Skip to main content

O País – A verdade como notícia

O piloto moçambicano Rodrigo Almeida, na categoria Max Júnior, ficou em quinto lugar na primeira prova do Campeonato de Aragón de karting, prova que aconteceu no passado dia 8, no circuito Internacional de Zuera, na Espanha.

Almeida, um dos novos valores do desporto motorizado em Moçambique, conseguiu colocar-se entre os cinco melhores numa prova que contou com a participação de 15 pilotos, dos quais 10 espanhóis, dois portugueses, um moçambicano e outro italiano.

Na sua primeira aparição na competição, o piloto moçambicano deu boas indicações numa prova que contou com a participação de pilotos talentosos como Adrián García, Félix Aparício, Daniel Scott, Iván Bataller e Guilherme de Oliveira.

Fazendo uma avaliação da sua prestação, o piloto disse que o sentimento era de “satisfação e missão cumprida dentro do objectivo de ir sempre melhorando”.

Participaram nesta prova os pilotos Ivan Bataller, Felix Aparicio, Adrian Garcia Lopez, Guilherme de Oliveira, Jaime Sanchez, Vincenzo Marinov, Mariano Martinez, Santiago Concepcion Serrano, Daniel Scott Augereau, Mario Burgueno Simon, Albany Del Vall Vivas Alvarez, Ivan Riera Garcia, Marco Aguilera e Miguel Corsino.
Esta temporada, Almeida pretende estar em grande no Campeonato Rotax de Espanha, competição que qualifica para a final do Campeonato do Mundo Rotax, competição agendada para o Brasil.

Almeida é primeiro piloto moçambicano a competir por uma equipa oficial de fábrica, sendo que este conta com o todo apoio técnico para que evolua cada vez mais.
A próxima aparição de Rodrigo Almeida será no próximo dia 25, no kartódromo do ATCM, na primeira prova deste ano do Campeonato de Karts.

 

Dias depois de ter batido com a porta no Desportivo, Dário de Jesus Monteiro seguiu a Portugal, onde, neste momento, encontra-se a cumprir estágio no Portimonense, clube que milita na Liga NOS.
O demissionário treinador do Desportivo trabalha, neste processo de aprendizagem, com o técnico Vítor Oliveira, segundo escreve “A Bola”.

Em entrevista a versão “online” da publicação, o jovem técnico moçambicano mostrou-se satisfeito com a experiência que tem colhido no estágio. «Um treinador tem que estar sempre a aprender. E é o que procuro no Portimonense, aprender algo. Estou diante de um dos melhores treinadores portugueses. O Vítor Oliveira foi meu treinador na Académica. É um treinador experiente, muito inteligente e tem uma paixão pura pelo jogo e está sempre actualizado. Não podia ter feito melhor escolha. Aliás, sempre tive uma enorme admiração por ele”, disse Dário Monteiro ao sitio do jornal  “A Bola”.

Adiante, o treinador recordou o facto de já ter trabalhado com Vítor Oliveira, quando este orientava o Moreirense. “Estagiei com o Vítor Oliveira, quando iniciei o meu percurso de treinador em 2013. Tinha acabado de tirar o segundo nível e fui estagiar no Moreirense. Foi muito importante para minha carreira, visto que foi ele que deu o aval para a minha contratação em 1996, quando vim do Desportivo de Maputo para Académica. Esteve no início da minha carreira como jogador profissional e como treinador», frisou.

Dário Monteiro está, nesta altura, sem clube e não se sabe qual será o seu futuro. Certo, certo mesmo, é que vai adquirindo conhecimentos na área de treinamento no Portimonense.

 

 

 

Os canarinhos empataram, esta noite, a uma bola, diante da UP de Manica. No jogo realizado no Estádio Nacional do Zimpeto, o Costa do Sol entrou a pressionar à equipa visitante, mas a UP de Manica fez de tudo para travar as incursões do canário.

Entretanto, a UP estudou o melhor caminho de resposta e, contra a corrente do jogo, adiantou-se no marcador. Aos 21 minutos, Mussa galga sobre o corredor esquerdo e, de forma leve, faz a bola abrigar-se no ninho dos canarinhos. Um a zero a favor da UP.

O Costa do Sol não cruzou os braços e, ao minuto 41, recupera a igualdade, por intermédio de Sibhale, que se aproveita de alguma apatia na defensiva adversária e atira para o um a um.

Chegou o empate e a seguir o intervalo.

No reatamento, as duas equipas entraram a atacar. Tanto o Costa do Sol como a UP de Manica procuravam explorar as oportunidades de golo, mas, até ao sinal do fecho, o resultado continuou em um para o Costa do Sol e um para a UP de Manica.

 

O desporto moçambicano, no geral, e basquetebol, em particular, está de luto. Morreu, hoje, vítima de doença, Mauro Vembane, antigo basquetebolista da selecção nacional e do Costa do Sol, seu clube de formação, Desportivo de Maputo, Maxaquene e Ferroviário de Maputo.  

Vembane vinha padecendo de uma doença que o levou a ser internado numa unidade sanitária da capital do país, tendo cedido a mesma.

Vembas, como era carinhosamente conhecido, fez parte  em 2006 da equipa de basquetebol do Desportivo de Maputo na qual pontificavam nomes como Sílvio “Nelinho” Letela, Belchior Canivete, Alexandre  “Danilo” Tique ,  Samora Mucavel, Jerónimo “ Jerry” Bispo,  Stélio Nuaíla, Siade Cossa, Gervásio Manhiça, Osvaldo Anapakala, entre outros.

Em 2003, sob orientação do professor Inácio “Profe” Bernardo, representou a selecção nacional no “Afrobasket” que teve lugar de 7 a 19 de Agosto, em Alexandria, no Egipto.

Faziam parte da selecção nacional de basquetebol, nesta competição, nomes como Siade Cossa, Fernando Mandlate, Kaimane de Deus, Sílvio Letela, Victor  “Tototi” Tamele,  Felisberto  “Beto” Macuácua,  Afzal Camal, Benjamin  “Pita” Manhanga e Sete Elias  Muianga.

 

 

Mais um jogo, mais do mesmo! Quarto jogo, quarta derrota. A selecção nacional de basquetebol sénior feminina perdeu, esta terça-feira, com a sua similar da Nova Zelândia (79-63) em jogo das qualificativas dos Jogos da Commonwealth, prova que decorre em Gold Coast, na Austrália.

A Nova Zelândia liderou o primeiro quarto, etapa do jogo na qual saiu a vencer pelo parcial de 18-7.

Já no segundo quarto, a selecção nacional melhorou a sua pontuação no jogo ao marcar 18 pontos (mais onze que no primeiro quarto) contra 23 da Nova Zelândia.

O terceiro quarto voltou a ser controlado pela 42ª classificada no ranking da FIBA, tendo liderado esta etapa com um parcial de 19-15.

No quarto período, a selecção nacional chegou mesmo a fazer um parcial de 10 zero, reduzindo desvantagem para onze pontos: 61-50. Mas a Nova Zelândia soube aproveitar os erros das Samurais e venceu o jogo por 79-63.

Odélia “Mafa” Mafanela, com 15 pontos aos quais acrescentou quatro ressaltos, em 25:37 minutos na quadra, foi a melhor cestinha das Samurais.

Duas atletas estiveram muito próximas de arrancar um duplo-duplo: Eleutéria “Formiga” Lhavanguane, que contabilizou 14 pontos e arrancou sete ressaltos (um ofensivo e seis defensivos).

E… Ingvild “Inga” Mucauro, extremo que terminou o jogo com 12 pontos e sete ressaltos (dois ofensivos e cinco defensivos) durante os 35:59 minutos na quadra.

A capitã do Ferroviário de Maputo foi a jogadora mais utilizada por Deolinda Cármen Ngulela e Leonel Manhique, o interventivo Mabê.

A “boxe score” aponta para 41% de aproveitamento nos lançamentos de campo: 23 lançamentos certeiros em 56 tentados.

Há, por outro lado, uma percentagem de 30 % ao nível do tiro exterior com sete lançamentos concretizados em 23 tentados. Ao nível da linha de lances livres, as estatísticas indicam que as Samurais tiveram um bom aproveitamento: 83 %, com dez lançamentos convertidos em doze tentativas.

Ao nível das tabelas, a selecção nacional contabilizou 37 ressaltos (oito ofensivos e 28 defensivos), para além de 14 assistências, 24 perdas de bola e dez roubos.

A Nova Zelândia, essa, terminou o jogo com 35% de aproveitamento de lançamentos de campo (26/74) e 33 % ao nível do tiro exterior (15/45).

O adversário de Moçambique acresceu ainda uma boa percentagem de lances livres: 86%: 12 lançamentos concretizados em 14 tentativas.

Outros dados: 45 ressaltos (18 ofensivos e 27 defensivos), 16 assistências, 17 perdas de bola e 14 roubos de bola.

 

 

 

 

 

Depois da saga nas competições africanas, nomeadamente na Taça CAF, também conhecida como Taça Nelson Mandela, o campeão nacional e o vice-campeão nacional, também vencedor da Taça de Moçambique, representantes moçambicanos nas afrotaças, regressam à casa para disputar os jogos locais de acerto de calendário, uma vez que não disputaram alguns jogos devido à sua participação nas provas continentais.

Assim, a União Desportiva de Songo disputa o jogo da primeira jornada diante do Sporting de Nampula enquanto o Costa do Sol terá pela frente a UP de Manica, em jogo da quinta jornada, disputada último final de semana.

UD Songo quer continuar senda de vitórias
A União Desportiva de Songo defronta, pela primeira vez em competições oficiais, o Sporting de Nampula, em jogo de atraso da primeira jornada do Moçambola 2018. Na altura em que o campeonato nacional iniciou, o campeão nacional viajava a Brazzaville, onde defrontara e perdera diante do TP Mazembe por concludentes 0-4, em partida da primeira mão da segunda eliminatória da liga dos campeões africanos. Deste modo, a sua estreia, bem como a estreia do Sporting de Nampula na presente edição do Moçambola, ficou adiada.

Mas logo a seguir, recorde-se, a União Desportiva de Songo redimiu-se da derrota de 0-4 no Congo, vindo a vencer no Chiveve por 3-0, fazendo estremecer o todo-poderoso do Mazembe, equipa mais cotada do futebol africano.

De lá para cá, os “hidroeléctricos” de Songo tiveram quatro vitórias e um empate. Aliás, depois dessa derrota diante do TP Mazembe, a equipa de Chiquinho Conde iniciou uma série de bons resultados com um empate diante do Incomati, sem abertura de contagem, em Xinavane, vindo a somar mais quatro vitórias, respectivamente frente ao TP Mazembe (3-0, no Chiveve), Desportivo de Nacala (2-1, em casa), UP de Manica (0-1, em Chimoio) e Al Hilal (para a Taça CAF, por 3-1, no Chiveve).

Por seu turno, o Sporting de Nampula procura alcançar a sua primeira vitória no Moçambola 2018, uma vez que soma duas derrotas e igual número de empates. Os “leões” da capital do Norte perderam os dois primeiros jogos diante do Costa do Sol (1-3) e do Ferroviário de Maputo (0-3), vindo depois a empatar com a Liga Desportiva de Maputo (0-0) e com o Ferroviário de Nampula (1-1), na última jornada. Marcou apenas dois golos e sofreu sete.

Em caso de vitória, a UD Songo sobe para a segunda posição, em igualdade pontual com a Liga Desportiva de Maputo (10 pontos), aproximando-se da liderança. Depois deste jogo, faltará disputar ainda mais um jogo em atraso, referente a quinta jornada, diante do Clube de Chibuto, de Artur Semedo, a 25 deste mês de Abril. Já o Sporting procura sair da zona da despromoção, onde soma dois pontos, mais um que a UP de Manica, lanterna vermelha.

 

O Costa do Sol, vindo de uma derrota em Ruanda, diante do Rayon Sports (0-3), resultado que complica as suas aspirações de chegar à fase de grupos da Taça CAF, precisa (re)iniciar o seu voo para ganhar mais confiança para o que resta (ainda que no início) da época. E nada melhor que receber a UP de Manica, estreante na prova máxima do futebol moçambicano. É a primeira vez que se cruzam e os “canarinhos” estão melhor apetrechados e mais rodados que o adversário para sair do jogo de amanhã com os três pontos em disputa.

No jogo da Taça CAF, Leonardo Costas não contou com a sua maior estrela, Terrence, tendo optado por Sibale, mas para este jogo, o astro pode fazer dupla com Isac e procurar marcar golos necessários para somar pontos e procurar chegar ao segundo lugar, onde já está a Liga Desportiva de Maputo.

Somando sete pontos e com um atraso ligeiro em face de uma derrota sofrida e um empate, para além das duas vitórias, o Costa do Sol quer vencer e moralizar-se, tanto mais que depois desloca-se a Songo, para defrontar o campeão nacional, antes de receber o Rayon Sports do Ruanda, em jogo decisivo, difícil, mas não impossível, para procurar a qualificação à fase de grupos da Taça CAF.

Já a UP de Manica, que só tem um empate em quatro jogos, precisa vencer, mas mesmo assim não conseguiria sair da zona da despromoção. Agora é o lanterna vermelha.

Este jogo terá lugar no Estádio Nacional do Zimpeto, quando forem 18H e será transmitido em directo na Stv Notícias.

 

Brilhante, brilhante, brilhante… ouviu-se nas crónicas! Lá estava encaixada na gavetinha e o obreiro? Kamo-Kamo, um nome a registar! Quanta mestria! Estava marcado o primeiro golo do Moçambola 2018, o mais rápido deste ano e, quiçá, da história recente do Moçambola. Tratou-se do golo que marcou a estreia do então desconhecido jogador pela equipa A do Ferroviário de Maputo. Tão brilhante, que foi conotado como um estrangeiro, mas não! É um talento moçambicano.

Afinal como tudo começou?

Conta que a paixão pelo desporto-rei começou com tenra idade no seu bairro Polana Caniço, periferia da cidade de Maputo. Aos cinco anos jogou, pela primeira vez, com público pelo seu bairro. “Desde os primeiros anos de vida os meus pais dizem que eu chorava toda a vez que me tiravam a bola. Já com os cinco, seis anos, jogava com amigos da zona. Anos depois joguei pela primeira vez perante o público pela equipa do meu bairro e as pessoas gostaram. Quem também ficou maravilhado foi o mister Sebastião”, recordou o jogador. Por ironia do destino, o mesmo Sebastião Sitoi que treina a equipa a qual Kamo-Kamo marcou o seu primeiro golo no Moçambola.

Daí, continuou na equipa da Polana Caniço, sendo que aos 10 anos assumiu a braçadeira de capitão e objectivo era o de vencer o torneio infanto-juvenil Bebec, mas naquele ano ficaram nos quartos-de-finais. “Chorei muito porque havia prometido que levaria a equipa à final. Mas, mesmo assim, fui considerado melhor jogador da competição”.

O que é certo é que depois daquele jogo foi convidado a entrar para os escalões de formação do Ferroviário de Maputo, onde conquistou algumas medalhas e taças. “Naquele jogo havia olheiros e veio um senhor chamado Venâncio – que já não está aqui – que me convidou para o Ferroviário de Maputo. Recebi o convite de outros clubes como o Costa do Sol – um clube que está próximo à minha casa – mas preferi o Ferroviário de Maputo porque já havia passado por lá e consideram-me pequeno demais e não queria passar pela mesma situação. Outrossim, o meu pai sempre foi adepto ferrenho do Ferroviário de Maputo, aqui começou a nova vida. O mais interessante é que nunca joguei no meu escalão, sempre joguei em escalões imediatamente acima”. No final do ano passado, foi chamado por Carlos Manuel a treinar pela equipa sénior, mas não chegou a jogar. “Ele conhecia a todos nos escalões de formação e um dia chegou até mim e disse que tinha potencial para jogar pela equipa sénior. Infelizmente não cheguei a jogar”, contou!

Entretanto, este ano ganhou confiança do técnico Nelson Santos e não vacilou. A sua estreia foi contra o Maxaquene para o Torneio Mavila Boy. “Fui muito elogiado, tanto pelos adeptos, assim como pelo treinador Nelson Santos. A partir daí, senti a responsabilidade que carregava às costas. Também tenho contado com o apoio de todos os jogadores do plantel”. A partir daí, ganhou mais confiança e mereceu a titularidade no jogo inaugural da sua equipa no Moçambola e não vacilou. Brilhante, brilhante… diziam as crónicas!
Neste momento, Kamo-Kamo está representar a selecção sub-20 na corrida ao CAN da categoria em 2019. O médio ala, não esconde o seu fascínio pelo Puto Maravilha. Actualmente no Ferroviário de Maputo, o jogador sonha grande… sonha com o Barcelona.

 

À terceira… não foi de vez. A selecção nacional de basquetebol sénior feminina averbou, hoje, a terceira derrota nos Jogos da Commonwealth ao perder para o Canadá, por 85-53.

Diante do Canadá, conjunto que está no “top 5” do Mundo, as Samurais saíram do primeiro quarto a perder pelo parcial de 28-11. Já no segundo quarto, equilibrado, Moçambique,  controlou tendo vencido por  dois pontos de diferença: 17-15.

O terceiro quarto voltou a ser do domínio das canadenses que lideraram a marcha do marcador, vencendo pelo parcial de 28-13.

 No quarto e último período, o Canadá venceu pelo parcial de 14-12.  Em termos individuais, Deolinda Gimo foi a melhor cestinha com 13 pontos aos quais acrescentou um ressalto e quatro roubos de bola durante os 33:05 minutos na quadra.

Formiga, a talentosa Eleutéria Lhavanguane, esteve perto de arrancar um duplo-duplo ao terminar a partida com  nove pontos e nove ressaltos.

Outrossim, Odélia Mafanela, com 10 pontos e nove ressaltos,  esteve próxima de um duplo-duplo no jogo com o Canadá.

Em termos globais, Moçambique obteve uma média de 29% nos lançamentos de campo (20 em 79). As Samurais, ao nível do jogo exterior, situaram-se nos 20 % com quatro  lançamentos de longa distância concretizados em vinte tentados.

Mais: registaram uma percentagem de 60 % na linha de lances livres com nove convertidos em quinze tentados.
Moçambique contabilizou, no jogo, um total de 37 ressaltos (14 ofensivos e 23 defensivos), onze assistências,  dezasseis perdas de bola e quinze roubos.
Já o Canadá terminou a partida com 30/64 lançamentos de campo (média de 44 porcento), 12/30 lançamentos exteriores (40 porcento) e 13 /18 na linha de lances livres (72 porcento).

As canadenses dominaram nas tabelas com  54 ressaltos (16 ofensivos e 38 defensivos), 24 assistências, 19 perdas de bola e quatro roubos.

 

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE