Autores de crimes violentos contra mulheres em Sofala podem estar a recorrer as redes sociais para atraír as suas vítimas, segundo denúncias da rede de combate a violência de género, que apelou as vítimas a denunciarem os autores e a protegerem-se.
As mulheres organizadas em vários grupos continuam incansavelmente na busca de soluções para fazer face a violência baseada no género e o feminicídio em Sofala, onde, neste ano foram mortas 16 mulheres contra 14 do ano passado.
Com vista a combater este fenómeno a cidade da Beira acolheu mais uma reunião para debater formas de mitigar os casos de feminicídio em Sofala.
A reunião foi liderada por um movimento denominado Grupo de Mulheres de partilhas de ideias de Sofala.
Neste encontro foi apontado com destaque o uso das redes sociais pelos autores dos crimes para atraírem as suas vítimas e as formas para combater o uso das mesmas.
Sobre os casos de feminicídio em Sofala e de forma particular na cidade da Beira, lembre-se que a luta das organizações da sociedade civil tem estado centrado na existência de uma lei especifica para punir os autores dos crimes e que elas tem feito imensas pressão para tal, recorrendo a manifestações pacíficas.

