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O País – A verdade como notícia

74 Minutos, um silêncio…depois veio o grito. Era o da claque barrulhenta que acompanhava os estudantes. Binó, jogador da UP, havia atendido ao pedido e a bola já descansava no fundo das malhas. Preocupação! Via-se Daúde Razaque, treinador da Liga atordoado e não era para menos! Uma UP que soube ser e estar e mostrou que entrou neste Moçambola para ficar.

Indo ao jogo, entrou melhor a UP, mas foi a Liga a criar a primeira situação de perigo, numa jogada em que Dainho frente-a-frente a baliza não conseguiu bater Valério. A resposta dos estudantes surge ao minuto 21. Passe bem feito por Mano para Maré, mas Quino soube antecipar-se e impediu o pior.

Aos 27 minutos, a UP reclamou uma grande penalidade num lance em que Binó caiu na grande área, mas o árbitro Feliciano dos Santos não entendeu que tinha havido uma entrada faltosa. Os visitantes cresceram no jogo e aos 29 minutos Maré só não marcou, porque o seu remate passou ao lado da baliza de Quino. Já nos minutos de compensação, a Liga poderia ter marcado, mas Dainho viu o seu remate a passar muito perto do poste de Valério. Com o igualdade sem golos a prevalecer foi-se ao intervalo.

Na segunda metade do jogo, mais uma vez entrou melhor a UP, que aos 74 minutos chegou ao golo. Jogada combinada entre Tazman e Binó, este ultimo na boca da baliza não perdoou para o desespero da equipa técnica da Liga.
Vendo-se em desvantagem, a Liga acelerou no acelerador, mas mesmo com as investidas de Yude e Arnaldo estas não foram capazes de bater o guardião Valério que abortou todas as investidas. Com o resultado tangencial de 1-0, a favor da Universidade Pedagógica, terminou a partida.

“Minha equipa nunca treina quando joga fora”

Victor Matine, treinador da UP, destacou o espírito de sacrifício da sua equipa, pois, segundo fez saber, a sua equipa parte em desvantagem sempre quando joga fora. “Minha equipa nunca treina quando joga fora, somos a única equipa que irá viajar na terça-feira para jogar na quarta-feira, onde já se viu?”  

“Hoje não fomos aquela liga que costumamos ser”

Daúde Razaque, treinador da Liga, reconheceu que o adversário foi mais forte. “Felicitar o adversário, eles foram mais eficazes, vieram com uma estratégia muito bem montada e nós não conseguimos derrubar aquela muralha por eles montada. Hoje não fomos aquela Liga que costumamos ser”, lamentou o técnico.

O Ferroviário de Maputo "A" venceu, esta sexta-feira, o Maxaquene por 77-23, em jogo da primeira jornada da segunda volta da Engen Maputo Basket ao nível dos seniores femininos. Mesmo sem o concurso de Rute Elias Muianga e Dulce Mabjaia, as campeãs nacionais foram de longe a melhor equipa na quadra, redimindo-se, desta forma, da derrota sofrida diante do Costa do Sol na ronda anterior.

Com um cinco inicial composto por Anabela Cossa, Amélia Massingue, Vilma Covane, Odélia Mafanela e Elisabeth Pereira, o Ferroviário de Maputo "A" impôs a sua qualidade desde cedo na quadra.

Ao nível dos seniores masculinos, o Ferroviário de Maputo continua imbatível na Engen Maputo Basket. Sexta-feira, o conjunto de Milagre "Mila" Macome venceu categoricamente o Maxaquene, por 86-37, num jogo em que foi dominador em todos capítulos.

 

Diogo foi o herói na partida entre os dois “locomotivas” mais velhos, nomeadamente o da Beira e o de Maputo, na partida de atraso da 12.ª jornada do Moçambola ZAP, edição 2017. O avançado e capitão do Ferroviário de Maputo marcou aos 62 minutos do jogo, colocando a sua equipa isolada na segunda posição da prova.

Foi uma partida que colocou os dois últimos campeões nacionais, onde a irmandade foi colocada de lado, permitindo que o espectáculo, dentro das quatro linhas, fosse dos melhores. Aliás, os adeptos das duas equipas que se fizeram presentes no “caldeirão” do Chiveve não saíram desolados com o espectáculo, senão mesmo pelo resultado que foi negativo para a turma da casa.

A primeira parte do jogo não teve muitas oportunidades de golos, senão por Dayo, que por duas vezes tentou visar a baliza do Ferroviário de Maputo e Diogo, uma vez, a tentar o golo. Só mesmo na etapa complementar é que as equipas se soltaram mais e dispuseram de algumas ocasiões flagrantes de marcar.

O primeiro foi, mesmo, o Ferroviário de Maputo que tentou o golo. E só aos 17 minutos da segunda parte, 62 do jogo, é que Diogo desfez a igualdade, marcando um golo que foi bastante festejado pela turma da capital do país.

Os “locomotivas” do Chiveve reagiram, Aleixo Fumo fez entrar Maninho para o jogo, que, juntamente com Andro e Dayo procuraram chegar ao golo do empate, mas não conseguiram. Terminou o jogo com a vitória da turma de Maputo frente à equipa da Beira, no embate entre duas “locomotivas”, no jogo mais importante dos três jogos em atraso realizados esta quarta-feira.

Lucas Barrarrijo teve um regresso feliz à sua terra e a um campo que muito bem conhece. Barrarrijo foi campeão nacional em 1981 pelo Têxtil de Púnguè, enquanto jogador e como treinador do Ferroviário da Beira foi vice-campeão nacional e vencedor da Taça de Moçambique, por duas ocasiões.

Outros dois jogos terminam empatados

As outras duas partidas realizadas ontem, quarta-feira, terminaram sem abertura de contagem.
UP de Lichinga e Clube de Chibuto terminaram sem golos numa partida de fraco futebol e onde as duas equipas não tiveram oportunidades de golos, justificando-se a resultado final.

Na outra partida em atraso, o Chingale de Tete empatou, também, sem abertura de contagem com o Ferroviário de Nampula. Foi uma partida em que a turma de Nampula de tudo fez para sair com a vitória, mas os “canarinhos” de Tete fecharam-se bem em copas e não permitiram surpresas na sua baliza. Com estes resultados, o Ferroviário de Nampula descola do seu homónimo da Beira, passando para a quarta posição, com 18 pontos, e deixando o Ferroviário da Beira na quinta posição, com os mesmos 17, agora em igualdade pontual com o Clube de Chibuto. A UP de Lichinga alcança o Maxaquene na 9.ª posição, ambos com 14 pontos, enquanto o Chingale de Tete mantém a penúltima posição, com mais um ponto, ou seja, nove.

Fim-de-semana tranquilo para líderes

A 13.a jornada do Moçambola ZAP não terá jogos de grande destaque, com os líderes a terem uma jornada tranquila. A União Desportiva de Songo, por exemplo, vai ao campo da Soalpo, onde defronta o Textáfrica de Chimoio, enquanto o Ferroviário de Maputo vai ter pela frente a Associação Desportiva de Macuácua.

A Liga Desportiva de Maputo, terceira colocada, recebe, no seu campo, a UP de Lichinga. O destaque desta jornada vai para o embate de Nampula entre o Ferroviário local e o Desportivo de Nacala, jogo marcado para o Estádio 25 de Junho.

A deslocação mais difícil será a que o Costa do Sol vai realizar, para a província de Gaza, onde vai defrontar o Clube de Chibuto, avido em alcançar bons resultados em sua casa. O Ferroviário da Beira, mais uma vez, não vai jogar, em virtude de estar a preparar o jogo da segunda jornada da Liga dos Campeões, próxima terça-feira, diante do El Hilal do Sudão.

 

As formações do Maxaquene, Liga Desportiva de Maputo, Costa do Sol (?) e 1.º de Maio de Quelimane que militam no Moçambola Zap, edição 2017, passearam a sua classe nas partidas da 2.ª eliminatória da Taça de Moçambique, ao nível provincial. Com estas vitórias, essas equipas transitam à fase nacional, onde o sorteio pode colocar frente-a-frente equipas do mesmo escalão.

Costa do Sol e Maxaquene sofrem

Ao nível da cidade de Maputo, a Liga Desportiva de Maputo teve uma passagem tranquila à fase nacional ao receber e vencer, no seu campo, o Matchedje de Maputo, numa partida de grande nível. Telinho, com a sua veia goleadora, marcou os dois golos que deram a vitória a turma da Liga Desportiva de Maputo.

As outras duas equipas do Moçambola Zap já qualificadas à fase nacional desta segunda maior competição futebolística do país, a Taça de Moçambique, nomeadamente o Maxaquene e o Costa do Sol, tiveram que suar as estopinhas para garantirem a passagem.

O Maxaquene foi a primeira equipa a garantir a passagem à fase nacional, na terça-feira, ao derrotar o Estrela Vermelha por 3-1, resultado encontrado no prolongamento. É que os “tricolores” ainda se adiantaram no marcador por intermédio de Bruno, na primeira parte, mas os “alaranjados” restabeleceram a igualdade aos 82 minutos, por Mundinho, forçando ao prolongamento. Só mesmo na segunda parte do prolongamento é que Bruno e Tobias conseguiram colocar o Maxaquene na fase nacional da Taça de Moçambique.

A outra equipa que teve que ir ao prolongamento para passar à fase nacional foi o Costa do Sol, ontem, diante do Desportivo de Maputo. No tempo regulamentar, os “alvi-negros” estiveram duas vezes em vantagem, até quase no final do jogo, Chico – defesa do Costa do Sol – restabeleceu a igualdade e forçou o tempo extra. Foi nessa altura que Mbulu, aos 106 minutos, desfez o empate, mas obrigou o “canário” a se fechar em copas na sua zona defensiva, para conseguir a vitória. É que o Desportivo de Maputo fez de tudo para não sair derrotado e valorizou a vitória “canarinha”.

O Ferroviário de Maputo, outra equipa da capital do país que está no Moçambola Zap, só joga na próxima semana a eliminatória desta fase provincial, diante do Águias Especiais de Maputo, num jogo marcado para o Estádio da Machava.
Finalmente o Vulcano de Maputo afastou a turma do Nacional, também de Maputo, ao vencer por uma bola sem resposta.

Primeiro de Maio de Quelimane também no “nacional”

Outra equipa que já garantiu a passagem à fase nacional é o 1.º de Maio de Quelimane,  que na finalíssima do “provincial” derrotou o rival, Sporting, também de Quelimane, por três bolas sem resposta. Foi uma vitória fácil para a turma do 1.º de Maio, que apenas teve que gerir o jogo, perante um adversário que pouco fez para justificar outro resultado. Aliás, este jogo foi realizado semana passada.

As outras províncias vão realizar as finais para encontrar os representantes locais à fase nacional da Taça de Moçambique, que terá o seu sorteio marcado para a próxima terça-feira, na sede da Federação Moçambicana de Futebol.

Haverá briga! Frente-a-frente duas equipas com fortes ambições e que não escondem o “apetite” de saborear o gostinho de levantar o canecão. O embate será disputado na tarde de domingo, no campo do Clube de Chibuto, na província de Gaza.

No confronto directo leva vantagem o representante de Gaza. É só lembrar que no dia 10 de Abril de 2016 os “guerreiros” receberam os “canarinhos” e empataram a uma bola, num jogo a contar para a 4ª jornada. Já na segunda volta, concretamente no dia 31 de Julho, os “guerreiros” “abateram” o canário no seu ninho, ao vencer por duas bolas a uma. Enfim, números a parte, o que é certo é que haverá briga. Briga porque as duas formações querem melhorar as suas posições na tabela classificativa e não querem perder de vista o pelotão da frente.
 
Os comandados de Nelson Santos vêm de um empate (a duas bolas) sofrido frente a UDS, no seu terreno, e entrarão para este jogo para recuperar a sua honra. Mas pela frente tem um FC Chibuto ferido no seu orgulho depois de ter perdido a batalha, jornada passada, no terreno do ENH de Vilanculos, lembre-se onde perdeu por três bolas a uma.

Noutra partida, o líder, a União Desportiva do Songo, vai a Chimoio contrariar as intenções do Textáfrica que, diga-se, está há várias jornadas encalhado nos lugares de despromoção, e jogando no seu terreno, quererá infernizar o seu adversário. Mas pela frente tem um adversário que já deu indicações de que nesta época pretende fazer história e levar, pela primeira vez, o canecão de campeão.    

 

Como é apanágio, a Stv Noticias vai trazer as emoções de um dos jogos da jornada. Trata-se do embate Ferroviário de Maputo-AD Macuácua. São duas equipas com sortes diferentes na tabela classificava. Enquanto o Ferroviário de Maputo está a dois pontos do líder e sonha alto, a Associação Desportiva de Macuácua, ainda não sentiu o sabor da vitória nesta temporada e luta para desencalhar dos lugares de despromoção.

Lucas Bararrijo, treinador dos “locomotivas” de Maputo sabe que esta não é a hora de abrandar, mas sim de pisar no acelerador de modo a assaltar a liderança, eis que se espera uma boa partida de futebol.
Quem também pretende, de certeza, assaltar a liderança é a Liga Desportiva de Maputo, que a quatro pontos disso, irá procurar arruinar a UP de Lichinga. Enfim, uma equipa imprevisível e que já mostrou ter pujança e que veio para ficar no nosso Moçambola Zap.

Noutros jogos, o Ferroviário de Nampula vai receber o Desportivo de Nacala, o Ferroviário de Nacala irá defrontar o ENH de Vilankulo e por fim o Chingale de Tete irá se bater com o Ferroviário da Beira.  

 

O Treinador da Liga Desportiva de Maputo, Daúde Razaque, disse, hoje, que a sua equipa, apesar de estar na terceira posição, o objectivo continua a passar por amealhar o maior número de pontos possíveis, para garantir a manutenção, contudo, se os “grandes” permitirem não vai deixar de conquistar o título.

Jogadores e equipa técnica da Liga Desportiva do Maputo que este fim-de-semana recebem a UP de Lichinga, para a 13ª jornada do Moçambola – ZAP 2017, dizem que esperam um jogo difícil, mas farão de tudo para arrancar os três pontos.

Foi em mais um dia de treino, no seu campo onde em conversa com o treinador da Liga soubemos “o importante é não perder, viemos de três empates seguidos, e contra a UP de Lichinga será um jogo difícil. É uma equipa que tem muitos jovens com vontade de crescer e a fazer um campeonato regular. Mas o estado anímico da minha equipa é bom e vai encarar o jogo com muita alegria.”

Daúde Razaque afirma que o objectivo não passa pela conquista do campeonato, mas alerta que se as outras equipas permitirem não vai deixar.

“Se você estiver a andar na rua e chegar um amigo e oferecer-lhe um manso de notas você irá recusar? Claramente que não, se vierem nos dar essa chance é bem-vinda”, argumentou o treinador da Liga.
Jogadores também afirmam que a jogar em casa diante do seu público têm a obrigação de ganhar.

 

O internacional moçambicano, Elias Pelembe ou simplesmente Dominguez, acaba de se sagrar campeão sul-africano pelo Bidvest Wits.

A vitória diante do Polokwane City (2-0) permitiu ao conjunto do capitão dos Mambas conquistar o inédito título. E este é o primeiro título de campeão sul-africano do “Puto Maravilha” pela sua actual equipa. Antes, Dominguez sagrou-se campeão pelo Supersport.

No jogo de hoje, o “Puto Maravilha” foi substituído aos 88 minutos.

O presidente da Federação Moçambicana de Futebol (FMF), Alberto Simango Júnior, foi semana passada nomeado para a Comissão de Apelo da FIFA, no encerramento do 67.o congresso daquele organismo reitor do futebol mundial, em Manama, no Bahrein.

O mandato da Comissão de Apelo é de quatro anos. Na realidade moçambicana, esse órgão corresponde ao Conselho Jurisdicional. É o órgão para o qual, numa decisão disciplinar tomada por um outro órgão (ex-CAF ou UEFA), não se conformando, o sancionado recorre a ele , o Comissão de Apelo.

Para a sua nomeação ao cargo da Comissão de Apelo da FIFA, contou muito o trabalho desenvolvido pelo dirigente que gere o futebol moçambicano, nos tempos em que foi gestor da Liga Moçambicana de Futebol e agora, na Federação Moçambicana de Futebol.

Simango regressou sábado passado ao país, onde deverá participar, nos próximos dias, na Assembleia-Geral Ordinária da Federação Moçambicana de Futebol, que vai avaliar os trabalhos desta organização gerente do futebol.

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