O País – A verdade como notícia

A Comissão Nacional de Árbitros de Futebol abriu inquérito para analisar a actuação de Artur Alfinar, árbitro que ajuizou o embate entre o Ferroviário da Beira e a Black Bulls, referente a 15ª jornada do Moçambola 2024. Em causa estão duas grandes penalidades a favor dos touros que não foram assinaladas pelo árbitro FIFA.

O primeiro dos lances polémicos foi um derrube do jogador do Ferroviário da Beira ao seu adversário, na área, que Artur Alfinar fechou os olhos, mesmo estando a poucos metros da jogada, que mais deixou indignados os amantes do futebol no geral e os adeptos da Black Bulls em particular.

Num outro lance foi Kadre a sofrer um toque no pé de apoio, à entrada da área dos “locomotivas” de Chiveve, que Alfinar voltou a fazer “vista grossa”, que também mereceu duras críticas dos touros. Os dois lances não agradaram a equipa técnica dos touros, com o seu treinador a ser a cara do desagrado.

Na ocasião, Hélder Duarte questionava porque o árbitro ajuizava dois jogos seguidos na cidade da Beira, sendo que é da COPAF de Sofala. “Não percebo porque o ábitro ajuiza dois jogos seguidos em casa, ainda por cvima sendo funcionário dos CFM, não percebo”, começou por dizer Duarte depois do jogo.

O técnico dos touros acrescentou que “há esta luta e acho que o patrocinador desta competição tem que ser campeão, mas não vamos deixar”.

Face a esta actuação, a CNAF abriu um inquérito para analisar as decisões de Artur Alfinar, num procedimento administrativo normal da entidade liderada por Francisco Machel, visando apurar a verdade material da actuação de cada um dos árbitros escalados para cada jogo.

Fonte da Comissão Nacional de Árbitros de Futebol, citado pelo Olho Clínico, refere que a análise vai basear-se no relatório do assessor dos árbitros do jogo, bem como nas imagens televisivas, e mais tarde serão chamados os quatro árbitros envolvidos na partida.

Sem avançar datas para a conclusão da análise e os resultados, a fonte revelou apenas que é um trabalho minucioso e que leva tempo, adiantando apenas que o resultado poderá ser conhecido até próxima semana.

Esta é a segunda vez que Artur Alfinar é contestado numa partida, depois do Ferroviário de Nampula ter reclamado da sua actuação num jogo também envolvendo o Ferroviário da Beira.

Entretanto, casos de escândalos envolvendo árbitros não começaram com Artur Alfinar, sendo que outros mais árbitros já foram alvos de investigação por parte da Comissão Nacional dos Árbitros de Futebol.

A basquetebolista moçambicana Chanaya Pinto vai regressar a Portugal para representar a Quinta dos Lobos. Depois de uma experiência positiva nos Estados Unidos da América, prepara-se para mais um capítulo importante na sua carreira.

É o regresso de Chanaya Pinto a uma casa que bem conhece. Em 2018 foi vice-campeã de basquetebol após o Quinta dos Lombos perder nos “play-offs” da final da Liga Portuguesa com a União Sportiva.

Foi bicampeã distrital de Lisboa na categoria sub-19, tendo também sido indicada para o cinco ideal da prova.

E não tem como deixar de lado a conquista da Taça da Federação, na qual desempenhou um papel importante.

De malas aviadas para as terras lusas, Chanaya vem de uma experiência muito positiva nos Estados Unidos da América, onde ganhou notoriedade nos clubes onde passou, tendo inclusive sido campeã pelo Northwest Florida State College, onde foi nomeada Jogadora Nacional do Ano da Associação Atlética Nacional Junior College.

Boa companhia é o que não lhe vai faltar em Carcavelos, até porque vai reencontrar a basquetebolista moçambicana Suraya Rijal, com quem jogou 4 anos na Quinta dos Lombos, e que recentemente renovou o contrato com a equipa portuguesa.

O Centro Recreativo e Cultural da Quinta dos Lombos foi fundado no ano de 1975. O basquetebol, com tradiçao ao nível feminino, compete em todos os escalões, incluindo o minibasquetebol. O clube tem atingido resultados positivos no plano nacional e europeu com a sua participação nas competições do vekho continente.

Celso Alvação, Arsénio Maringule e Simões Guambe voltam a merecer a confiança da Confederação Africana de Futebol e foram nomeados para ajuizarem um jogo da primeira jornada de qualificação para o Campeonato Africanos das Nações, CAN 2025.

Trata-se do embate entre Congo-Brazzaville e Sudão do Sul, a disputar-se esta quinta-feira, 05 de Agosto, e referente ao grupo E de apuramento ao CAN 2025, a ter lugar em Marrocos, em Dezembro de 2025 e Janeiro de 2026.

Em partida a ter lugar em Brazzaville, Celso Alvação, da Comissão Provincial de Árbitros de Futebol de Inhambane, vai ser o árbitro principal, sendo que Arsénio Maringule, da COPAF da Província de Maputo, será o primeiro assistente, e Simões Guambe, da cidade de Maputo, foi confiado para a posição de quarto árbitro.

Entretanto, para se juntar ao trio moçambicano e formar o quarteto do jogo, a CAF nomeou o angolano Ivanildo Lopes, para assumir as funções de segundo assistente de Celso Alvação.

O encontro entre o Congo-Brazzaville e o Sudão do Sul terá como palco o sintético do Estádio Alphonse Massamba Debate em Brazzaville, a partir das 18 horas de Maputo.

O secretário de Estado do Desporto diz que os Mambas têm todas as possibilidades de iniciarem da melhor forma a campanha de qualificação para o CAN 2025, que terá lugar no Marrocos. Carlos Gilberto Mendes diz que a continuidade de Chiquinho Conde é uma mais-valia para o alcance dos objectivos da equipa de todos nós.

É já na sexta-feira que o combinado nacional inicia a disputa por um lugar na fase final do Campeonato Africano das Nações de Marrocos, em Dezembro de 2025. Mali é o primeiro adversário e a qualidade dos Mambas dá garantias de um bom resultado, segundo disse o secretário de Estado do Desporto, Gilberto Mendes.

“O foco é o mesmo, termos uma campanha similar à anterior”, começou por dizer Mendes, dando o antibiótico para os melhores resultados: “Precisamos de ter concentração, procurar estar todos alinhados, para termos um bom resultado”.

Gilberto Mendes recorda que os adversários não são fáceis, mas é preciso preparar da melhor forma os dois primeiros jogos. “Vamos agora defrontar o Mali e depois a Guiné-Bissau, e é preciso atender a esses dois jogos com muito cuidado, mas acho que temos equipa, temos um bom conjunto e, de certeza, vamos trazer mais alegrias ao povo moçambicano”, disse, recordando ainda que os Djurtus foram os nossos carrascos na qualificação para o CAN de 2019, em que os Mambas, a precisarem de uma vitória, acabaram por empatar em solo guineense e ficaram pelo caminho.

O secretário de Estado do Desporto, Carlos Gilberto Mendes, está seguro de que a continuidade de Chiquinho Conde na selecção nacional é uma mais-valia, tendo em conta que o técnico conhece os jogadores que tem. Até porque a renovação nunca esteve em causa.

“A renovação significa mais fácil para todos, mas acho que a renovação nunca esteve em causa. Sempre dissemos isso. Sempre dissemos que se devia dar mais tempo às pessoas e instituições negociarem e, agora, o resultado está aí”, disse.

Os Mambas já se encontram em Bamako, com a integração de quase todos os jogadores convocados, sendo que os últimos se juntam na manhã desta quarta-feira. Em solo maliano, os Mambas vão realizar duas sessões de treinos antes do jogo marcado para sexta-feira, quando forem 21 horas de Moçambique.

O braço-de-ferro que se instalou no desporto motorizado no ATCM, envolvendo a direcção executiva liderada por Rodrigo Rocha, e parte dos sócios liderados por João Salomão, pode estar perto do fim.

É que os sócios do ATCM se reuniram na última quinta-feira, 29 de Agosto, para debaterem o assunto, tendo em conta que havia posicionamentos divergentes entre as partes.

Por um lado, Rodrigo Rocha, eleito nas últimas eleições realizadas em Novembro de 2023 e que formou o seu elenco, que integra Rui Águas como presidente da Mesa da Assembleia Geral, e, por outro, João Salomão, que assumiu a mesma pasta no primeiro mandato de Rocha, e que reivindica o mesmo cargo neste segundo mandato.

E porque o assunto correu as instituições de justiça do país, com as partes a ganharem a causa em diversas instâncias, João Salomão decidiu pela nomeação de uma Comissão de Gestão para dirigir o ATCM até às eleições, facto que foi rejeitado pelos sócios que estiveram reunidos com a direcção do clube.

Os sócios do ATCM tomaram esta decisão ao considerarem que João Salomão não tem legitimidade de indicar uma Comissão de Gestão e, por isso, pediram uma assembleia geral extraordinária, que vai decidir sobre a figura que vai liderar a mesa da assembleia geral.

De acordo com a nota do ATCM, o encontro da última quinta-feira, que esteve à beira de ser boicotado, acabou por contar com a presença de todos os sócios das duas alas, que debateram vários assuntos relacionados à vida da agremiação.

Na ocasião, Rodrigo Rocha procurou esclarecer os contornos à volta das divergências entre as partes desavindas e os passos dados ao nível da justiça, voltando a pedir a união e compreensão de todos os sócios, para que as actividades do clube decorram sem sobressaltos.

Rodrigo Rocha respondeu a todas as questões levantadas pelos sócios e a maioria dos presentes elogiou o trabalho que está a ser desenvolvido na componente desportiva e mobilidade.

Para a legitimação do pedido da assembleia geral extraordinária, os sócios fizeram assinaturas em cumprimento dos estatutos em vigor, e o processo segue os seus trâmites legais para a marcação da data e convocação da assembleia geral extraordinária, que vai eleger ou indicar o presidente da mesa da assembleia geral do ATCM.

As grandes empresas multinacionais têm um papel fundamental no desenvolvimento do desporto moçambicano. Esta é a conclusão do seminário ocorrido nesta segunda-feira, que abordou a gestão e sustentabilidade dos clubes, associações e federações desportivas nacionais.

As multinacionais que operam em Moçambique têm a responsabilidade de apoiar no desenvolvimento do desporto moçambicano através dos patrocínios e apoios aos clubes, associações e federações. Assim disseram os intervenientes do seminário organizado pelo Instituto Médio do Desporto e Educação Física de Moçambique, IMEDE, que contou com a participação de desportistas, dirigentes e alunos da instituição.

Alexandre Mestre, antigo secretário de Estado do Desporto e Juventude de Portugal, foi o orador principal, e porque foi repatriado de regresso a Lisboa no sábado, por falta de visto, acabou por usar as plataformas digitais para deixar a sua experiência em relação ao assunto.

Falou da necessidade de se convencer as empresas a financiarem o desporto e só com isso se pode ter financiamento. “Há uma responsabilidade social das próprias empresas, mas também há um trabalho a fazer-se, que é de convencer as empresas a apostarem pelo mecenato do desporto, se tiverem de optar por outros mecenatos, como cultural, científico, educativo e outros”, disse Mestre.

Aliás, de acordo com o orador, “é preciso mostrar que o desporto pode trazer um retorno mais rápido e sustentável para essas mesmas empresas”. Por isso, “quanto mais convencer quem pode decidir o orçamento, maior será, certamente, esse orçamento ao desporto. E se o orçamento foi maior, será mais vantagem para o movimento associativo desportivo”, sentenciou.

Mestre diz que os governos, quer centrais quer descentralizados, dentre eles os municípios, têm, também, o seu papel. “Parte da promoção do desporto, por via do associativismo (clubes, associações e federações) carece dessa colaboração entre o Estado e esse movimento associativo e a sociedade civil”, disse.

Para o orador do seminário, é preciso que haja premiação às federações que trazem resultados positivos ao país. “É fundamental que, quando se financiam as federações desportivas, se definam bem os critérios para esse mesmo financiamento, isto é, premiar o mérito, acima de tudo, ou seja, aqueles que trazem melhores resultados desportivos”, concluiu.

Por seu turno, Carlos Gilberto Mendes, secretário de Estado do Desporto, concorda que as multinacionais devem dar contributo ao desporto moçambicano. “Acho que todas as empresas precisam de vender os seus serviços, precisam de se colocar no mercado por outras razões que não sejam apenas o seu foco, em termos de negócios”, disse Mendes realçando o facto de “se expõem através do apoio ao desporto e à cultura”.

Gilberto Mendes diz que a maior parte das multinacionais que operam no país tem uma forte intervenção ao nível do desporto e da cultura.
Já o secretário permanente da Secretaria de Estado do Desporto, Júlio Mendes, diz que é preciso que as federações se reinventem para conseguirem a sua auto-sustentabilidade. “Se continuarmos a pensar que o Estado, o Governo, vai resolver todos os problemas de falta de financiamento do movimento desportivo, vamos continuar a ter esses debates sem parar. É preciso que as federações e os clubes continuem a procurar caminhos de auto-sustentabilidade”, disse.

Por seu turno, o director-geral do IMEDE, Paulo Saveca, diz que as multinacionais que operam em Moçambique são fundamentais no apoio ao sistema desportivo nacional “ao termos algumas empresas estrangeiras com uma cota para aquilo que é o apoio para o nosso desporto, e também empresas comparticipadas pelo Estado com alguma cota a apoiar o nosso desporto”, argumentou Saveca.

O Café do Desporto foi uma oportunidade para celebrar os sete anos do Instituto Médio do Desporto e Educação Física de Moçambique, que já formou professores de educação física e agentes desportivos em Maputo, Beira e Nampula.

 

O Estádio Nacional do Zimpeto está em condições de acolher o jogo dos Mambas diante da Guiné-Bissau, partida inserida na segunda jornada do Grupo I de qualificação para o Campeonato Africano de Futebol (CAN).

Uma equipa do Fundo de Promoção Desportiva e Federação Moçambicana de Futebol liderada por Amélia Cabral e Feizal Sidat visitou, na segunda-feira, aquele recinto, tendo em vista aferir as condições depois das recomendações deixadas pela Confederação Africana de Futebol (CAF) durante o processo de inspecção.

O Fundo de Promoção Desportiva gestora do recinto melhorou as condições, daí que o Estádio Nacional do Zimpeto vai, definitivamente, ser palco da partida entre Moçambique e Guiné-Bissau. O ENZ é o único campo aprovado pelo organismo que gere o futebol africano para acolher jogos internacionais ao nível das selecções.

O Estádio Nacional do Zimpeto já foi alvo de muitas inspecções levadas a cabo pela CAF. Em Fevereiro do ano passado, por exemplo, o organismo deu um prazo de uma semana à Federação Moçambicana de Futebol para apresentar o relatório de pré-inspecção, acompanhado de uma lista de verificação à Confederação Africana de Futebol.

A CAF indicava que o relatório de pré-inspecção deveria ser acompanhado de fotos e vídeos e tinha de ser feito por um gestor do Departamento de Licenciamento da FMF, com informações detalhadas e credíveis sobre o real estado do Estádio até 10 de Fevereiro.

O Estádio Nacional do Zimpeto não constava, na altura, da lista dos cerca de 40 estádios pré-aprovados pela CAF para os jogos da terceira e quarta jornadas, que estavam agendados para finais de Março próximo, na corrida a para o CAN 2023.

Em Setembro de 2021, a CAF reprovou o Estádio Nacional do Zimpeto por não reunir condições para a realização de provas internacionais, o que levou o conjunto nacional a receber o Malawi, em partida da primeira jornada do Grupo L, em casa emprestada, na África do Sul.

Depois dessa interdição, o Estádio Nacional do Zimpeto só voltou a acolher jogos, para a fase de qualificação para o CHAN, diante da Zâmbia e Malawi, após uma aprovação temporária feita em Julho do mesmo ano.

Recorde-se que, recentemente, a CAF aprovou o recinto para acolher os jogos das Afrotaças, à semelhança do que aconteceu com o Complexo Desportivo de Tchumene.

Maputo será palco de duas competições regionais nos próximos meses, nomeadamente os torneios do COSAFA de sub-20 e sub-17, respectivamente, que qualificam para as respectivas fases finais dos Campeonatos Africanos das Nações.

Assim, neste mês de Setembro Moçambique, será anfitrião do COSAFA de sub-20, prova que qualifica para o Campeonato Africano de sub-20, que vai decorrer no próximo ano.

Esta é uma oportunidade de os Mambinhas sub-20 procurarem alcançar a sua terceira qualificação consecutiva para uma fase final da prova, depois de terem estado na Mauritânia, em 2021, e no Egipto, em 2023.

Para esta competição regional, o sorteio está agendado para esta quinta-feira, em Maputo.

Outra prova regional que vai acontecer em Maputo é o COSAFA de sub-17, em ambos os sexos, que também qualifica para a fase final das respectivas categorias. Os Mambinhas querem aproveitar o factor casa para assegurar a terceira presença histórica numa fase final continental, depois de terem estado no Mali, em 1995, e Seychelles, em 2001.

A Federação de Futebol do Mali (FEMAFOOT) anunciou o belga Tom Saintfiet como o novo seleccionador do seu país, poucos dias antes do início da crucial campanha de qualificação para o Campeonato Africano das Nações de 2025 (AFCON).

O anúncio, feito na quinta-feira passada, encerrou semanas de especulação e ressalta a tentativa da federação de manter o equilíbrio antes do arranque das eliminatórias. A FEMAFOOT confirmou a indicação de Saintfiet em suas redes sociais, encerrando um processo de selecção que inicialmente tinha seis candidatos.

O belga acabou por ser o eleito numa lista que incluía nomes de destaque, como António Conceição, Hector Cùper e Pitso Mosimane. O contrato de Saintfiet será de dois anos, com possibilidade de prorrogação, caso os resultados sejam satisfatórios.

A nomeação de Tom Saintfiet marca uma mudança significativa na sua vida, uma vez que estava a liderar a selecção das Filipinas, cargo que assumiu em Fevereiro, logo após deixar a Gâmbia.

A decisão de activar uma cláusula que lhe permite regressar ao futebol africano sublinha o fascínio e o desafio de gerir um dos gigantes adormecidos do continente, levando o Mali aos grandes palcos continentais e mundiais.

A FEMAFOOT estabeleceu metas ambiciosas para o novo seleccionador, dentre elas, para além de garantir a qualificação para o CAN de Marrocos, chegar às meias-finais da fase final da prova de Marrocos e garantir a qualificação do Mali para o Campeonato do Mundo de 2026.

O belga herda uma equipa repleta de jogadores talentosos que actuam em algumas das principais ligas do mundo, por isso a expectativa é alta entre os adeptos. Inicia a sua qualificação para CAN 2025 diante de Moçambique, a 6 de Setembro, em Bamako, e depois defronta Eswatini, a 9 de Setembro, em Mbombela, África do Sul.

Saintfiet, de 51 anos, tem uma vasta experiência no futebol africano, onde já foi seleccionador da Namíbia, Zimbabwe, Etiópia, Malawi, Togo e, mais recentemente, Gâmbia.

Eis os convocados do Mali para embates com Moçambique e Eswatini:

Guarda-redes: Djigui Diarra (Young Africans), N’golo Traoré (Stade Malien) e Youssouf Koita (Djoliba AC); Defesas: Hamari Traoré (Real Sociedad), Falaye Sacko (Montpellier), Salim Diakaté (Palerme), Massadio Haidara (Lens), Ousmane Diallo (Djoliba), Abdoulaya Diaby (Saint Gallen), Check Keita (Charleroi), Mamadou Fofana (Amiens); Médios: Mohamed Camara (Al Sadd), Lassana Coulibaly (Lecce), Amadou Haidara (Leipizig), Ousmane Diakité (West Bromwich), Aliou Dieng (Al Kholood), Mamadou Sangaré (Rapid Vienne), Yves Bissouma (Tottenham), Malick Yalcouyé (Brighton); Avançados: Adama Traoré (Ferenvarosi), Nene Dorgeles (Salzburg), Lassine Sinayoko (Auxerre), Moussa Djenepo (Antalyaspor), Lucien Zohi (Stade Lavallois), Sory Ibrahim Diarra (Haugesund), Sekou Koita (CSKA Moscou) e Moussa Sylla (Schalke 04).

+ LIDAS

Siga nos