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O País – A verdade como notícia

O Troféu do Mundial de Futebol, chegou hoje a Maputo. A taça escalou Moçambique vinda do Quénia, numa iniciativa da FIFA e da Coca-cola.

Uma autêntica fusão de cultura e desporto moçambicanos, marcava a chegada do Troféu do Mundial ao Aeroporto Internacional de Mavalane.

Com presenças de dirigentes, figuras desportivas, de entretinimento, entre outras, coube a Ministra da Juventude e Desporto, Nhelety Mondlane, descerrar o tecido que cobria o troféu.

Na ocasião Nhelety Mondlane disse ser com grande honra que Moçambique recebe uma vez mais o troféu.

Já o Presidente da Federação Moçambicana de Futebol disse que a passagem do troféu pelo país relança sonhos de um dia Moçambique fazer parte da maior festa do futebol do Mundo.

"Este é um momento único para contemplarmos o troféu do Mundial. É um prazer estar aqui em Moçambique".
A Comitiva que transporta dirigiu-se em seguida ao Estádio Nacional do Zimpeto, onde, dentre várias actividades, cidadãos tiveram oportunidade de tirar fotografias com a Taça.

O troféu do Mundial-2018 escala 91 cidades de 51 países.
Trata-se da segunda vez que o troféu chega a Moçambique, sendo que a primeira foi em 2010 aquando da realização do Mundial na África do Sul, país que será o próximo destino da Taça.

 

A edição 2018 da Engen Maputo Basket, Campeonato da Cidade em seniores masculinos e femininos, é aliciante! Para o primeiro classificado, o prémio será de 500 mil meticais, enquanto o segundo e terceiro classificados ficarão  com 300 e 200 mil meticais, respectivamente.

Mas os prémios não se ficam por aqui. Haverá também premiação monetária a nível individual. O MVP, melhor jogador da competição, vai receber 50 mil meticais. Para os melhores – marcador e ressaltador, a organização da competição reserva 25 mil meticais cada um.

Os  jogos, esses, iniciam sábado nos pavilhões do Desportivo e A Politécnica. Em femininos, Desportivo de Maputo  joga com  Costa do Sol, vice-campeão, em desafio agendado para  às 15h30 no pavilhão da primeira formação.

Duas horas depois, ou seja, às 17h30, teremos o jogo mais esperado da primeira jornada da Engen Maputo Basket, em masculinos.

O Ferroviário de Maputo, campeão em título, terá pela frente a A Politécnica, vice-campeã.

Ainda no pavilhão do Desportivo, em jogo a ter lugar às 19h00, a equipa da casa mede forças com o Atlético em seniores masculinos. Com melhor estrutura, o conjunto orientado por Horácio Joaquim Martins parte naturalmente como favorita a alcançar a vitória neste certame.

Já no pavilhão da A Politecnica, teremos às 15h00 o embate entre o Matolinhas e Costa do Sol, em masculinos.

Às 17h00, em seniores femininos, a A Politécnica defronta o Ferroviário das Mahotas, ex-equipa “B” do Ferroviário de Maputo.

É um jogo que será interessante de seguir pois, ano passado, a extinta equipa “B” do Ferroviário de Maputo criou muitos dissabores à A Politécnica. Por último, o Ferroviário de Maputo, campeão em titulo, terá pela frente o Maxaquene, conjunto agora orientado por Simão Mataveia.

A disputa das partidas na fase regular obedecerá, como habitual, o sistema de todos contra todos, contudo a novidade é a redução de voltas, onde em masculinos serão duas, em contra parte do ano passado (três), e em femininos a prova será disputada em três, contra quatro voltas no ano passado.

 

 

O troféu do Campeonato Mundial de Futebol  2018, prova a ter lugar na Rússia, será exibido amanhã, a partir das 14h00, no Estádio Nacional do Zimpeto (ENZ), no quadro da digressão promocional levada a cabo pela FIFA em parceria com a Coca Cola.

A chegada da taça, de acordo um comunicado enviado à redacção do “O Pais”, está prevista para às 11h00 no Aeroporto Internacional de Maputo.  
Depois,  às  13h30  terá lugar uma conferência de imprensa sobre o “tour’ do troféu do Mundial que irá percorrer pelo menos 91 cidades de 51 países e seis continentes até chegar à Rússia, no dia 1 de Maio, tal como refere o sítio “goal”.
O evento principal está agendado para o ENZ a partir das 14h00 às 19h00, sendo que o mesmo irá comportar várias actividades e entretenimento, incluindo a actuação de DJ da praça, artistas do “Coke Studio Africa” e exposição.
Para aceder ao evento, refere o comunicado, será apenas necessária a compra de uma Coca-Cola, o ingrediente necessário para tornar esta celebração mundial ainda mais especial. A Taça da Copa do Mundo da FIFA estará exposta por apenas um dia e nesse dia o público terá a oportunidade única de tirar uma foto com ela.
 “A Coca-Cola quer preparar o mundo inteiro para sentir a emoção de cada momento desta Copa do Mundo da FIFA e não restam dúvidas que este momento vai ser emocionante, divertido e memorável.

MAIS SOBRE “TOUR”
O “tour” do troféu da Taça do Mundo da FIFA pela Coca-Cola é uma jornada mundial que irá entregar o troféu mais cobiçado em todos os desportos do mundo, antes de retornar à Rússia em Junho para a Copa do Mundo de 2018.
“O Tour do Troféu irá permitir aos amantes de futebol de todo o mundo uma oportunidade única na vida de ver o troféu de perto”, disse Ricardo Fort, vice-presidente de Parcerias Desportivas Globais da Coca-Cola citado pelo sitio “goal”. 2018 é o quarto ano em  que o patrocinador da Mundial, a Coca-Cola, uniu forças com a FIFA para levar o troféu aos fãs de todo o mundo.
Este ano, o troféu irá escalar várias nações pela primeira vez, incluindo a Islândia e a Mongólia.

 

 

 

 

Tal como prometeram os 16 pugilistas nacionais e equipa técnica moçambicana, na semana passada, eis que ao cair do pano do regional do boxe da zona austral de África, Moçambique conquistou o lugar cimeiro na prova que terminou no último sábado, com 14 medalhas, seis das quais de ouro, duas de prata e seis de bronze.

É um regresso em grande, diga-se de passagem, depois de na última aparição, em 2016, Moçambique ter tido resultados não muito satisfatórios, tendo ocupado o terceiro posto da classificação geral.

Na prova iniciada na sexta-feira (23), no pavilhão da A Politécnica, os pugilistas nacionais deram luta e conquistaram seis medalhas de ouro, nomeadamente por Helena Bagão, Benilde Macaringue, Alcinda Panguane, Rady Gramane, Augusto Mathule e Alfredo Sitoe. Já os dois atletas que conquistaram as medalhas de prata são Paulo Jorge e Carlos António.

Na segunda posição ficou a selecção sul-africana com um total de sete medalhas, duas de ouro, três de prata e outras duas de bronze.

Já em terceiro, para completar o pódio, posicionou-se o Zimbabwe com três medalhas de ouro, três de prata e duas de bronze, totalizando oito medalhas. O Botswana, em quarto, somou duas de ouro e uma de prata.

O Lesotho e as Seychelles ficaram em quinto e sexto com um total de quatro e duas de prata, respectivamente. Em sétimo e último lugar ficou a Swazilândia, lanterna vermelha da prova com uma de prata e três de bronze.

Satisfação no seio dos moçambicanos

O seleccionador nacional de boxe, Lucas Sinóia, apesar das dificuldades enfrentadas, elogia a combatividade dos atletas nacionais. “Foi muito difícil, foi bem suado, mas valeu a pena termos conseguido. Sabemos que o factor casa foi importante, mas não foi o bom de tudo. O campeonato nacional ajudou muito”, disse o timoneiro do combinado nacional, que com esta conquista garantiu um lugar na fase final do africano da modalidade, que terá lugar em setembro próximo, no Egipto.

Por seu turno, a pugilista Alcinda Panguana, medalha de ouro no certame, partilhou parte da experiência vivida no ring, durante o jogo da final, contra a vice-campeã, a sul-africana. Panguana disse que “foi muito difícil, e um dos motivos é o facto da adversária ser magra, mas com golpes muito fortes – e às vezes parecia um homem, o que fez com que no primeiro assalto ficasse com medo, porque ela deu-me um golpe que me fez ficar com medo e com tonturas, mas logo após eu disse para mim mesma que sou forte, vou atirar, atacar e vou fazer tudo que aprendi, e consegui”, partilhou a menina de ouro, reiterando o pensamento positivo que teve ao longo do combate.

Dirigentes satisfeitos com o feito

Já o presidente da Federação Moçambicana de Boxe, Gabriel Júnior, felicitou os atletas e a equipa técnica que contra tudo e todos fez história, levando o país a conquistar pela primeira vez o ouro no regional da zona austral de África. Júnior enalteceu a convicção do seleccionador nacional. “Eu perguntei ao Sinóia será que podemos chegar lá(?), Sinóia disse: ‘presidente vamos lutar’ e pela primeira vez na história de Moçambique nós ganhamos o Campeonato Africano da Zona Austral – ninguém acreditava”, disse o presidente da FMB visivelmente satisfeito.

Quem também se mostrava satisfeita com a conquista do regional do boxe é a vice-ministra da Juventude e Desportos, Ana Flávia Azinheira, que esteve presente no encerramento da prova, e que felicitou os pugilistas moçambicanos e elogiou a organização do evento.

“Os nossos jovens lutaram bastante e pela primeira vez no boxe nós damos nota positiva e a federação do boxe está a saber lidar com o desafio de tentarmos fazer do boxe uma marca nacional”, enalteceu a vice-ministra.

De acordo com Lucas Sinóia dos 16 pugilistas que competiram no evento, 12 serão apurados para a fase final do africano de boxe, projectado para Setembro próximo, em Marrocos e onde vão procurar qualificar seis pugilistas para os Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020.

Tomaram parte do regional de Maputo mais de 120 pugilistas de Moçambique, África do Sul, Lesotho, Botswana, Suazilândia, Seychelles e Zimbabwe.

 

 

Ferroviário de Maputo conquistou o terceiro lugar do torneio Mavila Boy, ao derrotar o Maxaquene por 6-5, resultado encontrado na marcação das grandes penalidades.

Miter foi maquinista que levou a locomotiva a conquistar os 75 mil meticais, referentes ao terceiro lugar, ao marcar a última grande penalidade, depois do empate sem abertura de contagem nos 90 minutos.

De resto, ao longo do tempo regulamentar, assistiu-se a um festival de falhanços entre as duas equipas, com o Ferroviário a ser mais perdulário na primeira parte e o Maxaquene na segunda.

Lukman, por duas vezes, podia ter adiantando a sua equipa no marcador, mas falhou, ao rematar por cima e depois a ver Bernardo a tirar a bola na linha do golo, quando já se gritava golo nas bancadas.

Depois foi o Maxaquene, duas vezes por Tobias, primeiro sem oposição, a não conseguir passar por Simplex, no início da segunda parte e mais tarde a rematar para cima. Mutong entrou também no festival de falhanços, num remate a rasar o poste da baliza de Simplex.

No final veio a lotaria das grandes penalidades, com o Maxaquene a converter cinco e falhar três e o Ferroviário de Maputo a marcar seis penaltis, levando o prémio para casa.

Mas a festa do torneio de futebol Top 8 Mavila Boy foi caracterizada por uma enchente no Estádio Nacional do Zimpeto, com os adeptos a marcarem presença para verem evoluir as estrelas do futebol moçambicano em campo.

As claques, essas, puxavam constantemente pelas equipas em campo, mas também pelo prémio de 50 mil meticais oferecido pelo patrocinador da competição. É o caso das claques do Ferroviário de Maputo, que viram a equipa a terminar em terceiro lugar, do Maxaquene, do Costa do Sol, que festejaram com a conquista do título e ainda do Desportivo, que mesmo não tendo passado a esta fase da prova, marcou sua presença, em busca do almejado prémio.

Mas a festa não foi só do futebol. Nos intervalos dos jogos, o atletismo entretinham os adeptos, com provas dos 800 metros em masculinos e femininos, respectivamente.

 

Moçambique perdeu, ontem, diante do Senegal por 60-52, no jogo da terceira e última jornada da primeira eliminatória de qualificação ao Mundial da China 2019.

A selecção Moçambicana entrou na quadra com o triplista Pio Matos Jr. e o MVP da Liga Moçambicana de Basquetebol, Ismael “Timo” Nurmamade, o experiente Custódio Muchate, Davide Canivete Jr. e o ressaltador Helton Ubisse, este último responsável pelos primeiros sete pontos, nos primeiros quatro minutos jogados.

Aquele cinco lançado pelo seleccionador nacional, Iñack Garcia, entrou com tudo, obrigando a equipa do Senegal a perder muitas bolas e a não concretizar nem um ponto, pelo menos nos cinco minutos iniciais da partida, onde Moçambique liderou por 10-0.

Contudo, Senegal reergueu-se de uma prestação nada satisfatória para a equipa técnica, e fez cinco pontos, resultado com que foi ao intervalo, mas do lado moçambicano ainda faltava a cartada final, daí que quando faltavam menos de dez segundos para o intervalo, eis que surge o “el matador”, Pio Matos Jr. e lança da zona exterior, concretizando um triplo que emocionou e levantou todo o público em massa que se fez presente na catedral do basquetebol nacional, resultado final: 18-5, vantagem para Moçambique.

Já na segunda parte, a equipa moçambicana entrou bem mais moralizada, e foi este o melhor período para a selecção, onde no minuto 5:51 da partida, chegou a ter uma vantagem de 19 pontos: 25-8.

Na segunda parte assistiu-se a uma partida equilibrada em que o Senegal a todo o custo procurava passar para frente do marcador.

No derradeiro e decisivo período, a formação liderada por Iñack Garcia perdeu o fôlego e concentração nos últimos cinco minutos, permitindo tiros exteriores da equipa adversária. Nem “el matador” conseguiu responder.

E a partida terminou com 60-52, vitória a favor do Senegal.
Já no primeiro jogo da mesma jornada a República Centro Africana venceu a Costa do Marfim por 63-62.

Assim, em resultado das duas vitórias alcançadas por Moçambique nesta fase frente a Costa do Marfim e República Centro Africana, respectivamente, abre boas perspectivas para a qualificação do país ao Mundial da China.

 

Festa amarela e azul no final do Top 8 Mavila Boy, este domingo, no Estádio Nacional do Zimpeto.

O Costa do Sol arrecadou o prémio de um milhão de meticais em disputa, graças ao golo de Isac, à passagem do minuto 108 da partida, depois do nulo nos 90 minutos. Esta foi a segunda conquista dos canarinhos neste ano, depois de terem vencido o troféu da Supertaça nacional, à União Desportiva de Songo. Mas desta feita a vítima foi a Liga Desportiva de Maputo.

Entrada fulgorante do Costa do Sol

A partida iniciou com minuto de silêncio em memória às vítimas do deslizamento de lixo na lixeira de Hulene, quando a noite já havia caído.

E o equilíbrio caracterizou a primeira parte, com o Costa do Sol a dispor de mais oportunidades de golos, beneficiando do vento que estava a seu favor para criar muitos calafrios à baliza de Pinto.

Primeiro foi Manucho, que por duas vezes procurou o golo através de remates de fora da área, mas sem lograr seus intentos.

A Liga Desportiva respondeu por Ifren, que em frente à baliza de Guirrugo, fez estremecer o guardião e a defensiva “canarinha”, com a bola a roçar a barra transversal.

E a fechar o primeiro tempo, mais duas oportunidades para os ‘canarinhos’ adiantarem-se no marcador, primeiro por Chawa e depois por Nelson, mas faltava a pontinha da sorte para o almejado golo.

Ainda assim, o equilíbrio ao nível do meio campo ainda era evidente, com os jogadores da intermediária a se mostrarem fortes nos roubos de bola. O nulo prevaleceu até ao apito do árbitro.

Liga regressa mais forte na segunda parte

O reatamento trouxe uma Liga Desportiva mais transfigurada e a encurralar seu adversário a sua zona recuada.

Ifren, Neymar a Ambalilo eram os homens mais perigosos da equipa de Akil Marcelino. Os três tentaram chegar ao golo, mas sem sucesso. Umas vezes porque  os seus remates saiam desenquadrados, noutras porque Guirrugo estava seguro nos postes e não permitia ser ultrapassado.

Só muito timidamente é que o Costa do Sol se aproximava da baliza de Pinto, mas sem criar perigo nenhum. Aliás, neste jogo houve pouco Terrence, já que estava profundamente fechado pela defensiva da Liga Desportiva.

Os 90 minutos terminaram com o nulo a prevalecer e foi-se ao prolongamento de 30 minutos.

E já com o cansaço a tomar conta dos jogadores, eis que surge o salvador Isac, numa confusão dentro da área contrária a aproveitar a passividade da defensiva para atirar a contar. Depois de ter dado a supertaça ao Costa do Sol, Isac voltou a dar um milhão ao canário, no torneio Top 8 Mavila Boy.

Os treinadores das duas equipas disseram que o resultado foi justo e que o jogo foi bastante intenso. Valenzuela, adjunto no Costa do Sol, enalteceu o esforço dos seus jogadores que aliaram os jogos às viagens, facto que contribuiu para que se mostrassem mais fortes no jogo de ontem. Akil Marcelino reclamou apenas da falta de apoio, tendo dito que todas claques presentes no Estádio Nacional do Zimpeto, estiveram a apoiar o Costa do Sol na final.
 

Dirigentes e organizadores satisfeitos com a prova

A vice-ministra da Juventude e Desportos, Ana Flávia Azinheira, enalteceu a iniciativa dos organizadores e espera que a prova continue a ser melhor disputada, esperando ainda que as equipa tenham tirado melhor proveito para enfrentar a época do Moçambola que inicia já no sábado.

Por outro lado, Crimildo Mavila diz que pondera aumentar a premiação para o próximo ano, em face da festa que se verificou nesta edição. Mavila diz que viu o engajamento dos clubes, jogadores e do público em geral, daí que vai fazer ainda melhor para o próximo ano.

O contrato entre a Associação de Futebol da Cidade de Maputo e a transportadora Mavila Boy é de 3 anos e vai até 2020.

Velório de Amelia Gune, campeã africana de clubes pelo Maxaquene em 1991, realiza-se este domingo as 15h00, na residência dos pais, no bairro Fomento, na Matola. Governo far-se-á representar na cerimónia pela ministra e vice-ministra da Juventude e Desporto, Nyeleti Mondlane e Ana Flávia Azinheira, respectivamente.

Os EUA, país onde jogou e residiu, será representado pelo seu embaixador em Moçambique. Estarão, igualmente, presentes as atletas do Maxaquene com as quais conquistou a medalha de ouro no Campeonato Africano de Clubes, em 1991. Aurélia Manave, Esperança Sambo, Marta Monjane, Telma Manjate, a geração de ouro do basquetebol moçambicano
O corpo será transladado para os EUA na segunda-feira
 

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