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O País – A verdade como notícia

As duas equipas da Madeira, em Portugal, tiveram sortes diferentes na retoma do campeonato português, a Liga NOS, com o Nacional, de Witi, a vencer, e o Marítimo, de Zainadine, a perder, em partidas da 15ª jornada. Os dois moçambicanos foram titulares nas suas equipas.

O ano 2019 já conta quatro dias e no mundo do desporto já corre. Em Portugal, o campeonato local da primeira liga, a Liga NOS, retomou na última quarta-feira, com as duas equipas da ilha da Madeira, que contam com jogadores moçambicanos, a entrarem em cena.

O Nacional da Madeira, de Witiness Quembo, teve uma entrada com pé direito, ao receber e vencer o Vitória de Guimarões por uma bola sem resposta. O internacional moçambicano teve a titularidade assegurada, tendo inclusive contribuído para o golo madrugador do jogo, apontado por Camacho, mas cedendo seu lugar aos 80 minutos, para o colombiano Riascos. Com a vitória, a turma de Witi alcança o Rio Ave na tabela classificativa, com os mesmos 19 pontos, estando na 11ª posição.

Segunda-feira, 07 de Janeiro, o Nacional desloca-se ao Dragão, para defrontar o FC Porto, em partida da 16ª jornada.

 

Zainadine entrou com pé esquerdo

Em sentido contrário esteve o Marítimo, de Zainadine Jr., que segundo informações da imprensa estrangeira é pretendido por clubes ingleses, teve uma entrada em falso no ano 2019, ao perder no municipal de Braga, por duas bolas sem resposta. Esta foi, de resto, a 10ª partida consecutiva sem conhecer o sabor da vitória, desde 21 de Outubro, quando venceu o Moura FC (0-1), para a Taça de Portugal. De lá para cá, somente um empate (1-1), na deslocação ao terreno do Feirense.

São resultados que colocam a equipa de Zainadine Jr. na zona da despromoção, com 11 pontos em 15 jornadas, estando apenas a frente do Feirense e do Chaves, que somam 10 e 7 pontos, mas com menos um jogo, disputado na noite de ontem.

Os madeirenses sofreram os dois golos nos primeiros 15 minutos, com Silva (08 minutos) a apontar o primeiro e o colega da defesa de Zainadine, Aloisio, a fazer um auto-golo aos 13 minutos.

Na jornada 16, sábado, o Marítimo recebe, em casa, o Portimonense, com ambições de regressar as vitórias, mas encontrará uma equipa motivada, após ter derrotado o Benfica, nesta jornada 15 (quarta-feira), por duas bolas sem resposta.

 

Moçambicanos na RAS só entram final de semana

No que diz respeito aos restantes jogadores moçambicanos que actuam fora de portas, destaque para os que jogam na vizinha África do Sul, nomeadamente Domingues, Edmilson e Luís Miquissone, que estiveram de férias durante cerca de três semanas, para dar lugar a quadra festiva.

Entretanto, regressam à competição este final de semana, com o Bidvest Wits, do capitão dos Mambas, a deslocar-se ao terreno do Free State Stars, para o jogo da 16ª jornada. Líder da PSL com 30 pontos, o Bidvest quer manter a posição e continuar a lutar pelo título sul-africano, devendo para o efeito ultrapassar o actual 14º classificado, com 13 pontos e que está um lugar e com mais um ponto da linha da despromoção.

Edmilson Dove, outro moçambicano na África do Sul, também regressa este sábado, com deslocação da sua equipa ao campo do SuperSport. O Cape Town City, vice-campeão da época passada, ainda não se encontrou com bons resultados, tendo, nas últimas cinco jornadas alcançado três vitórias, um empate e igual número de derrota. Ocupa a 9ª posição, a meio da tabela, contabiliza 20 pontos e está a dez pontos do líder e a apenas três pontos do seu adversário, que ocupa a 10ª posição. Em caso de vitória, a turma de Edmilson pode ultrapassar o seu adversário e entrar para o top 5 da classificação local.

Já Luís Miquissone, que joga no Royal Eagles, da primeira divisão, que segue a divisão principal, também joga este domingo, na deslocação ao terreno do Stellenbosch. É uma partida entre o primeiro e o segundo classificado, separados por quatro pontos e que estão bem colocados para subirem ao escalão principal. O Stellenbosch é líder com 31 pontos, mais quatro que o Royal Eagles.

Os moçambicanos a actuarem no Amora FC, bem como Reginaldo, no Kukesi, Ratifo, no Pforzheim, só entram em cena dentro de duas semanas, estando ainda de férias da quadra festiva.

 

O presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Alberto Simango Jr., parte este sábado para Dakar, capital do Senegal, onde vai participar da Gala da Confederação Africana de Futebol, CAF, que vai designar os melhores de 2018. Alberto Simango Jr. é um dos convidados do presidente da CAF, Ahmad Ahmad, que vai se juntar a outros presidentes das federações locais de futebol dos países africanos, para testemunhar a grande festa dos óscares de 2018, evento que terá lugar já na próxima terça-feira.

O presidente da Federação Moçambicana de Futebol vai aproveitar os cinco dias em Dakar (a viagem é de 5 a 10 de Janeiro) para trocar experiências com os seus homólogos dos outros países, em várias áreas do futebol, com destaque para a melhor forma de disputa dos campeonatos nacionais, uma vez que a CAF e vários países já mudaram o seu calendário de jogos, que inicia em Agosto de um ano e termina em Maio do ano seguinte.

Esta será, portanto, uma oportunidade para colher mais experiências e dai trazer aos clubes e associações nacionais as vantagens e desvantagens de uma mudança de calendário, tendo em conta a época chuvosa que assola o país nos meses de Janeiro e Fevereiro.

Ademais, Alberto Simango Jr. vai procurar identificar países africanos interessados em defrontar a selecção nacional de futebol, os Mambas, antes da disputa da cartada decisiva diante da Guiné-Bissau, em Março próximo, para a última jornada da fase de grupos de qualificação ao CAN-2019. Os Mambas poderão realizar um ou dois jogos antes desse jogo, tendo em conta que o mesmo vai se disputar numa data-FIFA que inicia a 18 de Março e termina a 25 do mesmo mês. Nessa ocasião, os Mambas poderão realizar uma partida e antes desse período um outro jogo, daí justificar-se a ida de Alberto Simango Jr a Dakar, também com o mesmo propósito.

Depois da deslocação a Dakar, o presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Alberto Simango Jr., vai a Roma, capital da Itália, onde vai tomar parte de um evento da FIFA, a convite do presidente do organismo que tutela o futebol mundial, Gianni Infantino.

Se lhe tirassem Quelimane, tiravam-lhe tudo, pois não sabia viver noutro sítio. René Trindade, vítima de um AVC, faleceu no passado sábado. Quem o não conheceu, seguramente que não tinha muita informação sobre a Zambézia, onde nasceu e viveu os seus quase 80 anos.

Era um ícone, um benfiquista de sete costados, conhecido e reconhecido em toda a província, mas pelo que fez e deu ao país, ganhou um estatuto que deve ser (re)conhecido em todo o país. Faltaram homenagens e reconhecimentos em vida. O desporto, em particular, ficou a dever-lhe muito.

 

VIDA DE DEDICAÇÃO

Uma injecção mal dada, aos 10 anos originou-lhe a paralisia num tornozelo que o acompanhou pela vida fora.

Isso porém não o inibiu de ser o mais eclético atleta que a Zambézia pariu. René no desporto foi voleibolista, ginasta, guarda-redes de futebol, extremo no basquetebol e fundista no atletismo. Mais tarde, para além da sua actividade laboral, foi por duas décadas presidente do Benfica de Quelimane, estando presente em todas as actividade que tivessem como objectivo o desenvolvimento da terra que o fez nascer, crescer e viver.

Mas mais do que um craque que “mandou às urtigas” os complexos e não se sentiu inibido pela deficiência que contraiu ainda jovem, o que o distinguiu foi sempre o seu amor pela Zambézia.

Vibrou pelo vermelho do Benfica de Quelimane, que lhe estava no sangue desde pequenino e uma vez Presidente da Direcção, viveu na alma, mas também de corpo, os projectos do SQB, com os olhos apontados para o progresso do desporto zambeziano. Era vê-lo a tempo inteiro no clube, no meio de papéis e de taças, a servir a colectividade do seu coração.

René Trindade foi, efectivamente, uma das maiores memórias dos zambezianos e a sua reserva moral.

O ano está prestes a findar e em muitos bairros termina em festa com a realização dos jogos das finais dos torneios de futebol, que arrastam multidões e em alguns movimentam valores monetários significativos.
 
Há Muita festa nos bairros da cidade e província de Maputo. Festa, não só do fim do ano, mas também do futebol, o ópio do povo. Aliás, os torneios dos bairros são uma demonstração do poder do futebol em arrastar as massas.
 
Com futebol de encher os olhos de qualquer assistente, classe e qualidade, desde os mais profissionais aos que procuram ganhar seu espaço no mundo do desporto rei, os jogadores vão fazendo a alegria dos bairros.
 
No final de cada torneio, os vencedores fazem uma festa que contagia os vencidos, numa clara demonstração de fair play. Aliás, a alegria nos jogos das finais não é somente pela conquista dos prémios, que são o principal atrativo, mas pela celebração do futebol.
 
Dos mais atractivos torneios dos bairros dos últimos tempos, a Liga Mavila Boy é a que apresenta a melhor premiação, arrasta alguns dos melhores profissionais da praça e regista as maiores enchentes. Afinal são 200 mil para o vencedor e 75 mil para o finalista vencido, dinheiro que faz toda diferença numa época de festas.

A promessa e a expectativa é que próximo ano voltem os torneios dos bairros mais bem organizados e com o mesmo objectivo de sempre: promover o combate a criminalidade e outros vícios no seio da juventude moçambicana.
 

O Antigo jogador do Desportivo e Ferroviário de Maputo Fred  e  Paulo Rossi, ora falecido, que durante vários anos organizaram torneios populares de futebol  foram este domingo homenageados por antigos jogadores  e amantes do futebol no bairro de xipamanine em Maputo.

O Populoso bairro de Xipamanine em Maputo, é conhecido por produzir figuras ligadas a diferentes artes, desde escritores, bailarinos, actores, músicos e desportistas.

O campinho das Mangueiras, é o lugar histórico onde despontaram jogadores que brilharam em grandes equipas nacionais, internacionais e pela selecção nacional de futebol.

A presença da nossa equipa de reportagem neste local prende-se com o facto de antigos jogadores e amigos terem se juntado para imortalizar duas figuras incontornáveis no desporto nacional, sobretudo o futebol. Trata-se de Fred, um defesa que espalhou o seu perfume pelos  campos e que deixou os  amantes do desporto rei em delírio e de Paulo Rossi que durante mais de trinta anos organizou torneios que serviram de trampolim para muitos atletas ascenderem ao escalão máximo do futebol nacional.

O sul-africano Abedenico Machava e a moçambicana Zeferina Marinho foram os grandes vencedores da 17ª edição da corrida anual São Silvestre de Maputo. A prova, que teve apenas sete quilómetros, premiou com um valor de 10 mil meticais aos vencedores.

A manhã de sábado foi cinzenta na cidade de Maputo, mas com boa temperatura para pôr o pé no asfalto e correr pela saúde na prova anual São Silvestre. Era a 17ª edição de uma prova que marca o encerramento das provas de atletismo e que contou com a participação de pouco menos de 300 atletas, entre federados, veteranos e populares, representando as bandeiras de Moçambique, África do Sul, Portugal e Brasil.

Uma prova bastante rápida que surpreendeu a todos, uma vez que em 25 minutos e 52 segundos o vencedor da prova, Abedenico Machava cortava a meta, depois de ter partido.

Aliás, contrariamente ao que se esperava, que tivesse um percurso de 10 quilómetros, a prova deste sábado teve apenas sete quilómetros, com os atletas a percorrerem um itinerário que partiu da Praça da Independência, avenida 25 de Setembro, Praça Robert Mugabe, avenidas Julius Nyerere, Eduardo Mondlane, Guerra Popular, novamente 25 de Setembro, desaguando no local de partida pela porta da avenida Samora Machel.

Alberto Mamba, que terminou na terceira posição com o tempo de 26 minutos, 19 segundos e 73 centésimos, foi o moçambicano melhor posicionado na categoria de masculinos. Aliás, Mamba ficou a apenas 12 segundos de Prince Ndlove, outro sul-africano, que terminou na segunda posição.

Em femininos, Zeferina Marinho, voltou a comandar a prova, do início ao fim, cortando a meta com o tempo de 31 minutos, 25 segundos e 66 centésimos, sua melhor marca, melhorada em relação as provas anteriores. Marinho deixou para trás Madalena Guizito e Julieta Muchanga, com o tempo de 33’21”45 e 33’46”53, respectivamente, que fecharam o pódio.

Abedenico Machava e Zeferina Marinho dominam assim, e mais uma vez, as provas realizadas na capital do país, sendo a última delas a meia maratona Millennium BIM, que decorreu em Novembro último.

Os vencedores desta 17ª edição, em federados, tiveram uma premiação de dez mil meticais, para os vencedores, cinco mil para os segundos e três mil meticais para os terceiros classificados. As categorias de veteranos e para os mais de 50 anos, a premiação foi garantida por um participante assíduo destas provas, Filipe Gagnaux, que disse ser um gesto de reconhecimento e de incentivo a Federação Moçambicana de Atletismo, que muito esforço tem feito para a realização da prova.

Aliás, esta prova de São Silvestre perdeu algum fulgor, tal como reconheceu o presidente do Conselho Municipal da Cidade de Maputo, David Simango, que disse que a componente financeira está a retrair os participantes, bem como a falta de publicidade com antecedência para mobilizar mais pessoas para participar nesta prova.

A organização diz que a prova correu sem sobressaltos, mas reconhece que poderia ter sido melhor, uma vez que até há duas semanas não havia garantia de patrocínio, garantindo que para o ano muito trabalho será feito para que a prova seja diferente e mais bem preparada.

 

Federados masculinos

Abedenico Machava    25’52”21

Prince Ndlove     26’07”26

Alberto Mamba  26’19”73

Federados Femininos

Zeferina Marinho        31’25”66

Madalena Guizito       33’21”45

Julieta Muchanga        33’46”53

Populares Masculinos

Filimone Micas   28’35”24

Egas Matsinhe    28’51”95

Constantino Fondo     28’57”27

Populares Femininos

Ester Manuel      33’31”30

Luisa Manuel      37’28”82

Olga Bata  39’10”96

Veteranos masculinos

Pembe Like 30’16”50

Napoleão Gomes        34’00”39

Arlindo Mafueca 34’27”06

Veteranos masculinos

Beatrice Hlophe  44’22”35

Victória Joaquim 46’18”32

Rabeca Zandamela      48’52”04

Triciclos masculinos

Mário Bernardo  15’07”66

Júlio Luís   15’16”13

Enoque Anastâncio     25’23”50

Triciclos femininos

Sandra Langa     30’54”79

Verónica de Fátima     39’29’50

Detinha Américo 53’40”91

Veteranos +50 anos masculinos

Sousa João

Afonso Manhiça

Tómas Bonete

Veteranos +50 anos masculinos

Maria Suzana

Sandra Bata

Elizabeth Vieira

 

 

Após uma prestigiante carreira como futebolista, o antigo goleador Didier Drogba poderá agora seguir a carreira de treinador.

«Ainda não sei, porque tenho de passar os diplomas de treinador. Ser treinador é uma possibilidade, porque trabalhei ao lado de grandes treinadores e aprendi com todos eles. Vi muitas coisas, muitos estilos e modos de compreender o futebol. É um desporto muito interessante para mim e se calhar vou seguir esse caminho», afirmou Drogba, em declarações ao “As”.

O Grupo Desportivo Mahafil, clube mais antigo da cidade de Maputo, fundado em 5 de Outubro 1915, vai construir um centro de estágios em 2019, sendo que os trabalhos devem arrancar no início do ano. A confirmação foi dada pelo presidente da colectividade, Nazir Issufo, que afirma que as novas obras vêem complementar os trabalhos iniciados em 2012, que culminaram com inauguração do campo de futebol e outras áreas adjacentes em Setembro do presente ano.

“Este ano demos um passo importante para reestruturação do clube com a conclusão e inauguração das novas instalações e o campo. No início de 2019 vamos dar continuidade a estes trabalhos com a construção de um centro de estágio e outras infra-estruturas como, por exemplo, um ginásio de forma a criar rendimentos e tornar o clube auto sustentável”, disse.

Num olhar mais generalizado, Nazir Issufo, afirmou que as novas infra estruturas “servirão para minimizar a carência existente no futebol, sobretudo a nível da cidade de Maputo”.

Já em relação ao rendimento desportivo, o dirigente máximo do Mahafil, não se mostrou agradado dizendo que a equipa precisa de melhor o quarto lugar obtido na época passada no Campeonato da Cidade. Sublinhe-se que o dirigente estabeleceu o ano de 2022 como sendo o ano da ascensão ao Moçambola e para cumprir esse objectivo Nazir Issufo diz que está no mercado a procura de um treinador de projecção, cujo nome deverá ser conhecido nos próximos dias.

A tradicional prova anual que marca o encerramento do calendário de provas de atletismo no país e das provas desportivas no seu todo, realiza-se no sábado, nas várias artérias da cidade de Maputo

É já no sábado que Maputo vai acordar com a corrida São Silvestre. Uma competição de atletismo que já é tradicional, anual e que congrega vários atletas do país e de fora do país. Esta, que é a 17ª edição da corrida, terá o ponto de partida a Praça da Independência, com início às 07H30 e juntará centenas de atletas nas categorias de federados, populares, veteranos e portadores de deficiência, tendo como meta o mesmo ponto de partida, a Praça da Independência.

De acordo com a Federação Moçambicana de Atletismo (FMA) serão premiados na corrida de 10 km, os primeiros 3 classificados de cada categoria, numa edição que vai contar com atletas de outras províncias, com destaque para Tete, que regressam depois de ano passado não terem participado.

Para já, as inscrições para a participação na prova terminam na sexta-feira, na sede da Federação Moçambicana de Atletismo, esperando-se que mais de trezentos atletas, entre masculinos e femininos, possam aderir a esta última competição desportiva do ano.

Entretanto, numa entrevista recente ao Secretário-geral da Federação Moçambicana de Atletismo, referia que ainda não havia condições logísticas para a participação de atletas de fora do país, devido a questões financeiras. E, na altura, garantiu que ainda não tinha nenhum atleta estrangeiro que tenha mostrado interesse em participar na prova. “Era precoce avançarmos com qualquer situação sem termos certeza se haveria ou não a Corrida São Silvestre este ano. Temos recebido chamadas constantes das associações e que mostram disponibilidade de trazer atletas para participar na prova. Do estrangeiro, ainda não recebemos nenhum mas, uma vez confirmada a realização da prova, teremos com certeza atletas de fora do país”, referia Nelson Nhamússua.

Para já, atletas da África do Sul, E-swathini, Botswana e Angola têm sido frequentes na prova internacional realizada em Maputo, esperando-se que, tal como aconteceu na última prova de atletismo, na cidade de Maputo, na Corrida Millennium BIM, em que estiveram presentes atletas, não só desses países, mas também de países europeus.

De referir que a edição anterior da São Silvestre foi conquistada por atletas moçambicanos: Donaldo Machava e Zeferina Marinho.

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