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O País – A verdade como notícia

Depois da recuperação de jogadores, na sessão da segunda-feira, Abel Xavier priorizou os aspectos técnico e tácticos, com destaque para o domínio da bola, passe e remate à baliza, para a sessão desta terça-feira, que foi a última antes da partida para a Zâmbia. O seleccionador nacional iniciou a sessão com aspectos de passe curto e longo, destacando o domínio e o passe como forma de dotar os jogadores de melhores condições para enfrentar a poderosa selecção zambiana.

Aliás, só o simples facto de Abel Xavier ter dispensado o treino da tarde de ontem, já é motivo mais que suficiente para assumir a confiança que tem nos jogadores escolhidos para este embate diante dos “Chipolopolo”, a contar para a primeira mão do grupo K de qualificação ao Campeonato Africano das Nações, que terá lugar nos Camarões, em 2019.

O seleccionador nacional diz que o conjunto ainda está a trabalhar “para encontrar a identidade própria”, onde à busca de uma forma segura de transição de jogadas da defesa ao ataque “dita todo um processo de organização, dos aspectos defensivos e ofensivos, no qual neste momento, dá-me indicadores positivos”, pois trata-se de uma equipa “corajosa e posicionada com 10 metros mais a frente”. Esta foi, de resto, a forma encontrada por Abel Xavier para demonstrar o crescimento da selecção nacional ao longo do tempo.

“Mas eu penso que o trabalho que temos vindo a fazer ao longo deste tempo, dá-me confiança, porque o grupo respira esta confiança, de obtenção de um bom resultado, na Zâmbia”, resumiu Abel Xavier.

Motivação e crença dos jogadores

O seleccionador nacional disse, num outro desenvolvimento, que os jogadores estão cientes de que esta é a grande oportunidade que os Mambas têm de fazer um bom resultado diante dos “Chipolopolo”, tendo em conta o histórico entre os dois conjuntos. “Nós já estudamos o nosso adversário, e os jogadores estão cientes de que é possível fazer um bom resultado. Vamos à procura disso neste jogo, porque os jogadores dão-me essa confiança”, esclarece Xavier.

E foi mesmo notório no seio dos jogadores o entusiasmo na hora de acatar as orientações da equipa técnica, bem como a motivação para arrancar a primeira vitória diante dos “Chipolopolo”, sábado, em Ndola. Ratifo, que actua na Alemanha, disse estar ciente de que os moçambicanos esperam muito dele, tendo em conta o que já fez diante da Angola e Lesotho. “Estamos todos confiantes que vamos vencer a Zâmbia pela primeira vez. A motivação é enorme no seio dos jogadores. Da minha parte prometo fazer o melhor de mim para ajudar a selecção a alcançar um bom resultado”, disse o avançado moçambicano. Já Reinildo, outro jogador dos Mambas, assume que não será tarefa fácil, mas a grande motivação que acompanha os jogadores e o ambiente que se vive no balneário, dá esperanças de um bom resultado. “O mister sempre nos incutiu que vamos à Zâmbia para vencer e é isso que nós queremos e vamos lutar por isso mesmo. Não será fácil, mas achamos que temos tudo para voltar com um resultado positivo, que passa pela vitória”, disse Reinildo Mandava.

A motivação e esperança pela conquista da vitória diante da Zâmbia que é demonstrada pelos adeptos moçambicanos, não intimida o seleccionador nacional, que considera ser importante que os mesmos tenham este espírito.

Os Mambas deixam Maputo esta quarta-feira, com destino a Ndola, onde defrontam os “Chipolopolo”, para a primeira jornada do grupo K de qualificação ao CAN 2019, nos Camarões.

Adeptos esperam vitória em Ndola

Os adeptos dos Mambas, em número de cinco dezenas, presentes na sessão de treinos desta terça-feira, mostram-se confiantes que os jogadores podem obter um bom resultado contra a Zâmbia. O apoio dos adeptos dos Mambas começou a ser sentido mesmo nos treinos, onde procuravam puxar pelos jogadores, acompanhando as jogadas e aplaudindo os golos que iam sendo marcados, por Dominguez, Ratifo e Luís Miquissone.

Os mesmos consideram que esta é a selecção mais jovem dos Mambas, nos últimos cinco anos, mas que dá confiança na obtenção de um bom resultado.

Moçambique nunca venceu a Zâmbia em jogos oficiais, e os adeptos consideram que esta será a primeira vez. E o prognóstico é bastante positivo, cujos resultados variam entre a tangente até no mais volumoso (1-0, 2-1 ou 2-0).

Não há, para já, indicação de excursão para levar os adeptos dos Mambas a Ndola, mas espera-se que os Moçambicanos residentes na Zâmbia, bem como os residentes nas províncias de Tete e Manica, possam deslocar-se ao Estádio Nacional, para apoiar o combinado nacional.

É mais um jogador moçambicano e da selecção moçambicana que vai militar no principal campeonato sul-africano, tal como Dominguez, Hélder Pelembe e Edmilson Dove.

O internacional moçambicano Jeitoso vestiu as cores do Ferroviário de Maputo, clube pelo qual foi campeão na época futebolística 2015, quando os “locomotivas” estavam sob o comando técnico de Carlos Manuel, ou simplesmente Caló, como é conhecido nos meandros futebolísticos.

O anúncio de Jeitoso como reforço do Cape Town City Futebol Clube, equipa que terminou o campeonato sul-Africano de futebol, também conhecido por PSL, na terceira posição foi feito recentemente.

A informação do defesa central moçambicano por este emblema foi tornado público pelo clube sul-africano através das redes sociais.

Para o Cape Town City “Jeitoso é um dos defesas centrais mais venerados de Moçambique e sua experiência como internacional ajudará o clube a alcançar os objectivos preconizados para a temporada que se avizinha”, avança.

Jeitoso vai alargar para dois o número de jogadores moçambicanos no clube sul-africano, uma vez que o Cape Town City garantiu a título definitivo o concurso do, também internacional moçambicano, Edmilson Dove.

O terceiro classificado não avançou os valores envolvidos no negócio e muito menos da duração do contrato do antigo camisola 13 do Ferroviário de Maputo, contudo, segundo a imprensa sul-africana, os dois jogadores assinaram um contrato valido até Junho de 2020 e com mais duas de opção.

Lembre-se que o campeão deste ano na África do Sul foi o Bidvest Wits, equipa onde milita o internacional moçambicano, Elias Pelembe, conhecido por Dominguez.

A equipa do “Puto” Maravilha sagrou-se campeã depois de vencer o Polokwane City, por dois a zero.

O Ferroviário da Beira, campeão nacional, não conseguiu atingir o seu objectivo na deslocação a Tete, onde perdeu diante do Chingale de Tete, por duas bolas sem resposta.

A vitória dos “canarinhos” de Tete veio mesmo a calhar, uma vez que a equipa sai da última posição, passando a ocupar a 14ª posição, agora com 13 pontos, enquanto o Ferroviário da Beira mantem a 8ª posição, com os mesmos 20 pontos com que entrou para esta partida.

 

Golos madrugadores

O Ferroviário da Beira entrou pressionante, já que vinha com galardões de vencedores nas Afrotaças, mas num golpe duro, logo aos quatro minutos, Charlles abriu o activo, numa jogada em que a defesa “locomotiva” esteve mal batida, permitindo que o avançado “canarinho” marcasse. Foi o segundo golo de Charlles no Moçambola Zap desta edição.

Depois foi a vez do campeão nacional correr atrás do prejuízo, com Nelito a criar imensas oportunidades de golos, mas a estar em tarde “não” e a não conseguir acertar com a baliza do Chingale. Por três ocasiões os “locomotivas” de Chiveve estiveram perto de empatar, mas a defesa dos donos da casa não permitia o último passe que seria para o golo.

No final dos primeiros 45 minutos, Valy Ramadane, falando a Rádio Moçambique, disse que o árbitro não estava a ser imparcial, pois cortava imensas jogadas da sua equipa, deixando claro que o árbitro estava a prejudicar a sua equipa.

No reatamento, quando se esperava que o Ferroviário da Beira reagisse à derrota que vinha albergando no primeiro tempo, eis que surge o “golpe da misericórdia”, por Barrigana. Passavam apenas dois minutos depois do reatamento e o Chingale de Tete já vencia por duas bolas sem resposta.

Era mais difícil para o Ferroviário da Beira chegar ao empate, mas nada impossível. Voltou à carga, pressionando o seu adversário, sem contudo conseguir os seus intentos.

Corria o tempo a desfavor dos campeões nacionais que se viam na eminência de sair do jogo com uma derrota, diante do lanterna vermelha. O Chingale de Tete fechava-se em copas, não dando espaço de manobra para os avançados beirenses, que mesmo com maior pendor ofensivo não conseguia chegar nem ao golo de honra.

 

O Estádio Nacional do Zimpeto foi o palco do primeiro treino dos Mambas, com vista a partida do próximo sábado, diante da Zâmbia, em Ndola. A animação dos jogadores e a interacção com a equipa técnica foi notória por parte dos convocados de Abel Xavier, para esta “operação Zâmbia”. A primeira sessão esteve virada a recuperação dos jogadores, depois de um final de semana em que nem todo estiveram em acção, uma vez que os que jogam fora de portas estão sem competir há algumas semanas e os locais estiveram nos jogos da Taça.

Era, por isso, necessário colocar os jogadores a fazerem algumas voltas pelo relvado, fazerem trabalhos de recuperação física e, mais tarde, algumas jogadas específicas que Abel Xavier pretende implementar no jogo. Os jogadores e equipa técnica estão cientes que não será tarefa fácil vencer esta selecção da Zâmbia, tanto mais que o confronto directo entre ambos não é favorável aos Mambas. Daí que o seleccionador nacional precisa formar uma estrutura forte e coesa e criar um estilo de jogo que permita contrariar o favoritismo dos Chipolopolos. Aliás, Abel Xavier, Dayo – jogador do Ferroviário da Beira – e Dominguez – campeão sul-africano pelo Bidvest Wits – encaram o jogo como de uma oportunidade para vencer, pela primeira vez, a Zâmbia, e iniciar bem a luta pela qualificação ao CAN dos Camarões em 2019.

O seleccionador nacional disse ainda que os atletas estão em bom estado clínico, faltando apenas juntar-se ao grupo de trabalho, Raúl – do Ferroviário de Nampula – e Mamo Saíde – da UP de Lichinga – que poderão fazê-lo no treino da terça-feira, de modo que tenha todo o “escrete” disponível para sábado. O embate entre Zâmbia e Moçambique conta para a primeira jornada do grupo K, de qualificação ao CAN de 2019, onde fazem parte Namíbia e Guiné-Bissau.

O Maxaquene qualificou-se, ontem, domingo, para os quartos-de-final da Taça de Moçambique, depois de vencer a Liga Desportiva de Maputo por três a zero, jogo que decorreu no campo da Liga Desportiva, na Matola.

O momento mais efusivo da contenda verificou-se no minuto quarenta e dois, quando Tobias fez os adeptos “tricolores” saltarem de alegria ao fazer o um a zero para o Maxaquene, resultado com que se foi ao intervalo.

Quando a Liga pensava em empatar a partida, Mutongue do Maxaquene fez o sonho da Liga Desportiva ruir ao fazer o dois a zero, quando estavam transcorridos 49 minutos da partida.

Estava a ser uma tarde sim para o Maxaquene que aos 72 minutos viu Bruno fechar as contas marcando o terceiro golo da sua equipa.

Era um jogo dos quartos-de-final e a eliminar, por isso a Liga Desportiva e o Maxaquene estavam proibidos de errar.

Ambas equipas conseguiram manter as suas balizas invioladas até ao minuto quarenta, mas o Maxaquene voltou mais perigoso na segunda parte e empurrou a Liga para a sua zona defensiva.

Noutro jogo, a equipa do Costa do Sol foi a Xinavane derrotar o Incomáti local por três a zero, juntando-se desta forma ao Maxaquene nos quartos-de-final.

O Ferroviário de Maputo teve que suar as estopinhas para vencer o Chibuto por três a dois.

A partida entre os “Guerreiros de Gaza” e os “locomotivas” da capital teve de ser resolvida no prolongamento, uma vez que no tempo regulamentar as duas equipas empataram a duas bolas.

 Ainda olhando para os resultados da zona Sul, o ENH levou a melhor sobre o Vulcano de Maputo.

Ainda nos jogos da Taça, mas desta feita na zona Centro, o Ferroviário de Quelimane eliminou o Estrela Vermelha da Beira, ao conseguir vencer os alaranjados por três a dois.

O detentor do título, a União Desportiva de Songo, sofreu para eliminar o Sporting Clube da Beira, que conseguiu sair a empatar a zero ate aos 90 minutos, mas não aguentou já no prolongamento e cedeu os dois a zero.

Por seu turno, o Chingale de Tete derrotou a Universidade Pedagógica de Chimoio por 2-1.

Já na zona Norte, o Ferroviário de Nampula goleou de forma humilhante o Sporting da Mocímboa da praia por dez a zero. Foi uma verdadeira goleada a moda antiga.

O Desportivo Nacala eliminou a formação da Universidade Pedagógica de Lichinga. O jogo entre estas duas equipas foi resolvido na transformação de grandes penalidades, onde a equipa vencedora marcou três penáltis e a vencida marcou apenas dois, depois de as duas equipas terem terminado os 90 minutos do jogo empatadas a uma bola.

Como já se esperava, o público da Cidade da Beira respondeu positivamente ao chamamento dos campeões nacionais. Mesmo assim, os visitantes entraram destemidos, tanto que nos minutos iniciais chegaram a introduzir a bola na baliza moçambicana, mas já havia indicação de fora de jogo.

Os sudaneses continuaram a pressionar e aos 5 minutos estiveram perto do golo, mas valeu a intervenção do guardião Willard, que se antecipou aos adversários.

Com o apoio do público, os donos da casa cresceram e aos 23 minutos Ário viu o seu remate a ser defendido pelo guardião sudanês.
Aos 26 minutos, os visitantes deram réplica numa jogada de contra-ataque em que faltou coordenação entre os jogadores sudaneses.  
Aos 29 minutos, os visitantes estiveram perto do golo numa jogada em que com Willard faz uma saída em que Carlos Amorim aparece de outro planete para impedir o que já se acreditada que era golo.  

O Ferroviário da Beira respondeu aos 38 minutos, num lance em que Andro faz um remate colocado, mas a bola não tomou a Direccão pretendida.

A equipa moçambicana tentava chegar à baliza sudanesa, mas a defensiva dos visitantes continuava implacável.  

Segunda parte
O Ferroviário da Beira entra forte e Andro só não marcou porque viu seu remate a ser defendido pelo guardião sudanês. Os campeões nacionais queriam mudar o rumo do jogo. No entanto, aos 49 minutos os visitantes estiveram quase a marcar, num erro defensivo dos “locomotivas”, mas valeu a atençaõ de Willard, que disse não ao golo.  
Mais tarde, aos 57 minutos, Dayo, após ser assistido, arrancou em velocidade e desferiu um forte remate, mas a bola saiu ao lado do poste. Foi o aviso para o que veria acontecer dez minutos depois.

O relógio marcava 67 minutos de jogo, o Caldeirão ansiava por um golo dos campeões nacionais. Para alegria dos adeptos que lotaram o campo do Chiveve, Dayo fez o que se recomenta a um grande avançado de futebol. Pressionado pelos defesas sudaneses, o jogador deixa dois adversários para trás e escolhe o melhor momento para fuzilar a baliza, no interior da grande área. Depois de escolher o ângulo, rematou bem colocado, e o Caldeirão entrou em efervescência total. Um zero no marcador. A equipa moçambicana passava, pela primeira nesta fase de grupos, a estar em vantagem no marcador.

Mas Ferroviário da Beira queria mais, tanto que, um jogador do Al-Merrikh viu-se forçado a cometer uma falta contra Dayo, à entrada da grande área dos sudaneses. O árbitro angolano não teve dúvidas, mostrou o cartão vermelho e os visitantes passaram a jogar com menos um jogador. Até a o fim do jogo, os festejos para a equipa da casa que, agora, soma 4 pontos.
 

 

 

 

Numa reedição da final de 1998, o campeão Real Madrid tenta tornar-se na primeira equipa a revalidar o troféu da Liga dos Campeões e a Juventus procura o terceiro título europeu de clubes, num embate a ter lugar este sábado, em Cardiff. Ambas as equipas têm profunda experiência no que toca a finais. Campeão europeu em título, o Real Madrid – que tenta tornar-se no primeiro clube a defender com êxito o troféu desde o nascimento da “Champions League” – vai disputar a sua terceira final em quatro anos, depois de ter batido o rival citadino Atlético de Madrid no jogo decisivo em 2014 e 2016; a Juventus, por seu lado, perdeu com o Barcelona na final de 2015.

Este jogo será uma reedição da final de 1998, jogada em Amesterdão, na qual o Real Madrid bateu por 1-0 uma Juventus que contava na equipa com o actual treinador dos “merengues”, Zinédine Zidane. Esse triunfo garantiu então aos madrilenos o sétimo do recorde de 11 títulos europeus de clubes que detêm. A Juve, por sua vez, ergueu o troféu duas vezes, em 1985 e 1996, mas saiu já derrotada de seis finais – mais do que qualquer outro clube.

Vitória. Esta é a palavra de ordem no seio dos campeões nacionais que, hoje, cumpriram o último treino, antes da recepção do Al- Mereik, amanhã. O Jogo está inserido na terceira jornada do grupo A da Liga dos Campeões Africanos.

Certos de que a conquista de três pontos pode relançar a equipa na luta pela qualificação para a segunda fase, os jogadores vão procurar pressionar o adversário e chegar a uma vantagem o mais cedo possível para encararem o jogo com maior tranquilidade.

Jogar abertamente ao ataque sem, no entanto, descurar os aspectos defensivos é a estratégia traçada pela equipa técnica dos “locomotivas” do Chiveve.
O embate entre o Ferroviário da Beira e Al Mereik do Sudão será dirigido pelo angolano Hélder Martins que terá como auxiliares os seus compatriotas Ivanildo Meireles Lopes e Júlio da Silva Lemos.

Condições logísticas criadas para realização do jogo 

O Caldeirão do Chiveve apresenta uma nova cara após obras de melhoramento dos balneários e outros compartimentos, intervenções recomendadas pela Confederação Africana de Futebol para que pudesse acolher jogos da Liga dos Campeões Africanos.

O relvado está igualmente em condições, sendo que a direção do clube espera que estas melhorias se traduzam também numa vitória, amanhã, diante dos sudaneses.
Segurança é o que não irá faltar no Caldeirão do Chiveve, até porque serão destacados para o recinto desportivo quatro especialidades do ramo da polícia, nomeadamente Polícia de Proteção, Unidade de Intervenção Rápida, Polícia de Trânsito e Serviço Nacional de Investigação Criminal.

Este será o primeiro jogo do Ferroviário da Beira em casa na Liga dos Campeões Africanos em futebol.

Costa do Sol e Ferroviário “A” defrontam-se, sábado, às 17h30, no pavilhão do Maxaquene, no jogo de cartaz da quinta jornada da segunda volta da Engen Maputo Basket ao nível dos seniores femininos. O jogo será transmitido em directo pela Stv e Stv Notícias.

É um jogo de grande interesse porquanto coloca frente-a-frente o campeão e vice-campeão nacional, portanto, duas das melhores equipas da actualidade. Mais: estará em discussão, na quadra do pavilhão do Maxaquene, a liderança da prova uma vez que o Ferroviário “A” está na primeira posição com 25 pontos (13 jogos realizados) e o Costa do Sol contabiliza 22 pontos (com 12 jogos realizados).

Duas horas antes, ou seja, às 15h30, A Politécnica mede forças com Universidade Pedagógica (UP) em seniores masculinos, numa partida igualmente com transmissão na Stv e Stv Notícias. Ainda no pavilhão do Maxaquene, a equipa da casa bate-se com o Desportivo em seniores femininos, num jogo a ter lugar às 19h00. Às 13h30, o Ferroviário “B” mede forças com A Politécnica.

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