Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Com 28 pontos, seis ressaltos e duas assistências, Italee Lucas, americana naturalizada angolana, liderou a selecção nacional de basquetebol de Angola na vitória de hoje, diante dos Camarões, em mais um jogo inserido na primeira jornada do grupo "A" do Afrobasket 2017.

Felizarda Jorge e Ngiendula Filipe, ambas com dez pontos, estiveram também em destaque no conjunto orientado por Jaime Covilhã, Apolinário Paquete e Jacqueline Francisco.

Tia Welediji, com 10 pontos, foi a melhor cestinha da selecção nacional de basquetebol dos Camarões.

As angolanas saíram do primeiro quarto a vencer pelo parcial de 24-15. No segundo quarto, a seleccão angolana perdeu pelo parcial de 12-15.
Já no terceiro quarto, as campeãs africanas em 2011 e 2013 voltaram a liderar a marcha do marcador, sendo que no final desta etapa venciam pelo parcial de 14-11.

No quarto e decisivo quarto, a selecção de Angola conseguiu um parcial de 28-15.

Na mesma competição, a selecção nacional de Moçambique entra em campo quando forem 23h15, hora de Maputo, e terá pela frente a Nigéria.

 

A selecção nacional de basquetebol sénior feminino defronta, esta sexta-feira, às 19h15 de Maputo, a Nigéria em jogo da primeira jornada do grupo "B" do "Afrobasket" 2017.

Reecontro

A 1 de Outubro de 2015, em Yaoundé, nos Camarões, protagonizaram um jogo de "loucos" nos quartos-de-final do "Afrobasket" com as nigerianas a vencerem por 71-66.

Naquela magnífica quanto decepcionante tarde, Odélia "Mafa" Mafanela, com um duplo-duplo (18 pontos e 11 ressaltos), e Deolinda Carmen Ngulela, com 16 pontos e quatro assistências, lideraram as "Samurais" num jogo disputado até ao limite.

Do outro "lado da barricada", estava uma inspirada Joyce Eziaku Ekworomadu que contabilizou 20 pontos, quatro ressaltos e três assistências, conduzindo, desta forma, as "D’Tigers" para às meias-finais do certame.

Esta sexta-feira, às 19h15 de Maputo, no Palais des Sports Salamatou Maiga, recinto com capacidade para 5001 espectadores, Moçambique e Nigéria voltam a travar argumentos na quadra num jogo descrito pela FIBA-Africa entre duas equipas "muito fortes ".

Com o regresso de Leia "Tanucha" Dongue, uma das melhores atletas de África, e a inclusão de Tamara Seda, jogadora do UTEP Miners dos EUA, e Odélia Mafanela, segunda melhor marcadora do país no "Afrobasket" 2015 com média de 12.2 pontos/jogo, a tabela moçambicana fica mais forte e com maior disponibilidade física.

Aspecto que poderá ser determinante, Anabela Cossa, jogadora que também falhou o último "Afrobasket", está de regresso e constitui um valor acrescentado nos tiros exteriores.

O que, perfeitamente e quando estão com os níveis de confiança elevados e "mãos quentes", Iliana Ventura e Elizabeth Pereira fazem muito bem.

Defensivamente, Rute Muianga, polivalente, é certamente uma jogadora a ter em conta não só por emprestar qualidade mas também pela sua experiência.

Na armação do jogo, Amélia Massingue, que disputou o seu último "Afrobasket" em 2009, em Antananarivo, Madagáscar, é uma das escolhas de Nazir "Nelito" Salé que conta ainda com a "newcomer" Aquila Mucubaquire.

Novos valores como Eleutéria Lhavanguane e Chanaya Pinto podem ter espaço para mostrar o talento que, nas seleções de formação, emprestaram.

Lideradas pela “power forward” Evelyn Akhator, atleta que em Março último foi selecionada como terceira escolha do "draft" da WNBA pelo Dallas Wings da WNBA, as nigerianas querem repetir a proeza de 2003 e 2005 quando conquistaram o "Afrobasket".

Contam, outrossim, na sua estrutura, com a experimentadíssima Adaora Nnenna Elonu, jogadora do CB Avenida da Espanha.

Influente no jogo da sua equipa, foi das melhores unidades no "Afrobasket " prova na qual constou do cinco ideal juntamente com a retirada Deolinda Ngulela, actual treinadora-adjunta da "Samurais".

Para além destas, há a destacar no adversário desta sexta-feira Sara Ogoke, extrem-base que representa o Celta Zorka da Espanha.

Formada na Liga Universitária dos EUA, NCAA II, destacou-se com uma média de 19 pontos e 9 ressalto/jogo durante três anos. Antes de chegar a Espanha, passou pelo First Bank da Nigéria e 1º de Agosto de Angola.

A Nigéria procura melhorar a sua performance de 2015 atingido a final nesta competição. Não será uma surpresa dada a determinação das jogadoras durante a fase de preparação em Orlando, Flórida, EUA, e em Lagos, Nigéria.

Quadro de jogos:

Sexta-feira

12h30

Senegal vs Guiné Conacry

14h45

RD Congo vs Egipto

17h00

RCA vs Costa do Marfim

19h15

Moçambique vs Nigéria

23h00

Mali vs Tunísia

01h15

Angola vs Camarões

Depois da derrota sofrida no passado final de semana que levantou a ira dos adeptos e a consequente queda do técnico principal Lucas Barrarrijo e seus adjuntos, os “locomotivas” da capital do país têm nesta jornada a obrigação de vencer. E é mesmo no seu terreno, onde vai receber o homónimo de Nampula, que decorrem os acertos finais antes do jogo de domingo. Transições rápidas, troca de bola caracterizam as sessões de treino.

Ciente da pressão que vai receber dos adeptos e para que a vitória não falhe no confronto, Caló, novo timoneiro da equipa considera fundamental que os seus pupilos encarem o jogo com total tranquilidade.

No último confronto mantido entre os dois conjuntos na Taça de Moçambique, o Ferroviário de Maputo levou a melhor, ao vencer o seu homónimo de Nampula por uma bola a zero.

O Ferroviário de Maputo é sétimo classificado do Moçambola ZAP com 32 pontos.

Confiança num bom resultado é o que existe no seio dos jogadores e equipa técnica do Chingale de Tete. Carlos Graça, treinador desta formação, diz que a equipa está moralizada para o jogo com a Liga Desportiva de Maputo.
O Chingale de Tete não quer ver repetido o cenário de goleada que sofreu diante do 1º de Maio de Quelimane. No próximo domingo, a equipa de Carlos Graça quer impor-se à Liga Desportiva de Maputo.

Para o efeito, Carlos Graça apela o público de Tete a dirigir-se em massa ao campo para puxar pela equipa da casa.

Depois de terem consentido um empate a zero, na jornada passada, frente a UP de Lichinga, os jogadores do Costa do Sol não pensam mais nada se não na vitória no jogo deste sábado, diante do Maxaquene. Os canarinhos pretendem conquistar os três pontos, de modo a reduzir a diferença pontual em relação ao líder, a União Desportiva de Songo.

Nelson Santos, treinador principal do Costa do Sol, diz que a sua equipa tudo fará para vencer o campeonato. E por reconhecer o papel do 12º jogador, o técnico canarinho fez um pedido: “Gostaria que os adeptos das duas equipas viessem em massa ao estádio, para termos um bom espectáculo, e festejarmos com nossos adeptos a vitória do Costa do Sol.

Os canarinhos estão, neste momento, na segunda posição do campeonato, com 42 pontos, menos 7 que o líder UD Songo. Esta partida, entre Costa do Sol e Maxaquene terá transmissão directa, sábado, às 15 horas, na STV Notícias.

O Maxaquene vai ao terreno do Costa do Sol com o único objectivo de arrancar os três pontos e melhorar a sua posição na tabela classificativa do Moçambola Zap. Os tricolores vêm de uma derrota diante do ENH de Vilankulos por uma bola a zero. 
Com as duas principais provas futebolísticas do país perdidas, nomeadamente a Taça de Moçambique e o Moçambola, resta aos tricolores garantirem uma boa posição na tabela classificativa do campeonato nacional.
Depois de perder por uma bola a zero diante do ENH de Vilankulos na jornada passada, o Maxaquene tem uma dura missão, este final de semana, que é de medir forças com o Costa do Sol, segundo classificado.
Com a moral em alta, os tricolores realizaram uma sessão de treinos, hoje, onde privilegiaram o acerto de aspectos defensivos e de finalização. Os atletas vão para este embate com um e único objectivo, arrancar os três pontos e fugir da zona de despromoção.
O técnico tricolor, Manuel Valoi, reconheceu o valor da equipa adversária, mas espera contar com o apoio do seu público neste jogo. 
O Maxaquene ocupa actualmente a 12ª posição, a quatro pontos da zona de despromoção. 

A selecção nacional de basquetebol sénior feminina deixa, amanhã, Maputo com destino a Bamako, Mali, onde de 18 a 27 deste mês irá participar na 23ª edição do “Afrobasket” da categoria.

O conjunto nacional parte para esta competição com o objectivo de melhorar o sexto lugar alcançado em 2015, em Yaoundé, nos Camarões.

Para o efeito, Nazir Salé, seleccionador nacional, conta com um naipe de atletas experientes como Rute Muianga, Anabela Cossa, Odélia Mafanela, Cátia Halar, Amélia Massingue, Leia Dongue, que se juntam a atletas que nos últimos anos têm sido integradas nas “Samurais” quais Iliana Ventura e Elizabeth Perreira.

Há, outrossim, a destacar no jersey que irá disputar esta competição quatro jogadoras que irão marcar a sua estreia, nomeadamente Eleutéria “Formiga” Lhavanguane, Aquila Mucubaquire, Tamara Seda e Chanaya Pinto. A estreia está prevista para sexta-feira diante da Nigéria.   

Moçambique qualificou-se para o “Afrobasket” feminino pela nona vez consecutiva.

Juntamente com Angola, foi um dos dois representantes de África no Mundial de Basquetebol de 2014, na Turquia.

Há dois anos, nos Camarões, a selecção nacional de basquetebol sénior feminina teve um saldo de quatro vitórias e igual número de derrotas.

Nigéria na máxima força

O seleccionador nacional de basquetebol da Nigéria, Sam Vincent,  divulgou há dias a lista de convocados para o “Afrobasket” 2017.  Evelyn Akhator, jogadora que evolui na WNBA, Aisha Mohammed, capitã, Ezinne Kalu, Ndidi Madu, Adaeze Alaeze, Ezinne Kalu, Cecelia Okoye e Ugo Nwaigwe integram o grupo de trabalho. Sam Vincent chamou ainda Sarah Ogoke, Nkechi Akashili, Upe Atosu, Priscillia Chioma Udeaja e Adaora Elonu.

A Nigéria está inserida no grupo de Moçambique, neste caso “A”, juntamente com o Senegal, Egipto, Guiné Conacry e República Democrática do Congo.

Sam Vincent diz, em entrevista ao sítio da FIBA-Africa, estar impressionado com o desempenho das jogadores e mostra-se confiante numa boa prestação na competição. “Eu acho que a equipa está pronta para lutar pelos lugares de pódio. As atletas trabalharam muito e estão prontas para o que virá. A Nigéria não é nova no ´Afrobasket´ e não estamos preocupados com os nossos adversários”, frisou.

Elonu, jogadora que fez parte da equipa que conquistou a medalha de bronze em 2015,  nos Camarões,  diz que está “feliz” por regressar à  selecção.  

 

 

 

A basquetebolista moçambicana, Ester Gomes, esteve em destaque no campo de treinos da NBA- Basketball Without Borders Africa-, evento havido entre os dias 2 e 5 de Agosto, em Joanesburgo, África do Sul.

A atleta do Ferroviário de Maputo foi eleita pela organização como melhor jogadora do campo (Camp MVP) enquanto a sua compatriota Carla Budane chamou a si o título de jogadora mais valiosa (All Star Game MVP) neste evento que junta os 80 melhores atletas da categoria sub-18 de 65 países.

As atletas moçambicanas receberam os respectivos troféus das mãos de Adam Silver, Comissário da NBA, e Patrick Baumann, Secretário-geral da FIBA, respectivamente.

Esta não é a primeira vez que basquetebolistas moçambicanos deram cartas neste evento promovido pela FIBA e NBA.

Em 2015, a valorosa base Sílvia Amadeu Veloso- recentemente transferida do Ferroviário da Beira para o Seward County Community College dos EUA- esteve em bom plano no “Basketball Without Borders Africa”, tendo sido eleita melhor jogadora do campo.

Em 2016, foi a vez de Chanaia Pinto, jogadora que evolui no Quinta dos Lombos de Portugal, ser considerada melhor jogadora do campo. Chanaia Pinto esteve em evidência, este ano, ao ajudar – juntamente com Carla Covane- o Quinta dos Lombos a ser bicampeão distrital de Lisboa.

Fruto das suas exibições, foi chamada para a selecção nacional de basquetebol sénior feminino que, de 18 a 27 de Agosto corrente, irá disputar o Campeonato Africano de Basquetebol no Mali.

Serve de referência dizer que esta é a primeira vez que dois atletas moçambicanos são distinguidos no mesmo evento.

Ao nível dos masculinos, o nosso país foi representado no campo de treino da NBA por Edson Chavane, jogador do Desportivo de Maputo.

Esta foi a primeira vez que Moçambique conquistou dois galardões neste evento, não deixando nada para a forte concorrência.

Lembre-se que os atletas permaneceram durante quatro dias no campo de treinos, tendo tido a possibilidade de aperfeiçoar as suas habilidades técnicas sob o comando de jogadores e treinadores da NBA, participar de workshops sobre a importância da educação, liderança, desenvolvimento do carácter, saúde, promoção da amizade e diversidade. No último dia, os eleitos para o All Star Game compartilharam o mesmo palco que acolheu o NBA Africa Game – Team Africa Vs Team World.

Basketball Without Borders (BWB) é um programa para o desenvolvimento do basquetebol e sua disseminação pelas comunidades de vários países. Foi criado pela NBA e FIBA e desde a primeira actividade, em 2001, já alcançou mais de 2780 jovens atletas de 134 países, dos quais 46 foram indicados para a NBA (drafts).

Oito meses depois de ter sido afastado do comando dos “locomotivas” da capital do país, Carlos Manuel, ou simplesmente Caló, regressa a uma casa que muito bem conhece. Foi campeão nacional em 2015 com parte dos actuais jogadores e neste seu regresso já traçou os seus objectivos, um dos quais, a conquista da Taça de Moçambique

Caló assume que é mais difícil chegar ao título nacional, uma vez que a equipa está a 17 pontos do líder, quando faltam disputar 21 pontos. Mesma posição defendida pelo presidente do clube.

Aliás, esta falta de resultados no Ferroviário de Maputo foi a gota de água para o afastamento de Lucas Barrarrijo, segundo explica Sancho Quepisso, que nega ter sido a pressão dos adeptos o principal factor.

Carlos Manuel vai se estrear no comando técnico do Ferroviário de Maputo, neste domingo, na recepção ao seu homónimo de Nampula, em partida da 24ª jornada do Moçambola ZAP.

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE