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O País – A verdade como notícia

Quem vai levar o prémio the Best da FIFA, Cristiano Ronaldo, Neymar ou Messi? Eis a questão que vai ser respondida no dia 23 de Outubro em Londres, capital do Reino Unido. Os nomes foram divulgados, hoje, pela FIFA.

Para Ronaldo, este é o segundo ano consecutivo em que é nomeado para o melhor prémio da FIFA. Ainda este ano, o atacante venceu o campeonato espanhol, foi bicampeão na Liga dos Campeões, ganhou o Mundial de Clubes e foi considerado o maior goleador de Champions League.

Já para o argentino Leonel Messi, 2017 foi um ano bom, mas podia ter sido melhor. O avançado do Barcelona conseguiu conquistar dois títulos: a Taça do Rei e a Supertaça espanhola. Em 52 jogos disputados, Messi marcou 54 golos, um facto que o torna num candidato ferrenho em termos de desempenho individual.

Quanto ao internacional brasileiro, Neymar, esteve em destaque no Barcelona no início do ano, tendo marcado 20 golos em 43 jogos disputados com a camisola do emblema de catalão. A sua mudança para o PSG, tornou-o numa grande estrela do clube parisiense.

Entre os treinadores, os seleccionados para melhor da FIFA, são Allegri, Conte e Zidane pelo que fizeram com Juventus, Chelsea e Real Madrid.

Ficou para trás a derrota em Songo por duas bolas a uma, que “quase” deitou por terra o sonho de conquista da “décima”. Uma derrota que não está a ser fácil de digerir por parte dos jogadores e equipa técnica, uma vez que compromete sobremaneira as aspirações dos “canarinhos” na luta pelo título. Ainda assim, há que levantar a cabeça e assumir que não é altura de resignar do título. É este o slogan que funciona nas hostes canarinhas, quando ficaram mais longe do principal objectivo, uma vez estarem há oito pontos da liderança, embora com menos um jogo pela frente.

Nélson Santos, técnico “canarinho”, assume responsabilidades da derrota, tendo reiterado que a União Desportiva de Songo aproveitou-se dos erros defensivos da sua equipa para marcar os dois golos e “roubar” os três pontos. Santos diz que não estava nas suas projecções perder pontos em Songo, mas garante que os amantes do futebol vão sempre recordar-se do Costa do Sol como uma equipa aguerrida e que sempre lutou pelos seus objectivos.

Os jogadores, Gerson e Isac, também consideram que a derrota é de difícil ingerência, mas o que conta agora é levantar a cabeça e olhar para os objectivos que o clube ainda tem pela frente, uma vez que tem um nome e um símbolo por defender, o “glorioso Costa do Sol”.

Para já, enquanto matematicamente for possível chegar ao título, o que comanda o dia-a-dia dos canários é procurar atrasar o máximo que a União Desportiva de Songo festeje o título, já que é sabido que um empate ou derrota dos “canarinhos”, na partida diante do Clube de Chibuto, combinado com a vitória da UD Songo, na recepção ao Textáfrica de Chimoio, o “canecão” vai directo para as margens da barragem de Cahora Bassa.

Mesmo reconhecendo que o Clube de Chibuto é um adversário difícil, Nelson Santos pretende repetir a proeza alcançada na primeira volta, quando foi vencer em Chibuto. E também reconhece ser uma equipa muito bem treinada por Artur Semedo, que vai criar imensas dificuldades aos seus pupilos. Mas diz que está a preparar os seus jogadores, de modo que estejam cientes das dificuldades e procurem a vitória no final dos 90 minutos, “para ver se melhoramos a nossa classificação e angariamos mais pontos”. Uma posição defendida pelos jogadores, que também consideram que será difícil, mas não impossível de vencer.

E o apoio do público afecto aos “canarinhos” é fundamental nestes jogos que ainda restam até ao final do campeonato. Daí que apelam a um movimento de apoio aos jogadores, vestindo-se de azul e amarelo para apoiar a equipa. O jogo entre o Costa do Sol e o Clube de Chibuto terá transmissão em directo na Stv Notícias, e a equipa técnica e os jogadores apelam a que os adeptos, mesmo os que não forem ao campo, continuem a acreditar na equipa, visto que o projecto é de médio e longo prazo e vão sempre precisar do apoio.

Com o título a fugir-lhe do seu ninho, o canário já vira as atenções para a Taça de Moçambique, onde discute acesso a final com o Ferroviário de Maputo, com a segunda mão a ser disputada no próximo dia 01 de Outubro, depois do nulo, na primeira mão.

Os jogadores do 1º de Maio de Quelimane retomaram, hoje, aos treinos, depois de terem boicotado as sessões de terça e quarta-feiras, em reivindicação a quatro meses de salários em atraso.

A decisão surge depois de uma conversa com a direcção do clube. O treinador, Domingos Tenente, garantiu que a equipa vai se deslocar à Maputo para o jogo decisivo com o Maxaquene, este domingo.

O 1º de Maio de Quelimane ocupa a 12 posição na tabela classificativa do Moçambola ZAP, com 32 pontos, mais dois que o Maxaquene.

2016 é um ano em que o tão almejado troféu da Taça dos Clubes Campeões Africanos  de basquetebol sénior feminino esteve tão próximo quanto longe das vitrinas do Ferroviário de Maputo. Uma final menos conseguida, tal como acontecera em 2006, curiosamente, diante de um clube angolano, deixou cair por terra o sonho de conquistar o título pela primeira vez na história do Ferroviário de Maputo.

Memórias do passado, certo? Agora, porque os objectivos mantêm-se intactos, as atenções estão viradas para a fase preliminar da edição 2017 da Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol em seniores femininos, fase a ter lugar de 20 a 26 de Outubro, em Gaborone, Botswana.

O objectivo primeiro “locomotiva” passa por ocupar uma das duas primeiras posições que dão acesso à fase final a ter lugar, em princípio, em Angola.

Mas, para tal, terão de ultrapassar o Interclube, campeão africano em título, e 1º de Agosto, formação que ano passado ocupou a quarta posição.

Para atacar esta competição, a direcção do clube, tal como avançara o “O País” em primeiríssima mão, reforçou a equipa técnica com Inack Garcia-treinador espanhol que ano passado foi assessor técnico-, Leonel Manhique- que esta temporada trabalhou com a equipa “B”- e Carlos Alberto Niquice, técnico que conduziu a equipa masculina à conquista de três títulos entre…

Tal como ano passado, caso transite para a fase final, o Ferroviário de Maputo irá reforçar a sua equipa com jogadoras vindas do estrangeiro.

Fruto das suas qualidades, três atletas da “sensacional” equipa “B” foram integradas na formação principal, nomeadamente, Eleotéria “Formiga” Lhavanguane, Stefânia “Papelão” Chiziane e Delma Zita.

Por sinal, estas atletas com talento foram convocadas para a selecção nacional que ficou em quarto lugar no “Afrobasket” do Mali, sendo que Eleotéria “Formiga” Lhavanguane constou da lista das doze eleitas por Nazir Salé para a prova.

Sofia Vieque, Sheila Chaguala e Benezita Muchave no “ferro”
Depois de, em 2016, ter feito furor no Campeonato da Cidade, prova na qual ocupou o terceiro lugar, o Ferroviário “B” “perdeu” jogadoras para o conjunto principal.

Neste sentido, havia que reforçar esta formação até para manter o equilíbrio na sua estrutura. As apostas recaíram em Sofia Vieque, poste, e Benezita Muchave, base; atletas que ano passado representaram o Maxaquene, e Sheila Chaguala, extremo-base que evoluiu no Costa do Sol.

Chaguala regressa, desta forma, à casa que a formou depois de não ter sido muito utilizada por Deolinda Ngulela, treinadora do Costa do Sol.
Muchave é uma jogadora com passagens pelas selecções de formação, tendo, ano passado, representado a A Politécnica na Taça dos Clubes Campeões Africanos de Basquetebol.

É, e é apenas mesmo, a confirmação do que há muito se falava nos bastidores. Inélcio “Chirinho” Chire e Dércio “Dado” Mula, as torres da Avenida Paulo Samuel Kankhomba, ou melhor da A Politécnica, são reforços da equipa sénior masculino do Ferroviário de Maputo, vice-campeão nacional. São jogadores que, em 2016, estiveram em destaque na equipa que, sob o comando de Carlos “Bitcho” Niquice, ocupou o histórico terceiro lugar na Liga Nacional de Basquetebol. Este ano, deram cartas igualmente e ajudaram a A Politécnica a sagrar-se vice-campeã na Engen Maputo Basket, Campeonato da Cidade de Maputo de basquetebol.

Com capacidade de salto e, diga-se, alguma propensão para o “showtime”, estes atletas foram, primeiro, chamados para a selecção nacional de basquetebol sénior masculina que em Marco deste ano disputou as eliminatórias. Depois, fizeram parte da convocatória para o “Afrobasket” 2017 no Senegal e Tunísia, mas apenas Inélcio “Chirinho” Chire fez parte dos 12 que seguiram para esta competição.

Continua o braço-de-ferro entre os jogadores e a direcção do clube 1º de Maio de Quelimane, único representante da Zambézia no campeonato nacional de futebol.

Ontem e hoje, para não variar, os jogadores boicotaram as sessões de treinos tendo em vista o embate de domingo diante do Maxaquene, inserido na 28ª jornada do Moçambola ZAP 2017.

Em causa, estão quatro meses de salários em atraso, uma situação que se arrasta há já algum tempo neste clube que atravessa uma crise financeira.

Os jogadores até se fizeram ao campo, mas recusaram-se a treinar. E tal acontece a três dias do decisivo jogo com o Maxaquene que entra nas contas da manutenção. 

Contactada pelo “O País”, a direcção do clube 1º de Maio de Quelimane não se quis pronunciar sobre mais uma paralisação das actividades nesta colectividade.

Enquanto isso, Beato Dias, director provincial da Juventude e Desportos da Zambézia, lamentou a situação e avançou que já propôs a redução do plantel do 1º de Maio de Quelimane.

Dias disse que a solução passa, igualmente, pela organização da contabilidade deste clube. “Os salários do 1º de Maio de Quelimane devem ser garantidos através das receitas que o clube colecta. E, como um clube federado, eles devem fazer todo um esforço. O que nós temos estado a fazer é apelar ao 1º de Maio de Quelimane para que tenha uma contabilidade organizada”, frisou Beato Dias.

O director provincial da Juventude e Desportos da Zambézia ajuntou que “estamos a estudar um mecanismo para reduzir o plantel do clube”.

Treinadores sacrificados mesmo sem salários

Em Julho, a direcção do clube 1º de Maio de Quelimane “sacrificou” Cesário Matos, treinador principal, e Ernesto Fumo, adjunto.

Estes foram despedidos numa altura em que a equipa estava em greve, ou seja, não treinava há três dias em reivindicação de três meses de salários em atraso.

Ainda que contrariados, os técnicos disseram, na altura, que respeitavam a decisão de clube e que tudo fizeram para que este se encontrasse com as vitórias.

O inspector da Direcção Provincial da Juventude e Desportos, José Lobo, teve que intervir e  dirigiu-se ao campo para perceber, de perto, o que de facto estava a acontecer no 1º de Maio de Quelimane. O dirigente desportivo mostrou-se apreensivo em relação a crise instalada. “Foram detectados vários problemas pontuais e urgentes de se resolverem”, frisou.

Solidariedade do Governo

Sensibilizado com a crise que o 1º de Maio atravessa, Abdul Razak, governador da Zambézia, decidiu tornar-se sócio do clube como forma de apoiar o mesmo, para além de ter convidado outras entidades a seguirem o mesmo exemplo.

«Estão todos convidados a preencher a ficha de inscrição como sócios e a mencionar o valor que pretendem pagar mensalmente nessa qualidade. Eu já preenchi a minha ficha, já sou sócio do 1° de Maio e vou contribuir, em cada mês, com mil meticais. Directores provinciais e administradores distritais estão todos convidados. Vamos contribuir para o nosso clube», apelou, na altura, o governador da Zambézia.

Razak tem sido uma figura de mobilização, ou seja, tem apelado ao empresariado local a ajudar o clube a sair da crise em que se encontra mergulhado. Debalde. A crise continua, o clube corre o risco de descer de divisão, a província da Zambézia pode ficar sem representante do Moçambola.

Despromovido, repescado e mergulhado na crise

Precisamente a 5 de Janeiro de 2016, o Governo da província da Zambézia mobilizou empresários daquele ponto do país para uma acção de angariação de fundos para viabilizar a participação do 1º de Maio de Quelimane no Moçambola 2016. Era precisos, na altura, 15 mi­lhões de meticais que os “trabalhadores” participassem no Campeonato Nacional de Futebol. Serve de referência recordar que o 1º de Maio de Quelimane havia sido despromovido, mas foi repescado devido ao aumento do número de equipas na prova de 14 para 16, decisão tomada na Assembleia-geral extraordinária da Liga Moçam­bicana de Futebol (LMF). Os valores destinavam-se a contratação de jogadores e funcio­namento do clube. E ficou, por parte do governador da Zam­bézia, o sentimento de que “a equipa deve participar na prova por se tratar de um orgulho da província em participar na maior prova do ca­lendário futebolístico moçambi­cano”.

Os jogadores do Maxaquene foram submetidos a uma sessão psicológica no treino, de hoje, após a derrota por dois a zero na última jornada. Neste domingo, os tricolores recebem o 10 de Maio de Quelimane. 

Antoninho Muchanga, treinador principal do Maxaquene, prevê um jogo difícil, porque uma das peças chaves da equipa encontra-se lesionada.
Os jogadores prevêem uma partida bastante complicada, uma vez que o adversário também traz nas malas o objectivo de assegurar a presença no Moçambola ZAP 2018. 

O Maxaquene está neste momento na décima terceira posição, precisando de duas vitórias para assegurar a manutenção no principal campeonato nacional.  

O presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Fernando Gomes, foi eleito, hoje, vice-presidente da FIFA, noticia a RTP.

Fernando Gomes sucede ao espanhol Ángel María Villar, que se demitiu dos cargos que ocupava na UEFA e na FIFA, em Julho, depois de ser detido, no âmbito de uma operação de combate à corrupção. Ángel María Villar foi detido a 18 de Julho pela polícia espanhola.

Importa sublinhar que este cargo não inibe Fernando Gomes de desempenhar funções como presidente do organismo que rege o futebol português.

Há “gajos” bons. Fiéis, e como, ao seu “métier”. Daí as suas brilhantes careiras e percursos únicos, marcados por êxitos. Feitos inéditos.

Os três títulos de campeão africano de basquetebol seniores femininos por si conquistados, a formação de uma geração de atletas ganhadores e o culto de disciplina nas suas equipas são marcas do seu alto sentido de profissionalismo.

Marcas, essas, que não escapam aos olhos dos amantes da modalidade da bola ao cesto. Estes que, hoje, curvaram-se perante a sua obra. Seu enormíssimo contributo para o basquetebol moçambicano.

Nelito, o metódico, foi homenageado pelos troféus da Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol em seniores femininos conquistados ao serviço do Desportivo (2007, em Maputo, e 2008, no Quénia) e Liga Desportiva de Maputo (2012, em Abidjan, Costa do Marfim).

Mas não foi só por isso que “gente” do basquetebol o homenageou em pleno pavilhão do Desportivo, onde viveu e transmitiu grandes emoções.

Nelito fez muito mais quer nos masculinos quer nos femininos.

Ilídio Caifaz, ele que trabalhou com Nelito aquando da sua passagem pela Federação Moçambicana de Basquetebol, contextualizou o motivo da homenagem. Sílvia Langa, figura ligada à organização, falou dos passos dados até se chegar a mesma.

Khaimane de Deus e Ana Flávia Azinheira, ex-atletas no Maxaquene; e Anabela Cossa, campeã africana de clubes com Nelito no Desportivo e extinta Liga Desportiva, traçaram o seu perfil e falaram da sua rica experiência ao trabalhar com Nelito. Ubaka, o talentoso cantor, rendeu-se ao “coach” e dispensou “cachê” para interpretar alguns números durante a homenagem. Emocionado, Nelito agradeceu o gesto. E chorou!

Regresso aos masculinos

Em Fevereiro de 2016, Nasir Salé foi apresentado como treinador da equipa sénior feminina de basquetebol do Ferroviário da Beira, campeã nacional.

De resto, Salé regressava ao comando de uma equipa sénior masculino 17 anos depois de ter conduzido o Maxaquene ao título. O primeiro ano, 2016, não correu de feição. Perdeu no quinto jogo final da Liga Nacional de Basquetebol com Ferroviário de Maputo, por 69-56.

Este ano, precisamente em Agosto, veio a redenção. Numa decisão “à negra”, o Ferroviário da Beira venceu o seu homónimo de Maputo (69-58) no quinto jogo da final da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal.

17 anos depois, Nelito voltava a conquistar um titulo ao nível dos seniores masculinos.

Percurso brilhante nas selecções

Nelito tem o mérito de ter conduzido a selecção nacional ao Mundial de Basquetebol, na Turquia, em 2014. Tal se deveu ao segundo lugar alcançado no “Afrobasket” de 2013, em Maputo, competição na qual Moçambique ficou em segundo lugar após perder com Angola, por 64-61.

Em 2003, mas na qualidade de ajunto do americano Nelson  Guiliam Isley, Nasir “Nelito” Salé conduzira Moçambique ao segundo no “Afrobasket” também disputado em Maputo. A Nigéria, superiormente comandada por Mfon Udoka, frustrou o sonho de Moçambique de conquistar a prova e qualificar-se para o torneio feminino de basquetebol dos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004.  Em 2005, o metódico “coach” foi também adjunto de Nelson Guiliam Isley na selecção nacional que viria a ocupar o terceiro lugar no “Afrobasket” feminino da Nigéria. Nessa competição, a selecção nacional venceu a RD Congo (59-51) no jogo de atribuição do terceiro lugar, com a polivalente Rute Elias Muianga a estar em destaque ao contabilizar 19 pontos e três ressaltos.

Este ano, após regressar à selecção nacional, Nasir Salé levou as “Samurais” ao quarto lugar no “Afrobasket” de Bamako, Mali. Mas há a destacar a medalha de ouro conquistada pela selecção nacional nos Jogos da Lusofonia, em 2014, na Índia. Sob o comando de Nasir “Nelito” Salé, a selecção nacional derrotou na final Angola (73-49).

Em 2006, com a selecção sub-20, Nelito conquistou a medalha de prata no Campeonato Africano da categoria que teve lugar em Maputo. Faziam parte desse conjunto jogadoras como Janete Monteiro, Anabela Cossa, Vaneza Júnior, Nádia Zucule, Cláudia Chembene, Odélia “Mafa” Mafanela, Deolinda Gimo, entre outras. Estas foram as melhores prestações da selecção nacional sob o comando técnico de Salé e seus pares.

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