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O País – A verdade como notícia

Emoção, muita emoção e festa é o que se espera na grande final da Engen Maputo Basket. Música, mais música e claques organizadas.

Para além da animação, há prémios aliciantes reservados aos três primeiros classificados, bem como aos que se destacarem individualmente. O vencedor terá direito a um prémio monetário de 500 mil meticais, enquanto o segundo classificado irá receber 300 mil meticais. Já o terceiro lugar ficará com 200 mil meticais.

Para além da consagração dos grandes vencedores, está prevista a premiação individual dos destaques da Engen Maputo Basket. Assim, o jogador mais valioso (MVP) irá receber 50 mil meticais. Aos melhores ressaltador e marcador e melhor triplista do certame caberá o prémio de 25 mil meticais cada.

“Nós esperamos que seja uma grande final. São, presentemente, as duas melhores equipas do país nos femininos. Além de esperarmos uma grande final, esperamos um grande público e que haja maior envolvimento de todos os stackholders ligados ao basquetebol para que, de facto, seja uma final bonita e que ganhe a melhor equipa”, começou por dizer Eduardo Chau da Engen.

A fonte diz que esta final entre o Costa do Sol e Ferroviário de Maputo “tem um condimento diferente do ano passado na medida em que o vencedor terá um prémio de 500 mil meticais”.

Com o acréscimo dos valores da premiação, a Engen pretende estimular os intervenientes da modalidade da bola ao cesto para que se atinja resultados satisfatórios. “É uma forma de estimular os clubes. Nós sabemos que Moçambique é um país que sempre produziu bons basquetebolistas. E, de alguns anos para cá, temos notado grandes nomes do nosso basquetebol. Nós fazemos isso com o objectivo de ajudar a todos para que o basquetebol volte aos tempos áureos em dava, portanto, a Moçambique títulos africanos e grandes jogadores”, explicou Eduardo Chau.

E acrescentou: “Este prémio monetário é uma parte pequena da nossa contribuição que julgamos que, com o envolvimento de toda uma estrutura, pode catapultar o nosso basquetebol para níveis muito mais altos. Este é que é o nosso objectivo”, frisou.

E numa abordagem ao futuro, Chau disse: “esperamos, sinceramente, que nos próximos anos melhoremos ainda mais com base no que estamos a aprender este ano. 

A finalizar, Chau referenciou o facto de pretender-se juntar a final da Engen Maputo Basket com o Engen Interescolar. “Nós estamos a pensar em associar a final com os jogos Inter-escolar que a Engen também organizou. E contamos, sinceramente, que vai ser uma festa bonita com o envolvimento de muita gente e com muito público”.

Quanto ao Engen inter-escolar, Eduardo Chau mostra-se satisfeito com esta experiência que visa a descoberta de novos talentos. “Há muitos anos atrás, os Jogos Escolares produziam jogadores para as equipas federada. E, de algum tempo para cá, não temos reparado muito nisso. Isto é uma forma também de incentivar os jovens a praticarem o desporto na escola não só por uma questão de saúde mas também de auto-estima mas também para que possamos sonhar que, num futuro próximo, possamos ter jogadores de grande nível de basquetebol. Um trabalho que já começamos este ano e vamos ver o que podemos fazer ainda mais para que seja melhor do que fizemos este ano com o envolvimento de todos”, finalizou.

As basquetebolistas moçambicanas Célia Sumbane e Suraya Rijal sagraram-se, domingo, campeãs de Portugal no escalão de sub-16, após o Quinta dos Lombos vencer a CP Natação, por 53-49, no terceiro jogo da fase final.

Suraya Rijal foi considerada como MVP-  jogadora mais valiosa- da fase final do  Campeonato Nacional de sub-16 femininos de Portugal, para além de  ter sido indicada para o cinco ideal.

No derradeiro jogo da fase final, Suraya Rijal contabilizou nove pontos, 13 ressaltos, uma assistência e dois roubos de bola.

A sua compatriota  Célia Sumbane foi nomeada, igualmente,  para o  ideal como melhor extremo do campeonato, sendo que terminou o jogo com seis pontos, 13 ressaltos, uma assistência  e dois roubos de bola.

Fazem ainda parte do cinco ideal as atletas Leonor Paisana (Queluz), Inês Vieira (Quinta dos Lombos) e Leonor Ferreira (CPN).

Em destaque está  também Ernesto Jamisse “coach Dog” Nhalungo, ele que orientou a equipa de sub-16 do Quinta dos Lombos.

O Quinta dos Lombos venceu, na fase final,  o Clube Basket de Queluz  (61-46) em jogo realizado na passada sexta-feira. Dia seguinte, a equipa onde actuam os moçambicanos derrotou o Centro Desportivo Escola Francisco Franco, por 72-43.

E, domingo, fechou a prova em grande ao vencer o CPN por 53-49, resultado que lhe permitiu terminar a prova em primeiro lugar. Em segundo lugar ficou  o Queluz que, no derradeiro jogo da fase final, bateu o Centro Desportivo Escola Francisco Franco, por 63-58.

 

Dois golos nos minutos finais do jogo ditaram a vitória do Ferroviário de Nampula diante do líder do Moçambola 2018, o Ferroviário de Maputo, interrompendo a fase de bons resultados que os “locomotivas” de Maputo vinham tendo no campeonato nacional. Maurício, que entrou em campo aos 88 minutos, abriu o marcador aos 90 minutos e já em tempo de compensação, mesmo na última jogada da partida, Adebayor “vingou-se” do fora que levou da turma da capital e fez o segundo para os nampulenses. Afinal “se não sirvo aqui, vou servir lá para complicar a vossa vida”, fez com que Adebayor, um dos dois jogadores despedidos do Ferroviário de Maputo e que se transferiram há pouco para o Ferroviário de Nampula, se esforçasse para marcar à sua antiga equipa.

Ainda assim, foi um jogo que teve equilíbrio durante quase toda partida, com jogadas de ataque e perigo nas duas balizas, mas sem que os avançados visassem a baliza contrária. O Ferroviário de Nampula ainda falhou uma grande penalidade aos 29 minutos, quando Jeitoso fez falta, na área, contra um contrário, desperdiçado pelo jogador dos “locomotivas” de Nampula.

Agora com Kamo Kamo, o Ferroviário de Maputo volta a perder no Moçambola, quatro jornadas depois, mas mantém a liderança isolada, podendo ser acossado pelo Textáfrica de Chimoio, caso vença, esta quarta-feira, na recepção ao campeão em título, UD Songo.

Ainda em Nampula, mas na cidade de Nacala, o Costa do Sol não foi além de um nulo diante do Ferroviário de Nacala, resultado que mantém as duas equipas abaixo do 10º lugar. Os “canarinhos” estão mesmo na 10ª posição, com 13 pontos e os “locomotivas” de Nacala estão na penúltima posição, com menos 3 pontos que o seu adversário desta terça-feira.

Mais uma bomba de Bruno na vitória do Maxaquene

O Maxaquene continua de vento em pompa e nesta terça-feira não teve meias medidas para derrotar o Sporting de Nampula. Sem treinador principal, pouco podia se exigir dos “leões” de Nampula que tinham em Danito Parruque o interino no banco técnico, o que obriga que o jogador não entre em campo, para melhor orientar a equipa.

Logo aos dois minutos os “tricolores” já abriam o marcador, com golo de João a aproveitar um cruzamento de Mutong na direita do seu ataque. João, bem posicionado no coração da área, só teve que encostar para o primeiro golo. Mas foi um golo que fez crescer a turma de Nampula que depois equilibrou o jogo e ainda teve algumas oportunidades de marcar, mas sem sucesso, até que aos 57 minutos, já na segunda parte, sofre um contra-golpe com o segundo golo dos “maxacas”. Contra a corrente do jogo Danilo aproveita a subida das pedras dos “leões” e fez o segundo.

O melhor estava reservado para a parte final. Livre directo para o Maxaquene a cerca de 35 metros da linha do golo, quase na mesma posição em que houve livre contra o Desportivo, para a Taça de Moçambique. Bruno voltou a ter inspiração e desferiu uma bomba que só parou no fundo das malhas do guarda-redes do Sporting. Grande golo de Bruno.

Nos minutos finais o Sporting beneficiou de uma grande penalidade muito bem cobrada por Eládio, reduzindo a desvantagem e fixando o resultado final.

 

Kendal Manuel, extremo que evolui no Orgeon State Beavers dos EUA, é a principal novidade da pré-convocatória da selecção nacional de basquetebol sénior masculino que, de 29 de Junho a 1 de Julho, irá disputar a segunda volta das eliminatórias do grupo “D” para o Mundial.

Kendal Manuel obteve, na temporada 2017-2018, uma média de 5.3 pontos/jogo e 38.1 porcento de lançamentos de campo.

Octávio Gregório Magoliço, jogador que falhou o “Afrobasket” 2017, prova conjuntamente organizada pelo Senegal e Tunísia, devido a lesão, regressa à selecção nacional de basquetebol. Maguila tem sido uma das opções de Milagre “Mila” Macome no Campeonato da Cidade, Engen Maputo Basket.

Na convocatória, que é novamente dominada pelos Ferroviários de Maputo e da Beira, destaque também  para os regressos de Edson Monjane, poste do Ferroviário de Maputo que regressou à competição após um período de lesão, Augusto “Gordo” Matos, que vem jogando já com alguma regularidade nos últimos tempos, e Hugo Martins, jogador do Desportivo de Maputo que fez a sua estreia em fases finais do “Afrobasket” em 2015.

Os jogadores deverão apresentar-se na próxima segunda-feira, 18 de Junho, às 16h00, na sede da Federação Moçambicana de Basquetebol (FMB), para uma reunião com o organismo que gere a modalidade da bola ao cesto no país.

Na primeira volta das eliminatórias para o Mundial, realizada no pavilhão do Maxaquene, a selecção nacional terminou em segundo lugar fruto de duas vitórias e uma derrota.

Moçambique venceu a República Centro Africana, por 59-52, em desafio realizado no passado dia 24 de Fevereiro.

A outra vitória foi diante da Costa do Marfim, por 66-53, em jogo da primeira jornada do grupo D. Na última jornada, Moçambique perdeu com o Senegal por 60-52.

Eis a lista de convocados:

 

Eis a lista de convocados:

Jogador                                Posição                         Clube

Pio Matos                          Base                            Fer. Maputo

Orlando Novela                Base/extremo             Fer. Maputo

Baggio Chimondzo           Base                              Fer. Maputo

Ivan Cossa                         Base                              Fer. Beira

Ismael Nurmamade        Base/extremo              Fer. Beira

Manuel Uamusse            Extremo                        Fer. Maputo

Kendal Manuel                 Extremo                       Oregon State

Ayad Marques                  Extremo                       Fer. Beira

David Canivete                  Extremo                      Fer. Beira

Francisco Macaringue    Extremo                        Fer. Maputo

Ermelindo Novela           Extremo                        Fer. Maputo

Augusto Matos                Extremo                        Fer. Maputo

Elvis Houana                     Extremo                      Fer. Beira

Hugo Martins                    Extremo                      Desp. Maputo

Custódio Muchate           Poste                             Fer. Beira

Octávio Magoliço            Poste                             Fer. Maputo

Edson Monjane               Poste                           Fer. Maputo

Dércio Mula                     Poste                           Fer. Maputo

Inélcio Chire                     Poste                            Fer. Maputo

Helton Ubisse                  Poste                            Fer. Beira

 

 

 

 

Depois de cerca de três semanas de paragem, o campeonato nacional de futebol, o Moçambola 2018, regressa esta terça e quarta-feiras, para rodar a 11a jornada, com uma deslocação do líder, Ferroviário de Maputo, a Nampula para defrontar seu homónimo, procurando a consolidação da liderança da prova

É o regresso do principal campeonato nacional de futebol, o Moçambola, depois da paragem para dar lugar aos jogos dos Mambas, no torneio da Cosafa e aos jogos da fase regional da Taça de Moçambique.

E nada melhor que ter um atractivo entre o Maxaquene e o Sporting de Nampula, com muitas curiosidades em volta. O Maxaquene, que iniciou mal o campeonato, está a melhorar jornada-pós-jornada, não tendo perdido nenhum dos últimos cinco jogos (teve duas vitórias e três empates), ocupa a 7a posição, com 13 pontos e a tendência é continuar a subir. Na última jornada venceu o Clube de Chibuto e no último sábado garantiu passagem aos quartos-de-final da Taça de moçambique, após vitória sobre o Desportivo Maputo por duas bolas sem resposta.

Já o Sporting de Nampula vem de um empate sem abertura de contagem diante do 1o de Maio de Quelimane, despediu o seu treinador, Danito Nhamposse, por alegados maus resultados, é lanterna vermelha e, esta tarde, no ENZ, vai ter Danito Parruque a comandar a equipa. Uma novidade em termos de ter um jogador-treinador nos “leões” de Nampula.

Esta é uma partida para acompanhar em directo e exclusivo na Stv Notícias, esta tarde, quando forem 15H00.

Líder em Nampula para consolidar a liderança

O líder do Moçambola 2018, o Ferroviário de Maputo, vai a Nampula defrontar o seu homónimo com objectivo claro: vencer para consolidar a liderança e ganhar mais margem em relação aos directores perseguidores. Mas certamente terá uma grande oposição, uma vez que, estando na 5a jornada com 15 pontos, o Ferroviário de Nampula não vai querer facilitar.

Os “locomotivas” da capital vão na sua máxima força, já contando com todos jogadores, incluíndo Kamo Kamo, que esteve fora da equipa durante quase um mês, por causa dos jogos dos Mambinhas e da selecção nacional.

Ainda para hoje, em Quelimane, o 1o de Maio recebe o Incomati de Xinavane. Trata-se de uma partida entre equipas que lutam para fugir da zona incômoda onde se encontram. Separados por um ponto (10-09 a maior para os “açucareiros”), prevê-se uma partida de resultado imprevisível.

E quem vencer este jogo dá um grande passo para a fuga a despromoção, tendo em conta que vai deixar o seu adversário do dia mais para trás.

Restantes jogos agendados para amanhã

Para já, os restantes jogos desta jornada 11 estão marcados para amanhá, quarta-feira, com o campeão nacional,  UD Songo, sem o seu treinador principal, afastado por incumprimento de contrato, a deslocar-se ao terreno do Textáfrica do Chimoio. Os “fabris”, que estão embalados e com a segunda posição conservada há três semanas, não irão facilitar e, certamente, vão se aproveitar desta fase menos boa dos “hidroeléctricos” para procurar a vitória, para além de que a UD Songo não vai contar com Mano e Hélder Pelembe, lesionados.

Mas na quarta-feira teremos um atractivo Clube de Chibuto vs Liga Desportiva de Maputo. Um embate que não tem resultado previsível, tendo em conta os contendores e os respectivos treinadores. Aliás, na época passada, os “guerreiros” de Gaza foram a Matola vencer a Liga e esta partida pode ser de desforra para os treinados de Akil Marcelino. Mas há outro atractivo: o Chibuto, ferido no seu orgulho, após goleada e afastamento da Taça, tem apenas o Moçambola para vincar, enquanto a Liga vem de uma goleada moralizadora na Taça, diante do Clube da Manhiça. É mais jogo que terá transmissão televisivam, na Stv Notícias.

O Costa do Sol, por exemplo, quer mostrar que regressou aos bons resultados e, em Nacala tem a oportunidade, diante do Ferroviário local. Horácio Gonçalves, que renovou por mais uma época, quer começar a mostrar serviço.

Estrela arrecada Torneio  de Abertura de hóquei

O Estrela Vermelha sagrou-se vencedor do Torneio de Abertura de hóquei em patins. O empate, 4-4, frente ao Desportico JAT, bastou para somar o precioso ponto que precisava para conquistar o segundo troféu da época, depois de em março ter arrecadado a Supertaça.

Com este empate o Estrela soma 19 pontos e quando faltam duas jornadas para o fim não pode ser alcançado pelo Desportivo, em segundo com 10 pontos.

Por seu turno, o Ferroviário de Maputo isolou-se no terceiro lugar ao golear o Desportivo "Legends" por 9-1.

Os locomotivas somam 9 pontos e tem a possibilidade de ainda chegarem ao segundo lugar, sendo que terá que travar uma luta com o Desportivo JAT.

De referir que Académica ficou de fora desta jornada devido ao número impar de equipas.

É a reedição da final do ano passado. Ferroviário de Maputo, detentor do troféu, e Costa do Sol, finalista vencido, voltam a travar argumentos na decisão do título de campeão da cidade em seniores femininos num  “play-off” a melhor de três jogos. 

As “locomotivas” partem para esta final com o objectivo de vencer e manter a sua hegemonia no panorama do basquetebol feminino moçambicano.

De resto, apresentam um plantel equilibrado formado por jogadoras de selecção nacional. Tais são os casos de Anabela Cossa, Elizabeth Pereira, Dulce Mabjaia, Odélia Mafanela, Deolinda Gimo, Ana Suzana Jaime, Ingvild Mucauro, entre outras.

Do outro lado, estará uma equipa que pretende finalmente assumir o seu protagonismo conquistando esta prova a qual tem perdido nos últimos anos para o seu adversário na final.

Aliás, o Costa do Sol quer acabar com o ciclo vitorioso de um Ferroviário de Maputo que, esta temporada, venceu todos os jogos entre as suas equipas.

Para tal, Deolinda Ngulela, treinadora do Costa do Sol, conta com um leque de jogadoras experientes e novos valores que se tem afirmado nas vice-campeãs da cidade. Denise Ernesto, Aquila Mucubaquire, Isabel Mavamba, Shelsea Rafael, Ilda Chambe, Ornília Mulhui, Karina Mariamo, Regina Mahoche e companhia apontam para o título. E querem entrar com tudo nesta grande final que se espera muito bem disputada.

MEIAS-FINAIS

Para atingir a final, o Costa do Sol fez o dois a zero na serie dos “play-offs” a melhor de três jogos diante do Ferroviário das Mahotas. Sexta-feira, no pavilhão do Desportivo, no jogo um, o Costa do Sol venceu por 54-51, numa partida decidida no prolongamento.

O jogo era aguardado com enorme expectativa, até porque na quadra estavam duas equipas que têm protagonizado partidas intensas e muitíssimos equilibradas.

Início do primeiro quarto com duas equipas apáticas e níveis de ansiedade elevados ditaram uma fraca pontuação nesta etapa, com o parcial a ser 9-8, vantagem para o Costa do Sol.

No segundo quarto, viu-se o Ferroviário das Mahotas sem clarividência ofensiva e com muitas perdas de bola.  O Costa do Sol soube aproveitar os erros do seu adversário, dominando na tabela defensiva e ofensiva e saiu ao intervalo a vencer por 22-13.

O terceiro quarto trouxe um Ferroviário das Mahotas com maior clarividência ofensiva, com jogadas de 1 para 1, com Eleutéria “Formiga” Lhavanguane a fazer a diferença. As locomotivas das Mahotas foram mais agressivas defensivamente no quarto período e com lançamentos exteriores empataram o jogo: 45-45.

Foi-se ao prolongamento, etapa na qual o Costa do Sol fez valer a sua experiencia e  e foi superior, tendo vencido por 54-51.

Já no sábado, o Costa do Sol voltou a vencer desta feita por 58-42 e assegurou a presença na final.

Já o Ferroviário de Maputo qualificou-se para a final da Engen Maputo basket em seniores femininos, depois de vencer o Maxaquene por 65-57 no jogo dois dos “play-offs” a melhor de três. As campeãs em título sentiram, no entanto, imensas dificuldades para ultrapassar o conjunto orientado por Simão Mataveia.

O parcial de 19-18, a favor do Maxaquene, é um claro indicativo do equilíbrio nesta partida.

O Ferroviário de Maputo teve dificuldades para se impor e saiu ao intervalo a vencer por 35-27.

O terceiro quarto foi, igualmente, equilibrado e no final desta etapa o marcador indicava 43-43.

No quarto período, o Ferroviário de Maputo soube aproveitar os erros do Maxaquene e venceu por 65-57. Na sexta-feira,  o Ferroviário de Maputo venceu o Maxaquene por 65-46 no jogo um dos play-offs das meias-finais da Engen Maputo Basket.  Sem Carlos Alberto Niquice no banco técnico e desfalcado de três jogadoras, nomeadamente Ingvild Mucauro, Elizabeth Pereira e Ana Suzana Jaime, o Ferroviário de Maputo procurava impor o seu poderio.

Mas o jogo até iniciou com as duas equipas a denotarem problemas de finalização com ataques as defesas a superiorizarem-se aos ataques.

Com mais soluções nas posições quatro e cinco, o Ferroviário de Maputo fez valer o seu jogo interior para controlar  a partida.

O Maxaquene ainda tentou dar réplica, mas depois as detentoras do trofeu foram uma vez mais fortes quer no jogo exterior quer no jogo interior. 

E, no final, o Ferroviário de Maputo venceu o jogo por uma diferença de 19 pontos: 65-46.

No jogo de atribuição do terceiro lugar, o Maxaquene mede forças com o Ferroviário das Mahotas. As “tricolores” derrotaram as “locomotivas” das Mahotas no jogo de atribuição do terceiro lugar na Taça Maputo , fechando desta forma os lugares de pódio na prova. Muita juventude nas duas equipas. Jogadoras que querem afirmar-se no panorama do basquetebol feminino nacional.

Espera-se, por isso, um embate intenso pois o Ferroviário das Mahotas pretende também ficar em terceiro lugar na Engen Maputo Basket.

 

Cerca de cinco semanas, crianças com idades compreendidas entre os seis e onze anos deram os primeiros passos na modalidade da bola ao cesto ao participarem no torneio de mini-básquete Millennium Bim, iniciativa que que teve lugar em simultâneo em todas as capitais provinciais do país.

Esta iniciativa tem, igualmente, a componente de educação rodoviária, na qual os alunos aprendem como atravessar a estrada, bem como a cultura.

Acompanhados por professores e monitores, os participantes apreenderam as técnicas do basquetebol e a privilegiarem no seu dia a dia práticas saudáveis.

Hugo Martins, jogador do Desportivo de Maputo e da selecção nacional, é  um dos valores do basquetebol moçambicano que despontou no torneio de mini-básquete Millennium bim. Sábado, no encerramento do evento na Escola Secundaria Francisco Manyanga, partilhou a sua experiência com os mais novos. “É uma honra estar aqui a testemunhar o enceramento deste evento que decorre há treze anos. É satisfatório saber que grandes empresas com o Millennium Bim, Impar e outras iniciaram este torneio há mais de dez anos e continuam firmes na causa”, enalteceu Hugo Martins. E acrescentou: “Este torneio é praticamente o início da careira de um atleta em Moçambique. Estas crianças devem saber que, da mesma maneira que desejam jogar basquetebol, devem ir a escola porque este foi o conselho que eu recebi de atletas como Custódio Muchate e Octávio Magoliço que na altura em que comecei eram espelho”. O torneio  já lançou estrelas como Helton Ubisse, jogador do Ferroviário da Beira e Neide Ocuane, a jogar nos EUA.

O Millennium bim faz uma avaliação positiva do torneio.

“A nossa avaliação, ano após ano, é muito positiva. O objectivo desta iniciativa está incorporada num programa de responsabilidade social “Mais Moçambique para mim” e tem, acima de tudo, como objectivo proporcionar as crianças de todo o país experiência de desporto em basquetebol, experiência de cultura com a música, mas também uma experiência relacionada com educação física. Por exemplo, a segurança rodoviária. A descoberta de talentos, eu diria que é um efeito secundário, que nos agrada muito. Eu acho que há muito talento em Moçambique.  Nós, quanto muito,  só estamos a ajudar dando um pequeno e humilde contributo para que possam aparecer mais”. Nuno Vaz, Administrador do Bim.

Já o Governo reiterou seu compromisso em apoiar iniciativas do género. “Em primeiro lugar, gostaria de felicitar os organizadores por esta iniciativa. Lembrar que eu sou produto deste tipo de eventos. Devo dizer que a introdução do basquetebol através do torneio mini básquete nas escolas é fundamental.   Diria que é importante perceber que, se os meninos iniciam com estas idades, facilmente desenvolvem o talento ainda cedo. Portanto, estão de parabéns os organizadores.  Este ano,  a iniciativa se estendeu para o país todo, o que significa que abrangeu mais escolas e mais alunos. Como Governo, nós vamos continuar a apoiar. Como esta é importante que venham outras iniciativas  porque só assim é que podemos fazer a dinâmica do desporto escolar”, disse a vice-ministra da Juventude e Desportos, Ana Flávia Azinheira.

 

 

Sem Carlos Alberto Niquice no banco técnico e desfalcado de três jogadoras, nomeadamente Ingvild Mucauro, Elizabeth Pereira e Ana Suzana Jaime, o Ferroviário de Maputo procurava impor o seu poderio.

Mas o jogo até iniciou com as duas equipas a denotarem problemas de finalização com ataques as defesas a superiorizarem-se aos ataques.
Com mais soluções nas posições quatro e cinco, o Ferroviário de Maputo fez valer o seu jogo interior para controlar a partida.

O Maxaquene ainda tentou dar réplica, mas depois as detentoras do trofeu foram uma vez mais fortes quer no jogo exterior quer no jogo interior.  

E, no final, o conjunto de Carlos Alberto venceram o jogo por uma diferença de 19 pontos: 65-46. E mantém-se invencíveis na Engen Maputo basket.
Maxaquene e Ferroviário de Maputo voltam a bater-se hoje, às 16 horas, no pavilhão dos tricolores, no jogo dois dos play-offs das meias-finais da Engen Maputo Basket.

 

Costa do Sol goleou o Clube de Chibuto por cinco bolas a duas e a Liga Desportiva de Maputo deu mão cheia ao Clube da Manhiça, garantindo assim, a passagem aos oitavos-de-final da Taça de Moçambique, onde estão também o Maxaquene, Ferroviário da Beira e Textáfrica.

Os “canarinhos” sabiam das dificuldades que teriam nesta partida, tendo em conta que o Chibuto sempre criou problemas ao Costa do Sol, nos jogos entre si. Ainda mais sendo um jogo a eliminar, as cautelas eram maiores. Ainda na primeira parte, Chawa, aos 17 minutos, marcou para o Costa do Sol, numa desatenção da defensiva contrária.

O Costa do Sol continuou na carga e Sibale, aos 41 minutos, voltou a mexer no marcador, fazendo o segundo golo. Aos 43 minutos, o Chibuto acabou reduzindo a desvantagem num golo de belo efeito, por Ahmed, com algumas culpas para Guirrugo.

Na segunda parte, o Costa do Sol estava disposto a contrariar a tentativa de recuperação do Chibuto, e acabou aumentando o marcador, por intermédio de Nené logo nos minutos iniciais, mas viu o Chibuto a reduzir novamente, por intermédio de Ahmed, que bisava e relançava a eliminatória.

Mas o Costa do Sol estava determinado a não facilitar e não facilitou, pois dois minutos depois de ter sofrido o golo reagiu. Raúl recebeu a bola na zona do meio campo e galgou terreno, passando por vários jogadores contrários e quando teve oportunidade de rematar, desferiu uma bomba que só parou no fundo das malhas do Chibuto.

Para fechar a festa de golos, Sibale voltou a fazer das suas, bisando e colocando ponto final na caminhada do Chibuto na Taça de Moçambique.

Quem também encheu o saco foi a Liga Desportiva que goleou o Clube da Manhiça por cinco bolas sem resposta. Foi evidente a diferença de campeonatos nesta partida em que a turma de Akil Marcelino passou ao lado de uma goleada histórica, tendo em conta que não teve nenhuma contrariedade por parte do Clube da Manhiça. Uma vitória que não sofreu contestação.

No Estádio Nacional do Zimpeto, o Maxaquene também passou com distinção, após afastar o seu eterno rival e vizinho, derrotando-o por duas bolas sem resposta. João, aos 7 minutos, fez vibrar a moldura humana presente nas bancadas com o primeiro golo. Logo a seguir, aos 31 minutos, foi Bruno a desferir um canhão, de livre directo, para um grande golo de mestria, sem hipóteses de defesa para Filipe. Avançava a turma "tricolor" perante a apatia "alvi-negra" que não conseguiu reagir, perdendo o comboio dos oitavos-de-final.

Houve prolongamento e penalidades em Vilankulo, Beira e Monapo

No caldeirão houve necessidade de se ir as grandes penalidades. Acabou vencendo a equipa que mais sofreu no jogo, o Ferroviário da Beira. É que os comandados de João Chissano entraram a perder com golo de David que saltou mais alto que todos e cabeceou para o fundo das malhas.

O Ferroviário da Beira reagiu e chegou ao empate na marcação de uma grande penalidade apontada por Andro ainda na primeira parte.

O Textáfrica não baixou os braços e Dário aproveitou uma brincadeira de Willard, para desfazer o empate, fazendo o 2-1, para festa dos adeptos que saíram de Chimoio para Beira.

Sem querer ficar por terra, os “locomotivas” da Beira correram atrás do prejuízo e já em tempo de compensação, restabeleceu a igualdade, por intermédio de Babo, levando o jogo ao prolongamento. Ai as coisas mudaram de rumo porque os “locomotivas” de Chiveve marcaram aos 7 minutos desse prolongamento, na cobrança de um pontapé de canto, por Andro, que deu a cambalhota no marcador, tendo os “fabris” do planalto chegado ao empate final na cobrança de um penálti.

Foi-se aos penaltes e o Ferroviário da Beira saiu a sorrir, após ver o Textáfrica falhar três grandes penalidades e os seus jogadores a apontarem os golos, fazendo o jogo terminar com 3-1 nas penalidades, depois do 3-3 no final dos 120 minutos.

Às grandes penalidades também foi o jogo entre ENH de Vilankulo e a Académica, depois do empate a uma bola nos 120 minutos. Aliás, os golos só surgiram no prolongamento, primeiro para a ENH e depois para a Académica, mesmo no último lance do prolongamento. Na marcação das grandes penalidades, onde a formação da ENH acabou vencendo por 4-1 e garantindo a passagem aos oitavos-de-final.

Já em Nampula, o nulo verificou-se ao longo dos 120 minutos entre Sporting de Monapo e o Desportivo de Nacala, tendo os “canarinhos” de Nacala vencido na marcação das grandes penalidades por 5-4, garantindo a passagem aos oitavos-de-final, onde também está o Ferroviário de Quelimane, que beneficiou da desistência do Chingale de Tete devido a problemas de ordem financeira.

 

 

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