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O País – A verdade como notícia

O Ministério da Juventude e Desportos realiza, na noite desta quinta-feira, a Gala Nacional do Desporto, evento que terá lugar numa das estâncias hoteleiras da cidade de Maputo. O evento tem como principal objectivo a promoção e divulgação da prática de desporto e actividade física, com a finalidade de distinguir todos aqueles que, ao longo da época desportiva anterior, contribuíram de forma preponderante para o desenvolvimento do desporto nacional e para a elevação do nome do país além-fronteiras.

O evento, que este ano, contará com a presença de várias individualidades ligadas ao desporto nacional, com destaque para o Primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, Ministra da Juventude e Desportos, Nyeleti Mondlane, o novo director do Fundo de Promoção Desportiva e outros órgãos desportivos, para além de dirigentes e atletas.

E há novidades para a edição deste ano: houve uma revisão nas categorias de premiações como é o caso da nomeação melhor treinador que passa a englobar a categoria feminina, como forma de dar maior abrangência a premiação.

Ainda sobre as revisões feitas, os prémios colectivos que não estavam previstos no modelo passado, referentes a equipa do ano, mereceram uma nota, com o novo modelo, o número de membros de júri passa a ser integrado por um mínimo de sete e um máximo de quinze, sendo que já não inclui membros do ministério, devendo ser independente e composto apenas por agentes desportivos, desde jornalistas a consultores desportivos renomados.

Existe também a categoria de melhor jornalista desportiva que está subdividida em rádio, imprensa escrita e televisiva, que se pressupõe que tenha um júri específico, segundo Sílvia Langa, Técnica do Ministério da Juventude e Desportos, que assegurou que já foi constituído mas ainda não foi apurado. Outro aspecto que havia sido retirado do modelo anterior mas foi repescado é a nomeação para o atleta do ano que está a ser procedido através de votação por sms. Nesta eleição, concorrem os atletas Stélio “Telinho” Ernesto, do futebol, Leia “Tanucha” Dongue, do basquetebol, Rady Gramane, do Boxe, Crave Machava, do atletismo e Denise Parruque, da vela e canoagem.

A Gala desportiva 2017, que por questões de uniformização com os modelos internacionais passa-se a realizar no primeiro trimestre do ano seguinte ao ano das actividades desportivas, contará na presente edição com uma exposição desportiva contendo itens históricos.

O Ministério da Juventude e Desportos está a realizar uma campanha de sensibilização e passagem de testemunhos sobre valores históricos do desporto moçambicano, que pretende não só envolver personalidades que fizeram história no desporto moçambicano no passado, como também da actualidade, no evento.

A exposição será feita também em forma de artigos documentais, daí a necessidade de se convidar os clubes e Federações a participar, uma vez que o Ministério pretende que esta exposição não morra, mas cresça cada vez mais.

Importa salientar que este evento contará com a presença de 600 convidados e com maior enfoque para a comunidade desportiva que ocupa mais da metade do universo no seu todo.

A Gala Nacional de Desporto é um evento anual e na última edição teve como vencedores, na categoria de menções honrosas: Shaffee Sidat, presidente da Federação Moçambicana de Atletismo, Kalid Cassam, presidente da Federação Moçambicana de Voleibol, Valdemar Oliveira, ex-presidente do Ferroviário da Beira, Carlos Tomo, presidente da Escola de Basquete de Nampula, Domingos Langa, director desportivo da pessoa portadora de deficiência de Sofala, Banco Nacional de Investimento (BNI) e Embaixada da Holanda.

Ao edil do Município da Matola, Calisto Cossa, foi entregue o prémio Alto Prestígio, em reconhecimento do seu contributo pelo desenvolvimento de desporto naquela urbe.

Porque o trabalho feito pelos atletas é difundido pelos jornalistas, não podia ficar de traz a premiação dos mesmos, e desta vez o prémio foi para Nelson Ernesto da TVM, eleito o jornalista do ano. A reportagem sobre a carreira da tenista Cláudia Sumaia esteve na origem da sua escolha como jornalista do ano.

 

Voilà. Sílvia Amadeu Veloso, talentosa base-armadora moçambicana, continua a maravilhar nos EUA. Ontem, foi nomeada uma das cinco melhores jogadoras da região VI dos colégios nos EUA juntamente com Mollie Mounsey, sua colega nas Lady Saints”. Ou seja, Veloso integra a primeira equipa da região VI da NJCAA.

Para tanto, contribuíram as notáveis exibições da antiga jogadora do Ferroviário da Beira que terminou com 118 roubos de bola, média de 3.4 por jogo.

De resto, documentam as estatísticas das “Lady Saints”, esta a é a sétima melhor marca em uma época no Seward County Community College.

Ademais, a medalha de bronze pela selecção nacional de basquetebol no “Afrobasket” de sub-18, no Cairo, Egipto, obteve média de 8.1 pontos, 3.9 ressaltos e 3.9 assistências por jogo.

Mollie Mounsey foi a segunda atleta com maior pontuação na região com 18.9 pontos por jogo.

Mounsey foi indicada jogadora mais valiosa da “Conferência Jayhawk” pelo segundo ano consecutivo.

Mounsey tornou-se, deste modo, na primeira atleta das “Lady Saints” a ser nomeada duas vezes a “All-Region” desde que Rachel Barnes conseguiu este feito em 2009 e 2010. Mounsey terminou sua carreira com 1.360 pontos, segunda mais na história de Seward County

O Seward County Community College foi a única equipa a colocar duas jogadoras na primeira equipa de todas as regiões.

Mounsey foi a única atleta de todas as regiões de 15 jogadores nomeadas para as equipas da “All-Region”.

Para além de Sílvia Veloso e Mollie Mounsey, foram noemadas Ericka Mattingly, de Butler, Jada Mickens, de Hutchinson, e Kaitlyn Potter, de Cowley, completaram o “All-Region First Team”.

 

O Costa do Sol venceu, esta sexta-feira, o Desportivo de Maputo por 62-49, no jogo referente a sexta jornada do Engen Maputo Basket, em seniores masculinos. Foi um jogo em que o Costa do Sol entrou melhor e a ser certeiro nas tabelas, perante um Desportivo de Maputo que soube se impor, tendo em Hugo Martins a sua principal unidade em campo. Resultado disso, foi o placar de 19-17, verificado no primeiro período, com os alvi-negros a levarem a melhor sobre a formação canarinha.

No segundo período, assistiu-se uma partida equilibrada, com ambas equipas a apresentarem uma boa pontaria no cesto. Esta fase da contenda terminou com o Costa do Sol a vencer com uma diferença de dois pontos, ou seja, 32-30.

A formação canarinha, no terceiro quarto, foi mais esclarecida que o seu adversário, tendo saído nesta etapa a ganhar por 44-37.

Entrou-se para o quarto e último período e o Costa do Sol soube gerir a vantagem, tendo conseguido vencer o desafio por 62-49.

Ainda a contar para a sexta jornada a A Politécnica venceu o Atlético por um resultado expressivo de 84-39, num jogo em o treinador dos universitários usou jogadores que não têm sido utilizados com frequência.Os jogos prosseguem este sábado com a A Politécnica a medir forças com Matolinhas, o Costa do Sol defronta o Atlético. Já o Maxaquene terá pela frente o Ferroviário de Maputo.

Rafik Sidat e Junaide Lalgy, figuras ligadas a Liga Desportiva de Maputo e Chibuto FC, respectivamente, adquiriram 75% da SAD do Amora FC, colectividade que evoluiu na 4ª divisão em Portugal.

O negócio foi confirmado esta sexta-feira quando, reunidos em Assembleia-geral, os sócios do Amora FC deram luz verde com 97.22 porcento de votos favoráveis.

Segundo Junaide Lalgy, em contacto com o “O País”, o objectivo passa por projectar o clube à fina-flor do futebol português e dar espaço para que futebolistas moçambicanos possam evoluir na Europa.

O clube foi fundado a  1 de Maio de 1921, o dia do trabalhador, durante um dos habituais piqueniques realizados pela comunidade amorense na Quinta da Princesa, primeiramente com o nome de Amora Football Club.

 

A Escola Secundária Armando Emílio Guebuza derrotou, este sábado, a Escola Secundária Força do Povo por 33-17, em jogo da quinta jornada do torneio inter-escolar Engen.

A Escola Secundária Armando Guebuza entrou melhor na quadra, controlando o jogo com uma vantagem de oito pontos ainda no primeiro quarto.

Ainda assim, a Força do povo não deixou de dar luta para discutir o resultado e recuperar a desvantagem.

Na última etapa do jogo, a Escola Secundária Armando Emílio Guebuza recarregou as energias e disparou para uma diferença de 16 pontos: 33-17.

A quinta jornada está agendada para o próximo sábado, 31 de Março, no pavilhão de Maxaquene.

A selecção nacional sub-20 perdeu diante da sua congênere da Swazilândia, por dois a um, em partida de preparação da primeira mão da pré-eliminatória de acesso ao CAN da categoria, em 2019 no Egipto.

Logo ao soar do apito, o combinado nacional, liderado pelo técnico Abel Xavier e o seu adjunto Victor Matine, já se mostrava empenhado em inaugurar o marcador. A sede era tanta, que logo no minuto 10, numa combinação, Grácio faz um passe para Kamo Kamo que sem exitar remata para a baliza, na sequência surge Nkululeko a tentar aliviar, contudo faz o auto-golo, para o festejo dos Mambinhas.

A resposta por parte dos donos da casa surgiu oito minutos depois, quando num lance de bola parada, a equipa da Swazilândia ganha espaço para rematar para a baliza de Lulú, que não teve argumentos para defender. Curiosamente, foi também um auto-golo de Martinho, o capitão da equipa.

Com o marcador empatado a um golo, foi-se ao intervalo.
Aos 80 minutos da segunda parte os pupilos de Abel Xavier tiveram a oportunidade de desfazer o empate e passar para frente do marcador, mas Grácio, frente a frente ao guarda-redes Thokozani Dlamini não teve clarividência para fazer o golo.

E como quem não marca sofre, no minuto noventa mais dois, Martinho, dentro da grande área faz mão e na cobrança do penalti, Sisekelo não poupa e faz o 2-1, terminando a partida com a vitória para os donos da casa.

No fim do jogo, a equipa técnica fez balanço positivo da fase de preparação para a qualificação para o CAN.

Já os jogadores prometem tudo fazer para vencerem as Seychelles no jogo a contar para a primeira mão da pré-eliminatória de acesso ao CAN 2019.

Os Mambinhas defrontarão, próximo sábado, as Seychelles, em Victoria, em jogo pontuável para a primeira mão da pré-eliminatória de acesso ao CAN da categoria, cuja fase final terá lugar em 2019, no Egipto, uma semana depois, a eliminatória será decidida em Maputo.

 

Depois da notável prestação no Afrobasket 2017, prova na qual ocupou o quarto lugar após perder com o Mali por 75-52, em jogo de atribuição do terceiro lugar, a selecção nacional tem as suas baterias apontadas para os Jogos da Commonwealth.

E a estreia será no dia 6 de Abril diante de uma das potências do basquetebol mundial: Austrália. As australianas, que durante muito tiveram como principal estrela Lauren Jackson, estela da WNBA, ocupam o quarto lugar no ranking da FIBA com 467 pontos.

A 19 de Março de 2006, nos Jogos da Commonwealth, a selecção nacional perdeu com a Austrália por 104-26, em jogo realizado no Bendigo Tadim. Estes foram os parciais: 7-21, 3-20, 12-33, 4-30.

Dois dias depois, ou seja, a 8 de Abril, Moçambique mede forças com a Inglaterra que se encontra da 21ª posição na tabela da FIBA com 59 pontos, de acordo com a actualização feita em Março corrente. As duas selecções defrontaram-se, igualmente, nos Jogos da Commonwealth realizados em 2006, com a vitoria a sorrir para a selecção europeia pela marca de 84-46 (parciais de 16–22, 6–22, 11-20, 13-20)

Já a 9 de Abril, a quarta classificada do “Afrobasket” 2017, no Mali, defronta o Canadá, ora na quinta posição no ranking da FIBA.

O combinado nacional será orientado, nesta competição, por Deolinda Ngulela- que foi adjunta de Nasir Salé no “Afrobasket” 2017- e Leonel “Mabê” Manhique, treinador do Ferroviário das Mahotas.

Aleixo Fumo foi apresentado, esta quarta-feira, como novo treinador da Universidade Pedagógica de Manica. Fumo substitui no cargo Victor Matine, técnico que foi indicado como um dos adjuntos de Abel Xavier nos Mambas e seleccionador sub-20 de futebol.

Aleixo Fumo tem a missão de assegurar a manutenção da Universidade Pedagógica de Manica no primeiro escalão do futebol. 

Fumo, com larga experiência, deixou, ano passado, o comando técnico do Ferroviário da Beira, conjunto que levara em 2016 a conquista do campeonato nacional de futebol.

A derrota diante do El-Merreik do Sudão (2-1) em jogo da quarta jornada do grupo “A” da Liga dos Campeões Africanos precipitou a saída do técnico.

Na altura, em quatro jogos realizados, os campeões nacionais somavam duas derrotas, um empate e uma vitória.

Por outro lado, o Ferroviário da Beira estava a fazer uma campanha menos conseguida no campeonato nacional de futebol, o Moçambola.

Em 15 jogos realizados – contava com dois jogos a menos devido aos seus compromissos na Liga dos Campeões Africanos – os “locomotivas” do Chiveve ocupavam a 10ª posição com 20 pontos, portanto, menos quinze que a União Desportiva do Songo, que liderava a prova.

 

Os campeões nacionais, União Desportiva do Songo, vão defrontar Al-Hilal Al Elobied do Sudão, na eliminatória da Taça CAF. Reagindo ao sorteio, o treinador de Songo referiu-se ao desafio que se impõe pela frente. 

De acordo com Chiquinho Conde, seria óptimo se a primeira mão fosse fora. Ainda assim, “vamos fazer de tudo para ganhar a partida. Não conhecemos muito sobre a equipa em questão. Sabemos apenas que na primeira eliminatória que tiveram empataram a zero, e está em sexto lugar neste momento no seu campeonato”, afirmou Conde. 

O treinador de Songo garante que a sua equipa fará o trabalho de casa. “Nós viemos de uma eliminatória difícil contra o TP Mazembe, sentimos o sabor amargo de ter ficado de fora, apesar de termos conseguido ganhar aqui com um resultado histórico. Sabemos que são jogos diferentes. Estamos a fazer um trabalho diário que não está focado apenas nas Afrotaças, pois o nosso objectivo é o campeonato nacional, pese embora queiramos ir mais longe na Taça CAF. Sabemos que o primeiro jogo será entre os dias seis e oito de Abril”, lembrou Chiquinho Conde.

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