Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Moçambique alcança a melhor classificação de sempre numa fase de qualificação para o Mundial. Os Mambas, que partilham a liderança do Grupo G com a Argélia, ambos com 12 pontos, e Cabo Verde são as únicas selecções dos Países de Língua Oficial Portuguesa, PALOP, bem posicionadas na corrida à comeptição planetária.

A selecção nacional está a viver um dos melhores momentos no histórico de qualificações para o Campeonato do Mundo. Pela primeira vez, os Mambas alcançam um lugar de topo ao nível de grupos, numa fase de qualificação para a prova. 

Com 12 pontos, os Mambas partilham a liderança do grupo G com a Argélia, adversário que vai enfrentar, esta terça-feira, em jogo da sexta jornada. À entrada desta ronda, Moçambique soma quatro vitórias e uma derrota, curiosamente diante dos argelinos. 

Ao nível dos Países de Língua Oficilal Portuguesa, PALOP, além de Moçambqiue, Cabo Verde é selecção mais bem posicionada, liderando o Grupo D com 10 pontos.  

Os jogadores dos Mambas estão confiantes na vitória contra a Argélia nesta terça-feira. Os atletas consideram que a união dentro do campo podrá ser determinante para se  alcançar um bom resultado.

A selecção nacional efectuou a segunda unidade de treino na Argélia antes do jogo desta terça-feira. A partida contra os argelinos é de importância capital importância e os jogadores estão confiantes num bom resultado.

“Temos trabalhado para crescer a cada jogo, principalmente em África, porque não é equipa menos boa, todas equipas criam dificuldade. Nós estamos aqui também para criar dificuldades a Argélia e ter um bom resultado”, disse Bruno Langa, jogador dos Mambas.

Bruno Langa acrescenta ainda que a união será determinante para se alcançar a vitória.  “Temos um grande grupo de jovens e estamos todos juntos   e demonstramos isso a cada jogo  e a cada jogo temos puxamos um pelo outro”.

Os Mambas vão efectuar mais uma unidade de treino antes do jogo, que está marcado para às 22 horas de Moçambique.

 

A selecção nacional de futebol já se encontra em Argel, para o embate de terça-feira diante da Argélia. À sua chegada à capital argelina, os Mambas foram recebidos pelo Embaixador moçambicano naquele país.

O jogo diante do Uganda, em que os Mambas venceram por 3-1, fica para trás. Foi uma vitória que coloca o combinado nacional ainda na rota do Mundial-2026.

Esta sexta-feira, a delegação moçambicana chegou a Argel para preparar o jogo de terça-feira, e foi recebido pelo embaixador moçambicano na Argélia, Eduardo Namburete, que garantiu muito apoio aos Mambas.

“Estamos extremamente esperançados. Esperamos que a mesma energia que tivemos no Egipto, vamos continuar com essa energia aqui e prometemos também os nossos aplausos, os nossos apitos, o apoio dos moçambicanos residentes aqui na Argélia e também da comunidade do país da SADC, que já manifestaram seu interesse em apoiar a nossa selecção durante esse jogo”, disse.

Namburete esclareceu que são esperadas cerca de 500 adeptos a apoiarem os Mambas na Argélia. “Fundamentalmente são estudantes moçambicanos aqui na Argélia, mas para além dos estudantes moçambicanos e outros moçambicanos residentes, temos o apoio da comunidade dos países da SADC. No total, esperamos ter cerca de 400, 500 pessoas aplaudidas a favor do moçambicano”, confirmou o embaixador moçambicano na Argélia.

Namburete diz que os adeptos que vão apoiar os Mambas acreditam que é possível chegar ao Mundial do próximo ano. “Essa é a crença que todos nós temos e esse apoio dos adeptos da SADC, de facto, é uma demonstração do carinho que tem por Moçambique e a vontade de ver um dos países da região a atravessar este mar e chegar ao Mundial”.

Chiquinho Conde também acredita na qualificação ao Mundial, mas prefere estar com os pés bem assentes no chão. Sem debandar, o Conde dos Mambas diz que o jogo diante da Argélia é para desfrutar.

“Vamos concentrar-nos naquilo que são as nossas tarefas, acreditar sempre no nosso processo, porque é isso que nos levou até aqui, o nosso sonho continua intacto, mas sabemos que vai ser uma tarefa árdua e queremos estar à altura deste mesmo acontecimento. Sabemos perfeitamente que a Argélia, desde o início, é a candidata número 1 deste grupo, mas nós estarmos na mesma situação de igualdade em termos pontuais, o tudo pode acontecer. Vamos divertir-nos, não agarrarmos nisto como uma grande responsabilidade ou como se fosse de vida ou morte, mas vamos desfrutar e só assim é que nós podemos conseguir um bom resultado”, argumentou.

Os Mambas, que chegaram com um dia de antecedência em relação aos donos da casa, realizaram este sábado o primeiro treino em solo argelino e os jogadores já projectam o embate de terça-feira.

Os Mambas são co-líderes do grupo G em igualdade pontual com a Argélia, com 12 pontos cada, e o jogo de terça-feira vai ditar o líder isolado.

A faculdade de Educação Física da Universidade Pedagógica, a Escola Superior de Ciências do Desporto da Universidade Eduardo Mondlane e o Instituto Médio do Desporto e Educação Física representaram o país 20º Congresso de Ciências do Desporto e Educação Física dos Países de Língua Oficial Portuguesa, que decorre em Campinas, Brasil.

O evento, que decorreu de 19 a 21 de Março, contou com a participação de 560 investidores da lusofonia, nomeadamente de Brasil, Portugal, Moçambique e Angola.

A reunião da Comissão Científica do Congresso aprovou a cidade de Manaus, na Universidade Federal do Amazonas, como palco do próximo congresso, em 2026, enquanto a cidade de Luanda, em Angola, foi aprovada para acolher o Congresso de 2028, na Universidade Agostinho Neto.

O Congresso de Campinas, São Paulo, teve como lema “Descriminação na educação física e desporto a partir de diferentes perspectivas”.

Quatro equipas estão na rota da final do campeonato provincial ao nível da cidade de Maputo, equipa que vai defrontar o Ferroviário na final da prova. Os jogos da última jornada da fase de grupos disputam-se este sábado nas duas séries. Ferroviário, pela série A, e Costa do Sol, pela série B, ficam de fora nesta jornada.

Com a situação da Série A já definida em relação ao finalista, as atenções da última jornada da fase de grupos do campeonato provincial de futebol da cidade de Maputo, a Liga Jogabets, estão viradas para a série B, onde quatro equipas lutam pela vaga, nomeadamente Costa do Sol, Maxaquene, Desportivo e Ntsondzo, separadas por dois pontos, do primeiro ao quarto classificado.

Para esta última jornada, duas equipas jogam entre si, nomeadamente Ntsondzo e Maxaquene, num jogo em que o vencedor estará mais próximo de disputar a final, uma vez que vai somar mais pontos que o actual líder da série.

Os “tricolores” são favoritos a vencer, até porque estão na frente da pontuação, com 11 pontos, contra nove do seu adversário, mas terá que provar em campo o seu favoritismo. O Ntsondzo tem a desvantagem de não ter derrotado nenhum adversário dos grandes, nomeadamente Costa do Sol e Desportivo, e quer aproveitar esta partida para fechar da melhor forma a prova.

O Desportivo, por seu turno, tem a possibilidade de chegar a final dependendo de terceiros. Os “alvi-negros” defrontam as Águias Especiais lanternas vermelhas da série sem nenhum ponto e, claramente favorito a sair com os três pontos.

Mas claro está, terá que depender do jogo entre Maxaquene e Ntsondzo, esperando que termine em empate, ou mesmo com vitória do Ntsondzo, em caso de vitória no seu jogo.

O Costa do Sol, líder á entrada para esta jornada, tem muitas poucas possibilidades de chegar à final, uma vez que mesmo que o Desportivo  e o Maxaquene percam, o Ntsondzo é que se qualifica à final, ou mesmo em caso de empates nos dois jogos, os “tricolores” é que se qualificam.

Os dois jogos vão definir ainda a equipa que vai disputar o jogo de atribuição do terceiro lugar, que no caso será a que terminar na segunda posição.

Pela série A a disputa nesta jornada é para o segundo classificado, a equipa que vai defrontar o segundo colocado da série B, na luta pelo terceiro lugar da competição.

Liga Desportiva e Mahafil, ambos com nove pontos, e Black Bulls com sete, são as equipas que estão nesta luta, uma vez que nenhuma delas alcança mais o Ferroviário, líder invicto com 18 pontos em seis jogos.

O detentor do troféu, Black Bulls, luta pelo segundo lugar com a Liga Desportiva, num jogo em que o vencedor termina em segundo lugar, caso o Mahafil não vença no jogo que terá diante do Matchedje.

A final da prova, a nível da cidade de Maputo, será disputada no dia 29 de Março corrente.

A selecção nacional de futebol venceu a sua congénere do Uganda por 3-1, em partida da quinta jornada do grupo G de qualificação ao Mundial-2026, assumindo de forma isolada, ainda que de forma condicional, a liderança do grupo, com 12 pontos, uma vez que a Argélia só joga esta sexta-feira. Pepo foi o homem do jogo ao apontar dois golos e fazer uma assistência, numa partida em que na segunda parte os Mambas geriram o esforço, já a pensarem no jogo da terça-feira, diante dos argelinos

Uma vitória tranquila, uma liderança tranquila e um sonho bem vivo, é o estado actual da selecção nacional de futebol, depois do jogo desta quinta-feira, diante do Uganda, disputado no Estádio Internacional de Cairo, no Egipto.

Um herói suspeito apareceu na partida frente ao Uganda, a mostrar que chegou para se impor na equipa. Trata-se de Pepo, que marcou dois golos e deu uma assistência, sendo, por isso, a melhor unidade dos Mambas na partida.

“ONZE” DE CHIQUINHO CONDE SEM SURPRESAS

Chiquinho não surpreendeu nas escolhas dos jogadores que fizeram parte da equipa inicial, apresentado aqueles que estavam as expectativas dos amantes e seguidores dos Mambas.

Ernan, sempre ele, foi o eleito para a baliza, com um quarteto formado por Infren na direita, Bruno Langa, que estava em dúvidas a entrar para a esquerda, Reinildo, o capitão e Chamboco, a fazerem a dupla de centrais.

Contrariamente a uma dupla de pivôs, Chiquinho Conde preferiu colocar três jogadores na zona intermediária, nomeadamente Guima, Pepo e Alfonso Amade, com Gildo e Geny Catamo nas laterais e Stanley Ratifo a ser o mais adiantado da selecção nacional.

Foi, do resto, uma equipa equilibrada em todos os sectores, que conseguiu manter-se firme, com transições seguras, um ataque mortífero, uma defesa segura e um meio campo de luxo, a dar toda garantia de um futuro tranquilo nos Mambas.

ENTRAR A MARCAR, SOFRER, E MARCAR DE NOVO

Ainda era fase de conhecimento mútuo quando Gildo perdeu a oportunidade de marcar, na cara do guarda-redes, a permitir a intervenção de um defesa, que desvia para canto. Pepo foi lá e num momento de inspiração marcou um golo olímpico, aos quatro minutos, estreando-se a marcar pelos Mambas.

Sol de pouca dura porque dois minutos depois, num livre da direita, Shaban aparece a desviar o cruzamento para o fundo das malhas. Tudo igual, antes dos 10 minutos.

Mas Pepo estava em dia sim e de pé quente, e voltou a colocar os Mambas novamente na frente do marcador, ao aproveitar um cruzamento de Gildo para desviar. O guarda-redes do Uganda esteve mal na fotografia.

Aos 37 minutos os Mambas passaram a jogar em superioridade numérica, depois que Denis  Omedi viu o cartão vermelho, por acumulação, depois de ter sido admoestado com o amarelo numa falta sobre Alfonso Amade e depois sobre Geny Catamo.

Moçambique estava mesmo a jogar em casa, ainda que emprestada, uma vez que fechou a primeira parte tal como entrou, com golo, desta vez de Stanley Ratifo, após assistência de Pepo, a encontrar desprevenida a defesa adversária.

3-1 ao intervalo, para a selecção que foi mais adulta e que mais procurou a vitória em campo.

SEGUNDA PARTE PARA SEGURAR O RESULTADO E MANTER O RITMO

Na segunda parte os Mambas continuaram fortes e podiam ter ampliado o marcador, mas Gildo Vilankulo teve pé torto e desviou para fora. Uganda aproveitou para acordar e enviou uma bola ao travessão, a estremecer o combinado nacional.

Reinildo ainda quis dar o ar da sua graça, num remate acrobático, mas não teve a sorte desejada, tal como não teve o capitão ugandês num remate fortíssimo de fora da área, a ver Ernan brilhar nos postes.

A fechar a partida foi Chamboco a salvar os Mambas de sofrerem um golo, quando deu o corpo, aliás, a cabeça, às balas e evitar o mal.

O jogo terminou com uma vitória tranquila dos Mambas, a isolar-se na tabela classificativa, à espera agora do resultado entre Botswana e Argélia, desta sexta-feira, para depois começar a pensar no jogo de terça-feira.

Vitória à parte, agora é desfrutar e descansar, antes da partida para Argélia, para retomar a preparação no sábado, para o jogo do dia 25.

Os Mambas defrontam, esta quinta-feira, a sua congénere do Uganda em partida da quinta jornada do grupo G de qualificação ao Mundial-2026. O seleccionador nacional diz que estão reunidas condições para um bom jogo. Já o médico dos Mambas garante que todos os jogadores estão aptos para defrontar Uganda.

O médico da selecção nacional garante que os jogadores estão todos aptos para o jogo desta quinta-feira, diante do Uganda, a contar para a quinta jornada de qualificação ao Mundial-2026. Raúl Cossa diz também que as temperaturas são favoráveis para a equipa de todos nós.

O conjunto liderado por Chiquinho Conde está completo e na tarde desta terça-feira já realizou um treino com todos jogadores. A preocupação inicial era com Geny Catamo e Bruno Langa, os últimos a integrarem o grupo, mas Raúl Cossa assegura que é uma questão ultrapassada.

“Todos os atletas, de momento, estão disponíveis para fazerem parte do próximo jogo com a Uganda. Tínhamos uma certa preocupação até hoje de manhã (ontem), em relação aos atletas chegarem um pouco mais tarde, nomeadamente Geny Catamo, Reinildo e Bruno Langa, pois não sabíamos muito bem qual seria o seu estado de saúde, mas, no entanto, chegaram bem. Esperamos que essa alegria e essa saúde dos atletas, mantenha-se até ao dia do jogo com a Uganda”, vacticinou Raúl Cossa.

Em relação aos restantes atletas, o médico da selecção nacional assegura que estão em perfeitas condições e nas contas de Chiquinho Conde. “De momento ainda não temos nenhuma situação preocupante, e oxalá que isso continue. E para nós é bom, porque todos os atletas ficam ao dispor da equipa técnica, que pode escolher quem estiver em melhores condições para constar na lista dos escolhidos para fazerem parte do jogo contra a Uganda”, disse. 

Raúl Cossa analisou ainda o estado do tempo em terras faraónicas, que considera serem boas para a prática do futebol, até porque “não está nem muito quente, nem muito frio. É uma temperatura que dá para se jogar futebol. Não é muito alta, nem baixa. Eu acho que as temperaturas aqui devem estar a rondar uns 23, 24 graus por aí”.

Os Mambas treinaram esta quarta-feira no Estádio Internacional de Cairo, palco do embate desta quinta-feira diante do Uganda, para a quinta jornada do grupo G de qualificação ao Mundial 2026.

O treinador do Ferroviário de Nacala, Chaquir Bemat, não aguentou a pressão dos adeptos e pediu demissão, mesmo antes do Moçambola iniciar. É o primeiro caso de saída de um técnico de um clube, ainda na pré-época, esta temporada

Moçambola 2025 ainda nem tem data para o seu arranque e já há clubes que perdem seus treinadores. Uma pré-época atípica, cujo período estende-se cada vez mais, uma vez que o arranque do campeonato nacional foi adiado para o mês de Abril, contrariamente a finais de Março, data inicialmente agendada.

Os clubes vão fazendo a sua pré-época e em Nacala já há um treinador que bateu com a porta devido à pressão dos adeptos.

Chaquir Bemat não aguentou a pressão dos adeptos que em todas sessões de treinos enchiam as bancadas do campo da Bela Vista, onde tem estado a trabalhar, com exigências em relação à prestação dos jogadores.

Outro factor que contribuiu para que o técnico batesse com a porta foram os resultados alcançados na presente pré-época, nomeadamente os últimos jogos, onde perdeu por 3-0 diante do homónimo de Nampula, e por 4-3, na marca das grandes penalidades, depois do empate a um golo no tempo regulamentar, frente ao rival de Nacala, o Desportivo, em ambos jogos inseridos num quadrangular local.

Nem mesmo as contratações feitas pela direcção do clube, nomeadamente o guarda-redes Manuel Tivane (ex-Ferroviário de Maputo), Mapangane (ex-Black Bulls), Sataca Jr. (ex-Baía de Pemba), Eládio e Pauluana (ex-Ferroviário de Lichinga), Miter e Betinho (ex-Associação Desportiva de Vilankulo), Brito (ex-Estrela Vermelha de Maputo), Dinis (ex-Ferroviário de Nampula), Kito (ex-Maxaquene), Yude e Mário (ex-Ferroviário de Maputo), Adnane (ex-Brera de Maputo) e mais recentemente Sidique, ido da União Desportiva de Songo.

O facto é que os “locomotivas” de Maiaia não tem conseguido encontrar um equilíbrio dentro das quatro linhas, mesmo contando com os experientes jogadores que integram o plantel.

A direcção do clube ainda não deu uma confirmação oficial da saída de Chaquir Bemat e nem mesmo avança com possíveis nomes para a sua substituição, numa altura em que se aguarda pelas novas datas para o arranque do Moçambola-2025.

Para além da data do arranque do campeonato nacional, a Liga Moçambicana de Futebol ainda não agendou divulgou a data para a realização da Assembleia geral, que vai debater questões relacionadas com a gestão do Moçambola, quer em termos de actividades, bem como do orçamento.

Sabe-se, porém, que o défice orçamental de mais de 30 milhões de meticais, bem como a falta de transporte aéreo para ligações de clubes, são apontados como os principais motivos para que a prova máxima do futebol nacional não tenha ainda data do seu início.

Anúncio da 14ª equipa do Moçambola é outro entrave

Para além dos argumentos apresentados acima, a Liga Moçambicana de Futebol ainda não tem o número definitivo de clubes que vão disputar o Moçambola-2025, uma vez que a 14ª equipa, o Brera Tchumene, desistiu da prova no mês passado.

Assim, de acordo com a Federação Moçambicana de Futebol, citado pelo Jornal Notícias, esta semana poderá ser anunciada a equipa que vai completar o leque os participantes na prova, uma vez que se espera pelo pronunciamento da Comissão de Licenciamento de Clubes em relação aos clubes convidados para preencher a vaga.

No caso espera-se pela definição do clube que terá concluído o processo de licenciamento entre os finalistas das poules do ano passado, nomeadamente Incomáti de Xinavane, pela zona sul, Matchedje de Mocuba, pela região centro, e Sporting de Nampula, no norte, para além do Textáfrica, despromovido da prova na época passada.

Ou seja, quem tiver o processo totalmente concluído poderá ser a 14ª equipa a participar do Moçambola-2025.

 

+ LIDAS

Siga nos