epstein, que traficava menores e jovens para fins de exploração sexual.

O caso Jeffrey Epstein voltou ao centro das atenções após a divulgação de milhares de páginas de documentos e novas revelações sobre o possível envolvimento de figuras públicas.

Para já, a  polícia britânica está a avaliar dados de voos privados no aeroporto de Londres relacionados ao caso.

Os ficheiros mostravam detalhes de como Epstein poderá ter utilizado o aeroporto de Stansted para trazer meninas da Letónia, Lituânia e Rússia.

Um porta-voz das forças de segurança de Essex, à qual Stansted pertence, indicou nesta quarta-feira que a avaliação dos dados está a ser realizada depois de o Departamento de Justiça dos EUA ter recentemente divulgado mais documentos sobre Epstein, que mostraram a extensão dos contactos do empresário com ricos e famosos.

Todos os aviões privados operam através de operadores independentes, que gerem os aspectos da aviação privada de acordo com os requisitos regulamentares,  partilhados pela  a polícia.

Está em curso a avaliação da informação recente para decidir se procede a uma investigação criminal.

Recorde-se que o caso Epstein começou em 2008, quando o empresário foi sentenciado a 13 meses de prisão após ser acusado de abusar sexualmente  uma rapariga de 14 anos em sua mansão. Outras vítimas foram identificadas, e fotos de adolescentes foram encontradas em sua casa. 

Mesmo condenado, Epstein conseguiu um acordo que o livrou da prisão perpétua e permitia que ele saísse para trabalhar seis dias por semana. Jeffrey Epstein foi encontrado morto na sua cela da prisão, no dia 10 de agosto de 2019.

Morreu, esta terça-feira, o líder dos direitos civis dos Estados Unidos, Jesse Jackson, aos 84 anos. Jackson foi um pastor baptista criado no sul segregado dos Estados Unidos, que se tornou próximo de Martin Luther King Jr.

Em vida, ele concorreu duas vezes à indicação presidencial democrata. Ao longo da vida, Jackson atuou em negociações diplomáticas, missões humanitárias e campanhas contra a discriminação racial, deixando um legado marcado pela defesa dos direitos civis nos Estados Unidos.

Jesse Jackson foi um proeminente activista dos direitos civis que concorreu duas vezes à nomeação do Partido Democrata para presidente, em 1984 e 1988.

Nascido no dia 8 de Outubro de 1941 em Greenville, Carolina do Sul, Jackson envolveu-se na política desde cedo.

Ele ganhou destaque na década de 1960 como líder da Conferência de Liderança Cristã do Sul, de Martin Luther King.

Jackson estava presente com King quando este foi assassinado em Memphis em 1968.

Ele lançou duas organizações de justiça social e ativismo: a Operation PUSH em 1971 e a National Rainbow Coalition doze anos depois.

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